Técnicos da Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, que estão auditando as finanças públicas do Rio Grande do Sul concluíram nesta quinta-feira a primeira etapa do seu trabalho.
Foram avaliadas as medidas de contenção de despesas em andamento, além do gasto com pessoal (equivalente a 73% da receita), a dívida com precatórios (R$ 12 bilhões) e o passivo pelo não pagamento do piso nacional do magistérios (R$ 17 bilhões).
Na próxima etapa, serão avaliadas todas as estatais gaúchas, incluindo o Banrisul. O diagnóstico vai embasar as negociações do socorro financeiro da União ao Estado.
A próxima visita de técnicos do Ministério será nos dias sete, oito e nove de março. A equipe deve ser maior e contar com dois grupos, especializados em empresas públicas e Previdência.
No início da tarde desta quinta-feira, em entrevista coletiva, o secretário da Fazenda, Giovani Feltes, afirmou que as primeiras conclusões reforçam as medidas de ajuste adotadas até agora pelo governo.
A avaliação foi confirmada pelo técnico Edelcio de Oliveira. Ele afirmou que o Rio Grande do Sul está mais adiantado do que o Rio de Janeiro, que também busca ajuda do Governo Federal.
Questionado, Feltes voltou a negar a possibilidade de inclusão do Banrisul nas negociações. O Governo do Estado busca, com este plano, a suspensão do pagamento da dívida com a União pelos próximos três anos.
Auditores do Tesouro Nacional vão avaliar estatais gaúchas em março
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