Assembléia Popular debate alternativas para o Brasil

Helen Lopes

Começou hoje (25/10) em Brasília, a  Assembléia Popular: mutirão por um novo Brasil. Organizado por 60 movimentos sociais e entidades religiosas, o encontro pretende construir alternativas viáveis para o País.

Diante da crise política encabeçada pelo maior partido de esquerda da América, o Partido dos Trabalhadores, da falência da democracia representativa, do recrudescimento da desigualdade social, as formas de participação e interação na sociedade devem ser repensadas. Com esse objetivo, ativistas de todo o Brasil estarão reunidos até sexta-feira (28/10), no Ginásio Nilson Nelson.

A idéia da Assembléia Popular surgiu com o encontro de dois movimentos: a Rede Jubileu Sul e 4ª Semana Social Brasileira. Já na primeira nacional Assembléia, são esperadas 8 mil pessoas. O sociólogo e membro da Secretaria Intercontinental do Grito dos Excluídos, Luiz Basségio, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (25), definiu o encontro: “Estamos dizendo que só as eleições não irão resolver os problemas do povo brasileiro. É preciso que a população participe diretamente das questões que irão definir os rumos da sua própria vida”.

Os debates serão feitos em dez espaços, chamados “Biomas” –  conjunto de vida humana, animal e vegetal que cobre determinada região. Nesse sentido, o objetivo é discutir as questões brasileiras sob o paradigma do respeito à diversidade biológica e humana. Na pauta, interligados ao tema político, estão saúde, educação, trabalho e campo.

Fazem parte da comissão organizadora, entre outros, D. Odílio Pedro Scherer,  secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), D. Demétrio Valentini,  presidente da Cáritas brasileira, Sandra Quintela, economista Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sil (PACS) e Gilberto Cervinski, da direção nacional do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB). Além de representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Adquira nossas publicações

texto asjjsa akskalsa

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *