CPERS diz que perdas salariais chegam a 28% em quatro anos de congelamento

Após uma longa e tensa audiência com o secretário-chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, a direção central do CPERS saiu do Piratini no fim da tarde de sexta-feira com o compromisso: o governo vai estabelecer uma “mesa de negociação” para analisar as reivindicações da categoria.
Ficou acertado que até terça-feira (16) para o governo marca dia, hora e local para o início das discussões.
Salário em dia, reposição emergencial de 28,75% – cifra que corresponde às perdas inflacionárias em mais de quatro anos de salário congelados – e a realização de concursos públicos para professores(as) e funcionários(as) de escola foram as demandas aprovadas por mais de 5 mil educadores(as) em Assembleia Geral no início da tarde.
(Com informações da assessoria)

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