O Butiá recebe neste sábado (29) o show de Bíbi Jazz Band. Com cinco anos de existência e influenciada por diversas vertentes, o grupo resgata toda a linguagem do jazz canção e standards que marcaram época. Além de nomes já consagrados da cultura norte-americana, o repertório apresenta clássicos da cultura popular latina. A banda é formada por Bibiana Dulce (vocal), Antonio Flores (guitarra), Rodrigo Arnold (baixo) e Mateus Mussatto (bateria).
No domingo (30) tem Nicola Spolidoro Quarteto. Acompanhado de Caio Maurente (baixo), Cristian Sperandir (teclados) e Rafa Marques (bateria), Nicola (guitarra) apresenta composições próprias e algumas baladas, em versões instrumentais, de compositores como Gilberto Gil, Brad Mehldau e Chico Buarque.
Nicola Spolidoro e quarteto se apresentam domingo, dia 30. Foto Zé Carlos de Andrade/Divulgação
As apresentações ao ar livre iniciam às 16h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail após a reserva.
SERVIÇO
Bíbi Jazz Band
Quando: 29 de maio | Sábado Hora do show: 16h30
Nicola Spolidoro Quarteto
Quando: 30 de maio | Domingo Hora do show: 16h30
Ingresso: R$ 40 | Crianças até 10 anos não pagam | Consumação mínima: R$ 30 Reservas somente pelo site www.obutia.com
Cão são bem-vindos, desde que em suas guias
A terceira exposição a ocupar a Galeria Escadaria, no alto do viaduto Otávio Rocha, Centro Histórico de Porto Alegre, traz um tema que está na ordem do dia no Brasil e no mundo todo A proteção ao meio ambiente. Chama-se “Pantanal, a beleza ameaçada”. E não traz imagens da devastação realizada na região, ao longo dos tempos. E sim fotos da natureza, os animais e a paisagem exuberante que caracteriza o Pantanal.
Foto Daisson Flach/ Divulgação
É um olhar duplo, dos fotógrafos Daisson Flach e Douglas Fischer. No texto de apresentação da exposição, eles explicam a motivação do trabalho, cujo valores das vendas de fotos serão integralmente repassados a instituição Banco de Alimentos.
Foto Daisson Flach/ Divulgação
O curador da mostra, fotógrafo Marcos Monteiro e responsável pela Galeria da Escadaria, respondeu às perguntas enviadas por email pelo JÁ Porto Alegre.
PERGUNTA: Como defines a próxima exposição da Escadaria?
RESPOSTA: A Exposição Pantanal vem sendo planejada desde janeiro juntamente com o Douglas e o Daisson. As imagens retratam de forma brilhante esse mundo pouco conhecido que é o pantanal brasileiro .
PERGUNTA: Como tu conheceu o trabalho dos fotógrafos.RESPOSTA:
RESPOSTA: O Douglas Fischer é um amigo que conheço e admiro há alguns anos e o Daisson Flack me foi apresentado em janeiro e seu trabalho me impactou pela excelente qualidade artística.
PERGUNTA: Qual foi critério na escolha das fotos?
RESPOSTA: Os dois fotógrafos me apresentaram dezenas de fotos resultantes das duas expedições que realizaram de 2018 para cá. Nossa ambição foi mostrar um Pantanal em seu esplendor máximo, a partir daí fiz uma seleção rigorosa combinando o trabalho dos dois artistas, o resultado estarão na exposição em breve.
Foto Douglas Fischer / Divulgação
PERGUNTA: Dessa vez fica dois meses. Porque?
RESPOSTA: Pela relevância do trabalho e seu apelo ecológico num momento de devastação de nossas matas em detrimento de um falso progresso. A exposição mostra o que pode não mais existir daqui alguns anos.
PERGUNTA: Depois dessa exposição, qual a próxima?
RESPOSTA: Em agosto vamos exibir o trabalho da artista portuguesa Fernanda Carvalho, um trabalho impactante e totalmente original, tenho certeza do seu sucesso.
Foto Douglas Fischer/ Divulgação
A exposição, nas palavras dos seus autores:
Pantanal, a beleza ameaçada
“A exposição “Pantanal, a beleza ameaçada” nasce de uma grande e
longa e amizade, construída a partir de muitas afinidades, entre elas a
fotografia. Em 2018, decidimos que era o momento de realizar uma viagem com o objetivo específico de fotografar vida natural. O destino escolhido foi o Pantanal mato-grossense, maior planície alagável do mundo, com uma biodiversidade riquíssima, que se espalha pelos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, adentrando também território paraguaio e boliviano.
A primeira expedição, em 2018, levou-nos ao Parque Estadual do
Encontro das Águas, em Porto Jofre, ponto final da Transpantaneira, estrada- parque que inicia em Poconé, no Mato Grosso. Logo ao cruzar o portal da Transpantaneira, um grande e preguiçoso jacaré e um sobrevoo de araras azuis anunciou a força e a diversidade daquele maravilhoso, raro e frágil bioma brasileiro
Em uma curta expedição de quatro dias, fizemos cerca de doze
avistamentos de onças em ambiente natural. Deslizando de voadeira pelas
águas do rio Piquiri e seus corixos, encontramos vida, vida e mais vida, com
seus contrastes, seus tantos cantos e sons. Tudo ali, simplesmente existindo diante de fotógrafos extasiados. Não há como falar do Pantanal sem hipérboles, sem os clichês que acompanham o vislumbre de uma beleza que parece tão irreal, onírica.
Foto: Douglas Fischer/ Divulgação
Voltando para casa, com milhares de imagens feitas e outras milhares
na memória, tínhamos a certeza de que fora apenas a primeira visita nossa. E foi. No setembro seguinte, partimos para a nossa segunda incursão pelo pantanal. Entramos pelo Mato Grasso do Sul, explorando a região do Pantanal de Corumbá, mais especificamente as regiões do Passo do Lontra e Nhecolândia, andando pela Estrada-parque do Pantanal, na área banhada por águas do Rio Miranda.
Dessa vez, fomos recebidos na entrada da estrada por um sobrevoo de
colhereiros, com seus inconfundíveis bicos e plumagem rósea.
Toda a beleza e a potência da natureza pantaneira estava novamente lá,
mas havia um outro componente, tangível, perigoso, desolador: a fumaça
nublava o céu pantaneiro, o azul se diluía em cinzas. Na estrada, podíamos ver as queimadas nas fazendas, gaviões e aves de rapina em grande atividade, um estranho halo em torno do sol. Mais de uma vez a fumaça envolveu toda a paisagem. À noite, o noticiário trazia tristes notícias do fogo que vinha queimando extensas áreas, inclusive no parque que visitáramos um ano antes.
O fogo quando chega, queima tudo: a onça, o cervo, o gavião, a garça-moura, o macaco, o lobito, o tuiuiú, o cardeal, a capivara, a sucuri, o pato, a
biguatinhga, o tamanduá. A beleza tenta fugir e, aprisionada, sucumbe. Os que escapam, começam de novo, esperançosos na chuva que há de encher o Pantanal novamente e trazer esperança para tudo o que vem. Como milagre, a beleza rebrota, resiliente, o ar vai ganhando cores, mas as cicatrizes ficam. Essa exposição, realiza o sonho de soltar os bichos na urbe, ocupar a cidade com a beleza ameaçada, trazer aos olhos o que lá existe e precisa de cuidado. É o vislumbre de um Brasil de antes do Brasil, uma conexão íntima com a natureza pujante que persiste e grita.
Com a sensível curadoria de Marcos Monteiro, a exposição é aberta,
gratuita, democrática, livre e solidária. No coração de Porto Alegre, em um dos mais icônicos espaços públicos, o viaduto da Otávio Rocha, um convite ao olhar à sensibilidade e à urgente reflexão sobre o futuro dos biomas brasileiros e sobre a responsabilidade que temos em sua preservação.
“Pantanal, beleza ameaçada” é uma declaração de amor e um
manifesto.”
Daisson Flach e Douglas Fischer
Foto Daisson. Flach/ Divulgação
Quem são:
Daisson Flach: Advogado, professor universitário, tem como temas
fotográficos prediletos natureza e música. Realiza sua exposição de estreia
Fotógrafo Daisson Flack. Foto: Divulgação
Douglas Fischer, procurador regional da República, professor e fotógrafo, com ênfase em natureza e urbano.
Fotógrafo Douglas Fischer. Foto : Divulgação
SERVIÇO:
A exposição Pantanal, beleza ameaçada, fica em exibição durante os meses de junho e julho deste ano, 24 hrs por dia, na Galeria Escadaria no viaduto Otávio Rocha, escadaria Verão,
O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB RS) promove no dia 18 de maio (terça-feira) o evento virtual de Inauguração dos Espaços do Projeto Memória ArqUrbRS e lançamento do livro “E se as cidades fossem pensadas por mulheres”, da editora Zouk. A transmissão será realizada a partir das 19 horas pelo Facebook do IAB RS.
A inauguração terá apresentação de Rafael Passos, presidente do IAB RS e de Letícia de Cássia, gestora do projeto Memória ArqUrb RS – Edição LAB, tendo como convidadas Beatriz Araujo, secretária da Cultura do RS e Márcia Bertotto, diretora do Centro de Memória IAB.
Já o lançamento do livro terá mediação da arquiteta Paula Motta, vice-presidente do IAB RS e a participação das autoras Laura Sito, Mariana Félix e Misiara Oliveira.
SAIBA MAIS:
A memória do IAB RS, materializada em seu acervo e a base para estruturação de novos caminhos traça novos começos, preservando objetos de arte, acervos bibliográficos e documentais. Com esse intuito e que em 2019, o IAB RS realizou uma parceria com o curso de Museologia da Fabico/UFRGS, para realização de uma série de atividades, visando a organização do seu arquivo, organização e implementação de uma nova biblioteca a fim de ampliar seu público.
A proposta foi elaborada e encaminhada pela Pangea Cultural, escritório de gestão cultural e social para o Edital SEDAC no10/2020, Edital de Concurso Aquisição de Bens e Materiais e recebeu recursos da Lei no 14.017/2020, Lei Aldir Blanc. Assim, o projeto possibilita o debate interdisciplinar, a partir da estruturação física da Biblioteca Comunitária Arquiteta Enilda Ribeiro (BiCAER) e do Arquivo Histórico Demetrio Ribeiro (AHDR), equipamentos projetados para a educação para o patrimônio.
Os espaços são integrados dentro do prédio Solar do IAB RS, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre e têm como objetivo desenvolver práticas socioeducativas acerca da arquitetura e do urbanismo, por meio da pesquisa, educação para o patrimônio, direitos humanos, preservação da memória e convivência comunitária, em prol da cidadania de crianças, jovens e adultos.
SERVIÇO:
O que: Evento virtual de Inauguração dos Espaços do Projeto Memória ArqUrbRS e lançamento do livro “E se as cidades fossem pensadas por mulheres”
Quando: Dia 18 de maio (terça-feira) às 19 horas
Onde: Facebook do IAB RS (https://www.facebook.com/IABRS )
Encerrando em grande estilo o Melodias que Conscientizam a Doação de Órgãos, esse projeto tão importante quanto sensível, o grupo de milonga rock, LOS3PLANTADOS, formado pelos músicos Jimi Joe, King Jim e Bebeto Alves, lança um mini documentário, de mesmo nome. Ele chega numa importante hora, pois com a pandemia em curso se faz ainda mais necessário falar de solidariedade, amor ao próximo, empatia e a importância da doação de órgãos para salvar vidas. O documentário será lançado na quinta, dia 20 de maio, nas redes sociais da banda – youtube e facebook.
O projeto foi contemplado com o FAC/Movimento 2019 através do Pro-Cultura/RS e da SEDAC, e faz parte da campanha permanente de doação de órgãos de Los3Plantados. Incluiu a transmissão de três lives/show e bate-papo com especialistas nas cidades de Vacaria, Bento Gonçalves e Passo Fundo. O documentário, com 25 minutos, traz depoimentos dos músicos Jimi Joe, King Jim e Bebeto Alves, cinco músicas do show gravado ao vivo em fevereiro 2021 e os debates com três médicos patologistas, convidados. As três lives foram transmitidas no mês de março de 2021 nas redes sociais da banda, via rádios e TV local Universitárias do interior. Entre os temas abordados estão superação, solidariedade, a evolução dos estudos científicos e a importância do SUS para salvar vidas.
Estiveram presentes nos debates com a banda os médicos Spencer Camargo, cirurgião de transplantes da Santa Casa (live/Vacaria); Luiz Felipe Gonçalves da Unidade de Transplante Renal do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (live/Bento Gonçalves) e Paulo Reinchert hepatologista, cirurgião e coordenador do serviço de transplantes do Hospital São Vicente de Paula de Passo Fundo e diretor da faculdade de medicina da UPF (live/Passo Fundo). O documentário mostra os bastidores do projeto e traz para o foco essa importante discussão acerca da vida. A direção é de Mirza Reverbel, a montagem de Rodrigo Alencastro e a produção executiva do projeto de Paola Oliveira – Trilha Sonora Produções &Copyright.
O projeto inicial previa três shows presenciais nas três cidades do interior do RS, mas em função da COVID-19 teve que ser reformulado e passou a ser transmitido via lives. O show foi pré-gravado em vídeo-digital, no dia 13 de fevereiro de 2021 quando o RGS entrou em bandeira preta, mas todos os cuidados sanitários foram executados antes e, principalmente, na hora da gravação.
As apresentações previstas em teatros locais migraram para as ondas sonoras de quatro rádios FM’s e uma TV local. Assim, a mensagem de LOS3PLANTADOS atingiu um número muito superior de público e cidades do que era previsto no projeto inicial.
esse é o preview do doc: https://youtu.be/-Plj5ga8OyU
* dia 20 será enviada a versão final, com acessibilidade em LIBRAS
O fotógrafo Jorge Aguiar, natural de Porto Alegre, 65 Anos, coloca para funcionar no final de maio um sonho profissional que começou há 20 anos, fruto de sua experiência de 45 anos como fotógrafo. O projeto Click da Kombi, em que realiza oficina gratuita para moradores de comunidades carentes. Aguiar leva o Click da Kombi à Viamão, Cachoeirinha e Guaíba. Os detalhes e datas dos cursos estão no card de divulgação.
O JÁ Porto Alegre enviou perguntas ao fotógrafo , que respondeu por email.
PERGUNTA: Quem é Jorge Aguiar?
RESPOSTA: Eu me realizo nas periferias, documento as minhas guerras urbanas, eu sou de alto risco… sem lenço, sem documento, somente uma câmera nas mãos.” Esse é Jorge Aguiar por ele mesmo. Seria muita pretensão defini-lo, mas eu arriscaria afirmar que esse é um daqueles fotógrafos que capturam a riqueza onde ninguém a vê. É nas coisas simples e cotidianas, nas culturas e tradições que se extinguem, nos sofrimentos anônimos, na poeira da estrada, nas lutas silenciosas e na
explosão das batalhas que ele encontra sua expressão máxima. Ladrão de instantes, congela para sempre o presente na sua caixa de Pandora, para depois abri-la e nos surpreender com a sua dor. A velocidade perfeita, a abertura exata, a composição sensível, a emoção lapidada no latejar das veias, com o peito aos saltos, e eis que o presente, esse prisioneiro do nunca antes e do nunca mais, se faz eterno. Emoção e domínio. Esse é o Jorge Aguiar”. Texto Lidia Fabrício
Foto: Lidiane Heins/ Divulgação
Trabalho há 45 anos com Fotojornalismo. Há 25 anos desenvolvo o Projeto Luz Reveladora Photo da Lata em periferias ministrando oficinas pinhole para jovens e adultos em áreas de vulnerabilidades sociais. Ganhador do Prêmio Direitos Humanos UNESCO em 2003-Projeto Photo da Lata e autor do Projeto Click da Kombi Escola de Fotografia Itinerante.
PERGUNTA: Conte um pouco da suas andanças pelo mundo.
RESPOSTA: É muito difícil falar em primeira pessoa, mas tenho uma caminhada de um flaner pelo mundo observando o comportamento humano, sem pressa de chegar.
PERGUNTA: É conhecida sua admiração pelo fotógrafo Sebastião Salgado. O que gosta no trabalho dele?
RESPOSTA: O trabalho Trabalhadores
E mais alguém? Cartier-Bresson
PERGUNTA: O que é o Projeto Click da Kombi? Apresente para quem não conhece.
RESPOSTA: Idealizado há mais de 20 anos quando fiz uma vaquinha virtual e com a ajuda de milhares de amigos consegui adquirir a kombi, surgindo assim, o Click da Kombi – Escola de Fotografia Itinerante, que é um laboratório itinerante e levo educação e cultura das artes da fotografia para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
PERGUNTA: Qual tua motivação?
RESPOSTA: É o resgate da alto-estima e a capacitação profissional dando
acesso à cultura e a arte de fotografar, promovendo solidariedade e expressão com base em valores humanos.
PERGUNTA: Qual público alvo?
RESPOSTA: Não tem limites de idade
PERGUNTA: Qual é a percepção dos alunos sobre fotografia?
RESPOSTA: Os alunos se encantam com a arte de fotografar, abrindo um novo olhar e muitos deles seguem a carreira de fotógrafos comunitários.
PERGUNTA: Tiveste recusas de financiamento cultural para esse projeto da Kombi. O que aconteceu? O que tens a dizer sobre júri, critério de julgamento e os projetos de financiamento cultural em si?
RESPOSTA: Não falarei sobre isso.
PERGUNTA: Como tem sido fazer fotografia de rua, presencial como a tua, em tempos de pandemia?.
RESPOSTA: Muito difícil porque não tem como para ir nas periferias. Todo o meu trabalho é presencial, caminhar nas vilas, falar com as pessoas É nesse momento humanamente impossível.
Da série Manaslisas da Periferia. Jorge aguiar/ Divulgação
O Butiá recebe neste sábado (15) o Bossa 50, em uma homenagem ao movimento musical, com harmonia jazzística, que projetou a música brasileira para o mundo. No repertório do grupo, formado por Chico Paixão (voz e violão), Everton Velasquez (baixo e vocais), Leonardo Boff (piano e voz) e Diego Silveira (bateria), clássicos como: Água de Beber, Berimbau, Wave, Tarde em Itapoã, Lígia, Samba pra Vinícius, Samba de Orly e Samba da Benção.
Pedro Tagliani se apresenta com mais três músicos. Foto: Anibal Carneiro/ Divulgação
No domingo (16) tem Pedro Tagliani Quarteto. Acompanhado de Nico Bueno (baixo), Luis Mauro Filho (teclados) e Cesar Audi (bateria), Tagliani apresenta composições próprias, com raízes na música brasileira e elementos do jazz universal. Para este show, foi feita uma seleção com releituras de músicas compostas em diversas fases da sua carreira, desde o Grupo Raiz de Pedra, nos anos 1980, passando pelo período em que viveu na Europa, até músicas do seu novo álbum “Hemisférios”. Tagliani selecionou ainda algumas composições de Pat Metheny.
As apresentações ao ar livre iniciam às 16h30 até o pôr do sol. Os ingressos custam R$ 40 e, em cumprimento aos protocolos sanitários, as reservas devem ser feitas pelo site www.obutia.com. A localização e como chegar são informadas por e-mail após a reserva.
SERVIÇO
Jazz na Beira com Bossa 50
Quando: 15 de novembro | Sábado
Hora do show: 16h30
Jazz na Beira com Pedro Tagliani Quarteto
Os livros “João aos pedaços”, biografia de João Gilberto Noll escrita por Flávio Ilha, e “Somos todos Caim”, de Clarice Müller, serão lançados no FestiPoa Literária.
Ambos são publicações da Diadorim Editora e serão lançados dias 16 e 17 de maio. Flávio Ilha conversará com José Castello e Clarice com Reginaldo Pujol Filho.
Em ‘João aos Pedaços’, Flávio Ilha, leitor assíduo de Noll, demostra sua admiração pelo autor, um dos grandes nomes brasileiros da atualidade.
O jornalista e escritor acompanhou de perto seu trabalho, mas só foi conhecê-lo pessoalmente em 2016, ao cursar uma de suas oficinas literárias.
Nesta ocasião os dois iniciaram um processo juntos: Flavio propôs a produção de um documentário sobre sua história literária, que seria feito a partir das tradicionais caminhadas do escritor no centro da cidade de Porto Alegre, e também de leituras de trechos de seus livros por pessoas convidadas.
o escritor Flávio Ilha . Foto: Tânia Meinerz/ Divulgação
“Noll inclusive já havia selecionado alguns trechos para ler, estava empolgado, mas morreu antes de conseguirmos dar início ao projeto. Como não seria possível fazer o trabalho sem ele, decidi transformar em uma biografia. Comecei aos poucos, tateando, procurando pessoas. Só engrenou mesmo em 2019”, afirma Flávio Ilha
Flávio Ilha, escritor e editor, é autor de ‘Longe daqui, aqui mesmo’ (2018) e ‘Ralé’ (2019), finalista do Prêmio Açorianos em 2020.
A escritora Clarice Muller. Foto Beto Rodrigues / Divulgação
Clarice Müller escreve desde sempre. Tem amor pelas palavras, afinidade, identificação.
Do primeiro livro Veroverbo, composto por narrativas breves em parceria com Cláudio Santana, até o ‘Somos Todos Caim’ , se passaram dezenove anos. “O livro de contos foi todo gestado durante a oficina ministrada pelo escritor Reginaldo Pujol Filho, que foi fundamental na análise crítica de cada texto e no estímulo para publicá-los”, afirma a autora, feliz por dividir a mesa do lançamento com o escritor. “Desde que fui alfabetizada fiz das palavras meu principal domínio, falando ou escrevendo. Na escrita encontrei um meio de expressão que se tornou indispensável, mesmo nos longos períodos em que não desenvolvi trabalho criativo constante. Nessas épocas, na falta de uma disciplina que me impusesse escrever diariamente, participava de oficinas de criação literária que mantinham a prática viva, ainda que não permanente”, conta Clarice.
JOÃO AOS PEDAÇOS – biografia de João Gilberto Noll
De Flávio Ilha / Diadorim Editora
Lançamento dia 16 de maio, às 16h em mesa com José Castello / FestiPoa Literária
O livro está em pré-venda no site da Livraria Baleia por 45 reais
http://bit.ly/JoaoAosPedacos
SOMOS TODOS CAIM – livro de contos
De Clarice Müller / Diadorim Editora
Lançamento dia 17 de maio, às 21h30min em mesa com Reginaldo Pujol Filho/ FestiPoa Literária
O livro está em pré-venda no site da Livraria Baleia por 38 reais
Nessa quarta-feira, dia 12 de maio , às 19 horas, acontece o lançamento do livro “A filha do Dilúvio”, na Sala Libretos no Facebook/libretoseditora, com reapresentação no dia 14 (sexta-feira), no mesmo horário, no YouTube (libretos100). Durante a live A sociedade em metástase, o autor Miguel da Costa Franco conversa com a escritora Leticia Wierzchowski e o jornalista e escritor Rafael Guimaraens sobre a estrutura de seu romance e as questões abordadas em A filha do Dilúvio.
Segundo o material de divulgação, Rosa e Caçapava são moradores de rua; João e Sandra, um casal de classe média. De um lado, uma herança inesperada e a ascensão social; de outro, o cruento desenrolar da vida em meio à miséria e à falta de opções. Quando a realidade obriga os quatro ao convívio, duas realidades paralelas se sobrepõem de forma explosiva, reorganizando desejos, afetos, traumas e dilemas pessoais. Para alguns, chorar é da vida. Para outros, o conforto está dado. Gerar descendência passa de escolha a conflito em um país desigual e fraturado. Entre extremos, a humanidade insiste em pedir passagem.
Em “A filha do Dilúvio” (Libretos, 2021, 208 páginas), Miguel da Costa Franco pariu uma história das entranhas de uma sociedade anestesiada pela frieza. O livro trata de temas urgentes como a desigualdade e a dureza da vida, nossas culpas e contradições. Denuncia de forma visceral e explícita a inoperância das instituições e a hipocrisia que enfraquece o tecido social, e aponta para os dilemas da paternidade e da maternidade numa espécie em colapso.
Miguel nos apunhala com um mundo em metástase e nos põe em confronto com a nossa própria incapacidade de agir. O jornalista e escritor Rafael Guimaraens endossa o impacto desta narrativa dinâmica e intensa: “É uma história inquietante e profundamente humana, pro bem e pro mal. (…) Envereda por caminhos surpreendentes e desconcertantes. O leitor não sai dessa experiência incólume.”
Cuidadoso na construção de personagens complexos – o ‘povo das casas’ e o ‘povo das ruas’-, o autor comenta que foi de fundamental importância seu acesso ao jornal Boca de Rua, realizado com o apoio da Alice – Agência Livre para Informação, Cidadania e Educação. “Esse periódico, vendido pelas esquinas da cidade – com o qual aprendi muito -, dá vez e voz ao ‘povo das ruas’, falando de seu universo, de seu desamparo e das dificuldades cotidianas, da violência institucional, da ausência de políticas públicas efetivas para enfrentar o problema da exclusão.”
Nessa quarta-feira, dia 12 de maio , às 19 horas, acontece o lançamento na Sala Libretos no Facebook/libretoseditora, com reapresentação no dia 14 (sexta-feira), no mesmo horário, no YouTube (libretos100). Durante a live A sociedade em metástase, o autor Miguel da Costa Franco conversa com a escritora Leticia Wierzchowski e o jornalista e escritor Rafael Guimaraens sobre a estrutura de seu romance e as questões abordadas em A filha do Dilúvio.
Trecho:
“Os dois parceiros passariam a madrugada inteira nessa novela encardida. Rosa, bufando e praguejando, foi se livrando das roupas aos poucos, até ficar totalmente nua. Caçapava, na maior parte do tempo, assobiava milongas e chamamés. No mais, tinham com eles o crepitar do fogo, o frescor úmido da brisa, os sapos e os grilos, o desassossego das águas buliçosas do rio lambendo o juncal e as pedras da margem. A cadela Furiosa, companheira dedicada, se encarregava de vigiar o acampamento erguendo as orelhas e o focinho a cada tanto e acoando para os bichos, visíveis ou invisíveis, que se aproximavam. Quando as dores nas costas apertaram e uma manada de elefantes começou a pisotear sem dó os quadris de Rosa, esmigalhando o que podia de seus ossos, ela se pôs de quatro, como um animal. Era como ficava mais confortável. Já pouco ouvia do que o outro lhe perguntava. Com os sentidos voltados para o seu interior, circulava por outros mundos.”
Miguel da Costa Franco. Foto: Acervo pessoal/ Divulgação
Miguel da Costa Franco
A filha do Dilúvio é o seu segundo romance. É autor de Imóveis Paredes (Libretos, 2015) e Não Romance (Metamorfose, 2018), contos selecionados. Foi finalista do Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores na categoria Narrativas Curtas e recebeu premiações também por conto, crônica e poesia. Participou de coletâneas, entre as quais a Antologia de Contistas Bissextos (L&PM, 2007). Escreveu o roteiro do filme O último desejo do Dr. Genarinho (2002), foi corroteirista do telefilme e da série de tevê Doce de Mãe (2012 e 2014), vencedora do International Emmy Award for Best Comedy em 2015, e colaborou no roteiro de Aos Olhos de Ernesto (2019), todos produzidos pela Casa de Cinema de Porto Alegre. Mantém o site www.migueldacostafranco.com.br. Colaborou com jornais e revistas, como Correio do Povo, Pasquim Sul, Não, Parêntese e Sepé. Nasceu em Roca Sales/RS, em 1958.
A filha do Dilúvio (Libretos, 2021)
de Miguel da Costa Franco
Romance, 208 páginas, formato 14cm x 21cm (brochura)
ISBN 978-65-86264-29-6
Preço sugerido 40,00
Lançamento:
Dia 12 de maio, às 19h
Sala Libretos (facebook@libretoseditora)
A sociedade em metástase
Lançamento do romance “A filha do Dilúvio”
com Miguel da Costa Franco, Leticia Wierzchowski e Rafael Guimaraens
No dia 15 de maio (sábado), a Quimera Criações Artísticas abre a programação do Curto-Circuito – Mostra de Palhaçaria Cibernética, com uma oficina de criação de vídeos curta-metragem. Em tempos de pandemia, a atividade nasce com o intuito de estimular a produção independente de conteúdo digital para artistas de diversos setores e outros públicos. O encontro gratuito inicia às 16h, pela plataforma ZOOM, com tradução em Libras e tem 1h30 de duração. As vagas são limitadas, e as inscrições devem ser feitas pelo palhacariacibernetica@gmail.com.
A atividade online antecede nove dias de apresentações, nas redes sociais, de seis grupos e de nove artistas independentes de sete cidades do RS
Ministrada por Walter Diehl, a oficina abordará, de forma básica e geral, os aspectos técnicos para a produção de vídeos curtos, com dicas, truques e informações sobre equipamentos, programas e a organização necessária para iniciar na área dos projetos audiovisuais. “O enfoque é a utilização de recursos acessíveis aos participantes, levando-se em conta o contexto de pandemia e a dificuldade de realizar produções complexas, mas também indica o uso de alguns recursos profissionais como referência”, destaca Diehl.
Designer visual, editor de vídeos e motion designer freelancer, Walter Diehl também atua como ator, performer e artista circense. Pesquisa o universo do clown desde 2005 e desenvolve o Palhaço Nenusko desde 2006, produzindo, mais recentemente, vídeos do seu clown para a internet.
Palhaçaria Cibernética No dia 24 de julho estreia a Mostra de Palhaçaria Cibernética. Realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/2, por meio do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, o evento visa o fomento à pesquisa e à produção cultural de alguns dos mais influentes palhaços de diferentes gerações atuantes no Rio Grande do Sul e áreas de atuação: circo, teatro, arte de rua, hospital, mímica e dança.
Durante nove dias, serão disponibilizados 20 vídeos de curta-metragem no Instagram e Youtube da Quimera, além de drops com curiosidades sobre a palhaçaria. Além da trupe Quimera Criações Artísticas, compõe o elenco o Grupo Ueba (Caxias do Sul), Circo Híbrido (POA), Grupo TIA (Canoas), Cia de Palhaços Clowncando (Santa Maria), Míriam Torres (Trupe Pé de Palhaço – Canela), Paulo Stümer (Circo Jardim – Novo Hamburgo), Walter Diehl (São Leopoldo), Tuta Camargo, Larissa Sanguiné, Eveliana Marques Ekin, Carollini Marafigo, Márcio de Lima e Heinz Limaverde (Porto Alegre), e a participação especial da Cia H de Dança.
O projeto foi concebido por Diehl e pelo dramaturgo, ator, diretor e palhaço Jéferson Rachewsky. Em 2014, Rachewsky recebeu o Prêmio Tibicuera de Melhor Ator Coadjuvante, por “As Aventuras do Pequeno Príncipe”. Pela Quimera Criações Artísticas, recebeu nove indicações ao Tibicuera e oito ao Prêmio Açorianos. Desde 1995, ministra oficinas de técnicas circenses, de palhaçaria e de comicidade física em diversos estados brasileiros. A Mostra de Palhaçaria Cibernética tem a produção de Luka Ibarra.
FICHA TÉCNICA
Palestrante: Walter Diehl
Tradutora de Libras: Ângela Russo | Para Todos Acessibilidade
Mediadora: Luka Ibarra
Coordenação-geral do Projeto: Jeferson Rachewsky | Quimera Criações Artísticas Produção: Lucida Desenvolvimento Cultural Assessoria de Imprensa: Roberta Amaral
A primeira edição 100% virtual da festa literária terá cinco dias de muita literatura, poesia e debate de ideias com participação de cerca de 50 convidados. Transmitida ao vivo pelo canal do YouTube e redes sociais do evento, com acesso gratuito, a FestiPoa terá participações potentes.
O escritor Sergio Vaz. Foto: Jairo Goldflus/ Divulgação
Além dos homenageados Ana Maria Gonçalves e Sérgio Vaz, autores e artistas como Jeferson Tenório, Antônio Pitanga, Itamar Vieira Júnior, Teresa Cristina, Conceição Evaristo, Criolo, Letrux, Ricardo Aleixo, Luedji Luna, Angélica Freitas, Paulo Lins, entre tantos outros já confirmaram suas presenças e estarão em bate-papos, saraus e oficinas.
Segundo a curadoria da FestiPoa, a programação foi pensada para destacar a trajetória e a obra dos autores homenageados, mas também para abordar nos debates temas como o caráter político da arte em meio à pandemia, o racismo, o feminismo e a coletividade artística como força para enfrentar os retrocessos políticos, culturais e sociais do país atualmente.
As sessões de lançamentos estão presentes nesta edição também de forma virtual. Duas lives apresentam os livros “João aos pedaços”, biografia de João Gilberto Noll escrita pelo jornalista e editor Flávio Ilha, e “Somos todos Caim”, livro de contos de Clarice Müller. E dentre as ações formativas voltadas para escolas está confirmado o encontro para professores com Sérgio Vaz, além de encontros com os escritores Eliane Marques, Marcelo Martins, Luna Vitrolina, Christina Dias e José Falero, totalizando dez atividades diversificadas para todas as idades entre os dias 08 e 24 de maio. Também está acontecendo no ‘esquenta’ da FestiPoa, o ciclo ‘Percursos do romance de autoria negra feminina’, coordenado pelo coletivo Atinukés, em parceria com o DEDS/UFRGS.
Ricardo Aleixo. Autorretrato/ Divulgação
A Festa Literária de Porto Alegre é uma iniciativa cultural independente que chega a sua 13ª edição graças aos esforços de uma equipe incansável. Oferece, anualmente, de forma gratuita, debates, encontros de leitura, cursos, oficinas, saraus, filmes e performances. São inúmeras as atividades realizadas para difundir e democratizar o acesso à literatura e à arte e trabalhar em prol da formação de leitores. Ao longo de mais de uma década homenageou autores como Conceição Evaristo, Laerte Coutinho, Luis Fernando Verissimo, Sergio Faraco, Vitor Ramil, Marcelino Freire, Sueli Carneiro e João Gilberto Noll, entre outros.
A 13ª edição da Festa Literária de Porto Alegre tem o Patrocínio do Itaú e Grupo Zaffari. Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.
A escritora Luedji Luna. Foto: Helen Salomão/ Divulgação
Sobre os homenageados:
Ana Maria Gonçalves nasceu em Ibiá, MG, em 1970. Trabalhou com Publicidade até 2001, quando se mudou para a Ilha de Itaparica e escreveu “Ao lado e à margem do que sentes por mim” e “Um defeito de cor” (Editora Record), ganhador do Prêmio Casa de las Américas (Cuba, 2007). Já publicou em Portugal, Itália e nos EUA, onde ministrou cursos e palestras sobre relações raciais e fez residência em universidades como Tulane, Stanford e Middlebury. Mora em São Paulo, onde escreve também para teatro, cinema e televisão.
Sergio Vaz é autor de oito livros e completou 30 anos de poesia no ano de 2018. Foi homenageado e premiado inúmeras vezes por seu trabalho. Eleito pela revista Época em 2009 um dos 100 brasileiros mais importantes do país. Palestrou em vários países, México, Inglaterra e Alemanha. Escreveu os livros ‘Subindo a ladeira mora a noite’ (1988), ‘A margem do vento’ (1991), ‘Pensamentos vadios, (1994), “A poesia dos deuses inferiores’ (2005), ‘Colecionador de Pedras’ (2007), ‘Cooperifa Antropofagia Periférica’ (2008), ‘Literatura pão e poesia’ (2011) e Flores de Alvenaria (2016). Cofundador do Sarau da Cooperifa movimento cultural que transformou um bar, na periferia de São Paulo, em centro cultural e que ajudou a deflagrar a literatura periférica.
Criador do cinema na laje prêmio Cooperifa poesia no ar natal com livros várzea poética projeto poesia nos muros da mostra Cultural da Cooperifa que no ano de 2019 completou sua 12ª edição. Sergio Vaz também é autor do Projeto “Poesia Contra Violência” que percorre as escolas públicas da região promovendo recitais e bate papo sobre poesia e incentivo à leitura. No ano de 2020 devido ao período de pandemia o poeta também se dedicou a fazer lives e participar virtualmente de bate papos, palestras e entrevistas.
PROGRAMAÇÃO – mesas, saraus, lançamentos
13 de maio, quinta
19h –Mesa dos homenageados – Ana Maria Gonçalves e Sérgio Vaz
Mediação: Luna Vitrolira/ Acessibilidade em LIBRAS
Os homenageados conversam de modo geral sobre suas carreiras literárias, com mediação da poeta pernambucana Luna Vitrolira
21h – Sarau da Cooperifa, com as participações de Cocão Avoz, Luh Sousa, Jairo Periafricania, Rose Dorea e Márcio Batista
14 de maio, sexta
18h – Mesa 01 – Entre nós mesmas, nossas poesias e canções: Bia Ferreira e Teresa Cristina Mediação: Luna Vitrolira / Acessibilidade em LIBRAS
19h15 – Sarau em homenagem a Sérgio Vaz, com Elizandra Souza, Lilian Rocha, Hamilton Borges e Raquel Almeida
20h – Mesa 02 – De amizades, cidades e quebradas: Ferréz e Paulo Lins
Mediação: Marcelino Freire
15 de maio, sábado
16h – Mesa 03 – Laranjal e Tijuca: canções, sereias e coisa banho de mar: Angélica Freitas e Letrux Mediação: Fernanda Bastos / Acessibilidade em LIBRAS
18h – Mesa 04 – Um defeito de cor: Dedy Ricardo e Fernanda Oliveira conversam com a homenageada Ana Maria Gonçalves / Acessibilidade em LIBRAS
19h40 – Lançamento da Leitura compartilhada de “Um defeito de cor” nas plataformas digitais
20h – Mesa 05 – Personagens no cinema e na literatura: Antônio Pitanga e Jeferson Tenório Mediação: Fernanda Sousa / Acessibilidade em LIBRAS
21h30 – Pocket show “Re-existência! Resistir, reexistir para existir!”, com Valéria Barcellos
16 de maio, domingo
15h – Mesa 06 – Arrancados da terra: Lira Neto. Mediação: Ricardo Barberena/ Acessibilidade em LIBRAS
16h – Live de lançamento de “João aos pedaços”, biografia de João Gilberto Noll, com Flávio Ilha, autor da biografia, e José Castello
17h – Mesa 07 – Escrevivendo um corpo no mundo: Conceição Evaristo e Luedji Luna. Mediação: Ludmilla Lis
18h40 – Mesa 08 – Poesia e alguma prosa: Geni Guimarães e Ricardo Aleixo
Mediação: Eliane Marques
20h – Mesa 09 – Literatura, pão e poesia: Criolo e Sérgio Vaz. Mediação: Luna Vitrolira
21h15 – Pocket show: Negra Jaque Versos e Rima
17 de maio, segunda
18h – Mesa 10 – Escrever é voltar para casa: Itamar Vieira Júnior e Micheliny Verunschk. Mediação: Reginaldo Pujol Filho / Acessibilidade em LIBRAS
20h – Mesa 11 – Escrita, leitura e educação: Allan da Rosa e Eliane Potiguara. Mediação: Carolina Neves / Acessibilidade em LIBRAS
21h30 – Live de lançamento de “Somos todos Caim”, com Clarice Müller
Mediação: Reginaldo Pujol Filho
OUTRAS ATIVIDADES DA FESTIPOA
O Projeto Pedagógico da Festipoa, que estará no ar entre 08 e 24 de maio, terá o encontro para professores com Sérgio Vaz, além de encontros com os escritores: Eliane Marques, Marcelo Martins, Luna Vitrolina, Christina Dias e José Falero, totalizando 10 atividades diversificadas para todas as idades entre os dias 08 e 24 de maio. A programação será pela plataforma online Zoom e as inscrições estão abertas até 05 de maio: https://forms.gle/585HfeLv7UMmEEQRA
08/05, às 10h, sábado – Encontro formativo sobre poesia com Sérgio Vaz para professores
Acessibilidade em LIBRAS
Duração: 1h15min
Para docentes, arte-educadores e educadores
11/05, às 10h, terça-feira – Encontro com estudantes e escola com Christina Dias
Acessibilidade em LIBRAS
Duração: 1h
A partir de 4/5 anos e para pessoas com necessidades especiais
12/05, às 10h, quarta-feira – Encontro com estudantes e escola com Christina Dias
Duração: 1h
A partir de 4/5 anos e para pessoas com necessidades especiais
13/05, às 10h, quinta-feira – Encontro com estudantes e escola com Eliane Marques
Acessibilidade em LIBRAS
Duração: 1h
A partir de 12/13 anos
14/05, às 10h, sexta-feira- Encontro com estudantes e escola com Eliane Marques
Duração: 1h
A partir de 12/13 anos
18/05, às 10h, terça-feira – Encontro com estudantes e escola com Luna Vitrolina
Acessibilidade em LIBRAS
Duração: 1h
A partir de 14/15 anos
19/05, às 10h, quarta-feira – Encontro com estudantes e escola com Luna Vitrolina
Duração: 1h
A partir de 14/15 anos
20/05, às 20h, quinta-feira- Encontro com estudantes e escola com Marcelo Martins
Acessibilidade em LIBRAS
Duração: 1h
Faixa etária diversa – EJA adulto e jovem
21/05, às 10h, sexta-feira – Encontro com estudantes e escola com Marcelo Martins
Duração: 1h
A partir de 11/12 anos
24/05, às 10h, segunda-feira – Oficina “Anti-oficina de escrita” com José Falero, para estudantes
A 13ª edição da Festa Literária de Porto Alegre conta com a Lei de incentivo à Cultura, Patrocínio do Itaú e Grupo Zaffari. Realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal, Pátria Amada Brasil.
Apoio Cultural – PUCRS
Apoios e parcerias: SINTRAJUFE –RS, Beabah Bibliotecas Comunitárias do RS, TAG- Experiências Literárias, Atinukés e DEDS UFRGS