Mesmo com a tempestade que assolou Porto Alegre nessa terça-feira, nenhum dano ocorreu na área expositiva e a mostra prossegue até final de fevereiro.
A 6ª Street Expo Photo reúne imagens de 90 fotógrafos de diversos estados do Brasil e países da Europa, até o dia 29 de fevereiro, no Pier da Usina do Gasômetro. O designer gráfico, produtor cultural e fotógrafo Marcos Monteiro assina a curadoria e coordenação geral da exposição, que tem a curadoria adjunta do consagrado fotógrafo paulistano Marcos Varanda. Em 2023 o evento homenageia o grande mestre da fotografia gaúcha, Luiz Carlos Felizardo, considerado pela Funarte um dos maiores fotógrafos brasileiros paisagistas de todos os tempos, sendo referência na fotografia gaúcha.
A coletiva é composta por 16 grandes painéis de mestres como Walter Firmo, Adriano ChamaNaLente, Penna Preara, Betina Samaia, Claudio Edinger, Luiz Garrido, Paula Sampaio, Paulo Vital, Raphael Alves, Wania Corredo, Biazzetto Neto e muitos outros, que são ícones da arte da fotografia.
Street Expo Photo 2023 – foto Claudio Edinger/ Divulgação
Há também trabalhos de fotógrafos amadores, profissionais e iniciantes, trazendo mais visibilidade para a interminável paixão do desenhar com luz e sombra. Do Rio Grande do Sul, mostram seus trabalhos Nina Pulita, André Seligman, Nilton Santolin, Guto Gutemberg, Heloiza Averbuck, Jurandréia Silveira, Jorge Neumann, Douglas Fischer, Daisson Flach e Sérgio de Paula Ramos, entre outros.
Street Expo Photo 2023 – foto Paulo Vitale./ Divulgação
De São Paulo, Carlos Sadao, Sônia Amorim e Leon Santos; do Rio de Janeiro, Márcio Pinto; de Recife, Ismael Holanda; de Roraima, Tatiana Capaverdi; de Manaus, Raphael Alves e de Curitiba, Nilo Biazzetto, só para citar alguns nomes. Tem ainda representantes da Bahia e Minas Gerais e do exterior, da França e Portugal.
Street Expo Photo 2023 – Carlos Sadao/ Divulgação
Realizada pela primeira vez no Pier da Usina do Gasômetro, a mostra ocupava a Galeria Escadaria, criada em 2021 no Viaduto da Borges de Medeiros. Mudou de local em virtude das obras de restauração, passando a ocupar um dos pontos mais concorridos da capital gaúcha, de frente ao pôr do sol do Guaíba. Ao alcance de todos, a nova galeria a ceu aberto da cidade foi inaugurada no último dia 30 de setembro, com a mostra “ANI+”, que registrou a vida selvagem na ótica de quatro fotógrafos.
Street Expo Photo 2023 – foto Marco Resende.jpg/ Divulgação
”Misturamos técnica e talento, inspiração e transpiração, gerando um imenso e diverso caleidoscópio de imagens, que está à disposição de todos, para ser percorrido com paixão, dúvidas, perplexidade e surpresa, que certamente serão capazes de despertar lembranças, insights e acima de tudo emoções”, diz Marcos Monteiro.
Street Expo Photo 2023 – Maristela Padilha/ Divulgação
Com entrada gratuita, o espaço conta a história de sete décadas da Orquestra. No Memorial da OSPA, o público pode conhecer a fundo a história de uma das mais longevas orquestras do Brasil, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) – fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac-RS). Inaugurado em 21 de novembro de 2023, o espaço funciona de terça a sexta-feira, das 12h às 17h, nas dependências da Casa da OSPA, no centro de Porto Alegre.
Durante a temporada de concertos, que vai de março a dezembro, o Memorial também funciona em horário estendido nos dias de concerto, das 12h até o fim do espetáculo. A entrada é gratuita.
Sobre o Memorial
O Memorial da OSPA traz à luz o acervo acumulado pela Orquestra ao longo de seus 73 anos de história. São milhares de itens documentando mais de 3 mil concertos, incluindo programas, cartas, documentos, contratos, registros de viagens, partituras, desenhos de cenário e figurinos para óperas.
O espaço é resultado de um trabalho que durou mais de três anos, capitaneado pelo curador Paulo Amaral, com pesquisa de José Francisco Alves e Dorvalina Gomes, e design expositivo de Ceres Storchi e Emily Borghetti.
Visita guiada ao memorial . Foto: Lucia Moreira, / Divulgação
Destaques do Memorial
Linha do Tempo – Resultado de três anos de pesquisa, a linha do tempo estampada na parede do Memorial percorre toda a história da OSPA, desde a fundação em 1950 até 2023. Em destaque, há grandes óperas e concertos, fotos das diferentes formações da orquestra ao longo das décadas, notícias e materiais gráficos de divulgação.
Diorama – Por meio de uma tela sensível ao toque, o visitante seleciona e escuta o som de todos os instrumentos presentes em uma orquestra.
Mesa interativa – Na mesa interativa, os visitantes podem navegar por mais de 2,5 mil artigos digitalizados do acervo da Fundação OSPA, incluindo fotografias antigas, partituras, atas, recortes de jornais, fôlderes, programas de concertos, cartas e desenhos.
Homenagem a Pablo Komlós – Vitrine dedicada ao maestro húngaro Pablo Komlós, fundador da OSPA, exibe uma estátua do maestro, a sua batuta, partituras, cadernos de anotações, fotos e documentos pessoais, como passaporte e título eleitoral.
Documentos originais – Gavetas com documentos históricos originais, como atas, programas de concertos, desenhos de figurinos e cenários de óperas.
MEMORIAL DA ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE
Onde: Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).
Visitação: de terça a sexta-feira, das 12h às 17h.
ENTRADA GRATUITA
Estacionamento: gratuito, no local.
Classificação indicativa: livre.
Visitas-guiadas: durante a temporada de concertos, com agendamento pelo e-mail atendimento.ospa@gmail.com.
Em 1984, estreava em Porto Alegre o espetáculo Tangos e Tragédias, com Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky. Em 2024, a famosa ilha flutuante de onde vieram Kraunus (Hique) e o saudoso Maestro Pletskaya (Nico) completa quatro décadas de diplomacia com o Brasil. Para celebrar os 40 anos de Sbørnia, ocorre em janeiro a tradicional temporada de verão A Sbørnia Kontra`Atracka, de 19 de janeiro a quatro de fevereiro, no Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°), sempre de sexta a domingo. Os ingressos variam de R$ 70,00 a R$ 160,00 e já podem ser adquiridos pelo site: https://theatrosaopedro.rs.gov.br/a-sbornia-kontr-atracka
Foto: Samira Samara/ Divulgação
No show, Kraunus (Hique Gomez) e Nabiha (Simone Rasslan) apresentam as canções e causos sbørnianos junto a seus convidados especiais: o Professor Ubaldo Kanflutz (Cláudio Levitan), reitor das Universidades de Ciências Fictícias da Sbørnia, MenThales (Tales Melati), o tocador de gaita-foles e hipnotizador das montanhas da Kashkadúnia, Pierrot Lunaire (Gabriella Castro) a grande sapateadora do Ballet Hiperbølico da Sbørnia e o “Stela Maritmus Sborniani”, as Estrelas do Mar Sbørniano, uma seleção de 12 vozes do Jungst Korhal Sbøniani. Um show de luzes e projeções especiais promovem uma imersão ao universo sborniano.
“Lá vamos nós em direção à nossa 38ª temporada no Theatro São Pedro de Porto Alegre. A felicidade de compartilhar essa temporada, por tantos anos, pode ser comparada ao Natal em nossas vidas. Quando iniciamos nossa Jornada em 1984, Nico Nicolaiewsky e eu não pensávamos em ocupar o palco do recém reinaugurado Theatro São Pedro. Supostamente um local para os grandes artistas nacionais: Paulo Autran, Bibi Ferreira, Tom Jobim e Nicanor Zabaleta. E antes ainda da Reforma, Heitor VillaLobos, Arthur Rubeinstein e outros tantos. 30 anos depois, éramos disparado os artistas que mais pisaram naquele palco, ao mesmo tempo em que encerrávamos o mais longo e importante episódio de nossas vidas que foi “Tangos e Tragédias”, quando lamentamos através da triste notícia no Jornal Nacional, a passagem do gênio Nico Nicolaiewsky. Tudo parecia perdido. 30 anos de sessões de euforia, catarse e momentos de pura magia genuína. Três dias de Luto Oficial decretado pelo Governador Tarso Genro. Um grande ciclo chegara ao fim. Acabou!
A atriz Simone Rasslan.; Foto Samira samara fotografia/ Divulgação
Dois anos depois retomamos o projeto, agora com Simone Rasslan, que há 5 anos antes havia perdido sua parceira de palco, Adriana Marques, no espetáculo Rádio Esmeralda. Um longo processo de adaptação instalou-se, enquanto nós e nosso público processávamos o luto. A palavra luto é a mais próxima da palavra luta. O luto e a luta. Enquanto isso lutávamos para manter viva uma história que estava introjetada em nossa comunidade. Muitas pessoas relatavam sonhos que tiveram com os personagens.
Foto: Wanderlei Oliveira/ Divulgação
Sofremos os impactos pesadíssimos das perdas, mas sucumbimos totalmente a uma história que não quer parar de ser contada. 10 anos depois, seguimos na ativa para celebrarmos 40 anos de Sbørnia desejando a todos um 2024 cheio de alegria, de amor pelo trabalho, de Inspiração e acima de tudo cheio de FÉ. A Fé é um atributo do espírito criativo. Sem ela não há possibilidade de o ser humano ser merecedor de nada. Não há acordo possível sem a fé, não há quem acredite em algo ou em alguém. Assim como Nicolaiewsky depositou sua fé em mim para ser seu parceiro nessa viagem, eu depositei minha Fé nele, em nome da história da Sbørnia, na vida ou na morte! Confiar é “fiar com”… Assim, com nossos companheiros, Cláudio Levitan e Simone Rasslan, e quem mais vier, como o grande tocador de gaita de foles Tales Melati e a grande sapateadora do Balé Hiperbølico da Sbørnia nossa Pierrot Lunaire Gabriela Castro e mais e Coro Jovem da Sbørnia, seguiremos fiando a fábula da Sbørnia ou seguiremos servindo de roca fiadora, para que a história siga sendo contada por si mesma. Não somos nós que fiamos a história da Sbørnia é ela própria que tem fé em nós e assim, fia-se a si própria através de nossos movimentos.
Foto: Samira samara fotografia/ Divulgação
Óbvio acrescenta- se a Fé em toda nossa equipe, com um projeto de animações especiais para o telão engendrado e operado por Rique Barbo, com um desenho de som Surround, operado pelo engenheiro de som Edu Coelho, com um desenho de luz impecável criado e operado por Heloiza Averbuck, incluindo a gestão e direção de produção do projeto por Marilourdes Franarim e sua equipe e claro todos os nossos patrocinadores e apoiadores os quais tornam a solidez do nosso projeto cada vez mais aparente. A todos um Feliz 2024, na certeza que estaremos fiando a história da Sbørnia até o final dos tempos, sabendo que lá na Sbørnia, o Maestro Pletskaya estará aplaudindo.”
Hique Gomez
Foto: Edson Filho/ Divulgação
SERVIÇO
O QUE: A Sbørnia Kontra´Atracka
DATA: De 19 de janeiro a quatro de fevereiro
HORÁRIO: sexta e sábado às 20h / domingo às 18h
LOCAL: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n°) 51 32275100
Descontos Obrigatórios
50% para idosos com idade igual ou superior a 60 anos;
50% para estudantes em até 40% da lotação do teatro:
– até 15 anos mediante RG;
– acima de 16 anos portando carteira da UGES, UEE, UNE;
50% para jovens entre 16 e 29 anos, pertencentes a famílias de baixa renda, mediante comprovação de matrícula CADÚNICO;
50% para pessoas com deficiência, inclusive seu acompanhante quando necessário, e doadores de
sangue.
Outros descontos
50% para artistas com registro profissional e regulamentado na carteira de trabalho
50% para até 50 associados da da AATSP Clube do Assinante ZH (50% assinante e acompanhante) Unimed (50% cliente e acompanhante)
Foto: Samira samara fotografia/ Divulgação
FICHA TÉCNICA
Criação e direção geral: Hique Gomez
Arranjos e atuação: Hique Gomez e Simone Rasslan
Elenco de apoio: Cláudio Levitan, Tales Melati e Gabriella Castro Projeções visuais: Rique Barbo
Desenho de iluminação: Heloiza Averbuck
Engenharia de som: Edu Coelho
Assistente de produção: Camila Franarin
Assistente técnico: Rafael Pacheco
Camareira: Nelli Schineider
Preparadora vocal: Ligia Motta
Redes Sociais: Fernanda Pertile
Administração Projetos de Lei – Daniela Ramirez
Assessoria de Imprensa: Adriano Cescani (51) 99664.4888
Fotógrafo Oficial: Nilton Santolin
Empresa de Som/Luz – Alternativa Som e Luz
Painel Led – WB Painéis de Led
SbørniaProjectus® Criado por Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky para Tangos e Tragédias.
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Marilourdes Franarin (51) 999716021
Depois do sucesso da temporada de estreia, realizada em agosto de 2023, o monólogo O Espantalho, com Werner Schünemann, retorna ao Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n° – Centro Histórico) para uma noite de apresentação. Dirigida por Bob Bahlis, a peça que relata a grande jornada sentimental em meio a escolhas difíceis que envolvem pais e filhos, poderá ser conferida dia 25 de janeiro, às 20h, dentro da programação do Porto Verão Alegre. Os ingressos já estão à venda no www.portoverãoalegre.com.br.
“A estreia nacional de O ESPANTALHO foi em Porto Alegre. Foi no Theatro São Pedro e foi um grande sucesso. Por isso é tão gratificante retornar ao São Pedro, agora dentro desse maravilhoso festival que é o Porto Verão Alegre. Esse retorno é para reencontrar o público de Porto Alegre, para reencontrar aquela emoção tão grande e bonita que foi a estreia”, afirma Werner. Schünemann interpreta um ator bem-sucedido, que vai ao sítio do pai jogar as suas cinzas. Ao chegar na horta cultivada pelo patriarca, ele se depara com um espantalho e caixas de madeiras com objetos pessoais, que revelam vestígios de sua vida e de suas relações.
O Espantalho – Foto: Heloiza Averbuck/ Divulgação
O personagem faz um exercício de recriação de sua memória, debruçando-se sobre a complexa relação estabelecida com o pai, desde a infância até a vida adulta. Entre as lembranças estão o período no internato, as primeiras relações amorosas, o casamento, a chegada do filho, a perda da mãe e reflete ainda sobre a alma masculina e a finitude humana. “O ESPANTALHO vai emocionar e divertir como sempre e as pessoas na plateia irão se emocionar e se divertir como sempre acontece com esse espetáculo. Estou no Rio de Janeiro gravando a novela DONA BEJA, mas ansioso para voltar a Porto Alegre, ao Theatro São Pedro e ao público da cidade que amo’, afirma.
O Espantalho – Foto: Heloiza Averbuck/Divulgação
Parceria
O encontro de Bob e Werner não se deu por acaso e a diferença geracional revelou-se como ingrediente especial que permeia toda a concepção e a montagem. “Sempre achei que devemos buscar uma sociedade igualitária, mas sinto também que o papel masculino dentro da sociedade, que foi construído, ao longo de milênios, sobre o patriarcado, a opressão e o machismo, em breve não vai mais existir. Fui assistir a Velha D+, da Fernanda Carvalho Leite, que tem a direção do Bob e texto dele também. Ao final, disse ao Bob que era exatamente o que eu queria, mas voltado para a alma masculina. Tivemos experiências de trabalhos juntos em leituras de textos da Clarice Lispector, há dois anos. Eu queria que fosse um monólogo sobre o masculino, sobre pais, filhos e como as ideias gastas e perversas de masculinidade passam de geração em geração. Bob criou a história do personagem e me entregou uma estrutura, um breve relato da vida de um homem. E essa teatralização está sendo feita por nós dois juntos”, conta Werner.
Bob Bahlis
Otávio Bahlis tornou-se Bob no início dos anos de 1990, inicialmente como personagem de Bob Pop Show, depois virou nome artístico. Ator, diretor, dramaturgo, radialista, produtor, professor e jornalista são algumas de suas categorias profissionais. Mas, Bob quer mesmo é contar histórias, suas e de diferentes autores. Assim foi com Dez (quase) amores, primeira obra literária de Claudia Tajes e De volta para a garagem, inspirada em Pode ser só o leiteiro lá fora, de Caio Fernando Abreu ou Coração de Búfalo, musical com Carlinhos Carneiro, vocalista da banda Bidê ou Balde. Atualmente, está em cartaz com o espetáculo Velha D+.
Werner Schünemann
É ator, cineasta e historiador. Nasceu em Porto Alegre, mas foi criado entre Novo Hamburgo e São Leopoldo. Apaixonou-se pelos palcos aos 15 anos, primeiramente na escola e depois no Grupo Faltou o João. Integrou o grupo Vende-se Sonhos e a turma do Super-8, com jovens cineastas de Porto Alegre. Foi ator em Deu Pra Ti Anos 70, Verdes Anos e Inverno. Formado em História pela UFRGS, também foi professor desta disciplina. A partir de 2021, passou a se aventurar na literatura e lançou Alice deve estar viva, seu romance de estreia. Coleciona prêmios por sua atuação no cinema, televisão e teatro. Tornou-se nacionalmente conhecido por sua participação na minissérie A Casa das Sete Mulheres (2003) da Rede Globo. Desde lá, integrou elencos televisivos de novelas e séries em diferentes emissoras, sem nunca abandonar os palcos e a Sétima Arte.
Comentários:
“Assisti aos ensaios e conheço o Werner de longa data. Acompanho ele na televisão, no cinema, no teatro. Ele é um ator que tem um peso histórico nas artes performáticas brasileiras e eu achei o texto muito bacana. Vai ser muito lindo esse trabalho! Tudo que eu percebi no ensaio eu tratei de jogar na trilha para criar ambientes sonoros emocionais. A peça é muito emocional, trata-se da relação de pai e filho e achei a ideia muito bacana. Aquele espantalho que fica no palco acho que muita gente vai se identificar, assim como eu”. – Hique Gomez, que assina a trilha sonora do espetáculo.
“Tive o privilégio de assistir a um ensaio de O Espantalho, monólogo com meu querido irmão Werner Schünemann dirigido pelo talentoso Bob Bahlis. Momento extraordinário. Mais do que presenciar o profundo e comovente ajuste de contas entre um filho e seu pai ausente, pude vislumbrar naquele ensaio um Ator (com “A” maiúsculo) na plenitude de sua maturidade técnica e profissional, apropriando-se de um texto complexo e fascinante. Dizem que – para os atores – o palco é o lugar que separa os meninos dos homens. Werner é um homem de Teatro. Um grande Ator fazendo um grande Teatro. Ambos maiúsculos. Imperdível”. – Marcos Breda
“Despretensiosa e delicada, a peça “O Espantalho” convida a embarcar em uma jornada sentimental pelas escolhas tortuosas nas quais pais e filhos muitas vezes se envolvem. Problemas familiares não têm endereço. O público se vê envolvido em cada situação, palavra, emoção, contidas na narrativa. Fredi, um homem de meia idade, bem sucedido em sua profissão de ator, vai até um sítio jogar as cinzas do pai, mas ao chegar na horta se depara com um espantalho. Diante do espantalho, Fredi vê a sombra do pai e faz um exercício de recriação de sua memória, debruçando-se sobre a complexa relação entre pai-filho na infância, juventude e vida adulta. A paternidade se revela como algo mais, além dos laços biológicos. No mesmo instante que a morte do pai se constitui num elo entre o passado e presente, também instaura uma necessidade de recomeço e renovação da própria vida. Uma peça sobre a alma masculina com emoções à flor da pele. Um monólogo conduzido pelo ator Werner Schünemann com direção de Bob Bahlis” – Peninha
SERVIÇO
O QUE: monólogo O ESPANTALHO
DATA: 25 de janeiro
HORÁRIO: quinta às 20h
LOCAL: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n° – Centro Histórico)
Segundo a apresentação do fotógrafo e autor da concepção da mostra Alexandre Eckert, ” a possibilidade de captar o mundo está disponível para todos. Nosso perceber é um universo amplo e repleto de fragmentos que estão gravados nas
memórias, na vivência e nas experiências de cada um de nós.
Obra de Zulaine Santos/ Divulgação
A exposição de fotografias “In comum” permeia, flui e costura dois universos paralelos, nos quais o encontro é inevitável: em um ponto que pode estar no infinito ou no tempo presente, onde a narrativa se expressa
nos detalhes, no aparente e no imperceptível que vagam entre o sonho e a realidade.
Obra de Heloiza Averbuck/ Divulgação
Na proximidade do brilho do olhar, na explosão das cores ou no silêncio e reflexão do preto e branco, a arte e a fotografia de Heloiza Averbuck e Zulaine Santos estão à espera dos olhares de todos nós, para encontrarmos na sua narrativa momentos de pura emoção.”
Obra de Heloiza Averbuck/ Divulgação
SERVIÇO
A mostra “( In) Comum” inaugura a primeira exposição do novo ano na Galeria Carlinhos Rodrigues e
tem abertura, na sexta feira, 05 janeiro às 18h, na Confeitaria Maomé.
A Concepção e Expografia é do também fotógrafo Alexandre Eckert
Tradicional exposição da Bublitz Galeria de Arte estará na SABA de 6 a 14 de janeiro, com entrada franca e pinturas ao vivo de Marcelo Hübner.
O verão também é inspiração para a arte. A Bublitz Galeria de Arte apresenta no litoral a tradicional Semana de Arte na Sociedade dos Amigos do Balneário Atlântida (SABA). A programação inicia no sábado, 6 de janeiro, e continua até domingo, 14. Um dos destaques da mostra são as apresentações de pintura ao vivo produzidas, durante toda a exposição, pelo artista, conhecido pela série “Banhistas”, que retratam cenas do cotidiano nas praias.
O artista visual Marcelo Hübner – Foto:: Angelita Hübner/ Divulgação
Além das pinturas ao vivo de Marcelo Hübner, os visitantes também poderão conferir (e adquirir) produções reconhecidas do artista como as da série “Floristas” e “Urbanos” e a nova “Paisagens Gaúchas”, que retrata paisagens do interior.
Obra Floristas – Marcelo Hübner/ Divulgação
“A Galeria Bublitz está presente com sua sede em Porto Alegre, mas se orgulha de levar arte, objetos de decoração e tapetes orientais para todo Estado. Em 2023, quando completamos 35 anos de história, estivemos em cidades como Alegrete, Bagé, Cachoeira do Sul, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, São Gabriel, Teutônia e Uruguaiana. Agora, estamos muito felizes e honrados por abrir a temporada 2024 com essa Semana de Arte na SABA e com as produções ao vivo do artista Marcelo Hübner”, destaca o marchand Nicholas Bublitz.
Paisagens Gaúchas – Marcelo Hübner/ Divulgação
Ao todo, estarão mais de 200 itens, com destaque também para as obras de Erico Santos, reconhecido por suas icônicas pinturas de camponesas. Quem visitar a exposição vai conferir ainda produções de Antonio Soriano, Vitório Gheno, Flávio Scholles, Fernando Ikoma, Kenji Fukuda, Marcelo Zeni, Paulo d’Avila, João Carlos Bento e Sergio Lopes
Outra tradição da Galeria Bublitz são os tapetes orientais em fibra natural feitos à mão, nó por nó. São tapetes tradicionais exclusivos e importados da Índia e do Irã dos tipos: Kashan, Tabriz, Hamadan, Shiraz, Ziegler, Nain, Mood, Kazak e Beluche. Além disso, a exposição contempla objetos de decoração, como porcelana europeia, em itens em cristal checo e polonês e faianças vindas de Toscana, na Itália.
Porcelana Europeia/ Divulgação
O evento funcionará como um outlet, com todos os itens à venda com descontos de 25% a 50%, com pagamento em até 12 vezes sem juros.
Serviço:
Semana de Arte no Litoral com Bublitz Galeria de Arte
Local: SABA –Av. Central, 5 – Atlântida
Período: 6 a 14 de janeiro de 2014 Horário: das 10h30
O projeto de Restauração das Fachadas da Fundação o Pão dos Pobres de Santo Antônio inicia nova etapa das obras. Serão recuperadas as fachadas internas do prédio localizado na Rua da República, 801, em Porto Alegre, a partir do projeto arquitetônico assinado pelos arquitetos Lucas Volpatto e Jacqueline Manica, da Studio1 Arquitetura.
A iniciativa, com gestão cultural da Cult Assessoria e Projetos Culturais,também prevê uma exposição sobre a história da Fundação O Pão dos Pobres de Santo Antônio, que completou recentemente 128 anos, e a construção do imponente prédio.
A edificação foi projetada em 1925 pelo arquiteto alemão Joseph Franz Seraph Lutzenberger (pai do ambientalista José Lutzenberger), a pedido da Fundação O Pão dos Pobres de Santo Antônio para o acolhimento de meninos em vulnerabilidade. Hoje, a entidade filantrópica atende em torno de 1,5 mil crianças, adolescentes e jovens.
Tombado em 2004 pelo município por contribuir para a qualificação do cenário urbano, o prédio permanecendo como referencial arquitetônico e histórico, constituindo-se em marco significativo na memória da capital gaúcha.
Com autorização da LIC – Lei de Financiamento à Cultura / Sistema Pró-Cultura RS para a captação do valor de R$ 1.137.442,40 (hum milhão, cento e trinta e sete mil, quatrocentos e quarenta e dois reais e quarenta centavos), o projeto já conta com a adesão das empresas patrocinadoras MA Produtos Hospitalares, Sulgás e Vitlog Transportes, que aportaram o montante de R$600.000,00 (seiscentos mil reais).
No entanto, para a sua plena execução é fundamental a captação do saldo. Maiores informações sobre como apoiar a preservação desse importante patrimônio histórico, pelos contatos (51) 99236-6951 ou praxisgestaodeprojetos@gmail.com, com Cecília Muccillo Daudt, da Práxis Gestão de Projetos.
Fachadas internas da Fundação O Pão dos Pobres foto Marcelo Donadussi/ Divulgação
Sobre a Fundação O Pão dos Pobres de Santo Antônio
A FPP é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que atende cerca de 1.500 crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. A instituição tem 128 anos de existência e oferece três serviços: Acolhimento Institucional, Aprendizagem Profissional e Serviço de Convivência e Educação Integral.
Do total de atendidos, 160 crianças e adolescentes com idades de zero a 18 anos (incompletos) tem o Pão dos Pobres como sua moradia. A instituição serve cerca de 62 mil refeições mensalmente e é mantida com recursos do Funcriança, parcerias com órgãos municipais e empresas parceiras, por meio de cotas de aprendizagem profissional. Doações via PIX e em espécie também são fonte de recursos para a manutenção dos espaços e serviços oferecidos pelo Pão dos Pobres.
Violência explícita. Violência psicológica. Violência urbana. Violência disfarçada. Violência implícita. Violência de todas as formas. É assim “Sangue e Pudins”, o novo espetáculo de Luciano Alabarse, que estreia dia 16 de janeiro, às 20h30min, no Teatro Renascença (Av. Érico Veríssimo, 307 – Menino Deus). A montagem escrita pelo diretor gaúcho é uma adaptação dos textos originais de Mark Ravenhill (Shopping and Fucking) e Brontez Purnell (Johnny, você me amaria se o meu fosse maior?).A peça inglesa e o texto americano se cruzam, se esclarecem e dão lugar a um terceiro texto, sem negar suas influências, é original, fluente, ágil e ríspido. A curta temporada fica em cartaz até o dia 18 de janeiro, dentro do Porto Verão Alegre.
O diretor Luciano Alabarse. Foto: Juliana Alabarse/ Divulgação
“Eu estava trabalhando no texto e, como sempre ouvindo muita música. Em um determinado momento, a voz de Simone me remeteu a uma canção que eu não ouvia há muitos anos, e que sempre me impactou pela contundência de sua letra. A canção era “Sangue e Pudins”, parceria de Fagner e Fausto Nilo. O resto veio naturalmente, inclusive o título da montagem”, afirma Luciano Alabarse. “Sangue e Pudins” retrata, em cenas duras e impactantes, personagens de uma geração que entende o consumo e as transações da sociedade capitalista como única forma de interação possível. As pessoas e seus manuais de sobrevivência, o pragmatismo cínico de quem precisa sobreviver num mundo hostil, as relações contaminadas por interesses financeiros e sexuais, as histórias cruzadas de personagens perdidos, o jogo e a manipulação desesperada, as trapaças e os oportunismos de vidas desesperadas, a esperança esfacelada, mas presente, gritos e silêncios, omissões e oportunidades, os corações partidos, o consumismo desenfreado, dinheiro e a falta de amores e ciúmes, posses e um mundo distópico e indiferente.
Os atores no ensaio da peça. Foto: Juliana Alabarse/ Divulgação
“É uma peça cujo tema central é a violência, em todos os seus aspectos e formas, escancaradas ou sob disfarce, violência social e violência individual, com ou sem sangue, com ou sem “bullying”, com ou sem prévia manifestação. Uma peça sobre violência, uma encenação vigorosa e urgente. Um texto corrosivo. Um texto cruel. Um texto que dói”, reforça Alabarse, que assina, ainda, o cenário e a trilha sonora. O elenco reúne nomes conhecidos da cena gaúcha, como Ângela Spiazzi, Pingo Alabarce e Elison Couto, profissionais em ascensão no teatro gaúcho como Jaques Machado e Li Pereira, e novos atores como Vini Gomes e Vítor Stifft.
Foto Alisson Fernandes/ Divulgação
A HISTÓRIA
Logo no início da peça, Mark, Lulu e Robbie estão vivendo os últimos momentos de uma problemática vida de excessos. Um triângulo amoroso que está ruindo, como tudo ao redor dos personagens: a vida sempre no fio de arame, o equilíbrio instável, o grito engasgado na garganta. Mark mal consegue digerir a comida que os outros dois tentam lhe oferecer. Está só, se sente mal, quer mais. Vomita. O vício em heroína deixou seu corpo e sua mente debilitados, mas o que não lhe desce mais no estômago é tudo aquilo que lhe foi vendido como sonho e que, de uma hora para outra, se tornou pesadelo. Uma roda-gigante desgovernada, um mundo sem faixas de segurança. O mundo presente em ruínas espalhafatosas, um mundo que dispensa afetos, mas consolida transações impessoais entre os homens, agigantando angústias e necessidades.
Os atores em ensaio; Foto: Alisson Fernandes/ Divulgação
O mundo de “Sangue e Pudins” é um grande supermercado onde tudo, inclusive pessoas, é vendido sem escrúpulos ou constrangimentos. Dois outros personagens cruzam a vida do triângulo central. Brian, um empresário inescrupuloso, e Gary, seu enteado – que é abusado sexualmente pelo padrasto, com violência. Insegurança, medo, transtorno, doenças e drogas marcam o cotidiano desses personagens à deriva de qualquer porto seguro.
Foto: Juliana Alabarse/ Divulgação
A violência permeia o texto, marca suas digitais nas falas, arranha o presente, agiganta a ação da peça. Violência do início ao fim. Festas que duram dias, desfiles de moda glamorosos, programas de sexo e aplicativos de compra e venda de drogas e pessoas. O mundo de “Sangue e Pudins” é punk, mercadológico, estiloso, quente e frio. Tudo no entorno dos personagens impessoaliza as possíveis relações sentimentais. Os relacionamentos são efêmeros, calculados, por conveniência e cálculo. Vidas que gritam por ajuda, vidas sufocadas por uma sociedade industrial – que não facilita a trajetória de nenhum dos membros dessa história.
Diretor e atores em ensaio; Foto: Juliana Alabarse/ Divulgação
Em quatorze cenas e oito sub-cenas, o desespero, a impotência e o pragmatismo dos personagens aparecem e desaparecem, em uma espécie de parque de diversões sem alegrias. Quando começa o espetáculo, o público flagra o trio central morando em um apartamento quase vazio, sem recursos financeiros e com Mark abandonando o lugar em busca de uma clínica de tratamento antidrogas. Sua dependência de heroína o exclui do mundo dos afetos. Lulu e Robbie começam, sozinhos e abandonados, a buscar seu próprio caminho, seus recursos, a concretização de seus sonhos de sobreviventes. A trajetória de todos embaralha os planos do grupo, os cinco personagens se cruzam em cenas curtas, vorazes e impiedosas. Não há misericórdia ou empatia. Há apenas cálculo, pragmatismo e cenas dilacerantes. A linguagem é crua, o roteiro é sucinto.
SERVIÇO
O QUE: Espetáculo “Sangue e Pudins”
DATA: de 16 a 18 de janeiro
HORÁRIO: terça a quinta às 20h30min
LOCAL: Teatro Renascença (Av. Érico Veríssimo, 307 – Menino Deus)
A história é inspirada nos filmes High School Musical 1, 2 e 3. As músicas foram adaptadas da trilha sonora original por Bruna Guimarães, que também é responsável pelo roteiro original, e Débora Neto. A direção é de Débora Neto e Patrick Bublitz. Fazem parte do elenco 20 atores-cantores-dançarinos, que integram a Bublitz Academia de Musicais.
A direção do espetáculo é de Patrick Bublitz e Débora Neto.; Foto: Divulgação
“High School Musical Experience” conta a história de alunos de uma escola de ensino médio, que enfrentam os desafios e as aventuras do seu primeiro baile de formatura. Junto disso, ocorrem as audições para o musical de fim de ano do clube do teatro. Neste ano, resolveram participar o capitão do time de basquete e a menina do clube de ciências, o que causará uma confusão no equilíbrio do mundo escolar.
Bublitz Academia de Musicais
Criada em 2019, a Bublitz Academia de Musicais tem a missão de colocar o Rio Grande do Sul no mapa dos musicais. A escola nasceu do sonho de Patrick Bublitz, que se encantou com musicais pelo mundo. A estreia ocorreu com o espetáculo “Os Miseráveis Experience” no palco do Theatro São Pedro. Nos últimos anos, também apresentou outros musicais da Broadway, como Matilda, Pequena Sereia, Escola do Rock, Come from Away e O Corcunda de Notre Dame com o solista da Broadway Pedro Coppeti. Também produziram três filmes musicais: A Última noite em Madame Bublitz, Os Felizardos e One, com estreia no Cinema Capitólio, no dia 11 de dezembro.
O Memorial do Judiciário do RS encerra o Terça Lírica 2023 com o Especial de Natal La nuit de Noël. O espetáculo ocorre no dia 19 de dezembro (terça-feira), às 18h30, no Palácio de Justiça de Porto Alegre.
Com curadoria de Flávio Leite, “La nuit de Noël” terá uma abordagem cênico-musical, assinado pela diretora Rosimari Oliveira, que contará com a iluminação de Veridiana Mendes e a participação do ator Daniel Cavalcanti. A soprano Dêizi Nascimento, a mezzosoprano Kauanny Klein, o tenor Adolfo Amaral, o baixo-barítono Guilherme Roman e o pianista Patrick Menuzzi darão vida a um emocionante repertório francês do século 18, que promete emocionar o público.
A partir das obras de Adolhe Adam, Camille Saint-Säens, Cesar Franck e Gabriel Faurè, o recorte musical foge do lugar comum dos concertos de natal, porém, a sensibilidade, a elegância e a beleza típica destes compositores proporcionam ao público contemplação e elevação. “A apresentação das obras será ambientada cenicamente, revelando a pureza e o sentido mais original do Natal”, destaca a diretora Rosimari Oliveira.
Terça Lírica
Ao longo do ano, o Memorial do Judiciário realizou 6 espetáculos na série, reunindo mais de 1.000 apaixonados por ópera e novos públicos de todas as idades gratuitamente. Na internet, o projeto teve uma audiência ainda maior com as visualizações das gravações dos espetáculos disponíveis no Youtube.
“O Rio Grande do Sul está vivendo um caso de amor com a ópera. Com as iniciativas da Companhia de Ópera do Rio Grande do Sul e o aprimoramento, crescimento e profissionalização da temporada gratuita do Terça Lírica, o público gaúcho tem lotado todos os espetáculos destinados ao gênero. Terça Lírica também cumpre o importante papel de servir de palco para jovens artistas terem oportunidade de interpretar seus primeiros protagonistas e o público conhecer novas vozes e novos talentos. Através de montagens originais, criativas, acessíveis e legendadas que contam com a direção de grandes nomes das artes cênicas local, a ópera no RS está viva e cumprindo seu papel de englobar todas as outras formas de arte para emocionar o público”, destaca Flávio Leite.
SERVIÇO
Terça Lírica – Especial de Natal “La nuit de Noël”
Quando: 19 de dezembro | Terça-feira | 18h30
Onde: Palácio da Justiça do RS ((Praça Marechal Deodoro, 55 – Centro Histórico)
Produção: Bonella Produções
Entrada franca