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  • Artista visual Mádia Bertolucci  expõe “Resgate no Olhar”, em 18 obras de arte abstrata
    Obra de Madia Bertolucci/ Divulgação

    Artista visual Mádia Bertolucci expõe “Resgate no Olhar”, em 18 obras de arte abstrata

     A Delphus Galeria de Arte e Molduras abriga de sábado (4) até o dia 31/05 a exposição Resgate no Olhar, da artista visual Mádia Bertolucci, uma das fundadoras do Navi – Núcleo de Artes Visuais de Caxias do Sul, criado em 1988.  Ela é o destaque da 15ª edição da série “Mês do Artista Delphus” – a primeira realizada neste ano em que a galeria comemora meio século de existência.

    Obra de Mádia Bertolucci/ Divulgação

        Composta de 18 obras de arte abstrata, a maioria acrílica sobre tela e as demais aquarelas, a mostra pode ser vista de segunda a sexta-feira das 9h às 18h45min e sábado das 9h às 13h, na Av. Cristóvão Colombo, 1501, bairro Floresta.

    A artista visual Mádia Bertolucci, de Caxias do Sul/ Divulgação

    “Entre as transformações de cores, texturas e formas, encontro o ‘Resgate no olhar’, moldando e remoldando na memória minha maneira de ver a natureza. Não quero mostrar guerras, desmatamentos ou lixo humano, mas o que descansa o olhar e que o espectador possa ter sua própria linguagem de interpretação. É um trabalho contemporâneo, leve e até lírico, pois tanto nas aguadas, rasuras ou até mesmo no acúmulo de tinta surge minha obra de arte”, diz a artista caxiense.

    Obra de  Mádia Bertolucci/ Divulgação

    Com Licenciatura Plena de Educação Artística pela UCS, Mádia já participou de salões, coletivas e exposições individuais e, em 2009, lançou o livro Passagem Permanente, sobre arte. Entre outras técnicas praticadas pela artista em sua carreira estão o pastel seco, a gravura, a litografia e a xilografia.

    Obra de Mádia Bertolucci/ Divulgação

    Mádia está entre os mais de 100 artistas de diversos lugares do Brasil que têm obras oferecidas pela Delphus, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. A galeria, inaugurada em 1974 em Porto Alegre, trabalha com acervo de obras originais superior a 2 mil itens, entre pinturas, esculturas, fotografias e gravuras seriadas.

    Obra de Mádia Bertolucci/ Divulgação

    O serviço de moldura para quadros é referência na Capital, aliando assessoria especializada na escolha da melhor montagem à mão de obra qualificada. Desde 2017, a Delphus tem à frente a experiente galerista Salete Salvador.

    Obra de Mádia Bertolucci/ Divulgação

    SERVIÇO

     O quê: Exposição Resgate no Olhar, da artista visual Mádia Bertolucci

     Onde: Delphus Galeria de Arte e Molduras, Av. Cristóvão Colombo, 1501, bairro Floresta

     Visitação: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h45 e sábado, das 9h às 13h

    Entrada gratuita

  • Martin Pizzarelli Trio faz duas apresentações, esta semana no Espaço 373
    show Martin Pizzarelli Trio – Foto Cassio Laranja/ Divulgação

    Martin Pizzarelli Trio faz duas apresentações, esta semana no Espaço 373

    O baixista norte-americano Martin Pizzarelli retorna à Porto Alegre com seu trio para duas apresentações no Espaço 373, nos dias 3 e 4 de maio. Com o projeto “What a Wonderful World Tour 2024”, eles prometem uma mistura de Swing Jazz, Pop e Bossa Nova.

    Além de Pizzarelli e do cantor e guitarrista Rico Baldacci, o trio ganha uma representação feminina com a participação da pianista sul-coreana Hyuna Park, que passa a integrar o grupo nas apresentações deste ano. No repertório, sucessos como “What a Wonderful World”, “Close to You”, “I Wish”, “All Night Long”, “Day Tripper” e muito mais.

    A pianista convidada. sul-coreana Hyuna Park. Foto: Divulgação

    SERVIÇO
    3 e 4 de maio | Sexta e Sábado | 21h
    Martin Pizzarelli Trio
    Ingressos: R$50 a R$200
    Ingressos antecipados para sexta: https://www.sympla.com.br/evento/martin-pizzarelli-trio-sexta-feira/2423632
    Ingressos antecipados para sábado: https://www.sympla.com.br/evento/martin-pizzarelli-trio-sabado/2423633

    Onde: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta)
    Informações e reservas de mesas pelo WhatsApp: (51) 999 99 23 15

  • Artista visual Amaro Abreu lança o livro “O Islã e a Maçã”, sobre o Oriente Médio

    Artista visual Amaro Abreu lança o livro “O Islã e a Maçã”, sobre o Oriente Médio

     

    Nesta quinta-feira, 2 de maio, 19h, na Agência Livre para Informação Cidadania e Educação (Olavo Bilac, 188) o artista visual Amaro Abreu promove o lançamento do livro ” O Islã e a Maçã ” com conversa sobre o projeto e sobre a viagem ao Oriente Médio, com mediação da Cristina Pozzobon.
    Já foram vendidos mais de 300 exemplares na pré-venda e o livro fala sobre relatos dos meses em que o artista Amaro Abreu viajou pelo Oriente Médio, passando inclusive pelo histórico campo de refugiados palestinos de Nahar al – Bared.
    O prefácio do livro é das jornalistas Eliane Brum e Lelei Teixeira e posfácio de Rosina Duarte. A foto da capa é da fotojornalista Nair Benedicto e a diagramação de Vitor Mesquita. Participação também da poeta egipcia Amar Al Qady.
  • A obra escultórica de Eloisa Tregnago, de cabeças esculpidas em mármores, na Ocre Galeria
    Obra de Eloisa Tregnago. Foto: Valdir Ben/ Divulgação

    A obra escultórica de Eloisa Tregnago, de cabeças esculpidas em mármores, na Ocre Galeria

    A portentosa obra escultórica de Eloisa Tregnago constitui a exposição “Lágrima”, escolhida para brindar o segundo ano de existência da Ocre Galeria, que será comemorado ao longo do mês de maio. A artista apresenta cerca de 14 peças esculpidas em mármore nas quais predomina o rosto feminino. A abertura ocorre neste sábado, dia 4 de maio próximo, das 11h às 14h. A visitação, de 6 de maio a 1º de junho, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, e aos sábados, das 10h às 13h30min.

    Segundo o material de divulgação “considerada um dos grandes nomes da escultura contemporânea, Eloisa Tregnago recusa o rótulo de artista plástica e prefere ser considerada escultora, ofício que teve o privilégio de aprender e aperfeiçoar com grandes mestres, como Bez Batti, com quem aprendeu a dominar linha; e com Vasco Prado e Xico Stockinger, com os quais modelou a pedra. Com tais referências referendando seu taleto inato, Eloisa Tregnano embrenhou-se no desafiador campo da escultura, fazendo nascer de pesados blocos de mármore, alvas mulheres de formas generosas e delicadas, cuja força se agiganta diante dos olhos do apreciador, a mesma que se vê na mirada incisiva, porém sensível, de sua criadora, resguardada por discreto recato.”

    Obra de Eloísa Tregnago Foto: Valdir Ben/ Divulgação

    Sobre a artista convidada

    Eloisa Tregnago é natural de Bento Gonçalves, onde se formou em Letras pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). De 1981 a 1983 estudou desenho com João Bez Batti em Bento Gonçalves. Em 1985, mudou-se para Porto Alegre, passando a frequentar aulas de modelagem e escultura com Vasco Prado e Xico Stockinger, de quem viria a se tornar aluna. Hoje é proprietária do atelier que outrora pertenceu a Stockinger, localizado no bairro Vila Nova. Complementou sua formação com Plínio Bernhard e Patrício Farias, dos quais recebeu orientações em desenho, e de Danúbio Gonçalves na gravura. Além do mármore e terracota, a escultora também funde esculturas em bronze no seu atelier.

    Possui obras em acervos particulares e em museus. Entre suas obras, Eloisa Tregnago assina, em coautoria com Xico Stockinger, o Monumento à Literatura Brasileira, em homenagem aos poetas Carlos Drummond de Andrade e Mario Quintana, situado na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre. Composto por um banco e duas estátuas, foi encomendado para Xico Stockinger pela Câmara Rio-Grandense do Livro, por ocasião da 47ª Feira do Livro de Porto Alegre. Inaugurada em 26 de outubro de 2001, a obra é um dos principais cartões-postais da cidade. Ela também se orgulha de assinar o Monumento ao Empreendedor, peça em mármore localizada em sua cidade natal, Bento Gonçalves.

    Foto: Valdir Ben/ Divulgação

    Sobre a Ocre Galeria

    A Ocre Galeria é localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, próxima à Casa de Cultura Mario Quintana, ao Margs e à Usina do Gasômetro. É administrada por Felix Bressan, Nelson Wilbert e Mara Prates. A Ocre foi inaugurada em maio de 2022 e realizou, até o momento, 24 exposições, entre individuais e coletivas de artistas com forte produção contemporânea. A galeria tem buscado preservar a história, difundir a cultura e apoiar a produção de arte, disponibilizando um amplo acervo de artistas representados.

  • 23 Paisagens icônicas na exposição ” Mundo afora”, da artista visual Márcia Baroni
    Copacabana. Obra de Claudia Baroni/ Divulgação

    23 Paisagens icônicas na exposição ” Mundo afora”, da artista visual Márcia Baroni

    Artista visual dedicada à colagem, técnica desenvolvida em paralelo à prática do desenho autoral, Márcia Baroni inaugura, na sexta-feira (3/5), às 18h, a exposição “Mundo Afora”, na Galeria 506 (Avenida Nova York, 506, bairro Auxiliadora), em Porto Alegre. A mostra fica aberta à visitação até 7 de junho. O músico Otávio Segala fará uma participação na abertura da mostra. A entrada é gratuita.

    A artista visual Márcia Baroni -/Divulgação

    Ela apresenta 23 quadros, a maioria dos quais de 0,80 x 0,80 cm, e uma instalação que reproduz a favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, a partir do conceito de sustentabilidade, utilizando caixas de remédios, de fósforos, de perfumes.

    Times Square; Mostra Mundo a Fora/ Divulgação

    Outro símbolo do Rio de Janeiro – a orla de Copacabana – também é recriado por Márcia, que, principalmente,  leva o espectador a contemplar lugares icônicos mundo afora, conforme expressa o título da mostra: o nova-iorquino Times Square, o romano Trastevere, a estação de esqui de Cerro Castor, na Terra do Fogo, e Ximending, em Taipei, por exemplo.

    Trastevere – Mundo a Fora/ Divulgação

    “Destaco lugares multifacetados, onde, além dos moradores locais, transita gente de todo lugar, para conhecer, desbravar, em caminhadas, conversas, risadas, lágrimas, apreciando a animação do lugar, celebrando a vida, brindando a existência”, detalha Márcia que, no pico da pandemia da Covid-19, se entristecia ao ver as ruas quase vazias por conta do necessário distanciamento social. A situação levou-a a produzir a série “Porto Alegre, um olhar”, montada no ano passado.

    Ximending. Mundo a Fora/ Divulgação

    Em seguida, a colagista começou a pensar em ampliar olhar para cidades do mundo, “endereços existenciais, que na pandemia também se tornaram exilados, pois não havia gente, toda beleza parecia descolorida. Minha pesquisa e meu olhar se direcionaram para a superação desse estado de coisa”, lembra ela, referindo-se ao atual trabalho.

    Cerro Castor – Mundo a Fora/ Divulgação

    Segundo o material de divulgação “nessa mostra Márcia Baroni oferece uma estética do encontro. Sugere um estado de espírito de abertura e trânsito aos instantes de autodescoberta. Com sabor e cor seu trabalho reflete uma história não escrita em palavras”, escreve Hélio Strassburger no texto de apresentação da exposição, intitulado “As pessoas e seus endereços existenciais”.

    Márcia trabalha essencialmente a partir do seu traço, com revistas descartadas como elementos pictóricos. Pedacinhos recortados vão preenchendo os desenhos e dando cor aos espaços retratados. “É um trabalho lento, meticuloso, detalhista, numa produção analógica, de pesquisa, criatividade, paciência, desaceleração”, descreve ela, aludindo à técnica que teve o grande mestre Picasso entre seus adeptos.

    SERVIÇO

    Exposição Mundo Afora

    Abertura: 3/5 (sexta-feira), 18h

    Visitação: a partir de 6/5, de segunda a sexta, das 14h às 18h, até 7 de junho

    Local: Galeria 506, Av. Nova York, 506, Auxiliadora, Porto Alegre

    Entrada gratuita

  •  Confraria Cultural Latino Americana faz evento com música, gastronomia e sorteio de ilustrações de cartunistas gaúchos consagrados

     Confraria Cultural Latino Americana faz evento com música, gastronomia e sorteio de ilustrações de cartunistas gaúchos consagrados

     

    Higino Barros

    O evento vai acontecer no dia 28 de abril, domingo, no espaço Cultural Mosaico,  localizado na Rua Otavio Correia, 39.  Segundo um dos organizadores, o músico Chicão Dornelles, “estaremos comemorando os 40 anos da Associação Jose Marti e 27 anos da Associação Recreativa e Cultural Bota Fogo. Teremos além de um almoço , um show com as participações dos artistas : Liane Shuller  Rosa Franco, Gilberto Oliveira , Mario e Nene Falcão , Bernardo Zubaran , Florisnei Thomaz , Claudio Baraldo , Chicão Dornelles , Josue Krug e Leonardo Ribeiro. “
    Liane Schuller, uma das atrações da festa no domingo; Foto: Divulgação
    O surgimento , em 25 de julho de 1984, da Associação Jose Marti RS, que desde então tem defendido a auto determinação dos povos, em especial do povo cubano e dos povos em luta trabalha com a cultura para que os povos se integrem e estabeleçam laços de amizade. Já produziu dois CDS , trovas da Pátria Grande em 2008 e Jose Marti em Canto em 2014, com lançamentos em Porto Alegre , Rio de Janeiro , Montevideo e Havana, participando igualmente de atividades solidárias nas comunidades carentes de Porto Alegre.
    O músico Nenê Falcão. Foto: Divulgação
    O músico Josué Krug. Foto: Divulgação
    O músico Leonardo Ribeiro. Foto: Divulgação
    A Associação Recreativa Cultural e Desportiva Bota Fogo fundada há 27 anos reúne-se toda semana para um encontro esportivo e musical. Atualmente o encontro se dá na AMRIGS, na avenida Ipiranga, todas as terças-feiras as 20.hs. E todo ano faz ações solidárias com o objetivo de angariar alimentos , roupas e material de higiene para a creche da comunidade que fica ao lado da Amrigs, Vila São Pedro .
    A formação é totalmente eclética, com músicos, profissionais liberais,  artistas visuais e o time futebol tem também participação de várias jogadoras, além do Clube das Mães  do Bota Fogo, sempre presente nas atividades culturais e solidárias
    O músico Gilberto Oliveira/ Divulgação. Foto: Divulgação
    O músico Rosa Franco. Foto: Divulgação
    O músico Florisnei Thomaz. Foto Divulgação
    O músico Cláudio Baraldo. Foto: Divulgação
  • Fundação Pão dos Pobres promove visita mediada sobre o legado do arquiteto José Lutzenberger
    Fundação Pão dos Pobres foto Marcelo Donadussi/ Divulgação

    Fundação Pão dos Pobres promove visita mediada sobre o legado do arquiteto José Lutzenberger

    A  restauração das fachadas internas da Fundação o Pão dos Pobres de Santo Antônio segue em andamento. Projetado em 1925 pelo arquiteto alemão Joseph Franz Seraph Lutzenberger, o monumental prédio foi tombado em 2014 pelo município de Porto Alegre, em função de suas características arquitetônicas e por sua relevância histórica.

    Como parte das comemorações do bicentenário da imigração alemã no Brasil, a Casa da Memória Unimed Federação/RS apresenta a exposição Lutzenberger Universal, que segue em cartaz até 3 de julho no espaço localizado na Rua Santa Terezinha, 263. A mostra, com curadoria de José Francisco Alves, conta com cem obras de arte – aquarelas, óleos e nanquins – e desenhos de projetos arquitetônicos de autoria de Lutzenberger, alguns deles de propriedade privada, nunca expostos, e outros de coleções institucionais.

    Neste sábado 27 de abril, às 10 horas ocorre a visita mediada à Fundação Pão dos Pobres (Rua da República, 801, em Porto Alegre), com participação de membros da entidade e do arquiteto Lucas Volpatto, responsável pela restauração do prédio. A atividade é gratuita, com vagas limitadas e inscrição prévia, pelo link disponível na bio do Instagram @casadamamoriaunimedrs.

    Detalhe da restauração interna do prédio histórico.; foto Marcelo Donadussi / Divulgação

    Sobre o projeto de restauro

    Com gestão cultural da Cult Assessoria e Projetos Culturais, esta inicitiva tem financiamento aprovado na Lei de Incentivo à Cultura – LIC do Sistema Pró-Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul no valor de R$ 1.137.442,40 (hum milhão, cento e trinta e sete mil, quatrocentos e quarenta e dois reais e quarenta centavos).

    Com captação parcial, a adesão de empresas é fundamental para a sua plena execução. Detalhes sobre como apoiar a preservação de um importante exemplar do nosso patrimônio histórico, com Cecília Muccillo Daudt, da Práxis Gestão de Projetos pelos contatos (51) 99236-6951 ou praxisgestaodeprojetos@gmail.com.

    Sobre o artista

    O alemão José Lutzenberger foi artista plástico, arquiteto e professor do Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul. Naturalizado brasileiro em 1950, ele emigrou em 1920 para trabalhar em uma empresa de engenharia, e em Porto Alegre ficou, para viver e construir família.

    Nasceu em 13 de janeiro de 1882, na pequena Altötting, situada no reino da Baviera, Império Alemão. Formou-se em Munique, em 1906, como engenheiro-arquiteto. Foi oficial do Exército do Império Alemão nos quatro anos da I Guerra Mundial, pelo Exército Imperial Alemão.

    Além das artes plásticas, seu legado também é extremamente importante na arquitetura. Entre os seus prédios projetados mais conhecidos podem ser citados, em Porto Alegre, o Pão dos Pobres, a Igreja São José e o Palácio do Comércio. No interior do Estado, foi o responsável pela Igreja e Convento de Santo Antônio, em Cachoeira do Sul, e pelo Instituto de Nossa Senhora do Carmo, em Caxias do Sul.

    Fundação Pão dos Pobres

    A FPP é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que atende cerca de 1.500 crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. A instituição tem 128 anos de existência e oferece três serviços: Acolhimento Institucional, Aprendizagem Profissional e Serviço de Convivência e Educação Integral.

    Do total de atendidos, 160 crianças e adolescentes com idades de zero a 18 anos (incompletos) tem o Pão dos Pobres como sua moradia. A instituição serve cerca de 62 mil refeições mensalmente e é mantida com recursos do Funcriança, parcerias com órgãos municipais e empresas parceiras, por meio de cotas de aprendizagem profissional. Doações via PIX e em espécie também são fonte de recursos para a manutenção dos espaços e serviços oferecidos pelo Pão dos Pobres.

  • OSPA e seu Coro Sinfônico abrem Série Igrejas com obras de Beethoven e Puccini
    OSPA e Coro sob regência de Manfredo Schmiedt 01-10-2022 _ Crédito _ Vinícius Angeli / Divulgação

    OSPA e seu Coro Sinfônico abrem Série Igrejas com obras de Beethoven e Puccini

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac-RS), retoma no domingo, dia 28 de abril, a tradicional Série Igrejas. A iniciativa, que leva a música de concerto a diferentes templos religiosos da cidade, estava interrompida desde 2020. Para marcar a ocasião especial, a Orquestra terá a companhia do Coro Sinfônico da OSPA, que realiza sua primeira apresentação em 2024, e dois cantores convidados, Santiago Vidal e Alfonso Mujica.

    O maestro Manfredo Schmiedt comanda a apresentação, que leva o nome Puccini 100, em homenagem ao grande compositor italiano Giacomo Puccini, cuja morte completa 100 anos em 2024. O concerto ocorre no Santuário Santo Antônio do Pão dos Pobres, às 18h. A entrada é franca e por ordem de chegada.

    O concerto é iniciado com uma interpretação de “Abertura Leonora nº 3”, de Ludwig van Beethoven (1770-1827). Sem a presença do Coro Sinfônico, a Orquestra executa essa peça que foi escrita como uma abertura para a única ópera de Beethoven, “Fidélio”. Para o maestro Manfredo Schmiedt, trata-se de “uma das aberturas mais incríveis que Beethoven já compôs”. “O objetivo de Beethoven era transmitir as suas crenças em forma de música: a vitória da justiça sobre a tirania e do amor sobre a falta de humanidade”, salienta o regente.

    Em seguida, o Coro Sinfônico da OSPA se junta à Orquestra para a grande atração do concerto: a “Missa de Glória, SC 6”, de Giacomo Puccini (1858-1924). Segundo Manfredo Schmiedt, esta será a primeira apresentação da obra em Porto Alegre. Atualmente com cerca de 80 integrantes, o Coro Sinfônico da OSPA vem ensaiando a “Missa de Glória, SC 6” desde o início do ano. Além da Orquestra e do Coro, a missa ainda envolve a participação de dois cantores solistas especialmente convidados para o concerto: o barítono uruguaio Alfonso Mujica e o  tenor argentino Santiago Vidal.

    Estreada em 1880, quando Puccini tinha apenas 18 anos, “Missa de Glória, SC 6” demonstra a genialidade precoce do compositor, que mais tarde se tornaria famoso por óperas como “La Bohème”, “Tosca” e “Madama Butterfly”. Apesar da estreia ter sido um grande sucesso, Puccini arquivou o trabalho e não o apresentou novamente em vida, distanciando-se da música sacra. Resgatada em 1951 pelo padre Dante del Fiorentino, a Missa se tornou parte do repertório coral em todo o mundo. “Seu estilo é direto e descaradamente operístico, e é claramente influenciado pelo herói de Puccini, Verdi. É uma obra notável para um jovem de 18 anos, cheia de cor, vitalidade e surpresas musicais como as muitas mudanças repentinas de tom”, comenta o maestro Manfredo Schmiedt.

    Coro Sinfônico da OSPA _ crédito Vinícius Angeli _ / Divulgação

    Manfredo Schmiedt (regente)

    Com vasta experiência coral e orquestral por todo o mundo, Manfredo Schmiedt é o maestro do Coro Sinfônico da OSPA desde 1992. Possui mestrado em Regência pela Universidade da Geórgia (EUA) e graduação na mesma área pela UFRGS. Seu currículo acadêmico inclui duas importantes condecorações: Pi Kappa Lambda Music Honor Society e Director’s Excellence Award. Apresentou-se, como convidado, em destacadas orquestras do mundo, como a Filarmônica de Mendoza (Argentina), a Orquestra Sinfônica da University of British Columbia (Canadá), a Filarmônica de Belgrado (Sérvia), a Sinfônica do Noroeste da Flórida (EUA) e a Petrobras Sinfônica (Brasil). Entre 2002 e 2020, foi regente e diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

    Alfonso Mujica (solista – barítono)

    O barítono uruguaio Alfonso Mujica é cultivador da ópera, da zarzuela, do oratório e do lied. É convidado habitual nas temporadas de Montevidéu (Sodre e Teatro Solis) e Buenos Aires (Teatro Colón). No Brasil, já cantou em Manaus, Vitória, Belo Horizonte, Goiânia, Campinas e Porto Alegre. Na Itália, interpretou o Conde de “Le nozze di Figaro”, de Mozart (2018), na Espanha cantou “Turandot” (2019), “Carmen” (2021) e “Pulcinella” (2023), na Geórgia cantou “La Bohème” (2023). A “Missa de Glória”, de Puccini, é sua quarta vez como convidado da OSPA. Antes, cantou “L’enfant Prodigue”, de Debussy, sob regência do maestro Evelino Pidò, “Lieder eines fahrenden gesellen”, de Mahler, com Karl Martin, e o “Réquiem Alemão”, de Brahms, com Manfredo Schmiedt.

    Santiago Vidal (solista – tenor)

    O jovem tenor Santiago Vidal é uma das vozes mais interessantes da atualidade no cone sul da América Latina. A sua estreia no Teatro Colón cantando Ismael na produção de “Nabucco”, com direção musical de Carlos Vieu e direção cênica de Stefano Poda, marcou uma decolagem que o levou a cantar na Espanha “La Dama del Alba” e na Ópera de Oviedo, “La Dolorosa” no Teatro de la Zarzuela de Madrid. Em junho de 2024, regressa a Sevilha para cantar novamente Ismael em “Nabucco” (Junho, 2024). Em 2023, cantou Pinkerton de “Madama Butterfly”, no Teatro Solis de Montevidéu, “Réquiem” de Verdi no SODRE de Montevidéu, e Hervey de “Anna Bolenna” no Teatro Colón de Buenos Aires. Na capital uruguaia, também cantou uma Gala Lírica (com Eiko Senda), “La del Manojo de Rosas”, “San Francisco de Asis” e “La Revoltosa”.

    FUNDAÇÃO ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE

    CONCERTO DA SÉRIE IGREJAS – PUCCINI 100

    DOMINGO, 28 DE ABRIL DE 2024

    Início do concerto: às 18h.

    Onde: Santuário Santo Antônio do Pão dos Pobres (Rua da República, 838, Porto Alegre, RS).

    ENTRADA FRANCA

    Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.

    Este evento disponibiliza medidas de acessibilidade.

    PROGRAMA

    Ludwig van Beethoven | Abertura Leonora Nº 3, Op. 72B

    Giacomo Puccini | Missa de Glória, SC 6

    Apresentação: Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

    Direção Artística: Evandro Matté

    Regente: Manfredo Schmiedt (BRA)

    Solistas: Santiago Vidal (tenor – ARG) e Alfonso Mujica (barítono – URU)

    Participação especial: Coro Sinfônico da OSPA

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Banrisul, John Deere, Gerdau e Bazk.

    Apoio da Temporada Artística: Trento, Sponchiado, Cavaletti, Unimed, Triel-HT, Intercity, Imobi e Blumenstrauss.

    Realização: Fundação Cultural Pablo Komlós, Fundação Ospa, Secretaria da Cultura do RS, Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução.

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  • Quartchêto mistura choro, jazz, ritmos do sul e música de concerto em show no Teatro do Sesc
    Os músicos Hilton Vaccari, Julio Rizzo, Gabriel Romano e Ricardo Arenhaldt. Fotos: Zé Carlos de Andrade/ Divulgação

    Quartchêto mistura choro, jazz, ritmos do sul e música de concerto em show no Teatro do Sesc

     

    Grupo instrumental gaúcho mistura ritmos tradicionais do Sul com o choro, o jazz e a música de concerto

    Um dos mais bem sucedidos projetos de música instrumental nascidos no Estado, o Quartchêto se apresenta no Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665), em Porto Alegre, nos próximos dias 25 e 26 de abril. No repertório, estão músicas autorais que relembram os mais de 22 anos de trajetória do grupo formado por Hilton Vaccari, Julio Rizzo, Gabriel Romano e Ricardo Arenhaldt.

    As apresentações, que têm início às 19h30 nos dois dias, são embaladas pelos ritmos tradicionais do Sul do Brasil, Argentina e Uruguai, como xotes, vanerões, chamamés, chacareras, milongas e rancheiras, misturados ao choro, jazz e música de concerto, entre outros gêneros, que renderam à banda diversos reconhecimentos, como o Prêmio Açorianos de Música de 2005. A classificação etária é livre e os ingressos podem ser adquiridos através da plataforma Sympla a partir de R$30. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3284-2000 ou pelo WhatsApp (51) 98608-5456.

    Foto Zé Carlos de Andrade/ Divulgação

    Arte Sesc – É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.

    Quartchêto – Sesc Alberto Bins

    Data: 25 e 26/04 (quinta e sexta-feira)

    Horários: 19h30

    Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665)

    Ingressos:

    25/04 – https://www.sympla.com.br/evento/quartcheto-no-teatro-do-sesc-noite-de-estreia-25-de-abril/2401282

    26/04 – https://www.sympla.com.br/evento/quartcheto-no-teatro-do-sesc-segunda-noite-26-04-2024/2401280

    Informações: Pelo telefone (51) 3284-2000 ou WhatsApp (51) 98608-5456.

  • João Maldonado lança financiamento coletivo para álbum em homenagem à Bossa Nova
    O pianista João Maldonado – Foto Marcelo Nunes/ Divulgação

    João Maldonado lança financiamento coletivo para álbum em homenagem à Bossa Nova

    “Todas as canções” conta com várias participações especiais, como Roberto Menescal, Paulo Braga, Mú Carvalho e Antonio Villeroy, que presenteia o trabalho com música inédita

    Pianista, compositor, arranjador e produtor, João Maldonado encontra-se na realização de mais um trabalho. O álbum “Todas as canções” vai reunir nomes importantes da música brasileira, como Roberto Menescal; Paulo Braga, baterista de Elis Regina e Tom Jobim e que gravou todas as músicas do disco; Mú Carvalho, tecladista da A Cor do Som; o grupo vocal Quarteto do Rio; a cantautora Analu Sampaio; a cantora cubana Indira Castro; Antonio Villeroy, que deu e colocou voz em uma música nunca gravada.

    Há também vários músicos gaúchos convidados para celebrar a Bossa Nova: Aline Stoffel, Bibiana Petek , Camila Trentini, Rê Adegas, Sofia Ruwer Vidor e Taís Reganelli (vocais), Denise Fontoura (flauta), Luizinho Santos (sax e flauta), Everson Vargas, Nico Bueno e Miguel Tejera (baixo), Bibiana Petek (violão), Luciano Albo (baixo e violão) e César Audi (percussão).

    Duas das sete faixas já foram lançadas como single: “Sem você não sou ninguém” composta em parceria com Netho Vignol, em 2020, e “Meu coração sempre me avisa”, em 2023.

    Maldonado com Analu Sampaio no estúdio Soma. Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

    As outras faixas são “Samba do gato” (participação de Mú Carvalho e Indira Castro), “Todas as canções” (composta em parceria com Paulo Mello e interpretada pelo Quarteto do Rio), “Quem te convenceu” (música inédita de Antonio Villeroy e interpretada por ele), “Dança pra não dançar” e duas versões de Lá vem Maria (cantada e instrumental).

    Para finalizar o trabalho, Maldonado aderiu ao crowdfunding, um financiamento coletivo pela internet. As faixas de apoio variam entre R$100 e R$3 mil, e as contrapartidas vão de CD e disco vinil autografados a aulas de piano, cortesias para shows e eventos privados. O financiamento coletivo é realizado pelo site Benfeitoria https://benfeitoria.com/projeto/todas-as-cancoes-e-o-novo-disco-de-joao-maldonado-colabore-1ks4, no qual o músico almeja atingir R$ 30 mil.

    “Ao longo dos anos, o mercado da música no Brasil e no mundo mudou significativamente. Antes, as gravadoras tinham contrato exclusivo com o artista. Produziam suas obras e colocavam na mídia, enquanto aos músicos cabia compor, arranjar – muitas vezes com os produtores musicais das gravadoras – e ensaiar. No atual e desafiante cenário, o artista tem que fazer tudo”, destaca o artista.

    O músico João Maldonado no Teatro Oficina – Foto Alex Vitola/ Divulgação

    “Todas as canções” tem gravações nos estúdios Loop Disco, Soma, Cegonha e Leo Bracht | TRANSCENDENTAL, em Porto Alegre, e Boogie Woogie Music Studio, Marini e La Maison, no Rio de Janeiro.