A ministra Maria do Rosário disse no programa Frente a Frente (TVE, quinta feira 31) que não entrará na disputa pela prefeitura de Porto Alegre no ano que vem. Adora a cidade, tem saudades, mas vai ficar em Brasilia.
Empolgada com o trabalho na Secretaria Especial de Direitos Humanos, está focada nos quatro anos e nos desafios que tem pela frente.
A menos que…Dilma Rousseff interfira. “Se a presidenta entender que é melhor para o projeto que eu seja candidata, aí é diferente, não posso me recusar”, disse ela
Há uma outra força já trabalhando para trazer a ministra de volta a Porto Alegre: sua filha de 10 anos, que não se adaptou em Brasilia.
Autor: Elmar Bones
Rosário será candidata, se Dilma pedir
Estudante baiano denuncia racismo no Rio Grande do Sul
A entrevista exclusiva com Helder Santos, estudante de história que veio da Bahia estudar em Jaguarão, no Rio Grande do Sul, postada pelo Coletivo Catarse, é uma bomba de repercussão nacional.
Mesmo que a imprensa local tente minimizar as denúncias são graves e vão atrair o foco da imprensa nacaional.
Helder trabalhava na secretaria de cultura da Prefeitura de Jaguarão e relata que foi humilhado e agredido por policiais da Brigada Militar. Ele denunciou os policiais e agora esta sendo ameaçado de morte. Ele denuncia também que os brigadianos integram uma milícia que presta segurança a estancieiros da região.
Helder teve que sair de Jaguarão e recebeu abrigo no Quilombo da Família Silva, lugar onde deu esta entrevista.
veja a íntegra da entrevista gravada em vídeo:
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www.coletivocatarse.com.brCom emergência superlotada, Clínicas faz triagem
Cento e sessenta pacientes, em sua maioria doentes graves, sendo atendidos em um espaço que deveria abrigar apenas 49 pessoas.
É este quadro de superlotação que a Emergência de Adultos do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) enfrentou na tarde desta segunda-feira, 28 de março.
Além de seus 49 leitos, a Emergência de Adultos normalmente recebe pacientes também em macas, cadeiras de rodas e cadeiras comuns.
Mesmo estas vagas extras têm se encontrado permanentemente ocupadas e, em situações como a atual, outras acomodações provisórias são instaladas em corredores e consultórios.
No momento, estão sendo usados, no limite máximo, todos os recursos materiais e humanos disponíveis, para atender a uma demanda três vezes superior à capacidade da Emergência.
Não há espaço para acomodação de mais pacientes e os que estão aguardando liberação de leito nas unidades de internação têm espera prolongada.
Diante desse quadro, a Administração do Hospital solicita a colaboração da população de Porto Alegre e da Região Metropolitana, no sentido de que, em casos mais simples, evite dirigir-se à instituição, procurando os pronto-atendimentos ou postos de saúde de suas cidades.
A Emergência NÃO está fechada; no entanto, novos pacientes que chegam à instituição passam por uma triagem e, devido às dificuldades existentes, é dada prioridade aos casos mais graves.
O QUE A EMERGÊNCIA ATENDE
Dor no peito / infarto.
Derrame cerebral.
Dor abdominal com febre.
Hemorragia digestiva.
Falta de ar aguda.
Neoplasias (pacientes com câncer atendidos no HCPA que sofrem intercorrências).
Perda de consciência.
Alteração de sinais vitais (pressão excessivamente alta ou baixa, batimentos cardíacos alterados…).
O QUE A EMERGÊNCIA NÃO ATENDE
Oftalmologia (problemas nos olhos).
Otorrinolaringologia (dor de ouvido, dor de garganta).
Psiquiatria (transtornos mentais, sofrimento psíquico, depressão, risco de suicídio, surtos).
Traumato-ortopedia (tiros e facadas, fraturas e entorses, acidentes de trânsito…).
Intoxicações (alcoolismo, drogadição, ingestão excessiva de medicamentos, consumo produtos de limpeza).
Picadas de animais peçonhentos.
Acidentes em geral.
Constipação.
Dor de dente.
Dores musculares.
Dores crônicas (aquela que a pessoa tem há mais de seis meses).
Gripe se resfriados sem complicações.
Além disto, na Emergência:
– não são aplicadas vacinas;
– não são fornecidos atestados ou receitas;
– não são marcadas consultas com especialistas a partir de encaminhamentos de postos de saúde;
– não é atendido o paciente que faltou a uma consulta no ambulatório do HCPA e quer suprir esta falta.Metrô já encurta distâncias (no terreno político)
Antes mesmo de sair do papel, o metrô de Porto Alegre já está encurtando distâncias, no terreno político.
Na apresentação do projeto, na manhã desta segunda feira, as mais entusiasmadas manifestações de apoio à campanha liderada pelo prefeito José Fortunati (PDT) partiram das lideranças petistas presentes. O próprio Fortunati definiu o evento como um “ato político”.
Porto Alegre concorre com outras nove capitais que disputam as verbas do chamado PAC da mobilidade urbana. O programa dispõe de R$ 18 bilhões para implantação de metrôs nas regiões metropolitanas.
Marco Maia, presidente da Câmara de Deputados, Adão Vilaverde, presidente da Assembléia Legislativa, Sofia Cavedon, presidente da Câmara de Vereadores, todos petistas, saudaram o momento de “convergência política” que favorece a capital gaúcha na disputa pelo metrô.
Em nome do governador Tarso Genro, o secretário do Planejamento, João Motta, entregou ao prefeito um documento em que o governo estadual se compromete em conceder mais de R$ 300 milhões em isenções do ICMS sobre equipamentos e materiais para a construção do metrô.
Do PMDB, principal partido da coligação que elegeu Fogaça e seu vice Fortunati em 2008, apenas o silencioso deputado federal Mendes Ribeiro Filho, que na campanha presidencial apoiou Dilma Rousseff, e o ex-presidente da Câmara, Sebastião Mello.
A deputada Manuela D´Ávila, do PCdoB, coordenadora da bancada federal do Rio Grande do Sul, também estava presente, mas não se manifestou. Ela também é candidata a candidata em 2012.
Na eleição do ano passado, o PDT de Fortunati indicou o vice, na chapa de José Fogaça que disputou o governo do Estado com o PT de Tarso Genro. O prefeito declarou-se, desde o início, cabo eleitoral de Dilma Rousseff , na disputa presidencial. Mas na disputa estadual pediu votos para Fogaça.
Enfim, o projeto do metrô de Porto Alegre, dado o irresistível apelo eleitoral que tem, pode ser o fator decisivo no alinhamento das forças políticas para a disputa eleitoral de 2012, quando se escolhe o novo prefeito para a capital.A volta do louco do Cati, agora num filme doidão
Mesmo com chuva, foi sucesso de público e de crítica a pré-estreia (gratuita) do longa A Última Estrada da Praia, do diretor gaúcho Fabiano de Souza. Das 80 pessoas presentes à Sala P. F. Gastal, no Gasômetro, em Porto Alegre, metade ficou para conversar com o diretor e parte da equipe, formada por 14 pessoas. Rodado em duas semanas de 2007 no litoral norte com patrocínio da RBS, o filme de 93 minutos custou R$ 200 mil. Foi montado em 2010. O lançamento comercial foi anunciado para este semestre.
A Última Estrada da Praia usa como referência o romance O Louco do Cati, de Dyonélio Machado, que o lançou em 1942, sob as tensões da ditadura de Getulio Vargas. O roteiro cinematográfico não se prende ao enredo do livro e assume uma versão livre absolutamente contemporânea. Um trio formado por dois rapazes e uma moça sai em viagem a bordo de uma camioneta Rural Willys. No início da jornada tipicamente “easy rider” incorpora-se à caravana um alienado sem nome que não diz palavra. Em Osório embarcam de ônibus numa viagem non sense para Terra de Areia, onde bebem, fumam e fazem uma orgia a três – o alienado sempre de fora. Em seguida, no chão de uma sorveteria praiana, fazem mais uma rodada de sexo grupal (de roupa), numa homenagem grotesca ao lixo cinematográfico brasileiro.
De exagero em exagero, a comitiva se divide perto de Cidreira e a Rural Willys sai de cena carregando o casal do início da história. Ficam na praia, a pé, apenas o alienado e o seu amigo doidão Norberto (mesmo nome da personagem do livro), que protagoniza as cenas mais divertidas da primeira parte do filme. É quando acaba a comédia tipo La Dolce Vita e o filme adquire a consistência de um drama “noir” à moda tcheca. O par arrasta-se pela praia deserta, sob um céu cinza, cercado por água marrom de lado e dunas de outro. “Não há como escapar da loucura num litoral desses”, conclui um espectador, fazendo uma leitura “dark” da história aparentemente sem pé nem cabeça.
Na realidade, embora sem se aprofundar, A Última Estrada da Praia é uma viagem em torno da loucura. Se em O Louco do Cati a personagem principal é tangida pelo medo – no caso, da ditadura política vigente no período 1937/1945 –, no filme de Fabiano de Souza a loucura não tem correlação explícita com alguma realidade política ou econômica. Ela faz parte da cena como uma anomalia que a um inspira piedade e a outros impaciência. A aparição esporádica de uma ambulância sugere que o alienado fugiu do hospital e vagueia sem rumo pelo mundo, só querendo escapar da ameaça de aprisionamento. Ao tentar comprar algo com uma velha nota de 100 cruzeiros, deixa claro que há muito perdeu contato com os valores do presente.
O que permanece do início ao fim do filme é o vínculo afetivo entre o alienado e Norberto, o seu protetor. Eles formam um duplo eu em que um fala e o outro fica em silêncio. Numa tentativa de diálogo, o máximo que o alienado consegue é chorar sem palavras. Na caminhada final em busca da civilização, os dois encontram na praia uma porta de madeira e brincam de bater de um lado e atender de outro. A porta é uma metáfora do dentro e do fora, do entrar e sair, do estar preso ou estar livre.
No final abrupto, os dois se separam. É quando o doidão Norberto, subitamente salvo do cansaço por um arroz-de-carreteiro oferecido por uma mulher solitária, que lhe abre a porta sem mais nem menos, manda o amigo alienado embora com a fala mais profunda e egoísta do filme. Algo que pode ser resumido assim: “Eu encontrei uma pessoa. Ela me deu comida. Vou ficar aqui. Tu segues viajando, nada te prende, és livre, vai”.
Embora tenha trechos mal pavimentados, A Última Estrada da Praia é um filme interessante, com fotografia de qualidade muito boa. (Geraldo Hasse)Banrisul vai ampliar crédito para casa própria
A nova diretoria do Banrisul foi empossada na tarde desta quinta-feira (17), em Porto Alegre.
O novo presidente do banco, Túlio Zamin, afirmou que a meta é expandir a atuação do banco, com destaque para a carteira de crédito imobiliário e programas de microcrédito.
O governador Tarso Genro, destacou a importância do banco para um projeto de desenvolvimento equilibrado para o Estado.
A cerimônia, muito concorrida foi na sede da instituição, com direito ao governador do Estado, Tarso Genro, o vice-governador Beto Grill, o presidente do Conselho de Administração do Banco e secretário estadual da Fazenda, Odir Tonollier, do presidente da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde, autoridades do Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público, representantes de entidades, empresas e funcionários do Banrisul.
Além do presidente, Túlio Zamin, assumiram: na vice-presidência, Flavio Lammel e, como diretores, tomaram posse Guilherme Cassel (diretoria de Crédito), Ivandre Medeiros (diretoria Operacional e Atendimento), João Gazzana (diretoria Financeira e de Relação com Investidores), Jone Pfeiff (diretoria Comercial), Julimar Rota (diretoria de Administração de Recursos de Terceiros), e Luiz Morlin (diretoria de Controle e Risco).
“Assumimos a administração do Banco num momento importante de crescimento econômico do Estado e do País”, disse Zamin, A nova gestão, afirmou, estará baseada em quatro pilares: a expansão do crédito, a continuidade nos investimentos em tecnologia, a manutenção dos controles de custos e a qualificação do atendimento e a maior proximidade com as comunidades, inclusive o aumento da rede de agências em Santa Catarina. Zamin destacou que o competente quadro técnico do Banrisul, patrimônio da instituição e com padrão de excelência, sempre será valorizado.
Zamin anunciou, na ocasião, a primeira decisão coletiva da diretoria que vai assinar as resoluções para a criação de superintendências de microcrédito e de financiamento imobiliário. “Essas superintendências estarão focadas para fomentar as micro e pequenas empresas, alavancar o crédito nas classes C e D e incrementar a ação do banco na área imobiliária.”
DIRETORIA DO BANRISUL
GESTÃO 2011-2014
Presidente
Túlio Zamin – Formado em Ciências Contábeis pela PUCRS e Agente Fiscal do Tesouro estadual, foi secretário adjunto da Fazenda do governo Olívio Dutra de 1999 a 2000, ano em que assumiu a presidência do Banrisul. Natural de Nova Prata, tem 52 anos.
Vice-Presidente
Flavio Lammel – Formado em Ciências Contábeis, foi prefeito de Victor Graeff de 2001 a 2008 e presidiu a Associação Gaúcha dos Municípios (2004/2005) e a FAMURS (2007/2008). Também foi diretor do Instituto de Saúde e Assistência aos Municipários (Isam).
Diretoria de Crédito
Guilherme Cassel – Formado em Engenharia Civil e Agente Fiscal do Tesouro do Estado, foi Ministro do Desenvolvimento Agrário do Governo Lula.
Diretoria Operacional e Atendimento
Ivandre Medeiros – Formado em Administração e funcionário do Tribunal de Justiça do RS, foi coordenador-geral do gabinete do senador Sérgio Zambiasi, e superintendente-geral da Assembleia Legislativa.
Diretoria Financeira e de Relação com Investidores
João Gazzana – Formado em Economia com mestrado pela Universidade de Londres, foi diretor de Recursos de Terceiros do Banco do Nordeste do Brasil e diretor Financeiro do Banrisul de 1987 a 1991 e de 1999 a 2003.
Diretoria Comercial
Jone Pfeiff – Formado em Gestão Bancária com pós-graduação em Gestão Bancária e empregado do Banrisul, foi diretor Financeiro do grupo Capilé, gerente-geral da Agência Central do Banrisul e superintendente da Regional Porto Alegre do Banco, de 1999 a 2003.
Diretoria de Administração de Recursos de Terceiros
Julimar Rota – Formado em Administração de Empresas e Contabilidade com pós-graduação em Finanças e Administração Bancária, empregado do Banrisul, foi gerente Financeiro do Grupo Hospitalar Conceição, e superintendente Financeiro do Banrisul no período de 2000 a 2003.
Diretoria de Controle e Risco
Luiz Morlin – Contador e administrador, empregado do Banrisul há 34 anos, é superintendente de Contabilidade do Banco, contador-geral do Banrisul e empresas do Grupo Banrisul há 12 anos.Conselhão vai estudar novo modelo de pedágio
O órgão de consulta e assessoramento do governador, o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul é composto por 90 conselheiros de diferentes segmentos da sociedade, além de 11 integrantes do Governo.
Ele terá o papel de analisar, debater e propor diretrizes para promover o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul.
Tarso Genro enumerou entre as prioridades a serem discutidas, o modelo de pedágio que melhor atenda aos gaúchos e a questão do transporte coletivo metropolitano.
Reunião do Pleno do CDES-RS
Logo após a cerimônia, que iniciou às 14h e encerrou às 15h30, ocorreu a primeira reunião do Pleno do Conselhão gaúcho, que apreciou a proposta da 1ª Carta de Concertação, aprovação do Termo de Referência, do Regimento Interno, entre outros temas.
Os elementos orientadores para elaboração da agenda de desenvolvimento são: Integração nacional e inserção internacional; Democracia e Participação Cidadã; Recuperação das funções públicas do Estado; Equidade e Inclusão Social; Desenvolvimento Regional e Microrregional; Sustentabilidade Ambiental; Qualificação da infraestrutura e alavancagem do setor energético; Desenvolvimento econômico com investimentos e geração de emprego e renda; Segurança Pública com Cidadania; Pacto Gaúcho pela Educação; Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, e Rede de Atenção e Humanização da Saúde.
Em seu discurso de abertura, o secretário executivo do CDES-RS, Marcelo Danéris, destacou que a entidade irá garantir a existência do diálogo necessário na busca da concertação para o desenvolvimento do Estado.
“Ao invés de tomar decisões sozinho, ou em conjunto com poucos secretários, o governador propõe-se a ouvir um Conselho amplo, antes de enviar um projeto para Assembleia Legislativa. Isto é um valor a firmar-se no Rio Grande do Sul”, destacou.
Para Danéris, ninguém terá de abrir mão de seus ideais e convicções. “Os conselheiros vão colocar suas experiências profissionais e pessoais para pensar o futuro do Estado”, finalizou.
Aprovadas seis Câmaras Setoriais
Pelo regimento, até 12 Câmaras podem funcionar ao mesmo tempo. Entre as seis primeiras aprovadas estão: Piso Salarial Regional; Desenvolvimento da Região da Serra e Arranjos Produtivos Locais; Pacto Gaúcho pela Educação; Desenvolvimento Metropolitano; Previdência; Desenvolvimento Regional.
Representante do Conselho federal, desde a sua implantação e agora estreando no CDES-RS, o industrial Paulo Vellinho brincou que foi escolhido por ser decano, destacou a importância do órgão.
-“Cada um de nós tem um compromisso com o Estado do Rio Grande do Sul. Nós estamos servindo ao Estado e não nos servindo dele e tenho certeza que faremos um excelente trabalho, repetindo o que foi feito em nível nacional, onde 80% do PAC foi tratado neste fórum”, lembrou.
A conselheira Maria Alice Lahorgue ressaltou o caráter participativo do CDES-RS. “Esse Conselhão é uma etapa de construção de participação de um Estado que foi inovador na Participação Popular, pois alguns processos já têm mais de 20 anos”, disse, acrescentando que “O nosso compromisso agora é o de pensar o futuro do Rio Grande do Sul”.
Ela lembrou que além do desenvolvimento, temas como previdência, pacto federativo e o crescimento das zonas urbanas, que hoje concentram mais de 80% da população, devem ser discutidos.
Transição da democracia
“O Conselho nacional teve como motor principal o desenvolvimento com a inclusão social. Criamos ainda um grupo técnico que discutiu a matriz energética, além de termos conseguido unir trabalhadores e empresários em prol do crescimento do país”, destacou o vice-presidente da CUT e conselheiro do CDES-RS, José Lopes Feijó.
Ele acrescentou que o fórum permite a transição da democracia como sistema para a democracia participativa.
A Secretária Executiva do CDES da Presidência da República, Esther Bemerghy, que representou o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sergio, disse que cada conselheiro tem de pensar nos gaúchos e no futuro do Estado.
“O Conselho será um órgão essencial para assessorar o governador. Em nível nacional serviu de fórum para que fossem discutidas questões como o retorno do desenvolvimento e a redução do desequilíbrio social existente até então”, observou.
O vice-presidente da Associação dos Criadores do Mato Grosso do Sul e membro do Conselho gaúcho, José Carlos Bunlai, ressaltou a importância de o governador ter participado da concepção e implantação do Conselho nacional.
“O Tarso foi o grande líder do Conselho nacional, o que faz com que o Rio Grande do Sul inicie com vantagem”, destacou.
Fórum de discussão
Inspirado em experiências européias, o Conselho foi implantado no país em 11/2/2003, durante o primeiro mandado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tendo como coordenador o atual governador gaúcho Tarso Genro.
O órgão rapidamente tornou-se um grande fórum de discussão e preparação de propostas de governo nas áreas econômica e social.
As propostas surgidas no CDES nacional ajudaram, por exemplo, a compor a plataforma que resultou no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Plano de Desenvolvimento da Educação, entre outras ações que possibilitaram o salto de desenvolvimento do país.
Com seus 90 conselheiros, o CDES-RS compõe um ambiente plural de reflexões, reconhecimento de diferenças, mediação e busca de convergências para a constituição de estratégias que combinem crescimento econômico ambientalmente sustentável.
As reuniões do pleno ocorrerão uma vez a cada dois meses. As câmaras temáticas vão alimentar as discussões do plenário, que irá se reunir a cada dois meses com a presença do governador Tarso Genro ou do vice-governador, Beto Grill. O mandato de cada conselheiro será de dois anos.
Ao todo, dentre as mais de 300 solicitações para integrar o conselho, foram selecionados 90 nomes por Tarso Genro, que inclui empresários, sindicalistas, agricultores ligados ao movimento sindical, religiosos, esportista e atores.
O Conselho, explicou o governador, busca a construção através do consenso. Tarso Genro lembrou que o Governo teve de estabelecer uma representatividade tanto de classe, como regional, corporativa, de pessoas originárias dos mais diversos segmentos sociais e sindicais para compor um conselho que tivesse pluralidade. ( c/Assessoria de Imprensa)Prefeitura diz que 10 mil foram à feira do Procon
3ª Feira do Consumidor do Procon Porto Alegre
Mais de 10 mil pessoas visitaram a 3ª Feira do Consumidor realizada pelo Procon Porto Alegre neste último final de semana na Redenção.
O evento, que iniciou às 10h 30min de sábado, foi promovido em comemoração ao terceiro aniversário do Procon, ao Dia Internacional do Consumidor, celebrado em 15 de março, e aos 20 anos de vigência do Código de Proteção e Defesa do Consumidor.
Expositores – Participaram do evento, entre outros expositores, representantes do banco BMG que prestaram informações sobre a contratação do crédito consignado, um dos principais problemas enfrentados pelos porto-alegrenses em 2010 com registro no Procon Porto Alegre.
A área de Assuntos Financeiros que engloba as operações de empréstimos totalizou 20,73% das reclamações no ano passado.
Também estavam presentes as operadoras de telefonia Vivo, Claro e Oi, além da empresa de telecomunicações NET Sul. A presença das gigantes na Feira é justificada.
Do total de reclamações que chegaram ao Procon em 2010, cerca de 18% referiam-se a serviços de Telefonia, TV por assinatura e Internet banda larga.
Também integraram o rol dos participantes, a empresa de plano de saúde Unimed, a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), a Liquigás e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). A Liquigás distribuiu folhetos informativos sobre a campanha promovida nacionalmente visando o combate de venda clandestina do combustível de cozinha, Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). Já a CDL disponibilizou à população consulta ao SPC e informou sobre procedimentos a serem realizados no caso de inclusão do consumidor nas listas de proteção ao crédito.
Estavam ainda presentes as secretarias municipais da Educação, Esporte, além da empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do município, Procempa, do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) e do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU).
“A Feira não só informou e conscientizou os consumidores. O evento ampliou o canal de relacionamento entre as empresas e seus clientes, destaca o diretor executivo do Procon Porto Alegre, Omar Ferri Júnior.
Além do trabalho informativo das empresas, o Procon Porto Alegre distribuiu cartilhas e folders sobre os direitos e deveres dos consumidores e fornecedores nas relações de consumo. (Assessoria)Empresas fazem a "Feira do Procon"
Feira do Procon Porto Alegre esclarece dúvidas dos consumidores
Crédito consignado, portabilidade numérica dos telefones e pacotes de TV por assinatura são alguns dos serviços que serão esclarecidos ao público por financeiras e operadoras de telefonia e TV a Cabo durante a 3ª Feira do Consumidor realizada pelo Procon Porto Alegre amanhã, 12, e no domingo, 13, próxima ao Monumento ao Expedicionário da Redenção.
A abertura da Feira ocorre neste sábado, às 10h 30min. Vai ter a presença prefeito José Fortunati, do secretário Valter Nagelstein, da SMIC, e do diretor executivo do Procon Porto Alegre, Omar Ferri Júnior.
A 3ª Feira do Consumidor se destina a aproximar os porto-alegrenses dos principais fornecedores de produtos e serviços, visando harmonizar o relacionamento de clientes e empresas da Capital.
A Feira, que funcionará das 10h às 17h comemora terceiro aniversário do Procon Porto Alegre, inaugurado em 3 de março de 2008, o do Dia Internacional do Consumidor, celebrado no dia 15 de março, e os 21 anos do Código de Proteção e Defesa do Consumidor.
“O evento não tem como objetivo o recebimento de reclamações sobre os serviços contratados pelo público. Os expositores estarão presentes para o esclarecimento de dúvidas dos consumidores sobre os canais de relacionamento existentes com os clientes e serviços oferecidos à população”. destaca Omar Ferri Júnior.
Expositores – Participam da Feira, entre outros expositores, bancos e financeiras, que estarão prestando informações sobre a contratação do crédito consignado, um dos principais problemas enfrentados pelos porto-alegrenses em 2010 registrados no Procon.
Também estarão presentes as operadoras de telefonia Vivo, Claro e Oi, além da empresa de telecomunicações NET Sul. A presença das gigantes na Feira é justificada. Do total de reclamações que chegaram ao Procon em 2010 , cerca de 18% referiam-se a serviços de Telefonia, TV por assinatura e Internet banda larga. Também integram o rol dos participantes, a empresa de plano de saúde Unimed, a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), a Liquigás e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).
A Liquigás estará entregando folhetos informativos sobre a campanha promovida nacionalmente visando o combate de venda clandestina do combustível de cozinha, Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). Já a CDL disponibilizará aos consumidores consulta ao SPC, cadastro restritivo ao crédito.
Estarão ainda presentes as secretarias municipais da Educação, Esporte, além da empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do município, Procempa, do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) e do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU).
Para divertir a garotada enquanto os pais participam da Feira, a Secretaria Municipal de Esportes estará disponibilizando no local o ônibus Brincalhão, uma brinquedoteca itinerante que leva jogos e brinquedos a crianças da periferia da cidade e a eventos promovidos pela Prefeitura.
Além do trabalho informativo das empresas, o Procon Porto Alegre estará distribuindo o Código de Defesa do Consumidor, cartilhas e folders sobre os direitos e deveres dos consumidores e fornecedores nas relações de consumo. (Maria Teresa Severo/Assessoria de Imprensa do Procon Porto Alegre)Policia uruguaia investiga vídeo terrorista
Búsqueda, quinta-feira 10 de março de 2011:
“El Poder Ejecutivo investiga el origen de un video en el que tres hombres con uniformes militares de combate amenazan a jueces y fiscales por procesamientos de oficiales por violaciones a los derechos humanos durante la dictadura (1973-1985) y anuncian que procederán a la “liberación” de sus “presos políticos”, dijeron a Búsqueda varias fuentes del gobierno.
El presidente José Mujica puso al tanto de esta situación a ex presidentes, a los líderes de la opsición, a los ministros más importantes del gabinete, a la Suprema Corte de Justicia (SCJ) y a las principales jerarquías de las Fuerzas Armadas.
Consultado por Búsqueda, el presidente de la SCJ, Leslie Van Rompaey, se limitó a decir que los jueces son “independientes” y que “no van a ceder a ninguna presión, provenga de donde provenga”.
A esta altura, distintos servicios de inteligencia estatales investigan el origen del video , relataron las fuentes.
Los servicios ya tienen “indicios” de que la filmación es responsabilidad de algunos oficiales jóvenes de las Fuerzas Armadas, básicamente tenientes y capitanes, según fuentes de inteligencia estatal que consultó Búsqueda.
Los informantes entienden que puede incidir el hecho de que hay varios militares de esos grados que son hijos o nietos de oficiales retirados que tuvieron algún grado de protagonismo en el enfrentamiento con la guerrilla en los años ´70 y en la dictadura (1973-1985).
Informantes que vieron la grabación del video dijeron a Búsqueda que el formato es muy similar al que realizan las organizaciones terroristas ETA o Al Qaeda para trasmitir sus comunicados.
En la filmación pueden apreciarse tres soldados con uniforme camuflado y las caras cubiertas por pasamontañas.
Delante de ellos hay un atril cubierto por una bandera uruguaya sobre la que se apoya un sable. Detrás de los militares se aprecian las banderas de José Artigas y de los Treinta y Tres Orientales.
El único de los militares que habla es el que está en el medio, que parece ser el mayor de los tres. Según las fuentes, el video es “casero” ya que está grabado con una sola cámara que se mantiene estática, aunque no es “improvisado”. Muestra de ello es que el supuesto soldado que habla parece estar leyendo un telepromter (aparato electrónico que refleja un texto previamente cargado en una computadora, en un cristal transparente que se sitúa en la parte frontal de una cámara).
A continuación, se transcribe integro el audio, al que accedió Búsqueda, del comunicado que puede escucharse en la grabación del video.
“Febrero de 2011.
Comunicado número uno al pueblo oriental del Ejercito Nacional Libertador, comando Honor y Dignidad.
Visto:
-La desarticulación progresiva de las FFAA.
-La situación de nuestros camaradas en situación de retiro.
– El comunicado de fecha 25 de enero del Foro Libertad y Concordia y la respuesta del Poder Ejecutivo de fecha primero de febrero.
-Las declaraciones públicas de las autoridades del Ministerio del Interior con respecto a las escuchas telefónicas.
Considerando:
-Que la desarticulación de las FFAA ha sido planificada en el pasado, se ha pronunciado a partir de la vigencia de la Ley de Defensa Nacional en beneficio de un aparato armado subordinado políticamente a la coalición de gobierno.
-Que la carta del Foro Libertad y Concordia dirigida exclusivamente a los señores comandantes en jefe de la Armada, Fuerza Aérea y Ejército ha sido clara en los cuestionamientos a los procesos judiciales en curso contra nuestros camaradas prisioneros políticos en el territorio nacional y en el extranjero a los cuales se les suma las nuevas situaciones del presente año.
-Que el comunicado del Poder Ejecutivo establece argumentos viciados de falsas afirmaciones y citas constitucionales que se utilizan para justificar el atropello a las instituciones armadas de la patria que solo se tienen en cuenta como elementos de opresión y sometimiento a todos los ciudadanos, con falsedades tales como:
§ Que el Uruguay goza hoy de plena salud democrática cuando los ciudadanos de bien viven atemorizados por la delincuencia y hoy se conoce por información recabada y confirmada de prensa que todos somos espiados por los servicios de seguridad del gobierno.
§ Que el gobierno garantiza y respeta la libertad de expresión cuando los medios de comunicación masiva son constantemente presionados con asignación discrecional de propaganda oficial, el otorgamiento de beneficios tributarios, según la afinidad con el partido de gobierno.
§ Que los periodistas independientes son sometidos a juicios penales por una frase de un libro y se ordena requisar los mismos por parte de la Justicia.
§ Que el Poder Ejecutivo respaldará con sus instituciones de forma plena las resoluciones adoptadas por el Poder Judicial, cuando se ha escuchado a ministros, subsecretarios y otros funcionarios del gobierno cuestionar y presionar a dicho poder por sus resoluciones y por la asignación de recursos.
§ Que se autorizó a los señores oficiales generales a expresar sus opiniones e inquietudes, cuando se amonestó públicamente al general Jorge Rosales por su tímido apoyo al señor general Miguel Dalmao, hoy prisionero; que se reconoce en el comunicado el carácter político de los juicios realizados, cuando se hace referencia al artículo 77 numeral 4 de la Constitución de la República, pero se tergiversan los términos de dicho artículo que establece: ´Deberán abstenerse´ y no solamente los militares en actividad sino otros funcionarios, como los magistrados judiciales, directores de Entes Autónomos y Servicios Descentralizados.
-El hecho de la concurrencia a Cuba de la fiscal Guianza y Tellechea a los festejos de la revolución más sanguinaria de la historia de América Latina, no constituyó para el Poder Ejecutivo un acto público o privado de carácter político.
-El punto 7 del comunicado del Poder Ejecutivo habla de la unidad nacional y la convivencia armónica de los orientales. Eso constituye una simple expresión de deseo cuando:
§ Desde el propio titular del Ejecutivo se alienta a la división y el enfrentamiento cuando se pretende dividir a la sociedad en ricos y pobres, en oligarcas y sumergidos, en cajetillas y gargantudos y se utilizan en forma permanente agravios para referirse a aquellos que no comparten la doctrina del gobierno.
§ Cuando las diferencias en la propia fuerza política del gobierno se escuchan a diario, entre comunistas y tupamaros en su lucha intestina por la hegemonía de poder.
§ Cuando se convoca al debate sin recurrir a presiones, amenazas o descalificaciones, lo cual es también un grito para la tribuna, dado que se han manipulado las asignaciones y destinos de jueces y fiscales, se han dejado en el olvido sonados casos de corrupción del período anterior de gobierno, como Arana, Muñoz, Nin Novoa, ventas de casas y libros a Venezuela.
§ Se ha mentido respecto a hechos de violencia, tales como la muerte de Feldman o del contador Gomez Cannon.
§ Se ha presionado a jueces y fiscales, como lo hicieron con la doctora Fanny Canessa, quien se ocupaba de los casos Nin Novoa, Perez Riestra y cacinos municipales. O con la fiscal adjunta Beatriz Scapusio – denunciada por el ministro del Interior- quien se ocupaba del caso de la directora del Centro Nacional de Rehabilitación por la muerte de un recluso.
-Que las escuchas telefónicas constituyen una violación a la libertad de las personas y estas solo pueden ser ordenadas por los magistrados nacionales, no siendo discrecionales de ninguna autoridad de gobierno, lo que constituye un nuevo atropello al Estado de derecho.
– Se comparte plenamente lo expresado por el Foro Libertad y Concordia, que son inaceptables las manifestaciones del gobierno realizadas por el novedoso gabinete de seguridad. Se entiende que los tiempos de diálogo con nuestro mando superior se han agotado.
El comando del Ejercito Libertador resuelve:
1) Iniciar las operaciones militares en territorio nacional con el objetivo de asegurar el estricto cumplimiento de la Constitución de la República.
2) La recuperación del estado de derecho que garantice al pueblo oriental la seguridad individual y el respeto a sus derechos constitucionales.
3) En el marco de las operaciones militares asegurar la liberación de nuestros presos políticos mediante el uso de los medios disponibles.
4) Actuar a favor de nuestros camaradas presos por el enemigo en el territorio nacional y en el extranjero persiguiendo y castigando a sus elementos constitutivos.
5) A los comandos subordinados: Se autorizan las operaciones planificadas de acuerdo a las órdenes ya establecidas.
Libertad o muerte! Viva la patria!”
(Transcrição: Movimento de Justiça e Direitos Humanos)
