
A feira, que aconteceu entre 07 e 11 de abril na Praça Central João Goulart, contou com estrutura de 1.100m², que abrigou nove bancas de peixe industrializado, quatro de lanches, quatro de chocolate artesanal, uma de peixe vivo, uma de cocada e 10 de artesanato.
Durante os cinco dias, foram comercializados 11.300 kg de peixe vivo e 59.000 kg de industrializado, 4.900 kg de chocolate e 1.320 itens de artesanato.
GM – Sempre presente nos eventos realizados pela Prefeitura de Alvorada, a Guarda Municipal, ligada à Secretaria de Mobilidade e Segurança Urbana atuou na Feira, tendo encaminhado apenas uma ocorrência à Delegacia de Polícia.
Autor: Elmar Bones
Mais de 100 mil alvoradenses visitaram Feira do Peixe e do Chocolate
A tarefa finda
Por Wanderley Soares
Nesta altura dos acontecimentos, os membros do Tribunal Militar do Estado devem homenagear o poetinha Vinicius e declamar: “Que não seja imortal, posto que é chama/ Mas que seja infinito enquanto dure.”
A encaminhada extinção do Tribunal Militar do Estado que, da minha torre, sempre considerei e considero como o Tribunal da Brigada Militar, propo-sição do Tribunal de Justiça à Assembléia Legislativa, é, virtualmente, um fato irreversível. No entanto, a cúpula da corte brigadiana deverá usar do direito da plenitude do seu direito de espernear junto, ao Legislativo gaú-cho, na tentativa de obstaculizar uma decisão que tem o apoio de mais de 80% dos magistrados. Para os conselheiros que freqüentam o recanto deste humilde marquês, tenho dito que a missão do Tribunal da Brigada foi bem realizada, mas de há muito deveria ser dada como finda. Além do alto custo em relação aos acanhados serviços que presta, há paradigmas em sua estru-tura que são heréticos para o menor dos conhecedores das ciências sociais e jurídicas. Por exemplo: o atual presidente deste tribunal, ao ser eleito, ainda não tinha sido contemplado com o diploma de bacharel em direito. Sigam-me.
Rebenque
Embora a extinção do Tribunal da Brigada venha a causar alguns traumas pessoais e/ou profissionais, não se trata de um ineditismo. Uma rápida o-lhada na história do judiciário brasileiro e isso fica perfeitamente esclareci-do. Recentemente, no RS, durante a gestão (1996-1998) na presidência do Tribunal de Justiça do ilustrado desembargador Adroaldo Furtado Fabrício, de personalidade blindada, foi extinto pelo Órgão Especial, por 13×12, o Tribunal de Alçada, do qual ainda existem viúvas. O presidente atual do TJ/RS, Armínio da Rosa, ingressa na história com uma vitória de rebenque erguido, pois 23 dos 25 desembargadores do Órgão Especial votaram pela extinção da corte brigadiana.
Efetivo
Dependendo do diálogo do Executivo com o Legislativo, a Brigada Militar, em breve, deverá contar com mais 800 profissionais que poderão entrar em serviço imediatamente. Trata-se do retorno ao serviço de PMs reservistas largamente experientes e nada barrigudinhos. Amanhã, inclusive, às 14h, grande parte desses PMS deverá estar na frente do Piratini. Nesta hora, a governadora Yeda Crusius irá se pronunciar sobre a decisão no Salão Ne-grinho do Pastoreio, quando deverá estar presente o comandante-geral da Brigada Militar, coronel João Carlos Trindade Lopes.
Cigarro
Quatro homens armados roubaram uma carga com pacotes de cigarros na vila Vargas em Esteio. Eles fizeram o motorista da caminhonete refém e o liberaram meia hora depois.
Banco
Dois homens armados assaltaram uma agência bancária no Centro de Ben-jamin Constante do Sul, no Norte do estado. Os clientes que lá estavam ti-veram o seu dinheiro roubado. A dupla usou uma motocicleta roubada momentos antes na RS- 480.
Execução
O proprietário de um bar foi executado, ontem, no bairro Belém Velho, zo-na Sul da Capital. Testemunhas relataram à Brigada Militar que três ho-mens em um veículo Apolo, de cor prata, chegaram ao local e dispararam contra Everaldo Peixoto Pereira. A polícia trabalha com as hipóteses de assalto, ou acerto de contas. A mulher da vítima, Sueli de Santos Pereira foi baleada no pé esquerdo.PERFIL – João Pancinha: mandato voltado ao Plano Diretor
Por Marcelo Gigante Ortiz

Foto: Bruno Todeschini
Porto-alegrense, 47 anos, casado, pai de 2 filhos, tem formação em Engenharia Civil e pós-graduação em edificações. Tais informações são suficientes para fazer uma apresentação formal do novo vereador da capital João Pancinha (PMDB). Porém, é pouco para descrever o homem João Antônio Pancinha Costa, que tem em sua trajetória de vida ligada ao Rotary Club de Porto Alegre e ao Sport Club Internacional. Eleito com 3.242 votos, o peemedebista direcionará seu mandato a propor melhoras no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (PDDUA) de Porto Alegre.
Para isso, o vereador fez questão de participar da Comissão da Câmara que revisa o PDDUA, na qual ele integra a 5ª Temática, Proteção e Preservação do Patrimônio Cultural e Natural da Cidade. Entre as alterações necessárias, Pancinha destaca a necessidade de um plano específico para a Orla do Guaíba e um que trate da maré viária. “Eu, que sou ligado à área da engenharia, estou muito preocupado com o assunto”, conta o vereador, que também demonstra inquietação por causa das famílias que moram em áreas irregulares.
É na própria família que o engenheiro, que gosta de usar roupa social e ler a Revista Isto É, busca o exemplo para a sua atuação como profissional e político. “Eu procuro seguir muito a linha da minha família, a minha família é uma referência, meu pai é uma referência”, conta o vereador, que seguiu a mesma profissão do seu progenitor.
Casado com Rose Costa há 23 anos e pai de Thiago, 19, e Lucas, 14, Pancinha escolheu para os filhos o mesmo colégio em que estudou durante boa parte de seu período escolar. A escolha: La Salle Dores. O motivo: “é uma escola voltada mais à família, à responsabilidade, ao cuidado com o próximo”, justifica.
A preocupação com o próximo e o desejo de praticar o bem levou o agora vereador a ingressar no Rotary Club de Porto Alegre, uma organização de líderes empresariais e profissionais que prestam serviços humanitários. Sócio há cerca de 15 anos, Pancinha já foi duas vezes presidente, além de secretário e governador-assistente.
O que o peemedebista também praticou bastante nos últimos quatro anos foi o diálogo com as comunidades de Porto Alegre. Isso porque, de 2005 a 2008, Pancinha trabalhou como Coordenador da Assessoria Comunitária do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP). Neste período, o DEP realizou uma das obras mais famosas da gestão do prefeito Fogaça, o Conduto Forçado Álvaro Chaves, que tem o objetivo de terminar com as enchentes na capital gaúcha. “Eu ia lá, explicava como era a obra, quanto tempo ia ficar parado, aberto. Aquela situação me jogou dentro das comunidades”, explica o vereador.
Outro vínculo que o pai do Thiago e do Lucas criou com parte da população porto-alegrense ocorreu através do seu trabalho no Sport Club Internacional. No colorado, ele teve um grande desafio como administrador: ser diretor das categorias de base na transição da Lei do Passe para a Lei Pelé. Após a aprovação da Lei Pelé, os clubes perderam o vínculo com os seus jogadores, que ficam livres após o término de seus contratos. “Naquele período nós fizemos 94 contratos de atletas das categorias de base. Foi o que possibilitou ao Inter se garantir”, conta.
Ainda nas categorias de base, Pancinha trabalhou com o atual técnico do Corinthians, Mano Menezes. Segundo o vereador, os dois são responsáveis pela descoberta de Nilmar, hoje ídolo do Inter. “Eu sou o culpado”, diz orgulhoso, se referindo ao sucesso do craque no Beira-Rio. Sobre Mano, ele diz que será um dia o técnico da Seleção Brasileira, entre outros elogios.
Quem também recebe elogios do peemedebista são figuras históricas da política nacional e “sinônimos de retidão”, como Tancredo Neves, Ulisses Guimarães e Pedro Simon. Por sinal, os três do PMDB. Sobre a escolha da sigla para a sua trajetória na política, Pancinha justifica lembrando a luta contra o regime militar na época em que só existiam o MDB e a Arena.
É também dentro do partido que o engenheiro tem suas referências políticas mais próximas: o deputado federal Mendes Ribeiro Filho e o deputado estadual Luiz Fernando Záchia. Sobre os dois, o vereador diz querer seguir a forma honesta e transparente que eles fazem política. Aliás, Pancinha foi o coordenador da campanha que levou Mendes à Câmara dos Deputados em 2006.
As boas relações no PMDB, o trabalho comunitário no DEP, as atividades do Rotary Clube e a ligação com o Internacional são fatores que com certeza ajudaram o vereador a alcançar os seus mais de 3 mil votos nas eleições de 2008. Agora eleito, além de trabalhar no Plano Diretor, o rotariano pretende formar parcerias entre o terceiro setor e o poder público. “Gente querendo ajudar está cheio. Nós temos que fazer com que quem queira trabalhar chegue perto de quem precisa”, explica. “Se eu conseguir fazer isso, acho que realizo um bom mandato”, completa confiante.PERFIL – Fernanda Melchionna: a vereadora sem papas na língua
Por Marcelo Gigante Ortiz
Na porta de entrada do gabinete, um cartaz não perdoa a governadora do Estado: “fora Yeda”, diz. Em uma parede, um retrato de George W. Bush acompanhado da afirmação: “procurado por crimes contra a humanidade”.
No centro de todos esses acessórios, a personalidade política combativa da mais jovem vereadora de Porto Alegre, Fernanda Melchionna (Psol). Vinda do movimento estudantil, a bibliotecária de 25 anos é admiradora de Che Guevara e Hugo Chávez, mas não se entusiasma com o líder norte-americano Barack Obama.
Por todos esses ingredientes, seria fácil taxar Fernanda de radical. Porém, quem a observar além das adjetivações poderá perceber uma jovem com boa capacidade oratória, acompanhada de um vocabulário rico e conhecimento sobre política. Certa ou errada defende suas ideias com paixão.
Essa paixão pela política teve início em 1997, quando a menina de Alegrete se mudou com a mãe para Porto Alegre. Na época, o governador do Rio Grande do Sul era Antonio Britto (ex-PMDB), que teve seu governo marcado pelas polêmicas privatizações da Companhia Riograndense de Telecomunicações (CRT) e da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE).
“Aquela época me despertou. A luta do movimento estudantil, do grêmio da minha escola despertou em mim a necessidade de lutar contra a precarização e a venda do patrimônio público do Estado”, conta a vereadora. Na ocasião, ela tinha 13 anos e estudava no Sévigné, único colégio particular em seu histórico escolar.
Então a socialista se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT) e iniciou a sua militância política, que não foi interrompida pela necessidade de retornar à cidade natal. Em Alegrete, onde o pai de Fernanda participou da fundação do PT local, ela ajudou na organização do partido e participou de campanhas eleitorais.
De volta a Porto Alegre, em 2001, Fernanda ingressou na Faculdade de Biblioteconomia da UFRGS e consolidou sua adesão ao movimento estudantil, chegando a coordenar o DCE da universidade posteriormente.“Foi um ano muito peculiar do ponto de vista da universidade federal(…).
Em diversas, o corte de investimento levou ao sucateamento brutal e a privatização branca”, critica a socialista, se referindo também ao aumento de linhas de crédito concedidas pelo governo a faculdades privadas, muitas vezes de qualidade duvidosa. Aliás, esse tipo de reclamação era comum entre os filiados do Partido dos Trabalhadores.
Porém, em 2003, a opção pelo PT se transformou em decepção. Ela abandonou a sigla e se juntou a Luciana Genro, Heloísa Helena e tantos outros que fundaram o Partido Socialismo e Liberdade (Psol), do qual Fernanda nunca mais saiu. Ao justificar a mudança, a vereadora cita a frustração provocada pelas reformas da Previdência e Universitária, propostas pelo governo Lula na época.
Mas o atual Presidente da República não é o único alvo do arsenal de críticas da jovem. Mesmo sem ser provocada, ela lista diversas situações e personagens da política nacional que a incomodam.
Edmar Moreira (DEM), ex-corregedor da Câmara de Deputados e dono de um castelo, Daniel Dantas, banqueiro bem relacionado no meio político e investigado por crimes como lavagem de dinheiro e sonegação fiscal e o petista Luiz Eduardo Greenhalgh, ex-candidato à presidência da Câmara, não são perdoados. Sobre o último, ela alfineta: “era advogado do movimento social e agora é advogado do Daniel Dantas, olha que degeneração política e moral”.
Em relação ao governo do Estado, Fernanda pega mais pesado. Além de questionar a eficácia do projeto da secretaria de Educação que vincula os benefícios dos professores a índices de desempenho e criticar o fechamento de escolas, a vereadora chama o grupo governante de “a quadrilha instituída lá no Palácio Piratini”. Continuando assim, não será difícil criar muitos adversários no mundo político.
Preferências
Porém, quem quiser enfrentar a jovem em um debate terá que estar bem preparado. Além de conhecer política, ela mostra ter bastante cultura. Por sua retina, já passaram a literatura de Jorge Amado, Gabriel García Márquez e Dostoiévski.
Ainda sobre livros que leu, Fernanda cita “O Abusado”, de Caco Barcellos e “Os Miseráveis”, de Victor Hugo, de cunho social. E como não poderia deixar de ser, Marx, “O Manifesto Comunista” e “O Capital” (livro que ela ainda está lendo), e Eduardo Galeano, “As Veias Abertas da América Latina”, leituras obrigatórias para qualquer ativista de esquerda.
Sobre cinema, também preponderam filmes que exploram problemas sociais, embora estes não sejam todos. Na lista, encontram-se “Pão e Rosas”, que narra a situação de trabalhadoras imigrantes mexicanas nos EUA, “Coisas Belas e Sujas”, que fala sobre imigração e tráfico de órgãos, “Princesas”, que conta a estória de duas prostitutas que vivem na Espanha. Além destes, “Ensaio sobre a Cegueira”, do diretor brasileiro Fernando Meirelles e “Diários de Motocicleta”, que narra uma viagem que o estudante de medicina argentino Ernesto Guevara de la Serna fez pela América Latina, antes de se tornar um revolucionário.
Aliás, esse tal estudante, hoje conhecido como o revolucionário comunista Che Guevara, é um dos ídolos da moça. O motivo, “sonhar e acreditar que os sonhos se concretizem”, que era o que ele fazia segundo ela. Ainda na América Latina, a vereadora diz admirar o governo do venezuelano Hugo Chávez e enfatiza o sucesso dos números sociais de sua administração.
No Brasil, a vereadora se guia pelas correligionárias Luciana Genro e Heloísa Helena, por achar que elas não se venderam ao jogo sujo do poder. “Por serem mulheres também. A gente sabe da diferença de gênero que ainda existe na nossa sociedade”, completa, demonstrando um viés feminista.
Mas a admiração emprestada à Chávez e às colegas de partido não se estende ao novo presidente dos EUA, Barack Obama. Segundo a vereadora, a eleição do democrata foi uma negação dos norte-americanos à Guerra do Iraque orquestrada por George W. Bush, e só. Pela equipe econômica e pelas primeiras ações de Obama, a socialista acredita que ele se transformará em uma “frustração eleitoral”.
Fernanda, porém, não pretende frustrar seus 2.984 eleitores. Para isso, a aquariana de olhos verdes, que foi empossada vereadora com uma bandeira da Palestina nas costas, promete lutar contra o projeto do Pontal do Estaleiro, que permite a construção de residências em parte da orla do Guaíba.
Sobre o projeto ela afirma: “estão rasgando o Plano Diretor de Porto Alegre”. Outra preocupação da jovem é a regularização fundiária de 800 comunidades da cidade, que, segundo ela, não recebem a mesma atenção dos políticos que os projetos que mudam a fotografia da cidade.
Fora isso, restam algumas preocupações privadas, como uma eventual desorganização do gabinete, uma conta atrasada para pagar no banco e a dificuldade em diminuir, ou talvez um dia, acabar com o hábito de fumar. “Eu vou ver se consigo estabelecer uma meta diária e tentar controlar os cigarros por dia”, conta esperançosa.Mostra de dança agita cidade
Por Carine Grazziadei
Foto:Sandro Rogério
A terceira edição da Mostra Intermunicipal de Dança colocou todo mundo pra dançar. O evento movimentou o palco central na tarde de domingo, 29 de março. Companhias de dança de vários estilos e vindas de cidades vizinhas, além dos grupos alvoradenses, realizaram apresentações que encantaram as centenas de pessoas que estiveram na Praça João Goulart.
O evento, organizado pela Secretaria Municipal da Cultura, Juventude e Esporte em parceria com a Secretaria da Educação contou com a presença do prefeito João Carlos Brum e do vereador Prof. Borba.
Para valorizar e incentivar a presença dos grupos foram entregues troféus de participação a todas as equipes participantes. Para 2010, o diretor de Cultura, Jairo Carvalho, promete mais: ele planeja um Festival de Dança no município. “O festival deve atrair um número muito maior de grupos de dança”, acredita.Degustação de vinhos Dom Giovanni em Bento

A vinícola Dom Giovanni, de Bento, começou sua produção da safra de vinhos 2009 em Pinto Bandeira. Ela oferece aos visitantes a oportunidade de conhecer os pomares e degustação de vinhos na sua pousada na Serra.
Veja a pousada no site http://www.dongiovanni.com.br/pousada.asp.

Com vinhedos próprios, as uvas brancas foram vinificadas ainda nos meses de janeiro e fevereiro. As tintas iniciam agora o processo de fermentação. “A tecnologia e os cuidados na elaboração de vinhos e espumantes aumenta o sabor deles”, explica Luciano Vian, enólogo responsável da Don Giovanni.
Veja mais sobre os vinhos no site http://www.dongiovanni.com.br/montanha.aspPrefeitos reelegem Paulo Ziulkoski com 98% dos votos
Chapa liderada por Ziulkoski é eleita para dirigir CNM no triênio 2009/2012
CNM
Em eleições realizadas nesta segunda-feira, 30 de março, prefeitos de municípios filiados à Confederação Nacional de Municípios (CNM) elegeram a chapa que presidirá a entidade no triênio 2009/2012. Liderada pelo atual presidente da CNM, Paulo Ziulkoski – reeleito ao cargo -, a chapa CNM Independente obteve 98,03% dos votos computados.
Esta foi a primeira vez que as eleições foram realizadas por meio eletrônico. Obedecendo ao estatuto da entidade, foram eleitos os integrantes do Conselho Diretor, Conselho de Representantes Regionais e do Conselho Fiscal no triênio 2009/2012. Durante o período eleitoral, todas as resoluções relacionadas ao assunto foram divulgadas no Portal CNM.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destaca que a entidade prezou por um processo eleitoral democrático e transparente. “Nosso principal objetivo é fortalecer, a cada dia, o municipalismo brasileiro. Agradecemos a confiança e reafirmamos o compromisso de trabalhar em prol de mais desenvolvimento para as prefeituras municipais e para os cidadãos em cada município do país”, agradeceu o presidente.
Ziulkoski ainda acrescentou que o expressivo número de eleitores que votaram a favor da chapa é mais uma garantia de trabalho e dedicação por parte de seus integrantes. “A votação foi muito expressiva. Este é mais um incentivo para darmos continuidade ao trabalho que estamos desenvolvendo ao longo destes anos”, afirmou.
A chapa formada por Ziulkoski conta, ainda, com representantes municipalistas de todos os estados do país. Confira os nomes dos integrantes:
No Conselho Diretor foram eleitos: João Guerino Balestrassi (ES), como 1º Vice-presidente; Luiz Benes Leocadio de Araújo (RN), 2º Vice-presidente; Pedro Ferreira De Souza (MT), 3º Vice-presidente; Valtenis Lino Da Silva (TO), 4ºVice-presidente; Vicente De Paula Souza Guedes (RJ) para o cargo de 1º Secretario; Rubens Germano Costa (PB), 2º Secretario; Joarez Lima Henrichs (PR) como 1º Tesoureiro e Gilmar Alves Da Silva (GO), 2º Tesoureiro.
Para o Conselho de Representantes Regionais assumirão: na Região Norte, Jair Aguiar Souto (AM), como titular e Rildo Gomes de Oliveira (AP), suplente. Região Sul, Glademir Aroldi (RS), titular e Mauri Heinrich (RS), suplente. Região Sudeste, David Loureiro Coelho (RJ), titular e Elbio Trevisan (SP), suplente. Região Nordeste, Renilde Bulhões (AL), titular e Eliene Leite Araújo Brasileiro (CE), suplente. Região Centro Oeste, Simone Nassar Tebet (MT), titular e Abelardo Vaz (GO).
No Conselho Fiscal, assumirão como Titulares: Helder Zahluth Barbalho (PA), Luis Coelho da Luz Filho (PI) e Orlando Santiago (BA). Para suplentes, Evandro Bazzo (MS), 1º Suplente, Liberato Rocha Caldeira (SP), 2º Suplente e Jose Maria Bessa de Oliveira (AP) como 3º Suplente.
Na foto anexa, estão alguns membros da Comissão Eleitoral que estiveram na CNM durante todo o dia acompanhando as eleições: Mário Paulo Ribeiro, ex-prefeito de Santanópolis (BA), Liberato Rocha Caldeira, ex-prefeito de Valentim Gentil (SP) e Rildo Gomes de Oliveira, atual presidente da Associação dos Municípios do Estado do Amapá (Ameap).
Ziulkoski ainda acrescentou que o expressivo número de eleitores que votaram a favor da chapa é mais uma garantia de trabalho e dedicação por parte de seus integrantes. “A votação foi muito expressiva. Este é mais um incentivo para darmos continuidade ao trabalho que estamos desenvolvendo ao longo destes anos”, afirmou.
A chapa formada por Ziulkoski conta, ainda, com representantes municipalistas de todos os estados do país. Confira os nomes dos integrantes:
No Conselho Diretor foram eleitos: João Guerino Balestrassi (ES), como 1º Vice-presidente; Luiz Benes Leocadio de Araújo (RN), 2º Vice-presidente; Pedro Ferreira De Souza (MT), 3º Vice-presidente; Valtenis Lino Da Silva (TO), 4ºVice-presidente; Vicente De Paula Souza Guedes (RJ) para o cargo de 1º Secretario; Rubens Germano Costa (PB), 2º Secretario; Joarez Lima Henrichs (PR) como 1º Tesoureiro e Gilmar Alves Da Silva (GO), 2º Tesoureiro.
Para o Conselho de Representantes Regionais assumirão: na Região Norte, Jair Aguiar Souto (AM), como titular e Rildo Gomes de Oliveira (AP), suplente. Região Sul, Glademir Aroldi (RS), titular e Mauri Heinrich (RS), suplente. Região Sudeste, David Loureiro Coelho (RJ), titular e Elbio Trevisan (SP), suplente. Região Nordeste, Renilde Bulhões (AL), titular e Eliene Leite Araújo Brasileiro (CE), suplente. Região Centro Oeste, Simone Nassar Tebet (MT), titular e Abelardo Vaz (GO).
No Conselho Fiscal, assumirão como Titulares: Helder Zahluth Barbalho (PA), Luis Coelho da Luz Filho (PI) e Orlando Santiago (BA). Para suplentes, Evandro Bazzo (MS), 1º Suplente, Liberato Rocha Caldeira (SP), 2º Suplente e Jose Maria Bessa de Oliveira (AP) como 3º Suplente.
Na foto anexa, estão alguns membros da Comissão Eleitoral que estiveram na CNM durante todo o dia acompanhando as eleições: Mário Paulo Ribeiro, ex-prefeito de Santanópolis (BA), Liberato Rocha Caldeira, ex-prefeito de Valentim Gentil (SP) e Rildo Gomes de Oliveira, atual presidente da Associação dos Municípios do Estado do Amapá (Ameap).(Assessoria CNM)SERVIÇO / COMO E ONDE DOAR MEDULA
A Lei Pietro institui a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, de 14 a 21 de dezembro.
Suas atividades devem incentivar a doação e cadastrar os voluntários no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).
Hoje, há 2.400 pessoas no Brasil procurando doadores. Com apenas 300 mil candidatos à doação já cadastrados, a busca por compatibilidade é sempre difícil – as chances são de um para cada 100 mil.
A leucemia mielóide foi descrita pela primeira vez em 1829 por um médico francês. Apesar de quase dois séculos de pesquisas ninguém consegue saber qual sua origem.
A proposta aprovada pela Câmara está no Senado, onde já é uma causa célebre. O presidente José Sarney recebeu o texto das mãos do deputado pai, numa cerimônia transmitida pela TV, prometendo desta vez aprovação rápida. De lá, o texto seguirá para assinatura de Lula.
O Rio Grande do Sul é o estado que tem maior índice de incidência de leucemia, 8,32 casos em 100 mil – logo, será o maior beneficiário da medida.
O transplante é indicado também para pacientes que sofrem de linfomas, anemias graves, imunodeficiências congênitas e outras 70 doenças dos sistemas sangüíneo e imunológico.
Como a diversidade genética do país é grande é necessário que o cadastro reflita isso. Por exemplo: serão necessários 300 mil gaúchos nos bancos de doação, distribuídos nas diferentes regiões, para se chegar um doador compatível.
COMO SE CADASTRAR
O procedimento é simples. Basta ir a um banco de sangue, levando a RG.
O cadastrado ficará numa lista e poderá ser chamado se e quando necessário. É raro que isto aconteça – como só um em cada 100 mil é compatível, o mesmo vale para o doador.
COMO DOAR
O processo é indolor. Ao contrário do que muita gente pensa, não é mais preciso punção na coluna para retirar o material. Basta tirar sangue de uma veia do braço.
ONDE DOAR EM PORTO ALEGRE
Hemocentro do Rio Grande do Sul
Avenida Bento Gonçalves, 3.722, Partenon.
De segunda a quinta, das 8 às 16.
Agendamento pelo telefone 3336-2843.
Hospital de Clínicas
Rua São Manoel, 543
É no Posto de Saúde, com entrada nos fundos do hospital.
De segunda a sexta, das 8 às 17.
Agendamento pelo telefone 2101.8504.
Santa Casa
Av. Independência, n.° 155.
De segunda a quinta das 8 às 12 e 14 às 16.
Agendamento pelo telefone 3214-8670.Petroleiros dizem que refinarias e plataformas estão paradas
Petroleiros em greve paralisam refinarias e plataformas
Movimento se estende por prédios administrativos
Com uma pauta de reivindicações baseada na manutenção e ampliação de direitos e na garantia dos postos de trabalho, petroleiros de todo o país entraram em greve nessa segunda, 23 de março. Refinarias, plataformas e áreas de produção estão paralisadas.
Motivos para entrar em greve não faltam. Embora o lucro da empresa tenha aumentado, a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), direito assegurado para os trabalhadores, foi reduzida, percentualmente, em relação ao ano passado. Já o repasse aos acionistas aumentou. A Petrobras também está se negando a repassar a PLR para várias unidades, como para os trabalhadores da Refap – Refinaria Alberto Pasqualini, em Canoas, no Rio Grande do Sul, além da TBG e Petroquisa. A base do Sindipetro-RJ reivindica que a PLR seja paga igualmente, para todos os petroleiros.
A pauta inclui, também, a retomada do pagamento de horas extras nos feriados para os que trabalham em turnos, hora-extra curso, ‘periculosidade pra valer’, extensão da licença-maternidade de seis meses a todas as trabalhadoras, pagamento do dia de desembarque, aposentadoria especial, melhores condições de saúde e segurança no trabalho, dentre outras.
A manutenção dos postos de trabalho afeta, diretamente, os terceirizados. A pretexto da crise, muitos trabalhadores já estão sendo dispensados. A greve está sendo convocada pelas duas federações: a FNP, que reúne o Sindipetro-RJ, Sindipetro Litoral Paulista, Sindipetro AL/SE, Sindipetro PA/AM/MA/AP, Sindipetro/RS e Sindipetro/São José dos Campos (Refinaria do Vale do Paraíba); e a FUP, que representa outros 11 sindicatos.
Os petroleiros se recusam a aceitar redução de direitos e dos postos de trabalho. Os trabalhadores não pretendem pagar a conta de uma crise produzida pelo capital. No Sindipetro-RJ, os contatos para maiores informações podem ser feitos com os coordenadores Emanuel Cancella (99516616), Eduardo Henrique (97002543) e Roberto Ribeiro (96030601). O telefone do sindicato é (21) 3852-0148.
Fonte: Agência Petroleira de Notícias, com informações da FUP, Sindipetros Litoral Paulista, SE-AL, São José dos Campos, PA-AM-MA-AP e Rio Grande do Sul.
Quadro nacional da greve dos petroleiros
A cada hora a greve dos trabalhadores do Sistema Petrobrás ganha mais força. A cada nova assembléia e troca de turno, novas adesões. Acompanhe abaixo o quadro nacional de mobilização:
Litoral Paulista
Os trabalhadores cortaram a rendição às 15h30 de domingo (22) com 100% de adesão. A greve segue firme durante o fim da noite de ontem, dia 22, quando o último turno da Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), das 23 horas, aderiu ao movimento integralmente. Em São Sebastião, a greve também começou com corte à zero de segunda (23), no Terminal Almirante Barroso (TEBAR) com a adesão de 100% do turno da zero hora.
Terminais de Alemôa e Pilões tiveram corte de rendição à zero hora de hoje (23). A paralisação se completa na manhã dessa segunda. Na RPBC, 120 trabalhadores permanecem no local de trabalho, desde às 7 horas de ontem. E foi com esse grupo que a empresa tentou implementar a tática traiçoeira do plano de contingência. Observando o golpe, o Sindipetro-LP impediu a rendição, às 15 horas, e inaugurou a greve unificada no país.
A gerência da Petrobrás está segurando o turno que entrou às 7:00h da manhã de domingo (120 trabalhadores) até agora. O sindicato busca alternativas judiciais para liberação desses trabalhadores. Com 120 petroleiros a unidade opera normalmente.
A greve no Litoral Paulista pode ser acompanhada pelo blog opetroleiro.wordpress.com
Pará
O Administrativo do Compartilhado entrou em greve, mas como a ampla maioria dos trabalhadores é terceirizada (que não aderiu) fica difícil precisar o grau de adesão à paralisação.
A Transpetro Belém aderiu à greve nacional.
Amazonas
O Administrativo do Amazonas paralisou massivamente, quase 100%.
O campo de produção terrestre de Urucu está com 60% de adesão à greve. A expectativa do diretor de comunicação do Sindipetro PA-AM-MA-AP, Gilmar do Carmo, é de paralisação total.
Reman – corte na rendição do turno às 23h de domingo (22). Adesão total dos trabalhadores.
Terminal de Solimões – trabalhadores grevistas assumiram o controle da produção.
Maranhão
A Transpetro São Luis fez uma paralização pela manhã dessa segunda e, à tarde, realiza assembléia para debater a entrada em greve.
Ceará
LUBNOR – corte de rendição às 23h de domingo (22).
Fazenda Belém cortou rendição à zero hora desta segunda (23).
Biodiesel – Quixadá cortou a rendição às 6h de hoje (23).
Plataforma corta rendição amanhã, terça-feira.
Rio Grande do Norte
Plataformas – trabalhadores controlam 70% da produção.
Campos terrestres – trabalhadores aderiram à greve, estão realizando concentrações com participação dos trabalhadores terceirizados.
Pólo de Guamaré- os trabalhadores controlam a produção em todas as unidades de processamento de gás e óleo. Apenas uma UPGN está em atividade, com carga mínima.
Pernambuco
Suape – 100% paralisado, com trabalhadores próprios e terceirizados na greve, desde à zero hora de hoje (23/03). O bombeio de GLP está sob controle dos trabalhadores.
Paratibe – boa adesão à greve. Gasoduto está operando com 30% do efetivo mínimo.
Sergipe
SEDE/Rua Acre: a greve começou às 7h de hoje. 60% dos trabalhadores aderiram ao movimento.
FAFEN: a paralisação contou a participação de 100% dos trabalhadores de turno, 90% do administrativo. Os trabalhadores terceirizados também pararam.
Carmópolis: 70% do efetivo pararam suas atividades aderindo à greve.
TECARMO/Atalaia: 100% do turno e 40% do administrativo aderiram à greve. Os terceirizados paralisaram suas ações também.
Aracaju – ainda haverá assembléia.
Alagoas
Pilar: 60% do efetivo aderiram à greve.
Furado: 40% do efetivo aderiram à greve.
Bahia
Refinaria Landulpho Alves (Rlam) – trabalhadores cortaram o turno às 15h30 de domingo (22). Os petroleiros anteciparam a greve devido ao fato da Petrobrás ter ingressado na refinaria uma equipe de gerentes e supervisores. Adesão à greve dos trabalhadores do administrativo e terceirizados.
Fábrica de Fertilizantes (Fafen) – cortou a rendição à zero hora de hoje (23). Três campos pararam a produção, nos municípios de Entre Rios e Esplanada. São os campos de Jandaia, Sertres e Rou. Jandaia é o maior campo de produção do estado.
Campos de produção – os trabalhadores também estão participando da greve.
Terminal Madre de Deus – cortou a rendição às 15h30 de domingo (22).
Minas Gerais
Regap – trabalhadores cortaram a rendição do turno às 23h30 de domingo (22).
Espírito Santo
PPR-1 e P-34 – trabalhadores assumiram a produção e entregaram as plataformas paradas para as equipes de contingência da Petrobrás, que estão tentando retomar a produção de gás na PPR-1 e de petróleo na P-34, , primeira plataforma da empresa a extrair o óleo da camada de pré-sal.
Linhares e São Mateus – corte de rendição previsto para terça (24).
Nas plataformas do Espírito Santo, a Petrobrás bloqueou a comunicação dos trabalhadores, cortando telefones e o acesso à internet.
Duque de Caxias
Reduc – corte de rendição à zero hora. 400 trabalhadores se mobilizaram na frente da refinaria. A greve está crescendo na unidade.
Norte Fluminense
Bacia de Campos – equipes de contingência assumiram o controle das plataformas. Petroleiros estão desembarcando.
Terminal de Cabiúnas – trabalhadores assumiram a sala de controle do terminal à meia-noite de domingo (22) para segunda (23) e estabeleceram uma política de corte de produção controlada.
A gerência da Petrobrás vem cerceando a comunicação dos embarcados com familiares e o restante do movimento grevista.
Rio de Janeiro
Os petroleiros da base do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) também estão mobilizados nesta segunda, realizando concentrações e panfletagens na frente das unidades da Petrobrás. No estratégico Terminal da Baía de Guanabara (TABG), por onde passa grande parte do gás brasileiro, os trabalhadores aderiram à greve com boa participação. Não houve corte de rendição, mas a direção do sindicato está discutindo com os trabalhadores a importância de cortarem a rendição nos turnos. No Cenpes (o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Melo, maior centro de pesquisa do setor petrolífero da América Latina, localizado na Ilha do Fundão), os trabalhadores promoveram um atraso-paralisação de duas horas pela manhã. No Edita, Edise, Transpetro e outras unidades o sindicato também está construindo a mobilização apostando no crescimento do movimento nacional.
Unificado de São Paulo
Recap – corte de rendição às 23h de domingo (22).
Replan – corte de rendição a qualquer momento.
Terminais de São Caetano, Guarararema e Guarulhos – corte de rendição às 23h de domingo (22). Em Guarulhos, os trabalhadores assumiram a sala de controle hoje pela manhã (23). Terminal de Barueri – corte de rendição às 7h de hoje (23) Edisp – cerca de 25% dos trabalhadores aderiram à greve.
Paraná e Santa Catarina
Repar – corte de rendição à zero hora de hoje (23).
Six – corte de rendição à zero hora de hoje (23).
Terminais – corte de rendição à zero hora de hoje (23).
Rio Grande do Sul
Refap – corte de rendição às 8h da manhã desta segunda-feira (23), com mais de 200 trabalhadores participando da assembléia. O objetivo é a partir de agora avançar na mobilização dos terminais de Canoas, Tamandaí e Rio Grande.Petrobras diz que não há risco de desabastecimento
Comunicado à imprensa – Balanço da greve
A Petrobras manteve, durante todo o dia, diálogo com o movimento sindical, tomando todas as providências para a garantia de suas operações e o abastecimento a seus clientes e população em geral. Não há riscos de desabastecimento.
A operação de todas as unidades foi mantida desde o início do movimento. Nas unidades onde não houve troca de turno, as equipes de contingência foram acionadas e assumiram a operações.
Na Bacia de Campos (Litoral Norte Fluminense e Espírito Santo), das 40 plataformas, 28 não aderiram ao movimento. As demais operam com equipes de contingência. Em nenhum momento houve parada de produção na P34 e na PPR1, que operam normalmente.
Dos 47 terminais da Companhia, responsáveis pelo escoamento da produção e entrega dos produtos, 25 não aderiram à greve. Toda a produção foi escoada e entregue.
Nas 11 refinarias a produção de derivados não foi afetada. Algumas delas aderiram parcialmente à greve e operam com equipes próprias ou com equipes de contingência. As quatro unidades industriais (incluindo a Unidade de Produção de Xisto, Fábricas de Fertilizantes e Lubrificantes) não tiveram sua produção afetada.
Todas as medidas administrativas, jurídicas e operacionais continuarão sendo tomadas para a manutenção da normalidade das operações.
A garantia da segurança no trabalho é preocupação constante da Companhia e objeto de negociação contínua com o movimento sindical.
A empresa reafirma que continua aberta às negociações e acredita em uma solução negociada para o fim do movimento.




