A polícia já tem pistas para esclarecer a morte do pedreiro Jorge Francisco da Silva no parque da Redenção.
Silva, de 58 anos, com endereço em Viamão foi encontrado boiando no Lago dos Pedalinhos na manhã do dia 22 de outubro.
A polícia já sabe que o pedreiro foi morto a pauladas antes de ser jogado no lago dos pedalinhos, no parque da Redenção.
Testemunhas do crime foram ouvidas forneceram indícios que podem levar ao assassino. O corpo foi encontrado boiando no lago na manhã de 22 de outubro.
Pessoas que viram o crime aceitaram depor e forneceram à polícia os principais elementos e chegar ao assassino é questão de tempo, segundo o investigador Diniz, da Delegacia de Homicídios.
O laudo do Departamento Médico Legal (DML) revelou traumatismo craniano, resultante de sucessivas pancadas na cabeça que a vítima recebeu antes de morrer.
Sinais na terra e um sapato na beira do lago indicam que Silva foi arrastado e jogado nágua já desacordado. “Ele foi morto por alguém conhecido dele e por motivo banal”, diz Diniz.
Autor: Elmar Bones
Homem morto na Redenção: polícia ouve testemunhas
Feira do Livro discute "apagão cultural" no Estado
Assunto recorrente nos encontros de intelectuais na Feira do Livro é a indicação de Luiz Antônio de Assis Brasil para a Secretaria de Cultura e o desafio que ele vai enfrentar, diante da situação de “apagão cultural” que vive o Rio Grande do Sul.
Redução de investimentos orçamentários, distorção da Lei de Incentivo à Cultura, com aplicação da maior parte dos recursos em projetos do próprio governo, e até a queda de investimentos privados, em consequência da falta de uma política cultural pelo governo do Estado – são as causas do “apagão”.
Os sinais estão por toda a parte – desde a crise da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, passando pela falta de bibliotecários até na Biblioteca Central do Estado, até o sucateamento do Instituto Estadual do Livro.
De modo geral, a indicação do futuro secretário – um escritor consagrado, professor de alto conceito, com experiência na gestão cultural e sem arestas políticas – desperta esperanças de mudanças. Mas o tamanho do desafio leva a indagar até onde ele poderá chegar, uma vez que as restrições financeiras, apesar do badalado “deficit zero”, ainda serão severas no início do próximo governo.JÁ Editores promove queima de estoque na última semana da Feira do Livro
Todos os títulos do acervo da JÁ Editores estarão a preços promocionais na barraca da editora na 56a Feira do Livro de Porto Alegre, a partir desta segunda-feira. É a banca 75.

Os descontos chegam a mais de 80 por cento. A promoção se restringe ao período da feira, que vai até 15 de novembro.
Além da Promoção Colorada (dois livros de Kenny Braga por apenas R$ 30), e do livro-agenda Inglês no seu dia-a-dia, da professora Beth Horn, que são sugestões de presentes para qualquer sexo ou idade, veja os demais títulos em promoção:
Lanceiros Negros – a verdadeira história da participação dos negros nas guerras gaúchas. Livro reportagem de Geraldo Hasse e Guilherme Kolling. De R$ 20,00 por R$ 15,00.
A Patrulha de Sete João – Sete homens vieram buscá-lo, os sete se chamavam João. Uma história de arrepiar, baseada em fatos reais. De Euclides Torres. De R$ 30,00 por R$ 15,00.
Carlos Reverbel – Textos Escolhidos – São quatro livros reunidos num volume: 1) um conjunto de reportagens da década de 1950 que impressionam pela atualidade; 2) a reportagem-biográfica sobre Simões Lopes Neto; 3) as melhores crônicas publicadas em jornal; 4) o livro de memórias Arca de Blau. De R$ 80 pr R$ 50.
Literatura e Jornalismo – ensaio clássico de Antonio Olinto, com capítulo inédito escrito em 2008, especialmente para esta edição. De R$ 16 por R$ 8.
Golpe Mata Jornal – A história de um jornal popular silenciado pelo golpe militar de 1964, contada por Jefferson Barros. De R$ 20 por R$ 12.
A Espada de Floriano, de Elmar Bones. Livro-reportagem sobre o golpe militar que instaurou a República no Brasil. De R$ 15 por R$ 5.
O Homem que Perdeu os Olhos – reunião de reportagens. De R$ 15 por R$ 5.
Navegando pelo Rio Grande – As hidrovias gaúchas voltam à cena. Livro-reportagem de Geraldo Hasse com mapas e fotos, atuais e históricas. Mostra um Rio Grande diferente, que não é só a terra do Pampa e da Serra. De R$ 25 por R$ 15.
Eucalipto – Histórias de um imigrante vegetal – De Geraldo Hasse. Livro-reportagem, explica os ciclos econômicos da madeira desde o descobrimento do Brasil e aborda os recentes investimentos da indústria papeleira em plantios de eucalipto, que geram polêmica. De R$ 30 por R$ 15.
Sobre o mesmo tema, organizado por Hasse, Reflorestamento e Desenvolvimento Sustentável traz os anais de seminário sobre tais investimentos. De R$ 25 por R$ 5.
A Petroquímica Faz História – Prêmio Destaque Memória Econômica 2009, promovido pelo Jornal do Comércio. Narra os fatos políticos e econômicos dos 50 anos da indústria petroquímica brasileira, especialmente para a construção do pólo de Triunfo, no Rio Grande do Sul. De R$ 30 por R$ 20.
Luna na Praça da Alfândega – Os passeios com a cachorra levam a um país desconhecido: o miolo da Praça da Alfândega, no coração de Porto Alegre. Registro da praça como ela era até o ano passado. De R$ 28 por R$ 5!
Visão do Pampa – romance histórico de Rivadavia Severo, escrito na década de 1920. De R$ 50 por R$ 25.
Até o lançamento mais recente, Três no Divã, de João Gomes Mariante, tem desconto da Feira: de R$ 30 por 27.E AS BIOGRAFIAS:
Protasio Alves e o seu Tempo, de Maria do Carmo Campos e Martha Geralda Alves D’Azevedo. De R$ 50 por R$ 30.
Roessler, o primeiro ecopolítico, de Ayrton Centeno, sobre o pioneiro ambientalista. De R$ 25 por R$ 12
O Editor sem Rosto – Elmar Bones traça o perfil de Luigi Rossetti, o amigo de Garibaldi que editou O Povo, jornal oficial dos Farrapos. De R$ 20 por R$ 10
Darcy Azambuja, perfil biográfico do jurista e literato, por Geraldo Hasse (de R$ 15 por R$ 5); e volume com contos escolhidos (de R$ 20 por R$ 5)
Meu Avô Zecca Netto, de Helena Corleta, de R$ 25 por R$ 5
Chananeco – Da lenda para a História, de Cesar Pires Machado, de R$ 30 por R$ 5PROMOÇÃO COLORADA:
Inter, Orgulho do Brasil, de R$ 36 por R$ 20, e Rolo Compressor, de R$ 30 por R$ 15.
Os dois livros do jornalista e torcedor Kenny Braga, juntos, por R$ 30.
Porto Alegre receberá mais de R$ 3 bilhões até 2014
Se estão certas as previsões do secretário especial da Copa, Ricardo Gothe, a capital gaúcha vai recebero maior volume de investimentos de sua história até a Copa do Mundo de 2014.
Serão mais de R$ 3 bilhões somando-se os projetos voltados para a Copa e outros investimentos publicos e privados, com recursos já garantidos.
Em 2011, somenta a Prefeitura vai investir quase R$ 700 milhões em projetos ligados ao mundial de futebol, mais projetos do PAC e outros, como o Socioambieltal, por exemplo.
Das obras para a Copa do Mundo o maior investimento será nos chamados projetos de mobilidade urbana, que exigirão maisd de R$ 1 bilhão. Incluem além de obras rodoviárias, um sistema de corredores expressos para ônibus com sete linhas e quatro portais.Projeto de ampliação do HPS será conhecido nesta terça
A proposta de ampliação do Hospital de Pronto Socorro revelou uma situação absurda nas instalações do principal hospital de emergências da região metropolitana de Porto Alegre: os estoques de oxigênio e outros gases estão junto de uma caldeira, sob risco de explosão.
Esse é um dos problemas gerados pela falta de espaço e que a ampliação das instalações pretende resolver. Mas a ampliação também causa problemas.
Para acrescentar mais 1.400 metros quadrados ao prédio do HPS, terão que ser desapropriados seis sobrados da avenida José Bonifácio, nos fundos do hospital.
Em outubro, os moradores e comerciantes atingidos criaram a associação SOS Rua do Brique. Eles criticam a ampliação, por entender que vai descaracterizar o entorno do parque.
Contestam a falta de discussão pública sobre o projeto e propõem um plebiscito para escolher onde deveria ser construído outro hospital de pronto socorro.
Assinaturas estão sendo colhidas para um documento que será entregue ao prefeito.
A pedido da associação, a Comissão de Saúde e Meio Ambiente reuniu-se pela primeira vez para debater o assunto. Ficou decidido que o projeto, estimado em R$ 53 milhões, será apresentado à comunidade no dia 9 de novembro.
Nos sobrados ameaçados de desapropriapção funcionam: um café, uma estética, uma escola infantil e uma Ong. Além destes, há um quinto imóvel já alugado para o HPS (onde funciona a associação dos funcionários) e outro que é uma residência.
“É uma bomba, um perigo”,
alerta o diretor do HPS
A situação ilegal em que se encontram os depósitos de gases é o principal argumento do médico Julio Ferreira, que assumiu a direção do HPS este ano, para expandir o prédio em mais 1400 metros quadrados, anexando a área dos imóveis dos fundos.
“Temos um enorme estoque de oxigênio, que é uma bomba, um perigo, que ficou ao lado de uma caldeira”, exemplifica. Este depósito de oxigênio deveria estar isolado num raio de cinco metros, mas não há espaço.
A ampliação serviria ainda para deslocar todas as áreas de apoio, como lavanderia, cozinha, refeitório e almoxarifado. Isso desobstruiria o acesso das ambulâncias.
“Se houver um grande acidente na cidade e chegarem várias ambulâncias juntas, não há como acessar os pacientes, pois os veículos só conseguem entrar em linha”, afirma a arquiteta Marília Goulart, da Engenharia do HPS.
“Outra realidade é a superlotação das UTIs”, diz Ferreira. O projeto de ampliação também prevê aumentar a área de diagnóstico, triplicar o atendimento de urgência e criar mais leitos nas UTIs.
Hoje o HPS registra 360 mil atendimentos por ano, em 22 especialidades médicas.
Obras de modernização do HPS estão em andamento. Estão sendo gastos R$ 22 milhões, do Qualisus1, programa federal de qualificação de hospitais, com 20% de contrapartida municipal.
Para começar, foi reformado o quadro de força, que era o mesmo da época da fundação do hospital, há 66 anos. Esta etapa consumiu R$ 1,5 milhão e está em fase de conclusão. Agora, estão sendo licitados mais R$ 8,4 milhões, para reformas no andar térreo.
Uma obra para a Copa de 2014
Uma preocupação da Prefeitura, segundo o secretário de Gestão, Newton Baggio, é como atender os turistas que virão para a Copa de 2014.. “Como gestor técnico para a Copa, verifiquei que havia o decreto tornando os imóveis de utilidade pública, e que havia o projeto de ampliação, não cabia a mim questionar”, disse Baggio. “Mas, como arquiteto, acho importante que sejam discutidos os impactos urbanísticos.”
O diretor do HPS, médico Julio Ferreira, e o secretário adjunto da Saúde, Marcelo Bósio, argumentam que, mesmo que todo o sistema de saúde pública fosse aperfeiçoado, ainda assim o HPS não pode continuar funcionando nas condições em que se encontra.
“A construção do bloco anexo, na Venâncio Aires, foi a primeira etapa da ampliação, e já naquela época previa-se a necessidade de desapropriação dos imóveis dos fundos”, diz Bósio. “Já alugamos uma das seis casas, por quase R$ 10 mil, acima do preço de mercado, é um absurdo continuar assim”, protesta Ferreira.Justiça acolhe ação contra projeto do Cais Mauá
A Justiça acatou a ação movida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANAQ) pedindo anulação do edital da licitação para as obras de “Revitalização do Cais da Mauá”.
As intimações ao governo do Estado e à Superintendência de Portos e Hidrovias foram expedidas no dia 28 de outubro, com 30 dias para que apresentem suas justificativas.
A decisão do juiz Gabriel Menna Barreto, da 5ª.Vara Federal, implica no reconhecimento preliminar de que a licitação não poderia ser efetivada sem a anuência da ANTAQ.
Ação judicial torna incerto o futuro do projeto grandioso, uma das peças de campanha da governadora Yeda Crusius, para ocupação do cais de Porto Alegre.
O projeto prevê a construção de grandes prédios para hotéis e comércio, marina, passeios e espaços de recreação – algo semelhante ao que foi feito em Buenos Aires com o Puerto Madero.
Dados da ação judicial:
> AÇÃO ORDINÁRIA (PROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO) Nº 5016114-68.2010.404.7100
> (Processo Eletrônico – RS)
> Data de autuação: 05/08/2010 16:15:35
> Tutela: Requerida
> Juiz: GABRIEL MENNA BARRETO VON GEHLEN
> Órgão Julgador: JUÍZO SUBS. DA 05A VF DE PORTO ALEGRE
> Localizador: P28
> Situação: MOVIMENTO
> Justiça gratuita: Não Requerida
> Valor da causa: 10000.00
> Intervenção MP: Sim
> Maior de 60 anos: Não
> Assuntos:
> 1. Edital
>
> —————————————————-
> PARTES
> AUTOR: AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS – ANTAQ
>
> RÉU: SUPERINTENDÊNCIA DE PORTOS E HIDROVIAS
>
> RÉU: ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
>
> —————————————————-
> ADVOGADOS
> Nome: PRF4 – LÚCIA SAMPAIO ALHO (AUTOR)
> Nome: MILENA BORTONCELLO SCARTON (RÉU)
> Nome: PAULO MOURA JARDIM (RÉU)
> Nome: MILENA BORTONCELLO SCARTON (RÉU)
> Nome: PAULO MOURA JARDIM (RÉU)
>
> —————————————————-
> FASES
> 28/10/2010 Intimação Eletrônica – Expedida/Certificada (RÉU –
> SUPERINTENDÊNCIA DE PORTOS E HIDROVIAS) Prazo: 30 dias
> 28/10/2010 Intimação Eletrônica – Expedida/Certificada (RÉU – ESTADO DO
> RIO GRANDE DO SUL) Prazo: 30 dias
> 28/10/2010 Intimação Eletrônica – Expedida/Certificada (MPF –
> MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL) Prazo: 30 diasGoverno Dilma x Imprensa: conflito anunciado
(Elmar Bones) – Na reta final da campanha presidencial, o embate governo versus imprensa tornou-se tão acirrado quanto a própria disputa eleitoral, que parecia definida.
Esse embate durante a campanha projeta a questão que será central no governo Dilma.
O conflito das grandes corporações da mídia com Lula e o PT não é novo e tende a se agravar com Dilma.
Atribui-se à mídia a derrota de Lula para Collor e FHC. Desde então, Lula tem vencido.
Sua primeira eleição passou por cima do cadáver da mídia. A crise do Mensalão foi a chance da desforra, alguns jornais por pouco não anunciam a queda do presidente.
O governo cambaleou, Lula entregou a cabeça de José Dirceu, Genoíno, Palocci e todos mais, mas não caiu. Saiu fortalecido, tanto que se reelegeu.
Ali, ficou claro que a mídia convencional, ou mídia corporativa – os cinco ou seis grupos que ainda controlam o negócio da comunicação no país – já não comanda mais a opinião publica.
Depois aconteceu o que se viu. A mídia destacou o Lula analfabeto, populista, fanfarrão, metido aonde não devia. A opinião pública consagrou Lula como o presidente mais popular da história do país.
Surgiu a candidatura Dilma. Saltaram os “colunistas bem informados” a dizer que jamais o nome dela conseguiria transitar no Partido dos Trabalhadores. Era uma adventícia, sua origem era o PDT de Brizola…
Quando o PT digeriu a candidatura Dilma, o discurso mudou: Dilma era uma técnica, sem qualquer carisma, nenhum jogo de cintura, nunca havia disputado um cargo…
Dilma candidata, estava fadada a um fracasso, segundo os analistas da imprensa. Não tinha luz própria, era um boneco do Lula e voto não se transfere assim no mais. Não faltaram nem exemplos históricos, de grandes lideres populares que tentaram impor sucessores e fracassaram.
Agora, Dilma supera tudo isso e se elege na primeira eleição que disputa… A velha mídia não vai perdoar, ela nunca foi tão humilhada.
Por outro lado, a desconcentração dos meios, a abertura do mercado oligopolizado é uma pressão antiga, decorre do próprio processo democrático.
Os oligopólios por suas limitações naturais já não dão conta das demandas por informação, geradas pela democratização da sociedade, com os movimentos de ascenção social.
Mas eles, os grandes grupos da mídia, dominam um mercado deformado pelo seu próprio poder, exacerbado ao ponto de decidir na prática quem pode ou não pode entrar no negócio.
O governo tende a ser um agente na mudança desse quadro, que remonta ao regime militar. Começa pela distribuição das verbas, termina pelo dever de regulamentar ou fazer valer regras que já existem e não são cumpridas.
Obviamente, vai encontrar toda a resistência do mundo, desde o primeiro dia.Livros JÁ
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Portais da Cidade: novo nome sai em novembro
Confirmada a noticia que o JÁ deu há um mês: o nome do projeto Portais da Cidade vai mudar. O prefeito José Fortunati disse nesta terça-feira, 26, que o novo nome será anunciado em novembro.
O novo sistema de transporte coletivo que está em planejamento para Porto Alegre é semelhante ao que foi implantado em Curitiba, com corredores expressos para ônibus especiais, numa rede integrada.
É chamado BRT (Bus Rapid Transport) e adotado com sucesso em diversas capitais de porte médio.
A reunião do prefeito com a diretora da Cooperação Andina de Fomento (CAF), Moira Paz-Estenssoro representa “uma nova etapa nas negociações”, segundo Fortunati.
A CAF é a financiadora do projeto e candidata a financiar também parte da implantação do sistema, que integra as obras de melhoria da mobilidade urbana para a Copa do Mundo de 2014.
O próximo passo é a vinda de uma missão da Venezuela entre 16 e 19 de novembro, para avaliar do andamento do trabalho técnico.
A diretora da CAF manifestou preocupação com as indefinições que tem atrasado o projeto, em discussão desde 2005.
O prefeito garantiu que o sistema dos portais continua exatamente nos mesmos moldes concebidos anteriormente.
O prefeito justificou a mudança do nome. Para ele, Portais remete a algo fixo. “Esse não é o objetivo do sistema, que prima pela agilidade e modernização. Como exemplo, cito o Ligeirinho, de Curitiba, e o Transmillenion, de Bogotá”.


