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  • Com “O Amargo Santo da Purificação”, Ói Nóis Aqui Traveiz, celebra os 45 anos do grupo, na Redenção
    O Amargo Santo da Purificação (2008). Foto: Cláudio Etges/ Divulgação

    Com “O Amargo Santo da Purificação”, Ói Nóis Aqui Traveiz, celebra os 45 anos do grupo, na Redenção

    O Amargo Santo da  Purificação  – uma visão alegórica e barroca da vida, paixão e morte do revolucionário Carlos Marighella,  uma criação coletiva para teatro de rua da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz,  se apresenta no dia 2 de abril, domingo, às 17h, no Parque da Redenção, ao lado do espelho d’ água. A encenação celebra os 45 anos do Ói Nóis Aqui Traveiz e marca a abertura do projeto Caminho para um teatro popular, que percorrerá diversos bairros populares da nossa cidade com espetáculos teatrais.

    A encenação de teatro de rua foi premiada como o melhor espetáculo do teatro gaúcho em 2009, além dos prêmios Açorianos de melhor produção, figurino, trilha sonora (Johann Alex de Souza) e melhor atriz (Tânia Farias). Agora, em nova e necessária montagem, abre outra janela poética e sensorial para contar a história de Marighella, saudando os dias melhores que virão com a eleição de um governo democrático.

    O Amargo Santo da Purificação – Cláudio Etges/ Divulgação

     Com esta peça, o Ói Nóis Aqui Traveiz, atualmente com o projeto Arte Pública em andamento, percorreu a maior parte dos estados brasileiros e apresentou-se também em Portugal. A encenação coletiva conta a história de um herói popular, Carlos Marighela, que a classe dominante tentou banir da cena nacional durante décadas. Na sequência de cenas o público assiste a momentos importantes desta trajetória, desde as origens na Bahia, sua juventude e poesia, as passagens no Estado Novo e suas consequências com o endurecimento do regime, a resistência e a prisão. A vida de Marighela reservaria ainda muito mais luta pela democracia, sofrendo o baque e todas as consequências de uma ditadura militar, onde viveu na clandestinidade, se fez presente como um líder da luta armada, e, ao final, sua trágica morte em emboscada da polícia. O Amargo Santo da Purificação resgata essa história buscando um retrato humano do que foi o Brasil no século XX.

    O Amargo Santo da Purificação. Foto:Pedro Isaias Lucas/ Divulgação

    A dramaturgia elaborada pelo grupo parte dos poemas escritos por Carlos Marighella que, transformados em canções, são o fio condutor da narrativa. Utilizando a plasticidade das máscaras de elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do ritual com o teatro dança. Por meio de uma estética ‘glauberiana’, o Ói Nois Aqui Traveiz traz novamente para as ruas da cidade uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro. No elenco estão os atuadores Paulo Flores, Tânia Farias, Clélio Cardoso, Marta Haas, Roberto Corbo, Eugênio Barboza, Alex Pantera, Keter Velho, Márcio Leandro, Lucas Gheller, Aline Ferraz, Thali Bartikoski, Helen Sierra, Rafael Torres, Jules Bemfica, Thais Souza, Gengiscan, Ellen Hiromi,  Kayzee Fashola, Millena Moreira, Fabrício Miranda, Daniel Steil, Marcio  Menezes e Luana Rocha.

    * Com Assessoria de Comunicação

    O Amargo Santo da Purificação – comemoração aos 45 anos do Ói Nóis Aqui Traveiz

    Dia 2 de abril, às 17h

    Espelho d’água do Parque da Redenção

    Entrada franca

  • Festival Aquarela Preta, de Hip Hop, aceita inscrições para participação até sábado, dia 25
    Mariana (centro) e Deds (D) se unem à Negra Jaque (E) para fortalecer a comunidade do Morro da Cruz. Crédito: Cristiano Rangel/ Divulgação

    Festival Aquarela Preta, de Hip Hop, aceita inscrições para participação até sábado, dia 25

    Artistas dos cinco pilares do Hip Hop interessados em compor a programação do Festival Aquarela Preta podem se inscrever até sábado, dia 25 de março, no link: https://bityli.com/EA4ggb. Somente quem irá concorrer pelo pilar do Conhecimento (Slam e Batalha de Conhecimento) poderá fazer a inscrição no dia e no local. O grupo também disponibilizou no link uma série de papeis de parede, criados exclusivamente para o projeto pela designer Natalia Brock. As ilustrações criadas pela artista fazem alusão aos cinco elementos do Hip Hop.

     

    O Festival Aquarela Preta irá se realizar no dia 15 de abril, sábado, no Galpão Cultural, no Morro da Cruz, em uma iniciativa do coletivo Poetas Vivos. A programação prevê shows musicais, DJ (set list de rap e hip-hop), danças urbanas, grafite, Slam (batalha de poesias) e batalha de rima modalidade conhecimento. Haverá premiação em dinheiro para os primeiros lugares. Todas as atividades terão entrada franca.

     

    Segundo os idealizadores do projeto, Mariana Abreu Marmontel e Felipe Deds, o Festival Aquarela Preta tem como objetivo dar visibilidade e potencializar artistas pretos, pretas, pretes e periféricos (as/es) e LGBTQIAP+ no contexto do movimento Hip-Hop. Busca, também, difundir os cinco pilares da cultura Hip-Hop: MC, DJ, Danças Urbanas, Grafite e Conhecimento. Outra finalidade do projeto é promover a descentralização dos espaços culturais focados no atendimento de crianças e jovens das comunidades.

    Além dos shows artísticos, o coletivo Poetas Vivos promoverá um bate-papo educativo, falando sobre o movimento dos slams no Brasil e no Rio Grande do Sul. O propósito é a multiplicação dessas rodas culturais dentro das periferias da cidade. Neste sentido, o apoio ao Galpão Cultural, como polo agregador na comunidade do Morro da Cruz, é fundamental para seu fortalecimento. Dirigido pela rapper Negra Jaque, o Galpão Cultural cumpre função social relevante no bairro, onde atua como espaço de aprendizado, de acolhimento e de promoção da cidadania para crianças e jovens no contraturno escolar.

     

    Sobre os Poetas Vivos

    Poetas Vivos é uma iniciativa afrocentrada que fomenta a arte e a educação negra e periférica. O coletivo foi criado em 2018 por jovens artistas negros de Porto Alegre e que atua diretamente em escolas, universidades, espaços comunitários e públicos, desenvolvendo oficinas, palestras, batalhas de poesia e freestyle, abordando o tema da Educação das Relações Étnico Raciais, o racismo, a desigualdade econômica, social e ambiental, fomentando a implementação das Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, que obrigam o ensino da História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena em todo o âmbito escolar.

    Ao longo dos quatro anos de existência, a iniciativa cultural já esteve presente nos mais importantes eventos e campeonatos de poesia falada no Estado e no Brasil. Em 2021, realizaram o projeto “Poetas Vivos – Formando Multiplicadores de Cidadania”, curso voltado a educadores sociais, agentes culturais e professores de escolas da rede pública de ensino, viabilizado por meio do Edital Criação e Formação – Diversidade das Culturas, realizado pela Secretaria de Estado da Cultura em Parceria com a Fundação Marcopolo. A iniciativa cultural Poetas Vivos é formada por Mariana Abreu Marmontel, Felipe Deds, DaNova, Ericsson e Dickel.

    Canais de comunicação do Poetas Vivos:

    Instagram: www.instagram.com/poetasvivxs

    Facebook: www.facebook.com/PoetasVivxs

    Youtube: www.youtube.com/poetasvivos

    Twitter: www.twitter.com/poetasvivxs

    SERVIÇO

    Festival Aquarela Preta

    Inscrições gratuitas até o dia 25 de março de 2023 pelo link: https://bityli.com/EA4ggb

    Financiamento: Fumproarte | Secretaria Municipal da Cultura | Prefeitura de Porto Alegre

    Realização: Iniciativa Cultural Poetas Vivo

    •  * Com Assessoria de Comunicação
  • Gilberto Perin expõe 40 retratos de pessoas que tornam Porto Alegre melhor

    Gilberto Perin expõe 40 retratos de pessoas que tornam Porto Alegre melhor

    Quarenta retratos do fotógrafo Gilberto Perin homenageiam a dedicação de quem torna Porto Alegre um lugar melhor para se viver e fazem parte de “Gente da Cidade”, mostra que será aberta em 23 de março (quinta-feira) às 18h30min, no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo (rua João Alfredo, 582, no bairro Cidade Baixa). Entrada franca

    Nilda Felisberta – Foto Gilberto Perin/ Divulgação

    Conforme Perin “Gente da Cidade carrega a beleza e a importância de cada um dos retratados na construção da história de Porto Alegre, cidade em que nasceram ou escolheram para viver”. São retratos que foram realizados nos últimos anos e a seleção priorizou gente da área de Arte e Entretenimento. Depois da mostra, as fotografias serão incorporadas ao acervo do Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo para que fiquem registradas essas personagens que participaram da vida de Porto Alegre nos primeiros anos do século 21.

    Marlise Saueressig – foto Gilberto Perin/Divulgação

    O Museu

    O acervo do Museu tem imagens de fotógrafos como Virgílio Calegari, Lunara, Sioma Breitman e Irmãos Ferrari que mostra a transformação urbana da cidade que surge e se transforma com a interferência constante de quem habita ou transita por ela. A mostra “Gente da Cidade” está em consonância com a missão do Museu que visa dar “ênfase na sua História e Memória, por meio da preservação, pesquisa e comunicação dos bens culturais sob sua guarda”.

    Antonio Carlos Falcão – foto Gilberto Perin/Divulgação

     

    Retratados

    Alice Urbim, Antonio Carlos Borges-Cunha, Antônio Carlos Falcão, Bebeto Alves, Carlos Urbim, Deise Nunes, Eduardo Haesbaert, Fabio Verçoza, Fernando Baril, Gaudêncio Fidelis, Glau Barros, João Carlos Castanha, João Gilberto Noll, Jorginho do Trompete, José Francisco Alves, Julio Zanotta, Leandro Machado, Leonardo Machado, Luis Fernando Verissimo e Lucia Verissimo, Luiz Carlos Felizardo e Maria Isabel Locatelli, Márcia do Canto, Marcos Breda, Mário Röhnelt, Marlise Saueressig, Marta Biavaschi, Miguel Ramos, Nilda Felisberta, Otto Guerra, Paulinho Chimendes, Paulo Gasparotto, Paulo Nascimento, Ricardo Kadão Chaves, Sakae Suzuki, Sirmar Antunes, Suzana Saldanha, Tabajara Ruas, Vagner Cunha, Zé Victor Castiel, Zilah Machado, Zoravia Bettiol.

    Tabajara Ruas – foto Gilberto Perin/ Divulgação

    Gilberto Perin é graduado em Comunicação Social pela PUCRS e se dedica ao audiovisual, seja como fotógrafo, roteirista para séries e filmes, além de diretor de cena. Suas exposições individuais recentes estiveram no MARGS (Porto Alegre), em Lisboa (Portugal) e Genebra (Suíça). Tem dois livros de fotografia publicados, “Camisa Brasileira” e “Fotografias para Imaginar”, além de obras em museus, entidades culturais e coleções particulares no Brasil e Exterior.

    *Com Assessoria de Comunicação
  • Rafael Guimaraens lança edição revisitada de Tragédia da Rua da Praia 
    A capa de Tragédia da Rua da Praia/ Divulgação

    Rafael Guimaraens lança edição revisitada de Tragédia da Rua da Praia 

    Na semana comemorativa aos 251 anos de Porto Alegre, o escritor e jornalista Rafael Guimaraens 
    lança a 3ª edição do romance Tragédia da Rua da Praia (Libretos, 2023). O evento literário, marcado para o dia 23 de março (quinta-feira), às 19 horas, integra a programação do Festival Histórias do Paralelo 30. Antes da sessão de autógrafos, o autor participa do painel Literatura de realidade: Porto Alegre como tema, com mediação do jornalista Matheus Machado na Livraria Paralelo 30 (Rua Vieira de Castro, 48).
    Rafael Guimaraens e Matheus Machado Foto Aline More/ Divulgação

    Tragédia revisitada

    O livro, em sua 3ª edição, conta um episódio marcante em setembro de 1911, nas palavras do autor: “Um audacioso assalto assombra Porto Alegre. Quatro estrangeiros misteriosos deixam um rastro de joias, dinheiro e sangue. Uma fuga alucinada pelas ruas do Centro da cidade. A pé, de carruagem, de bonde, na carroça do leiteiro. Gritos e correrias. A polícia no encalço dos quatro foragidos. Os jornalistas perseguem notícias. O pânico tumultua o cotidiano. Um problema para o governo. Um fôlego para a oposição. O crime vai para o centro da disputa política, para as discussões nos cafés. Competição de manchetes. Tropas em prontidão. Prisões em massa. Os anarquistas em alerta. Os judeus relembram pesadelos. História secretas vêm à tona. Cenas cinematográficas. Um filme sobre o crime é produzido em poucos dias. Metade natural, metade ficção. Tiros e takesTragédia da Rua da Praia é um caso de polícia. E de cinema”. Com nova capa e vinhetas de Edgar Vasques.

     

    Lançamento da 3ª edição do romance Tragédia da Rua da Praia (Libretos, 2023), de Rafael Guimaraens no Festival Histórias do Paralelo 30

    Dia 23 de março (quinta-feira), às 19 horas

    Livraria Paralelo 30 – Rua Vieira de Castro, 48

    Painel Literatura de realidade – Porto Alegre como tema

    Porto Alegre é pródiga em conservar histórias insólitas ou surpreendentes, escondidas ou esquecidas no tempo, à espreita de quem as conte. Com Rafael Guimaraens e mediação de Matheus Machado.

    O escritor RAFAEL GUIMARAES. Foto Aline More/ Divulgação
    Rafael Guimaraens é jornalista profissional desde 1976. Atuou como repórter, editor e secretário de redação da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre (Coojornal). Foi editor de Política do jornal Diário do Sul. Tem uma produção autoral de livros sobre fatos marcantes de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, solidificando sua presença nos setores histórico e cultural.
    Com “Tragédia da Rua da Praia”, de 2005, recebeu o prêmio “O Sul Nacional e os Livros”, na categoria melhor narrativa longa – este livro teve uma versão em quadrinhos com Edgar Vasques. Seguiram-se “Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdades Democráticas” (com Ivanir Bortot, 2008), e “Teatro de Arena – Palco de Resistência” (2009), vencedor do prêmio Açorianos nas categorias Especial e Livro do Ano. Com “A Enchente de 41” recebeu em 2010 o Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores (AGES), como melhor livro de não-ficção. Com “O Sargento, o Marechal e o Faquir” (2016), foi novamente agraciado com o Prêmio da AGES, desta vez na categoria Especial, e com “20 Relatos Insólitos de Porto Alegre” (2017) ganhou o Prêmio Minuano de Literatura. Publicou “Fim da Linha – Crime do Bonde” em 2018 e no ano seguinte “O Espião que Aprendeu a Ler”, vencendo seu terceiro Prêmio AGES, desta vez em melhor narrativa longa. Em 2021, recebeu menção honrosa do Prêmio Açorianos com “1935”, também na categoria narrativa longa. E, em 2022, lançou “O Incendiário”. Todos esses títulos e os demais foram publicados pela editora Libretos. Em 2022 recebeu o título de Cidadão Emérito de Porto Alegre por sua contribuição ao jornalismo e à literatura, refletida em sua obra dedicada à memória da cidade.

    Matheus Machado é jornalista com passagem pelo rádio e veículos onde atuou como crítico de cinema e redator. Atualmente, trabalha com podcasts, tema com o qual pretende desenvolver pesquisas científicas a partir da sua monografia, intitulada “A estética narrativa do Praia dos Ossos: uma contribuição para a análise de podcasts”.

    * com Assessoria de Comunicação
  • Livro infanto-juvenil de Chris Dias joga luz sobre a história invisível dos negros
    Ilustração de Wagner Mello no livro de Chris Dias / Reprodução

    Livro infanto-juvenil de Chris Dias joga luz sobre a história invisível dos negros

    O livro O Mistério das Histórias Invisíveis, da escritora Chris Dias com ilustrações de Wagner Mello (Editora Acesso Popular), será lançado hoje, a partir das 18 horas, no Armazém Porto Alegre, na Escadaria da Borges.

    A capa com letras pretas brilhantes sobre o fundo preto fosco faz lembrar que, ao jogar luz sobre o que está no escuro, aquilo se torna visível.

    Invisíveis são as histórias que não foram escritas, e por isso acabam esquecidas, como a dos Lanceiros Negros, massacrados durante a Revolução Farroupilha, por muito tempo ignorada.

    Na obra infanto-juvenil, a dupla de estudantes Alice e André precisa cumprir um desafio proposto pela professora e descobrir uma história invisível.

    Transitam pelos fatos históricos que compõe a letra do hino rio-grandense e, entre viagens no tempo e episódios sobrenaturais, desvendam o mistério que levou à falta de reconhecimento ao povo Negro na história do Estado.

    Ao chegarem ao trecho “povo que não tem virtude…”, não conseguem terminar o verso.

    A autora considera este, que é seu 43º título publicado, o mais importante, e com ele quer estimular o debate sobre a sua influência na cultura racista no estado. “É uma canção que ficava dentro de mim sem que esse tema pudesse ser processado. Eu considero esse livro o mais importante que já escrevi porque eu estava descortinando isso em mim e ajudando a descortinar no outro ao apresentar um assunto que é polêmico na origem, na essência, e que a prática do antirracismo na construção de uma sociedade mais justa passa por aí”, reflete. 

    Para Chris Dias, essa é uma causa coletiva e ao mesmo tempo de cada um. Ela a acredita que os casos de racismo que acontecem no Rio Grande Do Sul, de certa forma, são autorizados pelo hino. “É por isso que desconstruir esse cântico é muito importante. Talvez refletir sobre ele seja uma forma muito potente de investir sobre o tema. A minha contribuição é fazer pensar, do mesmo jeito que eu fiz internamente. Como perceber as coisas que estão aí e parecem óbvias”, entende a escritora.

    Sobre a Autora: 

    @chris_dias_escritora

    Facebook: Christina Dias 

    Chris Dias nasceu e vive em Porto Alegre. É escritora e ministra cursos para professores e interessados na leitura literária e produção cultural para a infância. 

    Há 18 anos teve o seu primeiro livro publicado para o público infantil e desde lá acumulou 42 títulos em editoras de todo o país. Alguns dos seus livros receberam o Prêmio Açorianos de Literatura Infantil, Prêmio AGES e IEL- Associação gaúcha de escritores e figuraram entre os finalistas do Prêmio Jabuti. 

    Seus mais recentes títulos são Ninguém Aprende Samba no Colégio (Ed. Globo), Clara, Clarita, Ita – um passeio na obra de Clara Pechansky (Ed. Acesso Popular), Jogos depois da chuva e Então quem é? (FTD). Este último esteve no Catálogo de Bologna, na maior feira de livros para a  infância do mundo.

    Além de livros impressos, conta com onze títulos na Biblioteca Digital Elefante Letrado.

    Seu projeto mais recente é o Kombina – um ponto de Cultura Móvel, instalado em uma Kombi, que leva artes integradas por onde passa. Já percorreu mais de 200 cidades de Santa Catarina, Paraná, e Rio Grande do Sul, e uma turnê pelo Uruguai. Recebeu os Prêmios Inovação Empreendedora do PGQP (Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade) e Viva Leitura, do Ministério da Educação.

    Participa dos principais projetos de leitura do Estado, entre eles Autor Presente, Adote um Escritor e Leituração. Já participou de festas literárias em mais de 100 municípios do RS, tendo sido patrona e homenageada em muitas delas. Ressalta como referência, a feira de Bento Gonçalves onde foi patrona da primeira feira de livros infantis do Estado e da feira voltada ao público adulto.

     

  • Exposição inédita reúne 160 obras de Athos Bulcão em Porto Alegre

    Exposição inédita reúne 160 obras de Athos Bulcão em Porto Alegre

    Marcia Turcato

    O Farol Santander apresenta pela primeira vez em Porto Alegre obras de Athos Bulcão, um artista
    completo. Seu trabalho experimentou o desenho, pintura, painéis, vestimentas e paramentos litúrgicos. Sua grande marca é a integração da arte na arquitetura, como mostram os muros escultóricos do Congresso Nacional e também do Hospital Sarah Kubitschek, onde o artista faleceu aos 90 anos, vítima do Mal de Parkinson, em Brasília, em 2008.
    A exposição Athos Bulcão no Farol Santander faz um recorte desta fabulosa e extensa obra. Mais de 160 obras do artista podem ser visitadas no mezanino do prédio e também na área externa, permitindo uma ampla experiência para o público. O conjunto destaca pinturas, projetos e desenhos, peças gráficas, painéis de azulejos, fotomontagens, máscaras e objetos do período de
    1940 a 2000.
    Três jogos de diferentes padrões de azulejos criados pelo artista, estão em uma das salas do mezanino, e permitem que o público tenha a experiência de criar sua própria obra de arte. Na área externa, dois cubos com fachadas de azulejos de diferentes cidades do Brasil e do exterior,
    chamam o público para conhecer o trabalho de Athos no interior do Farol. Como dizia o próprio artista, “a arte existe para impactar, para provocar as pessoas”.
    O legado doado pelo artista está preservado na Fundação Athos Bulcão, em Brasília. Este acervo inclui as criações de ateliê – desenho, pintura, gravura, fotomontagem, objetos, o trabalho gráfico em jornais, revistas, livros e capas de discos. Athos se destacou em seu diálogo direto com a
    arquitetura, mas sua obra vai muito além disto.
    Nascido no bairro carioca do Catete em 1918, Athos seguiu o roteiro obrigatório daquela época para jovens ricos ou de classe média, estudar Medicina, Engenharia ou Direito. No seu caso, ficou com a primeira opção, mas abandonou o curso em 1939 para se dedicar à arte. Em 1948 recebeu
    uma bolsa de estudos do Governo Francês e foi estudar em Paris. Retornou ao Brasil em 1949, e em 1952 foi admitido no serviço de documentação do Ministério da Educação e Cultura, e mais tarde passou a colaborar em projetos do arquiteto Oscar Niemeyer, com quem fez parceria nas obras de construção de Brasília e também com o premiado arquiteto João Filgueiras Lima.
    Em 2018, uma grande exposição em Brasília foi organizada para marcar os 100 anos do fantástico
    artista, que teve a capital da República como o principal cenário de suas obras monumentais.

    A iniciativa do Farol Santander Porto Alegre traz de volta ao cenário cultural a variada obra de Athos Bulcão, um artista que atravessou o século sempre empolgando o público e os críticos.
    A curadoria da exposição Athos Bulcão é de Marília Panitz e André Severo e a produção é de Daiana Castilho Dias, presidenta do IPAC- Instituto de Pesquisa e Promoção da Arte e Cultura.
    Agenda
    No âmbito da exposição de Athos Bulcão será realizada uma série de atividades no Farol Santander para aproximar ainda mais o público da obra do grande artista. Para participar, as inscrições podem ser feitas no portal do centro cultural https://www.farolsantander.com.br/#/poa/
    e também no endereço athosbulcao.4artproducoes.com.br
    Dia 27/03 às 19h
    Bate papo do artista plástico, professor e psicanalista Carlos Lin com professores.
    Dia 29/03, às 19h
    Encontro com os curadores Marília Panitz e André Severo. Marília Panitz é mestre em arte contemporânea, teoria e história da arte pela Universidade de Brasília (UnB) e desde 2001 trabalha com projetos de curadoria. André Severo, ex-diretor do Farol Santander, é  curador, produtor cultural e artista, trabalha com várias técnicas, incluindo fotografia, instalação, performance e filme.
    Dia 30/03 às 19h
    Encontro com os curadores e a convidada Maria Ivone dos Santos, artista e pesquisadora, professora do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (DAV-UFRGS). Maria Ivone desenvolve e orienta pesquisas com foco em processos artísticos que transitam entre arte e arquitetura, urbanismo, geografia e literatura.

  • Hebe Tabachnik ministra master class sobre festivais do setor audiovisual em tempos pós-pandêmicos 
    Hebe_Tabachnik Foto: Juan Tallo/ Divulgação

    Hebe Tabachnik ministra master class sobre festivais do setor audiovisual em tempos pós-pandêmicos 

     

    Evento ocorre durante o Encontro dos Festivais Ibero-americanos de Cinema, promovido pela Fundacine em parceria com a Cinemateca Capitólio, entre os dias 23 e 27 de março, em Porto Alegre

    A demanda por conteúdo, ferramentas criativas revolucionárias e formas híbridas de entregar  histórias se expandiram exponencialmente após o período crítico de pandemia de Covid-19 e passou a exigir formas criativas de se alcançar o público da sétima arte. O assunto será tema da Masterclass Virtual “Festivais de cinema pós-pandemia: mudanças, evolução e desafios”, que ocorre no próximo dia 22 de março, às 18h, via plataforma Zoom, dentro da programação do  1º Encontro dos Festivais Ibero-americanos de Cinema (EFIC), promovido pela Fundação Cinema RS (Fundacine) em parceria com a Coordenação de Cinema e Audiovisual da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, entre os dias 23 e 27 de março, na Cinemateca Capitólio (rua Demétrio Ribeiro, 1085 – Centro Histórico), em Porto Alegre.

    Ministrada pela produtora cinematográfica e curadora de festivais de cinema Hebe Tabachnik, a masterclass virtual irá abordar (em idioma espanhol), principalmente, as formas possíveis de adaptação e sustentabilidade para diversidade e inclusão, além de traçar possibilidades de se nutrir os indivíduos e as comunidades e ampliar a experiência de ir a um festival de cinema, fazendo isto relevante, provocador, e ao mesmo tempo inspirador e divertido. As inscrições para esta atividade, em especial, devem ser feitas via google forms (link disponível na bio da página da Fundacine no Instagram, e também no site da instituição).

    Ainda nos próximos dias, uma série de profissionais do setor audiovisual de países onde o idioma predominante é o português ou espanhol deve desembarcar em Porto Alegre para participar desta primeira edição do EFIC. O evento tem como objetivo promover ações de formação, conexões criativas e negócios para o segmento e reunirá na capital gaúcha diversos organizadores, produtores, curadores, críticos, programadores, diretores artísticos e gerentes dos principais festivais cinematográficos realizados no cenário ibero-americano.

    Dentre as presenças confirmadas estão representantes de festivais como DocLisboa, Cine Ceará, Festival do Rio, Festival de Guadalajara, DocMontevideo, FRAPA, Festival de Cinema de Gramado, FAM, Mostra de SP, BAFICI, Olhar Festival Internacional de Cinema de Curitiba, Mostra Internacional de São Paulo, É Tudo Verdade, Bafici, FicValdivia, Festival de Cinema da Fronteira, Tela Indígena, Fantaspoa, Janela Internacional de Cinema, Santa Maria Vídeo e Cinema. entre outros.

    Além da masterclass virtual,  a programação contará com debates sobre impulsionamento das políticas públicas para o setor audiovisual, incluindo oito painéis temáticos de capacitação, seguidos de diálogo com representantes de festivais convidados, que estarão apresentando os eventos a partir das suas experiências, seja organização, programação, curadoria ou crítica. Desta forma, o encontro ainda irá oportunizar que os conteúdos produzidos localmente possam ser apresentados a realizadores de festivais nacionais e internacionais. Na grade de atrações, também serão exibidos filmes com relevância no panorama dos festivais ibero-americanos. As inscrições para os painéis também estão abertas (link disponível na bio da página da Fundacine no Instagram, e também no site da instituição).

    A iniciativa conta com financiamento do Pró-Cultura/Sedac-RS e tem patrocínio da CEEE Grupo Equatorial Energia. Também conta com o apoio da Mubi, do Iecine e do Grupo Imobi. A programação completa será divulgada em breve nos sites e redes sociais da Fundacine e da Cinemateca Capitólio.

  • Banda Blackbagual homenageia Bebeto Alves, em “A última vez”
    Blackbagual – Foto Bebeto Alves/ Divulgação

    Banda Blackbagual homenageia Bebeto Alves, em “A última vez”

     

    O show, que acontece no dia 19 de abril, às 20h, terá a participação especial de nomes, como Shana Müller, Duca Leindecker, Flavio Adonis, Gelson Oliveira, Humberto Gessinger, Igor Conrad, Mauro Moraes, Nelson Coelho De Castro, Neto Fagundes, Rodrigo Fishman, Thiago Ferraz e Veco Marques

     

    Todos chegam à última fronteira da vida. Para Bebeto Alves foi em 7 de novembro do ano passado, logo após completar 68 anos. Agora, a banda que o acompanhou por quase 20 anos se prepara para atravessar o último show. No dia 19 de abril, os Blackbagual se reúnem no Theatro São Pedro para homenagear um dos maiores nomes da história da música popular gaúcha. “Pela Última Vez” é o título do espetáculo e, também, do último álbum lançado pelo grupo, em 2020.

    No final dos anos 1970, a música de Bebeto Alves já mostrava as marcas que ainda ressoam. Mas a partir do álbum “Blackbagualnegovéio”, lançado em 2004, as canções ganharam ainda mais peso. Ao encontrar o que chamaria de sua “banda definitiva”, ele encontrou, também, as condições ideais para reunir e ultrapassar todas as fronteiras da sua musicalidade: pop, rock, reggae, samba, milonga, protesto.

    Ao lado de Marcelo Corsetti (guitarra e produção), Luke Faro (bateria) e Rodrigo Rheinheimer (contrabaixo e vocais), Bebeto gravou cinco álbuns, que são a expressão de uma vida inteira dedicada à cultura e às artes. As melodias únicas e as letras, tão contundentes quanto atemporais, registram as muitas partes de um Bebeto Alves maior que si mesmo – o artista capaz de revelar mais e mais vida, mesmo quando a saúde se esvai.

    Longe dos palcos desde o início da pandemia, Bebeto se recuperava de dois AVCs, enquanto também enfrentava um câncer de pulmão. O desejo de fazer um show de despedida foi compartilhado com Marcelo Corsetti no retorno de uma das sessões de quimioterapia. Ele sabia que, ao cruzar a fronteira final, os sonhos seguem vivos. Pela Última Vez é a prova disso. “Será a última dança dessa banda que, orientada pela obra de Bebeto, criou uma sonoridade ímpar para a música no Rio Grande do Sul”, diz Corsetti.

    Blackbagual – Foto Bebeto Alves/ Divulgação

    Os BlackBagual serão acompanhados de outros grandes artistas que influenciaram ou foram influenciados pela música de Bebeto Alves. No palco do Theatro São Pedro estarão companheiros de longa data, como Gelson Oliveira, Mauro Moraes e Nelson Coelho de Castro, além das participações especiais de Shana Müller, Duca Leindecker, Flavio Adonis, Humberto Gessinger, Igor Conrad, Neto Fagundes, Rodrigo Fishman e Thiago Ferraz e Veco Marques.

    Os ingressos custam entre R$80 e R$100, e toda a renda da bilheteria será doada à Associação De Peito Aberto, instituição que auxilia crianças com problemas pulmonares e de asma.

    SERVIÇO
    Os Blackbagual – Pela Última Vez
    Quando: 19 de abril | Quarta-feira | 20H
    Onde: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n – Centro Histórico)
    Ingressos: Plateia e cadeira extra: R$100 | Camarote Central: R$90 | Camarote Lateral: R$90 | Galeria: R$80
    Ingressos antecipados no site do Theatro São Pedro: https://teatrosaopedro.rs.gov.br/os-blackbagual

    *Com Assessoria de Comunicação.

  • Concerto de “Rachmaninoff 150″ e recital gratuito com grupos de Câmara, na programação da OSPA
    Ensaio Rachmaninoff 150. Foto: Leandro Rodrigues/ Divulgação

    Concerto de “Rachmaninoff 150″ e recital gratuito com grupos de Câmara, na programação da OSPA

    Neste fim de semana, a agenda da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac-RS), terá uma programação dupla. No sábado (18/3), às 17h, a Sala Sinfônica recebe o concerto “Rachmaninoff 150”, que tem como destaques a homenagem ao compositor russo Sergei Rachmaninoff e o solo com dois pianistas. Já no domingo (19/3), às 18h, ocorre o primeiro recital gratuito de 2023, com apresentações de dois grupos de Música de Câmara.

    O maestro japonês Nobuaki Nakata. Crédito: Leandro Rodrigues /  Divulgação

    Sobre o concerto “Rachmaninoff 150”

    O compositor e pianista russo Sergei Rachmaninoff é destaque neste sábado (18/03), na Casa da OSPA. O segundo concerto da temporada homenageia um dos pianistas mais influentes do século XX, como uma referência ao seu 150º aniversário. Sob regência do maestro japonês Nobuaki Nakata, os músicos interpretam “Danças Sinfônicas”. O evento será na Sala Sinfônica da Casa da OSPA, às 17h, e será transmitido pelo canal da OSPA no YouTube. Os ingressos custam de R$ 10 a R$ 50 e estão à venda no Sympla. Clique para saber mais.

    A pianista Olinda Allessandrini Foto: Leandro Rodrigues/ Divulgação
    O pianista André Loss, Foto: Leandro Rodrigues/ Divulgação

    O concerto terá como solistas os pianistas Olinda Allessandrini e André Loss, que interpretarão “Concerto para Dois Pianos em Ré Menor”, de Francis Poulenc. O programa ainda contempla o compositor brasileiro Edino Krieger, com a peça “Abertura Brasileira”. Quem desejar conhecer mais sobre as obras poderá chegar à Casa da OSPA às 16h, para participar do Notas de Concerto. A pianista Olinda Allessandrini apresentará ao público detalhes e curiosidades sobre o programa do espetáculo, na Sala de Recitais.

    O Trio Tri. Foto: Leonel Jacques/ Divulgação

    Sobre o recital Duo Sonata e Trio Tri

    Às 18h de domingo (19/03), na Sala de Recitais, a OSPA estreia a Série Música de Câmara na temporada de 2023. Na primeira parte da apresentação, o público poderá prestigiar o Duo Sonata, formado pelo violista Vladimir Romanov e pelo pianista André Carrara, que irão interpretar  “Sonata nº 1”, de Johannes Brahms. No segundo momento, o Trio Tri, formado pela soprano Elisa Machado, pelo pianista Eduardo Knob e pelo trompista Israel Oliveira, leva ao público a interpretação de “Melodia para Trompa Solo”, de Osvaldo Lacerda, e uma série de peças de Franz Schubert. A entrada é franca, sem necessidade de apresentar ingressos, e a escolha de lugar é por ordem de chegada. Clique para saber mais.

    Sonata Duo. Foto: Leonel Jacques/ Divulgação

    ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE

    Concerto da Série Casa da OSPA – Rachmaninoff 150
    SÁBADO, 18 DE MARÇO DE 2023

    Início do concerto: às 17h. Palestra Notas de Concerto: às 16h, com Olinda Allessandrini.
    Onde: Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).
    Ingressos: de R$ 10 a R$ 50. Descontos: ingresso solidário (com doação de 1kg de alimento), clientes Banrisul, Amigo OSPA, sócio do Clube do Assinante RBS, idoso, doador de sangue, pessoa com deficiência e acompanhante, estudante, jovem até 15 anos e ID Jovem.
    Bilheteria: via Sympla em sympla.com.br/casadaospa ou na Casa da OSPA no dia do concerto, das 12h às 17h.
    Estacionamento: gratuito, no local.
    Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.
    Transmissão ao vivo: canal da OSPA no YouTube.

    Recital da Série Música de Câmara – Duo Sonata e Trio Tri

    Quando: domingo, 19 de março de 2023, às 18h.

    Onde: Sala de Recitais da Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).

    ENTRADA FRANCA

    Estacionamento: gratuito, no local.

    Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.

    Estas atrações disponibilizam medidas de acessibilidade.

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Vero.

    Patrocínio da Casa da Ospa: Banrisul, Vero, Panvel, Grupo Zaffari e Gerdau.

    Apoio da Temporada Artística: Fraport e Imobi. Promoção: Clube do Assinante RBS.

    Realização: Fundação Ospa, Fundação Cultural Pablo Komlós, Secretaria da Cultura do RS, Ministério da Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução. PRONAC: 212601.

    * Com Assessoria de Comunicação

  • Homenagem à Daisy Viola e grande acervo, na abertura de temporada da Galeria Duque
    A artista visual Daisy Viola. Foto: Nilton Santolin/ Divulgação

    Homenagem à Daisy Viola e grande acervo, na abertura de temporada da Galeria Duque

    Primeira exposição do ano destaca grandes nomes como Vasco Prado, Portinari, Banksy, Iberê Camargo, Di Cavalcanti e Magliani e revela obras históricas da curadora Daisy Viola.

    Obra de Danúbio Gonçalves/ Divulgação

     O espaço também expõe as obras da ceramista Zica Fortini e apresenta a arte urbana do arquiteto e artista visual Roberto Freitas em sua fachada.

    Obra de Burle Marx/ Divulgação

                A abertura da temporada 2023 da Galeria Duque (Rua Duque de Caxias, 649), em seu 11º ano de atividades, será no sábado 18 de março, com vernissage a partir das 14h. Além do rico e múltiplo acervo do espaço com grandes nomes da arte do Brasil e do exterior presente na imperdível exposição “Olho e Coração”, os visitantes poderão apreciar criações da curadora e professora de arte Daisy Viola, da ceramista Zica Fortini e do artista Roberto Freitas.

    Wilson Cavalcanti – Cava AST / Divulgação

                “A Galeria Duque proporciona aos visitantes a oportunidade de apreciar obras de talentos mundiais e nacionais da arte. Desta vez, a exposição também homenageia a curadora Daisy Viola, uma amiga com quem divido os meus sonhos de arte nesse espaço de produção cultural”, destaca o galerista Arnaldo Buss.

    Mulher Casca – Obra de Daisy Viola – Foto Júlia Berestein/ Divulgação

    “Para iniciar a programação, propomos uma experiência de extremos que a arte permite. Vamos mostrar trabalhos que “batem direto” em um primeiro olhar, quando sentimos um prazer imenso pela força das cores, ou um susto e até repulsa pela distorção das formas e, ainda, a curiosidade nas abstrações que nos fazem pensar se o que vemos é mesmo a intenção do artista ou, então, a delicadeza das linhas e detalhes que nos fazem chegar mais perto para sentir a magia dos enigmas misteriosos da poesia do humano”, ressalta a curadora da Galeria Duque, Daisy Viola, que também é artista homenageada na abertura da temporada 2023.

    Obra de Fahrion/ Divulgação

    Na área principal, nos dois primeiros pisos da galeria, a exposição “Olho e Coração” abre o calendário e apresenta uma nova seleção de obras de acervo, com a presença de artistas consagrados no Rio Grande do Sul em diálogo com a produção brasileira moderna e contemporânea, representada por nomes como Ado Malagoli, Banksy, Iberê Camargo, Magliani, Danúbio Gonçalves, Milton da Costa, Ruth Schneider, Aldo Locatelli, Milton da Costa,Ivald Granato, Cândido Portinari, Fúlvio Pennacchi, Burle Max, Jorge Guinle, Brito Velho, Eduardo Sued, Fahrion, Milton Kurtz, Nelson Jungbluth, Pedro Weingartner, Alice Soares, Vasco Prado, Mira Schendel, Rubens Gerchmann, Cícero Dias, Di Cavalcanti, Ivan Serpa e Djanira.

    Homenageada 

    A artista visual e curadora da Galeria Duque Daisy Viola, que é considerada uma das grandes mestres das artes do Rio Grande do Sul na atualidade, terá sua primeira exposição individual no espaço. Ela ocupará o terceiro pavimento da galeria. Em “Um (meu) Caminho de Expressão”, os visitantes poderão apreciar trabalhos de diferentes períodos de produção, uma espécie de retrospectiva não-cronológica do seu fazer como artista. “A hora é de resgate do trajeto. São pinturas, desenhos e objetos têxteis, em que me coloco como ser contemporânea, uma mulher aqui e agora”, explica.

    Daisy Viola – Acervo Pessoal/ Divulgação

                Daisy apresenta suas criações do alto de uma trajetória de quem é formada em Desenho e Artes Plásticas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), é instrutora de artes no tradicional Atelier Livre Prefeitura de Porto Alegre, desde 1996, onde também já foi diretora. Vários artistas gaúchos tiveram a oportunidade de receber seus conhecimentos no Atelier Livre Xico Stockinger, que, historicamente, é a referência na formação de artistas do Estado. O papel de Daisy também é relevante no fomento das artes em Porto Alegre, estimulando e formando novas gerações de artistas e de artistas mulheres em torno das artes têxteis. “Trago trabalhos antigos e pinturas realizadas e não mostradas para estabelecer uma relação entre tempos diferentes do meu processo criativo, coisas que fui guardando sem mostrar, mas que fazem parte da minha história. Coisas que são, na verdade, sua base. A partir delas, sigo meu voo”, reflete.

    Obra de Zica Fortini / Divulgação

    Cosmos

    A ceramista Zica Fortini é a artista convidada para ocupar o 4º andar da Galeria Duque com a exposição Cosmos. Ela vem se dedicando à produção de obras de parede, criando em materiais como ferro, placas acrílicas e placas cerâmicas, papel machê, material orgânico, da natureza, entre outros. Seus trabalhos recaem em formatos orgânicos, sejam eles de aspecto cósmico a formatos mais singulares. São frutos de um processo de construção, desconstrução e reconstrução, que impactam pela composição de materiais em uma perspectiva tridimensional inovadora. Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Zica é membro da Diretoria da Associação dos Artistas Chico Lisboa/RS.

    Arte urbana

    Quem chegar à Galeria Duque a partir do dia 18 também impressionará os olhos com as criações do artista visual, arquiteto urbanista e designer de produto Roberto Freitas. Em parceria com Daisy Viola, ele realizará intervenções da fachada do local. O trabalho conjunto iniciou-se em 2021 com a produção e a instalação de móbiles de barquinhos de papel. O artista, que também trabalha com intervenções de arte urbana em espaços públicos da cidade, já desenvolveu o projeto O Barquinho, que recria em grandes dimensões um barco de papel, daqueles montados pelos pequenos na infância e colocados em pontos importantes da cidade como o Largo dos Açorianos e o espelho d’água do Parque da Redenção.

    Agenda:

    Exposição Olho e Coração
    Local: Galeria e Espaço Cultural Duque
    Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre
    Vernissagem: sábado, 18 de março, das 14h às 16h30min
    Período da exposição: de 18 de março até 8 de julho
    Horário de funcionamento:
    Seg/Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h
    Entrada Franca

    * Com Assessoria de Comunicação