Ouro roubado foi extraído em Minas e pertencia a mineradora canadense

Parte dos 718.8 kg de ouro roubados no terminal de carga do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, pertencia à mineradora canadense Kinross, a quinta maior do mundo.
O metal foi extraído de uma mina de Paracatu, no noroeste de Minas Gerais.
A mina é uma das maiores do Brasil. No ano passado, ela bateu recorde de produção: 14,7 toneladas de ouro.
A assessoria da empresa informou que o metal precioso estava em trânsito para terceiros, e que tem a expectativa de que o valor seja coberto pela seguradora do provedor de transporte –no caso, a transportadora Brinks.
Num comunicado a clientes, a Brinks afirma que “as autoridades de alguns aeroportos do país estabelecem restrições ao emprego de vigilância armada”, e que “não tem autonomia para definir as condições em que determinadas operações são realizadas”.
O comunicado diz que “em face dos níveis crescentes das atividades criminosas do país, se vê obrigada a interromper temporariamente suas operações em determinados aeroportos”.
Presos
A polícia divulgou o nome de um dos três suspeitos presos, que ainda não havia sido identificado: Peterson Brasil. Ele teria convidado o encarregado do despacho no aeroporto Peterson Patrício para participar do assalto. Patrício disse no primeiro depoimento à polícia que foi mantido refém pelos bandidos.
Os três tiveram prisão temporária de 5 dias decretada na tarde desta segunda.
O terceiro preso é Célio Dias, proprietário do estacionamento onde os criminosos deixaram duas caminhonetes usadas para transportar o ouro. No local foram encontrados, escondidos sob um ônibus e dentro de uma sacola plástica, um carregador de fuzil com munição, dois gorros e cinco luvas avulsas.

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