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  • Corsan e Cais Mauá: os maiores projetos de privatização no RS com financiamento do BNDES

    Corsan e Cais Mauá: os maiores projetos de privatização no RS com financiamento do BNDES

    A prioridade do novo presidente do BNDES, Aloísio Mercadante,  será uma  revisão do Programa de privatizações, através do qual o banco  estatal financia empresas privadas em concessões de serviços ou compra de ativos públicos.

    O novo presidente ainda não se manifestou publicamente, mas é o que se deduz de seus posicionamentos anteriores e das principais lideranças do novo governo.

    O banco estatal tem em andamento projetos de privatizações nos seguintes setores:

    Abastecimento
    Comunicação
    Energia
    Educação
    Florestas
    Gás Natural
    Saneamento
    Iluminação Pública
    Resíduos Sólidos
    Telecomunicações
    Mobilidade Urbana
    Complexos Penais
    Parques
    Rodovias
    Saúde
    Portos
    Setor Postal
    Estruturação Imobiliária

    • Fundo Patrimonial IBRAM (Endowment)
    • LOTEX
    • PISF – Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias do Nordeste Setentrional
    • Casa da Moeda do Brasil – CMB (Pregão eletrônico 48/2019)
    • Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo – CEAGESP ​ (Pregão eletrônico 01/2020) e (Pregão eletrônico 12/2020)
    • Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (NUCLEP) (Pregão eletrônico 14/2020)
    • Serpro e Dataprev
    • Empresa Gestora de Ativos – EMGEA
    O banco faz os estudos, define a modalidade de desestatização (concessão, PPP, etc), e financia os investimentos necessários a implantação do projeto.

    No Rio Grande do Sul os maiores projetos são a privatização da Corsan e a revitalização do Cais Mauá, os dois em fase bem adiantada, a Corsan inclusive com data do leilão marcada para este 20 de dezembro. Outro projeto grande é a privatização do Departamento Municipal de Águas e Esgoto, de Porto Alegre, uma autarquia municipal cuja concessão à iniciativa privada está em preparo.

    Além disso, uma série da parques estaduais e municipais, inclusive o Horto Florestal Padre Rambo, de 880 hectares, entre Sapucaia do Sul e São Leopoldo e cinco parques em Porto Alegre, incluindo a Redenção, motivo de grande mobilização na cidade.