O grupo desmontou o acampamento após participar da marcha do Grito dos Excluídos na capital gaúcha. A desocupação ocorreu após dois dias de negociações entre camponeses e o governo federal, em Brasília, que pautou a situação da reforma agrária. Uma das principais queixas dos militantes é a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que pediu que o Incra cortasse o auxílio de cerca de 500 mil famílias beneficiárias da reforma agrária por considerá-las irregulares.
“Esta foi mais uma etapa importante da luta pela terra no país. Neste primeiro diálogo com o governo, encaminhamos várias reuniões para continuar tratando das nossas reivindicações. Enquanto isso, permaneceremos atentos e mobilizados para cobrar ações que realmente possam mudar para melhor a vida das pessoas”, avaliou Cedenir de Oliveira, da direção estadual do MST.
Com a desocupação, o expediente nos prédios do Incra e do Ministério da Fazenda, que estavam suspensos, devem ser retomados amanhã (8).
Edição: Wellton Máximo

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