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  • “Ruído Silêncio – Poesias”, por Dora Lampert, comprova a força da poesia feminina gaúcha
    Foto: Divulgação

    “Ruído Silêncio – Poesias”, por Dora Lampert, comprova a força da poesia feminina gaúcha

    Segundo o material de divulgação “o Rio Grande do Sul se destaca como celeiro de novos talentos no cenário da poesia e prosa brasileira contemporânea e na vanguarda, surgem com grande força as mulheres escritoras e poetas do Estado. Entre elas, Dora Lampert.

    A autora Dora Lampert/ lança o livro no Espaço Amelie Foto: Divulgação

    Em seu livro de estreia, RUÍDO SILÊNCIO – publicado pela Oia editora de São Paulo – a poeta surpreende de imediato. Dora veste-se de lirismo constante, seja em epifanias, no conhecimento da iminência do
    improvável, curado pelo otimismo que parece genuíno na protagonista do livro. Dora não nasceu para a poesia em sua estreia, permitiu-se surgir a Poeta”, diz o texto.

    A obra será lançada em Porto Alegre no dia 5 de maio às 18h no Espaço Amelie, Rua Vieira de Castro, 439 – Santana.

    Com introdução, prefácio e orelha das poetas Claudia Schroeder, Suzana Pagot e Jovina Benigno, RUÍDO SILÊNCIO, vem acolhido por textos de grandes poetas mulheres com um abraço caloroso de letras e versos.

    A musicista, professora de piano, Melissa Jung, junta-se à poesia desse momento trazendo um repertório – tocado de forma inusitada com harmônio indiano, escaleta, toy e piano – inspirado nesse espaço acolhedor da literatura e das artes, o Amelie.

    Livro: RUÍDO SILÊNCIO
    Autora: Dora Lampert
    Editora: OIA editora
    Páginas: 136
    Introdução, prefácio e orelha das poetas Claudia Schroeder, Suzana Pagot e Jovina Benigno.
    Lançamento: 5 de maio de 23/ 18hrs.
    Local. Espaço Amelie, Rua Vieira de Castro – 439, Porto Alegre.
    Música: Melissa Jung

    @espaco_amelie
    @mel.iung
    @doralampert

    *Com Assessoria de Imprensa

  • Sopapo Poético destaca a contribuição de mestre Telmo Flores na música negra do RS
    Mestre Telmo Flores. Foto: Divulgsção

    Sopapo Poético destaca a contribuição de mestre Telmo Flores na música negra do RS

     

    Neste mês, o Sopapo Poético traz para o centro do círculo da poesia a Banda Kalunga, destacando as composições do mestre Telmo Flores. O sarau será recebido pelo Afrosul Odomodê, na Av. Ipiranga, 3850, Bairro Jardim Botânico, na próxima terça-feira, dia 25 de abril, às 19h30min. A entrada é franca.

    O sarau Sopapo Poético é promovido pela Associação Negra de Cultura (ANdC) desde 2012. Como outros saraus afro-brasileiros, o encontro evoca o protagonismo negro, em uma roda de atuações, reflexões e de convivências afrocentradas, reunindo artistas, pensadores e simpatizantes da cultura negra de resistência.

     

    Kalunga Quilombola

    A Banda Kalunga surgiu em 2014 na cidade de Porto Alegre-RS, com o propósito de levar a luta quilombola para o contexto artístico e cultural. A banda é composta por trabalhadoras, trabalhadores, estudantes e militantes e se define “como uma conexão de diversas mentes em torno das composições do mestre griô Telmo Flores”. A Kalunga traz em seu repertório um conteúdo voltado à luta antirracista e à afirmação dos quilombos como espaços de empoderamento e preservação da cultura africana, de protagonismo negro e de criação.

    Telmo Eduardo Flores, conhecido como “mestre Telmo”, é o vocalista e principal compositor do grupo. Em letras viscerais e diretas, suas composições, além de resgatarem a histórica resistência afro-brasileira, abordam temáticas contemporâneas, como a criminalização da população negra e periférica, a brutalidade policial, o poder da mulher negra, o racismo velado e as dificuldades impostas à população negra pelo sistema opressor. O mestre Telmo Flores também possui uma importante trajetória de militância junto ao Movimento Negro Unificado (MNU) e à Frente Quilombola, além de um passado carnavalesco, como integrante da Imperadores do Samba e, posteriormente, como um dos fundadores da Escola de Samba do Quilombo do Areal da Baronesa.

    Sopapinho Poético

    Com a proposta de desenvolver o interesse pela cultura e pela poesia nos pequenos, o Sopapinho Poético é um momento de fortalecimento da identidade étnica e da autoestima das crianças negras. As atividades do Sopapinho, paralelas ao sarau, são direcionadas para crianças de todas as etnias e envolvem brincadeiras, artes visuais, canto, contação de histórias e a participação na roda de poesia.

    Feira Afro

    A Feira Afro acompanha e apoia o Sopapo Poético desde suas primeiras edições, fortalecendo o espírito comunitário do sarau. A diversidade de produtos e estilos é sua característica, reunindo afro-empreendedores e artesãos, com produção voltada para a identidade étnica. Artesanato, alimentação, literatura, estética cultural, vestuário, cosméticos naturais, música – e muito mais – são opções da feira para o eclético público sopapeiro.

    SOPAPO POÉTICO – Ponto Negro da Poesia

    Edição de abril/2023

    Convidados: Banda Kalunga & mestre Telmo Flores

    Data: 25 de abril de 2023, terça-feira, 19h30min

    Local: AFRO-SUL ODOMODÊ | Av. Ipiranga, 3850, Bairro Jardim Botânico, Porto Alegre-RS

    ENTRADA FRANCA

    Realização:

    Associação Negra de Cultura – ANdC

    Apoios:

    AfroSul Odomodê

    Feijão & Lentilha Photography

    Fábio Ferreira – designer gráfico

    Silvia Abreu Consultoria Integrada de Marketing

    Créditos das fotos:  Leonardo Pradella

  • Nova apresentação de ” O Sussurrar da Cigarra”, na Terreira da Tribo, dia 24
    O sussurrar da cigarra_Ikegami Naoya/ Divulgar

    Nova apresentação de ” O Sussurrar da Cigarra”, na Terreira da Tribo, dia 24

    O espetáculo “O Sussurrar da Cigarra” volta a ser encenado na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont 1186), nesta segunda-feira, dia 24 de abril, com entrada franca.

    O sussurrar da cigarra.Foto: Ikegami Naoya/ Divulgação
    Junto aos bailarinos, o músico convidado Duda Cunha performa texturas sonoras ao vivo e reproduz uma seleção de clássicos assinados pro Bach e Nino Rota. A direção é de Etusko Ohno, figurinista e maquiadora dos mestres Kazuo e Yoshito Ohno.
    “O Sussurrar da Cigarra”
    Dia 24 de abril às 20h
    Na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186)
    Entrada Franca
  • As Conexões Transcendentes de Heitor Bergamini, em exposição no Espaço Cultural Correios
    Relevos – Heitor Bergamini – Foto: Lauren Kommers/ Divulgação

    As Conexões Transcendentes de Heitor Bergamini, em exposição no Espaço Cultural Correios

    A arte sustentável de Heitor Bergamini vai ocupar o Espaço Cultural Correios, a partir de 27 de abril. O artista vê arte na sucata, nas raízes do mangue, em barcos encalhados e transforma esse olhar em belas esculturas e imagens. “Conexões Transcendentes” tem curadoria do arquiteto Fábio André Rheinheimer e fica no espaço até o dia 3 de junho. O Espaço Cultural Correios está localizado na Av. 7 de setembro, 1020, no Centro Histórico, em Porto Alegre. Entrada franca.

    O artista visual Heitor Bergamini . Foto: KArine Viana/ Divulgação

    São mais de cem obras entre esculturas, imagens e integração de materiais, que compõem as “Conexões Transcendentes” do artista. “Em sua trajetória, Heitor Bergamini percorre cenários distintos, seja numa paisagem paradisíaca, usualmente à beira-mar, ou simplesmente observando resíduos de descarte encontrados no contexto urbano. Em diferentes cenários, muitas vezes diametralmente opostos, o artista interage com elementos de origens diversas que lhe inspiram novos projetos”, observa Rheinheimer.

    Dom Quixote e Sancho Pança – Fundo Preto – 300dpi – Frente – Foro Lauren Kommers/Divulgação

    A exposição Conexões Transcendentes de Heitor Bergamini apresenta fragmentos desses projetos, obras recentes, cuja criatividade expressa, por meio de técnicas e suportes diversos, as aproximam do conceito upcycling (processo de utilização de resíduos para criação de outros objetos ou produtos). Nesta atual produção se destacam as séries: “Guerreiros Perdidos” e “Dança do Mangue”, que já estiveram em exposições individuais do artista e ganham uma nova montagem nessa exposição, além de suas séries de imagens.

    Heitor Bergamini . Foto: Karine Viana/Divulgação

    Nas fotos, Bergamini apresenta, pela primeira vez, sua pesquisa de pigmentos em escala tonal a partir do mesmo tema, o pôr do sol. São 50 imagens que vão compor um grande painel formando uma nova obra. Também a série Relevos integra a exposição, com registros de superfícies diversas como metal, pedra, madeira, que se transformam em novas paisagens, com uma ressignificação a partir da própria fotografia.

    Palavra do curador

    ”A exposição Conexões Transcendentes apresenta a produção recente de Heitor Bergamini, a qual se caracteriza por acurada pesquisa, seja na técnica fotográfica (mediante exercício continuado de observação e registro da ação do tempo); seja na seleção de materiais inertes (pedras, metais, ou madeiras retorcidas e inanimadas provenientes do manguezal), que, depois de habilmente ‘resgatados’ pelo artista, são ressignificados em objetos tridimensionais e esculturas”, sintetiza o curador Fábio Rheinheimer.

    Série Patos – Foto Lauren Kommers/Divulgação

    A arte de Bergamini é resultado de um exercício continuado, que se desenvolve a partir de diferentes suportes e técnicas com uma linha em comum, que é o reaproveitamento de materiais e das próprias imagens. “Com isso, em sua obra, o artista instiga uma pontual reflexão sobre o meio ambiente, a qual se faz urgente e oportuna e transcende a própria arte”, destaca o curador.

    Conexões – Foto Lauren Kommers/ Divulgação

    Serviço:

    Exposição “Conexões Transcendentes”

    Artista: Heitor Bergamini
    Curadoria: Fábio André Rheinheimer

    Vernissage: 27 de abril (quinta-feira), das 17h30 às 20h

    Visitação: 27 de abril a 3 de junho – terça a sábado das 10h às 17h

    Local: Espaço Cultural Correios

    Endereço: Av. Sete de Setembro, 1020, Centro Histórico, Porto Alegre (acesso pela Rua Sepúlveda)

    Quimera III – Heitor Bergamini – Foto: Lauren Kommers/ Divulgação

    *Com Assessoria de Comunicação

  • A multiplicidade da arte de Zoravia Bettiol em 80 quadros
    Minha Casa Minha Vida – Deve ser mantida – Gravura Digital/ Divulgação

    A multiplicidade da arte de Zoravia Bettiol em 80 quadros

     

    A artista visual Zoravia Bettiol abrirá, no sábado (15/04), uma exposição abundante em obras, temáticas e técnicas. Ela receberá o público das 14h às 18h na sua galeria, à Rua Paradiso Biacchi, 109, em Ipanema. Uma visita ao local, que fica no térreo de um sobrado ajardinado, em frente a uma praça – ganha contornos de agradável passeio pela zona sul de Porto Alegre.

    Mendiga Estranha – Linóleo gravura/ Divulgação

    A diversidade da exposição já é indicada no próprio nome – Pequenos e Grandes Formatos: Mostra de Zoravia Bettiol – e, mais ainda, confirmada pela quantidade de obras expostas – 80 -, pela temática abordada – figuras humanas (reais e imaginárias), paisagens, assuntos políticos, de humor e lúdico – e pela variedade de técnicas empregadas – desenho, pintura, em linóleogravura, xilogravura, serigrafia, gravura digital, arte têxtil e objetos.

    .Portal do Inferno – Gravura Digital/ Divulgação

    “Acredito que uma exposição com tanta variedade temática e modalidade artística pode agradar e interessar a diversos públicos”, diz Zoravia, de 87 anos. Dedicada inteiramente à arte desde sempre, ela obteve de há muito reconhecimento no Estado, no país e no exterior. Tem obra sua no acervo do Metropolitan, em Nova York, e em museus e centros culturais na França, Noruega e Japão, por exemplo.

    Praia da Pedra Redonda – Linóleogravura/ Divulgação

    Duas obras da exposição são relacionadas à Divina Comédia, de Dante Alighieri, e integram o livro Divina Rima, de Gilberto Schwartsmann, ilustrado por Zoravia. Elas se perfilam com A Torre de Babel, Praia da Pedra Redonda, Brincando ao Sol, Alegria no Jardim, Minha Casa Minha Vida – Deve ser Mantida; Mendiga Estranha, Rainha e Rei de Copas (que são duas cadeiras de espaldar alto) e Para Marielle Franco – incluindo um pensamento de Cecília Meireles sobre liberdade, entre tantos outros trabalhos.

    Musa de Novembro – Pintura/ Divulgação

    “Como muita gente gostaria de ter a obra em homenagem a Marielle quando se completam cinco anos da morte dela e da impunidade do crime, decidi fazer uma gravura digital com uma tiragem de 100 cópias, a preço bem acessível”, explica Zoravia. A galeria parcela qualquer obra em até 12 vezes, sem acréscimo, ou dá 5% de desconto à vista.

    .Brincando ao sol – xilogravura/ Divulgação

    SERVIÇO

    Pequenos e Grandes Formatos: Mostra de Zoravia Bettiol

    Quando: abertura no sábado (15/04), das 14h às 18h. Entrada franca. Coquetel

    Para o Álbum de Adriana – Xilogravura/ Divulgação

    Período: até 16 de junho

    Visitação: De segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 18h. Obs: para outro horário agendar pelo telefone (51) 3354-2456 e (51) 99351-8143 (Whatsapp)

    A Torre de Babel – Xilogravura/ Divulgação

     

    Endereço: Rua Paradiso Biacchi, 109, Ipanema – Porto Alegre

    *Com Assessoria de Comunicação

     

    Não contém vírus.www.avg.com

     

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  • “Sob Forma de Oração” reúne Vera Wildner (1936-2017),Karin W. Paiva e André Santos no Paço Municipal
    KARIN W. PAIVA. Foto: Alex Ramirez/ Divulgação

    “Sob Forma de Oração” reúne Vera Wildner (1936-2017),Karin W. Paiva e André Santos no Paço Municipal

    A curadoria é de Maria Amélia Bulhões e a mostra acontece no Porão do Paço Municipal, no Centro Histórico de Porto Alegre

                Vera Wildner, personagem tão importante quanto querida da cena artística da cidade, dedicou sua vida às artes visuais e ao budismo. Sua profundidade atravessou as vidas de artistas e alunos durante as décadas em que se dedicou ao ofício de professora do Atelier Livre, da Prefeitura de Porto Alegre. Além dos alunos, Vera encantou familiares e amigos próximos que agora reúnem-se para celebrar, em forma de oração, essa luminosa passagem sobre a Terra. A mostra Sob Forma de Oração reúne o trabalho da artista já falecida aos trabalhos de sua filha, Karin W. Paiva, e de seu sobrinho, André Santos. A abertura será dia 12 de abril, às 18h, no Porão do Paço Municipal – Na Praça Montevidéu nº 10, Centro Histórico.

          Esta mostra reúne três artistas que, além de fortes e complexos laços familiares e afetivos, trazem em comum uma intenção consciente de lidar com os mistérios da vida humana. “A recorrente utilização de símbolos, mitos e a configuração de ritos são estratégias na realização de desejos, semelhantes àquelas que estiveram implícitas nos inúmeros procedimentos mágicos de culturas milenares. Seu título aponta para esses procedimentos considerados como oração, ou seja, mensagens visuais proferidas em forma de aspiração a algo mais que o cotidiano humano”, afirma a curadora Maria Amélia Bulhões. Vera Wildner, ao longo de sua trajetória, articulou seu trabalho criativo com a prática budista, refinando suas obras na vivência do vazio e na plenitude da luz. Sua última exposição, O fim é o começo, conduzia o visitante por uma deriva sensorial que o capturava e jogava em abismos; uma experiência que só quem esteve lá consegue compreender. Como uma mestra, colocava-nos frente aos desafios da vida e da criação, uma emoção que se encontra aqui presente com algumas daquelas obras” complementa.

    Obra de Vera Wildner/ Divulgação

                Ela está acompanhada por Karin W. Paiva, que faz sua jornada pessoal e artística seguindo as trilhas das mensagens xamânicas, recuperando signos e ensinamentos dessa tradição. As quatro portas, o vento, os animais e as cores intensas nos trazem a chave de leitura de suas Cartas, mensagens que a artista entrega usando seu corpo como veículo das energias da natureza, que explodem como visões ao mesmo tempo viscerais e espirituais.

    Em forma de oração. Obra de André Santos./ Divulgação

    Completa a tríade de artistas André Santos, que, sem recorrer a nenhuma tradição religiosa ou filosófica, estabelece uma espécie de ritual, configurado em desdobramentos do espaço, criando um trajeto para refletir sobre a nossa existência, tendo a morte como pano de fundo. Utilizando fotografias autorais de imagens cemiteriais que ele mesmo realiza, instaura um percurso “Entre o céu e a terra” que finaliza em dois grandes painéis.

    Sobre os artistas e curadoria:

                Karin W. Paiva é artista visual, natural de Porto Alegre. Filha de Vera Wildner, homenageia a mãe com a obra Série CARTAS, na mostra Sob Forma de Oração, onde imprime toda sua emoção e amor celebrando a existência dessa potente artista. Participou de salões, com destaque o 17º Salão Associação Chico Lisboa, onde recebeu menção honrosa em 1994. Participou de individuais na Galeria Arte Fato, 1989; Galeria da Caixa Econômica Estadual 1990; Museu de Arte do Rio Grande do Sul, na sala Pedro Weingartner, em 1994. Participou da trajetória do Atelier Estágio Armazém de Arte, criado pela mãe Vera Wildner, entre 1984 e 2017. Desde 1982 ministra cursos de artes para crianças.

    ​            André Santos é professor de arte com formação em artes visuais. Vem buscando através de seu trabalho autoral uma narrativa que tem como fio condutor o tempo. Tem participado de diversas exposições coletivas, entre elas uma mostra em Miami. Também esteve em duas importantes mostras na Fundação Iberê Camargo: 4 visões e Artistas Gaúchos. As mostras A Opulência do Tempo, na Gravura Galeria e O Tempo na Pele, no Theatro São Pedro, respectivamente em 2021 e2022, já trazem a temática do tempo. A última, O Tempo na Pele, integrou um circuito paralelo à  Bienal do Mercosul,

                Natural de Porto Alegre, a artista plástica Vera Wildner (1936-2017) foi professora do Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre por mais de duas décadas, além de fundadora do Atelier Galeria Estaggio desde 1983, onde orientou artistas em técnicas de pintura. As pinceladas de Vera Wildner expressaram suas memórias e as inquietudes humanas com vida e morte e a Paz Universal. Sua obra é um livro da vida, de sua vida, da vida de todos nós. O Fim é o ComeçoDelcia -Vestido de Noiva e Silêncio, ambas no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Nascer / Renascer, na Galeria Xico Stockinger da Casa de Cultura Mario Quintana e Manuscritos, exposição na Casa do Brasil, em Madri, em 1998, são mostras que marcaram sua carreira.

                Crítica, professora e orientadora de Artes Visuais, UFRGS, Doutora pela USP (1990), pós-doutorado nas Universidades de Paris I, Sorbonne e Politécnica de Valencia, Maria Amélia Bulhões foi presidente da Associação Nacional de Pesquisa em Artes Plásticas e da Associação Brasileira de Críticos de Arte. Suas pesquisas têm ênfase na arte contemporânea e os últimos livros foram Desafios: arte e internet no Brasil (2022), Catálogo de obras do MACRS, (2021), Arte Contemporânea no Brasil (2019). Destacam-se suas curadorias: Arte Contemporânea RS, MACRS, 2021, Schwanke: sonetos visuais, MESC, 2021, Pro Posições, MARGS, 2017 e Web arte Bienal de Curitiba, 2013.

    SOB FORMA DE ORAÇÃO – exposição de Vera Wildner, Karin W. Paiva e André Santos

    Curadoria de Maria Amélia Bulhões

    Abertura dia 12 de abril, às 18h

    Visitação de 13 de abril a 26 de maio

    De segunda a sextas, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h

    Porão do Paço Municipal – Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico

    Entrada franca

  • Três nomes do    jazz instrumental internacional, no palco do Espaço 373
    Martin_Pizzarelli Trio é destaque da programação. Foto: Tuka-Scaled/ Divulgação

    Três nomes do jazz instrumental internacional, no palco do Espaço 373

    As apresentações abrem nesta sexta-feira com o guitarrista radicado em Nova York Marcio Philomena. No sábado, é a vez do norte-americano Phill Fest e, dia 20, Martin Pizzarelli faz única apresentação de sua turnê no Brasil

    Marcio Philomena – Arquivo Pessoal/ Divulgação,

    Nesta sexta (14), o guitarrista radicado em Nova York Marcio Philomena reúne amigos para um show no Espaço 373. Acompanhado de Nico Bueno (baixo), Luiz Mauro Filho (piano) e Kiko Freitas (bateria), Philomena apresenta músicas que estarão no álbum “Trails” – que tem lançamento previsto para este semestre –, além de temas autorais de Nico e Maurinho.

    No sábado (15), o norte-americano Phill Fest sobe ao palco do 373 trazendo no repertório “Seresta”, o sexto de sua carreira. Para este show, Phill convidou Paulo Dorfman (piano), Nico Bueno (contrabaixo) e Lucas Fê (bateria) para interpretarem, também, músicas de suas diversas fases, em uma noite brazilian jazz.

    Phill Fest. Foto David Fauss/ Divulgação

    Nascido em Minneapolis, Phill Fest vem de uma família de pianistas. Os pais Manfredo e Lili construíram uma sólida trajetória nos Estados Unidos a partir de 1967. Manfredo foi um dos precursores da bossa nova naquele país como pianista e diretor musical da banda Bossa Rio, do músico Sérgio Mendes. Com o pai, Phill gravou quatro discos pela Concord Jazz: “Oferenda” (1994), “Começar de Novo” (1995), “Fascinating Rhythm” (1996) e “Amazonas” (1997).

    E no dia 20 (quinta-feira), o baixista norte-americano Martin Pizzarelli desembarca com seu trio em Porto Alegre para única apresentação da turnê Spot on Swing. Acompanhado de Larry Fuller, incendiário pianista de ícones do jazz como Ray Brown, Ernestine Anderson e John Pizzarelli (irmão de Martin), e de Ricardo Baldacci, cantor e guitarrista brasileiro com enorme carreira internacional, ele interpreta as músicas do mais recente álbum do grupo, que dá nome às apresentações no Brasil, trazendo o momentâneo e o espontâneo como inspiração, uma referência às sessões de jazz nos tempos dourados do gênero e na era do rádio.

    Martin Pizzarelli. Foto: Jack Grassa/ Divulgação

    O trio é resultado do álbum “Brothers in Swing”, feito em Nova Iorque em 2015, que contava com o pianista australiano Konrad Pazskudzki e o pai de Martin, o guitarrista de jazz Bucky Pizzarelli, falecido em 2020 aos 94 anos. As dez faixas foram gravadas em três horas – soma-se a esse tempo definir o repertório e criar os arranjos –, assim como se registrava o jazz nos tempos dourados da Era do Rádio.

    SERVIÇO
    Marcio Philomena & Amigos
    Quando: 14 de abril | Sexta-feira | 21h
    Ingressos: R$ 35 a R$ 100
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/marcio-philomena-amigos/1929452

    Phil Fest, Paulo Dorfman, Nico Bueno e Lucas Fê
    Quando: 15 de abril | Sábado | 21h
    Ingressos: R$ 35 a R$ 100
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/phill-fest-seresta/1896770?

    Martin Pizzarelli Trio
    Quando: 20 de abril | Quinta-feira | 21h
    Ingressos: R$100
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/martin-pizzarelli-trio/1929490

    Onde: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta)
    Reservas e informações: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810

    *Com Assessoria de Comunicação

  • Porto Alegre, musa das lentes do  fotógrafo Nilton Santolin
    Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

    Porto Alegre, musa das lentes do fotógrafo Nilton Santolin

     

    Fotógrafo inaugura exposição “3 x POA” na próxima quarta-feira, 12 de abril, às 19h, na Casa Pátria, em Porto Alegre. Vernissage contará também com show da banda Wood&Steel, intervenção cênica e homenagem a personalidades da cultura da cidade.

    ©2022 Nilton Santolin. Autorretrato/Divulgação

    Nilton Santolin transforma seus registros fotográficos em arte e faz da cidade de Porto Alegre sua musa inspiradora em “3 x POA”. A exposição tem vernissage no dia 12 de abril, a partir das 19h, na Casa Pátria (Av. Pátria, 475, no Bairro São Geraldo, em Porto Alegre). Inserida no Projeto Cultural Casa Pátria – O Lado Bom do Brasil, a inauguração conta ainda com show da banda Wood&Steel Duo – Rock, Blues e Jazz e homenagens ao bailarino Eduardo Severiano, ao jornalista Juremir Machado da Silva, ao ator Renato Del Campão e ao artista plástico Ricardo Giuliani.

    Polaroides. Recanto no lago do Parque Farroupilha foto ©2005 Nilton Santolin/ Divulgação

    Durante a abertura da exposição, haverá também uma intervenção cênica com a diretora e atriz Sandra Loureiro e o ator Dejair Ferreira. A mostra tem entrada franca e fica no espaço até o dia 12 de maio.  A Casa Pátria funciona de terça a sábado, das 14h às 23h.

    © Nilton Santolin 2018

    Na exposição “3 x POA”, que tem o apoio da Delphus Galeria de Arte, Santolin apresenta 47 olhares e interpretações sobre Porto Alegre. A mostra é dividida em três séries. Em “Adulteradas”, marca registrada do artista, estão perspectivas inusitadas da cidade. Em “Polaroides: Céu Azul de Porto Alegre”, ele transforma fotografias em ilustrações. Já a parte denominada “Clássicas – Black and White and Color” é reservada para os registros de locais e paisagens marcantes da capital gaúcha, como o pôr do sol, o Cais do Porto, a Praça da Matriz e a Fonte Francesa do Parque da Redenção.

    Nilton Santolin e obras. Foto-Denise Pazetto/ Divulgação

    Sobre o artista

    Nilton Santolin começou sua carreira na fotografia em 1984 e, desde então, ele se tornou um nome de destaque no cenário da fotografia brasileira. É reconhecido por sua habilidade de capturar momentos únicos, seja em eventos, retratos pessoais ou fotografias comerciais. Protagonizou diversos projetos que revelam o cotidiano e a arquitetura de cidades no Brasil e no exterior. Com dezenas de exposições individuais e coletivas, realizadas no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Uruguai e Suíça, o fotógrafo também é autor do livro UNICRED RS, que retrata quarenta cidades gaúchas em preto e branco.

    Ao longo de sua carreira, Santolin trabalhou com uma ampla gama de clientes, desde eventos particulares até grandes empresas e instituições, o que lhe permitiu desenvolver um estilo diversificado e adaptável às necessidades de cada projeto. Também é um educador e palestrante, compartilhando seus conhecimentos e experiências com outros profissionais e entusiastas da fotografia.

    © Nilton Santolin 2018/Divulgação

    Serviço

    “3 x POA” por Nilton Santolin
    Local: Casa Pátria
    Endereço: Av. Pátria, 475, no Bairro São Geraldo, em Porto Alegre
    Vernissage: quarta-feira, 12 de abril, 19h
    Período: 12 de abril a 12 de maio
    Visitação: de terça a sábado, das 14h às 23h
    Entrada Franca

    Nilton Santolin/Divulgação
  • Arte indígena Kaigang ganha destaque, com lançamento de coleção de roupas, na CCMQ

    Arte indígena Kaigang ganha destaque, com lançamento de coleção de roupas, na CCMQ

    Peças da marca Monjuá, com estampas criadas por artistas da comunidade Kógunh Mág do povo Kaingang, de Canela (RS), serão apresentadas em desfile, no próximo dia 11 de abril

    O Mezanino da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico/POA) será cenário para o lançamento da coleção Eclipse – da rede de lojas Monjuá -, com estampas vivas e exclusivas, criadas por artistas da comunidade Kógunh Mág do povo Kaingang da cidade de Canela, no Rio Grande do Sul.  O evento ocorre a partir das 18h30min da próxima terça-feira, 11 de abril.  Além do coquetel de lançamento, a cerimônia contará com a exibição do fashion filme da coleção, seguido de um desfile protagonizado por modelos indígenas Kaingang. Também haverá confecção de artesanato Kaingang ao vivo e exposição de fotos sobre o processo criativo.

    Ao todo, a coleção Eclipse conta com sete modelos de peças de outono/inverno (2023), entre camisas e moletons (para todos os gêneros), calça, blusas e jaquetas femininas. “Alguns itens chegam com estampas maiores, e outros se utilizam de elementos de estilo”, comenta o CEO da Monjuá, Felipe Bender. “Foi uma sacada que a gente teve para conseguir ampliar as coleções dentro do nosso mix: ao invés de muitas estampas, usar de forma mais sutil pequenos bordados, com detalhes nas peças, assim conseguimos uma penetração maior entre nosso público, o que significa, consequentemente, aumentar o retorno financeiro (e a visibilidade para a cultura) destas comunidades, que recebem de forma proporcional com as vendas.”

    Arte indígena na coleção Eclipse. Foto: Monjuá/ Divulgação

    Implementado em 2021, o programa Monjuá + Povos Originários está em sua quarta edição. O lançamento oficial da parceria, que busca aproximar e valorizar a cultura dos povos ancestrais, ocorreu em paralelo ao novo posicionamento da empresa, que tem confecção de marca própria e peças femininas e masculinas direcionadas a um público com espírito mais jovem. Monjuá vem do tupi-guarani e significa “ficar de boca aberta” ou “de queixo caído”, expressão que resgata o propósito de surpresa e de inspirar felicidade. Antes de adotar esta marca, em 2017, a empresa se chamava Três Passos, nome da cidade onde foi fundada, há 59 anos.

    A primeira coleção – de primavera/verão (2021/2022) – denominada Vy’apa (Felicidade), foi feita com ilustrações de indígenas de três aldeias Mbyá Guarani, da Barra do Ribeiro: Tekoá Guapoy (aldeia Figueira), Tekoá Yvy Poty (aldeia Flor da Terra) e Tekoá Mirim (aldeia Pequena). Depois, vieram as coleções Terra Original (outono/inverno-2022), assinada pela artista indígena Wanessa Ribeiro (de etnia guarani, e natural do Rio de Janeiro); e Proteção, (primavera/verão – 2022/2023) com grafismos da artista visual Auá Mendes (indígena do povo Mura, do Amazonas). Assim, são desenvolvidas “coleções cápsulas” anuais em parceria com artistas indígenas que se envolvem em diferentes processos, desde a criação das estampas à direção de arte e fotografia para as campanhas.

    “Esta parceria, surge para criarmos juntos uma coleção de roupas e acessórios com a cultura, imagem, desenhos e outros elementos das comunidades dos povos originários, que possam ser usados em roupas”, destaca o CEO da marca. “Esse é um trabalho importante, uma vez que essas aldeias e povo indígena possuem algo muito valioso, que são seus saberes milenares, transmitidos oralmente de geração em geração, por mais de 14 mil anos. Nossa marca vai contribuir com nossa missão e, em contrapartida, também queremos contribuir com as suas comunidades, através do retorno financeiro justo (definido de forma consensual) e da exposição positiva das comunidades.”

    Bender destaca que, dentro do programa com os povos originários, tudo é feito e pensado de maneira conjunta. “Os indígenas participaram de todo processo de criação e são os primeiros a conhecer os pilotos da coleção e as roupas prontas. Neste processo, mantemos os grafismos e traços originais dos artistas, sem interferências, e, se for preciso qualquer interferência, são eles que autorizam onde e como será aplicada.” Da forma que estas comunidades e artistas aprovam onde serão inclusos os grafismos. Além disso, as próprias aldeias servem de cenário e alguns de seus integrantes são os protagonistas das campanhas de divulgação.

    O propósito de desenvolver uma moda mais sustentável também norteou a Monjuá nessa nova coleção. A maioria das peças são feitas em algodão e o processo de fabricação privilegia a sustentabilidade em todas as suas etapas. No caso da coleção Eclipse, as estampas desenvolvidas “em muitas mãos” dentro da comunidade Kógunh Mág, destacam a harmonia da união com o sol e a lua (Kamé e Kairú) neste momento raro, que une duas grandes forças no céu, representando o equilíbrio do universo. “Para os Kaingang, Kamé é símbolo de força, persistência, espírito guerreiro e proativo, características dos caciques e líderes das comunidades; enquanto Kairú é mais doce, planejador, acolhedor, paciencioso, características dos Kujãs (líderes espirituais destas comunidades)”, detalha o CEO da Monjuá.

    Serviço:

    ü  Lançamento da coleção outono/inverno 2023 Eclipse*

    ü  Data: 11 de abril.

    ü  Horário: 18h30min (coquetel, seguido de desfile)

    ü  Local: Mezanino da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico/POA

    Sobre a Monjuá:

    Há 59 anos, a empresa inspira bem-estar e felicidade através da moda por todo o Rio Grande do Sul. Com inovação, acolhimento e comprometimento, sua equipe busca contribuir para o crescimento de seus clientes, colaboradores e parceiros. São mais de 70 lojas e mais de 700 colaboradores que tornam a empresa uma das maiores redes de varejo de moda do Estado.  Para a Monjuá, inspirar a felicidade não é apenas um slogan, mas também um propósito, meta e “forma de ser”. Em tudo o que faz, a equipe da marca busca a felicidade como ponto inicial – e final. “Abraçamos todos do jeito que são e apostamos na diversidade como uma ferramenta de desenvolvimento criativo”, afirma o CEO da empresa, Felipe Bender. “Além disso, temos a inovação como um dos nossos pilares e trabalhamos em várias frentes para nos tornarmos referência em tecnologia.”

     

  • Rogério Gomes autografa “O Afiador de Facas”, livro, que aborda o tema da violência sexual
    Capa O Afiador de Facas/ Divulgação

    Rogério Gomes autografa “O Afiador de Facas”, livro, que aborda o tema da violência sexual

     

    Livro, que aborda o tema da violência sexual, vai virar roteiro da Paris Filmes. O lançamento será no dia 13 de abril, às 19h, na Delphus.

     

    Rogério Gomes, médico cardiologista, escritor e fotógrafo, emplaca mais um sucesso literário antes mesmo de ser lançado. O livro “O Afiador de Facas” terá sessão de autógrafos na quinta-feira, 13 de abril, a partir das 19h, na Delphus Galeria de Arte (Av. Cristóvão Colombo, 1501).

    O escritor Rogério Gomes – Foto: Karine Viana/Divulgação

    Mas o autor já está transformando a obra em um roteiro para a Paris Filmes. É a segunda vez que um texto de Rogério Gomes ganha uma versão para vídeo. Antes desse, o conto que rendeu título ao livro “Grande Mestre e Outras Histórias”, publicado em 2021, virou roteiro de minissérie para a mesma produtora.

     

    Em sua nova obra, o médico que conta histórias impacta, emociona e instiga em um livro que prende o leitor do início ao fim. “Em ‘O Afiador de Facas’ apresento memórias que sobreviveram aos ruídos do passado. São tabus que normalmente permanecem escondidos sob o tapete da falsa moral dos homens. Um dos tabus mais dolorosos e disfarçados da atualidade é o tema desse livro, emoldurado por uma comovente relação médico-paciente e pelo som do afiador de facas”, sintetiza Gomes.

    Rogério Gomes – Foto: Karine Viana/ Divulgação

    A quinta obra do escritor também pode suscitar polêmica pelo tema delicado que retrata, mas até por isso é indispensável. “’O Afiador de Facas’ é uma facada na nossa alma. Não lembro de ter me sentido tão impactada com a temática e a narrativa de uma obra. Uma história forte, dura, realista, de marcas profundas (nos personagens e em nós, leitores), um assunto que poucos conseguem ter coragem de abordar, mas extremamente necessário. O livro trata de muitos tabus, e o tema que mais me choca é sobre abuso sexual. É um assunto de que sempre tento fugir, mas, se este livro te encontrou, não fuja”, provoca a atriz e escritora Fernanda Moro, no prefácio.

    Rogério Gomes foi buscar em suas memórias do som do afiador de facas a motivação para seu novo livro. “Esse som sempre me chamou a atenção, para não dizer que me encantou desde a infância”, recorda. E é essa melodia tão característica que serve de link para um evento grave, que norteia a obra. Também no livro, o médico revive seu alter ego, o personagem “O Grande Mestre”, de seu conto mais célebre, ao lado do pupilo Dr. Raul, um dos protagonistas de “O Afiador de Facas”. “No ano que vem, vou lançar a continuação do livro ‘O Grande Mestre e Outras Histórias’, que se chamará ‘A Morte do Grande Mestre’”, antecipa.

    Lançamento do livro “O Afiador de Facas”, de Rogério Gomes
    Editora: Total Books
    Páginas: 215
    Preço: R$ 50

    Data: quinta-feira, 13 de abril
    Horário: 19h
    Local: Delphus Galeria de Arte
    Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 1501

    * Com Assessoria de Comunicação