Autor: Elmar Bones

  • A lei da "ficha-suja" e a moralização da política

    (Christopher Goulart, especial para o JÁ)
    Motivo de preocupação para muitos deputados do Brasil inteiro, o avanço no Congresso Nacional do projeto de Lei que dificulta a candidatura dos chamados “ficha-suja”, é uma realidade. Claro, para que o mesmo tenha andamento, era de se esperar alterações mais brandas a respeito do julgamento sobre inelegibilidade dos políticos criminosos. Restou definido que não basta a condenação de um juiz singular. Tal decisão deve ser firmada por um colegiado. O fato de o Ministério Público antes oferecer a denúncia sobre o ato criminoso do político e a mesma ser aceita pela autoridade judicial, não é sequer considerado pelo Congresso, que assim acaba sempre concedendo uma sobrevida aos Parlamentares desonestos.
    Eis um dado importante. A decisão condenatória de um juiz singular não pode ser considerada como “solitária”. Antes dela, ocorre a investigação de um Promotor Público. Por outro lado, é inquestionável o princípio Constitucional de que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença penal condenatória”. Mas o que se verifica é que em outros casos, como na admissão no serviço público, havendo problemas na “vida pregressa” o interessado pode restar inabilitado.
    Dois pesos e duas medidas diferentes servem para uma reflexão sobre o tema. Além do mais, a ninguém cabe desconhecer a morosidade genérica do Poder Judiciário, e, assim sendo, quantos políticos criminosos cumpririam seus mandatos de 4 anos enquanto a “decisão do Colegiado” não é proferida? Muitos advogados habilidosos em protelar demandas judiciais garantiriam os mandatos de seus clientes, esgotando intermináveis recursos e instâncias.
    Há que se frisar que este projeto partiu de uma iniciativa popular, subscrito por um milhão e seiscentos mil cidadãos, que têm ainda o respaldo um país inteiro que não suporta mais imoralidade na política. Aliás, “imoralidade” é uma palavra tênue demais para classificar contraventores e criminosos. Então, uma solução poderia ser a suspensão temporária do mandado cassado em primeiro grau, até a decisão do tal “colegiado”. Dessa forma a sociedade fica protegida de votar em um candidato que no mínimo é considerado suspeito.

  • Yeda candidata começa a capitalizar erros da oposição

    Começa a cair a ficha nos redutos petistas: já reconhecem que Yeda Crusius não “está morta”, como chegaram a dizer referindo-se às possibilidades de reeleição da governadora.
    Talvez, menos por seus méritos e mais pelos equívocos da oposição, Yeda recompõe sua imagem e começa a ganhar terreno nas pesquisas, com a ajuda da mídia que sempre tende a ser generosa com quem tem a caneta para assinar.
    Repita-se: o erro crucial da oposição foi jogar todas as fichas na possibilidade de embretar o governo Yeda com as denúncias de corrupção.
    O “Fora Yeda” foi uma bandeira levantada pelo PSOL, que o PT abraçou provavelmente por medo de perder mais votos à esquerda, como já ocorreu na última eleição municipal em Porto Alegre.
    Ao concentrar suas energias para colar em Yeda o rótulo da corrupção, a oposição deixou de fazer, ou não fez com a ênfase devida, a crítica à administração de Yeda.
    Não quer dizer que corrupção não exista, mas na medida em a estratégia não deu certo, resta uma governadora aparentemente blindada e com um discurso de gestão que pode não ser verdadeiro, mas será eleitoralmente eficaz…
    Se fechar a aliança com o PP e levar Otomar Vivian de vice, como se especula, a candidatura à reeleição estará de pé.
    Na perspectiva de hoje, são pequenas as chances de Yeda.
    Considere-se, porém, que ela já sofreu o maior desgaste que poderia sofrer e não é difícil concluir que Yeda está no páreo, como gostam de dizer os turfistas que comentam política.(EB)

  • Pressão da Assembleia faz RBS mudar reportagem

    A reportagem sobre deputados que nas quintas-feiras assinam o ponto e vão embora foi preparada durante duas semanas. Poucos minutos antes de ir ao ar no programa TeleDomingo, veio a ordem da direção para retirar o nome dos deputados que eram mencionados na matéria.
    A reportagem ganhou repercussão já na terça-feira quando o deputado Dionilson Marcon deu um safanão no repórter Giovani Grizotti. Grizotti tentava gravar uma entrevista com o deputado, que marcara presença na sessão e imediatamente se ausentara do plenário. O incidente mereceu destaque nos telejornais da casa naquele dia.
    Durante a semana, intensificou-se a pressão dos deputados sobre repórteres e editores do programa. Todos alegavam que é uma praxe do Legislativo, principalmente em época de campanha: na quinta-feira, na última sessão plenária da semana, muitos deputados apenas marcam presença, para não terem desconto no salário, e se retiram para “trabalhar junto às bases”.
    Na sexta-feira, o próprio presidente da Assembleia, deputado Giovani Cherini, entrou em contato com a direção da RBS, argumentando que a reportagem seria prejudicial à imagem do parlamento estadual, porque passaria ao público uma idéia errada do trabalho dos deputados, que não se restringe à atuação em plenário, sendo mais importante muitas vezes suas atividades em comissões ou mesmo no interior, junto às suas bases eleitorais.
    Todos os quinze deputados que nas duas quinta-feiras em que foi gravado o programa assinaram presença e se retiraram do plenário, foram ouvidos pela reportagem. Alguns, como Leila Fetter, do PP, explicaram com naturalidade que se trata de uma prática consagrada na casa.
    O deputado marca presença na sessão e se retira, muitas vezes para viajar ao interior.
    A alegação de todos é que a reportagem passaria ao eleitor uma imagem errada do trabalho dos parlamentares. Marcon foi o único que reagiu agressivamente.
    A pressão sobre os jornalistas se intensificou no fim de semana e o assunto foi examinado pelo departamento jurídico e pela direção da empresa. Quando faltavam dez minutos para o programa ir ao ar, houve a intervenção – o assunto passara para o nível “das relações institucionais” entre a Assembleia e a RBS. Um editor foi chamado às pressas, e a reportagem foi revisada – foi “amenizada” em alguns pontos e o nome e as entrevistas dos deputados faltosos foram suprimidos.

  • Donos da mídia vão à Justiça contra PNDH

    Os seis grandes grupos que controlam os meios de comunicação no país não se conformam com a possibilidade de Lula fazer da ministra Dilma a sua sucessora.
    Eles sabem que a continuidade desse processo iniciado com Lula é a maior ameaça aos privilégios que adquiriram no tempo dos generais e têm conseguido manter quase intactos até agora, embora seja cada vez maior a pressão por mudança nesse sistema que se assenta num coronelato eletrônico.
    Não conseguiram evitar a eleição de Lula, apesar de todo o empenho. Depois tentaram derrubá-lo com a violenta campanha, tentando envolvê-lo no Mensalão.
    A derrota que sofreram nesse episódio não tem precedentes na história do país e dela resultou a reeleição do metalúrgico.
    No ano passado, tentaram boicotar a Conferência Nacional de Comunicação, onde se discute um novo rumo das políticas públicas para esse setor vital em qualquer democracia.
    Agora enxergam em Dilma Rousseff o grande perigo e já estão em campanha. Seu mais recente alvo é o Programa Nacional de Direitos Humanos, no qual enxergam intenções do governo Lula de “controlar a mídia”.
    A notícia publicada no Globo há poucos dias sinaliza para a nova campanha que pretendem deflagrar. Leia o que diz O Globo:
    “A Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) e a Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner) discutiram, em reunião com a Fecomercio, a possibilidade de ingressar no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a terceira edição do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que propõe o controle social da mídia. O encontro aconteceu nesta quinta-feira (18/03).
    As entidades defendem que o programa, que estabelece normas para os veículos de comunicação, é uma afronta à liberdade de expressão. “Esse programa parece um samba do crioulo doido. Com o pano de fundo dos direitos humanos, tenta praticamente abarcar todos os setores para censurar todos os âmbitos da vida nacional”, declarou a presidente da ANJ, Maria Judith Brito, que classificou o documento de “excrescência”.
    Para ela, o governo Lula tenta cercear a liberdade de imprensa. ”Talvez a mídia tenha sido a instância mais agredida ou mais sistematicamente agredida durante os dois governos do presidente Lula”.
    A proposta para que as entidades recorressem ao STF partiu do presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio, o jurista Ives Gandra Martins, que presidiu a reunião. Segundo ele, o PNDH se compara às “constituições bolivarianas”.
    Gandra lembrou que haverá um debate no Senado, convocado pela senadora Katia Abreu (DEM-TO), que pretende questionar o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi a respeito do polêmico programa. O debate de hoje servirá como base para as discussões”.

    Em tempo: ANJ, ABERT, ANER são, na verdade, aparelhos ideológicos, controlados pelos “seis grandes”.

  • Associação defende vítimas de erros odontológicos

    Já está em atividade em Porto Alegre a, “Associação das Vítimas dos Erros dos Dentistas do Rio Grande do Sul”, criada no final do ano passado. É uma entidade sem fins lucrativos, que presta assessoria às pessoas que “na busca de um serviço odontológico sofreram algum dano, físico, material ou moral”.
    A entidade oferece gratuitamente orientação, inclusive com a indicação de profissionais da área da advocacia especializados e  da área odontológica”. Leia a carta de apresentação e o estatuto da nova entidade.
    Prezados senhores:
    Vimos por meio desta, apresentar a ASSOCIAÇÃO DAS VÍTIMAS DE ERROS DOS DENTISTAS DO RS – AVED, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ, sob o número 11576298-0001-87.
    Trata-se de uma entidade sem fins lucrativos objetivando a reparação àquelas pessoas que na busca de um serviço odontológico sofreram algum dano, físico, material ou moral em função de atuações clínicas caracterizadas por negligência, imprudência ou imperícia, quer seja na iniciativa privada (consultórios particulares, clínicas, hospitais, convênios e planos de saúde odontológicos), quer seja no setor público (hospitais, centros e postos de saúde) via SUS. Para tal prestamos orientação, inclusive com a indicação de profissionais da área da advocacia especializados e da área odontológica.
    Registramos não termos nenhuma restrição quanto aos profissionais que atuam na área, pelo contrário os respeitamos enquanto necessários à saúde da população. Tão somente nos insurgimos contra aqueles profissionais que não respeitam os preceitos éticos ou técnicos de sua profissão. Indicamos, gratuitamente, às vítimas lesadas, assessores jurídicos e odontológicos buscando através da via judicial a reparação ao dano causado, quando da necessidade de buscá-lo.
    Esta iniciativa partiu do fato de que nós mesmos (fundadores) em algum momento de nossas vidas termos sofrido erros odontológicos clínicos, cirúrgicos e/ou protéticos. Como não tivemos nenhum respaldo à época quanto aos erros cometidos, formamos esta associação com objetivo de informarmos a população seus direitos enquanto cidadãos, direitos estes assegurados pela nossa Constituição Federal de 1988, pelo Código Civil e Código de Defesa do Consumidor.
    Certos de contarmos com sua valiosa divulgação colocamo-nos à disposição para maiores esclarecimentos.
    Atenciosamente,
    Dinarte Valentini
    Presidente
    • Em anexo o estatuto da entidade
    ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DAS VÍTIMAS DOS ERROS DOS DENTISTAS DO RIO GRANDE DO SUL – AVED
    Capítulo I
    DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO.
    Art. 1º A Associação Das Vítimas Dos Erros Dos Dentistas Do Rio Grande Do Sul – AVED é pessoa jurídica de direito privado, constituída na forma de associação, com fins não lucrativos, com autonomia administrativa e financeira, regendo-se pelo presente Estatuto e pela legislação que lhe for aplicável.
    Art.2º A Associação tem sede e foro nesta capital, na Rua Joaquim Nabuco 293, Bairro Cidade Baixa, Rio Grande do Sul, CEP 90050-340.
    Art. 3º A Associação tem por finalidade prestar apoio e orientação a todas as pessoas vítimas de erros odontológicos, na busca de:
    I – orientar a todos aqueles que de qualquer maneira sofreram algum dano moral, material ou estético em decorrência da negligência, imprudência ou imperícia por profissionais da área odontológica;
    II – buscar a responsabilidade civil das operadoras de planos de saúde odontológicos quando de suas obrigações contratuais assumidas junto a seus clientes;
    III – buscar a responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito público, quando seus agentes nessa qualidade causarem danos a terceiros na prestação de serviços odontológicos.
    Art. 4º Na consecução de tais objetivos a Associação poderá efetivar trabalhos de orientação, ensino, pesquisa, publicações e assistência jurídica, bem como participar na formação de pessoal técnico relacionados com seus fins.
    Art. 5º A fim de cumprir suas finalidades, a Associação se organizará em tantas unidades de prestação de serviços, denominados departamentos, quantos se fizerem necessários, os quais se regerão por regimentos internos específicos.
    Art. 6º A Associação poderá firmar convênios ou contratos e articular-se, pela forma conveniente, com órgão ou entidades, públicas ou privadas.
    Art. 7º O prazo de duração é indeterminado.
    Capítulo II
    DOS DIREITOS E DEVERES DOS ASSOCIADOS
    Art. 8º Constituem direitos de todo o associado da AVED obter acesso a informações; o esclarecimento de dúvidas e a orientação técnica necessária quando das hipóteses do artigo 3º deste estatuto.
    Art. 9º São deveres de todo o associado da AVED responder pelos valores da assistência eventualmente prestada por terceiro ou terceiros que não integrantes da associação.
    Capítulo III
    DO PATRIMÔNIO, SUA CONSTITUIÇÃO E UTILIZAÇÃO.
    Art. 10º O patrimônio da Associação será composto de:
    a) Dotações ou subvenções eventuais, diretamente da União, dos Estados e Municípios ou através de órgãos Públicos da Administração direta e indireta;
    b) Auxílios, contribuições e subvenções de entidades públicas e privadas, nacionais ou estrangeiras;
    c) Doações ou legados;
    d) Produtos de operações de crédito, internas ou externas, para financiamento de suas atividades;
    e) Rendimentos decorrentes de títulos, ações ou papéis financeiros de sua propriedade;
    f) Rendas em seu favor constituídas por terceiros;
    g) Rendimentos decorrentes de títulos ações ou papéis financeiros de sua propriedade;
    h) Usufruto que lhes forem conferidos;
    i) Juros bancários e outras receitas de capital;
    j) Valores recebidos de terceiros em pagamento de serviços ou produtos;
    l) Contribuição de seus associados.Parágrafo único. As rendas da Associação somente poderão ser utilizadas para a manutenção de seus objetivos.
    Capítulo IV
    DA ADMINISTRAÇÃO
    Art. 11 A Associação tem como órgãos deliberativos e administrativos a Assembléia Geral, a Diretoria e o Conselho Fiscal.
    Art. 12. A Assembléia Geral é órgão soberano da Associação, sendo constituída por todos os sócios em pleno gozo de seus direitos estatutários.
    Art. 13. São atribuições da Assembléia Geral:
    I – Eleger e destituir os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal;
    II – Elaborar e aprovar o Regimento Interno da AVED;
    III – Deliberar sobre o orçamento anual e sobre o programa de trabalho elaborado pela diretoria, ouvido previamente quanto àquele, o Conselho Fiscal;
    IV- Examinar o relatório da Diretoria e deliberar sobre o balanço e as contas, após parecer do Conselho Fiscal;
    V- Deliberar sobre a conveniência de aquisição, alienação ou oneração de bens pertencentes à Associação;
    VI – Decidir sobre a reforma do presente Estatuto;
    VII- Deliberar sobre proposta de absorção ou incorporação de outras entidades à Associação;
    VIII- Autorizar a celebração de convênios e acordos com entidades públicas ou privadas;
    IX- Decidir sobre a extinção da Associação e o destino do patrimônio.
    § 1º- È direito de todo o associado da AVED, votar e ser votado para os cargos diretivos e de fiscalização;
    § 2º – Será excluído pela Assembléia Geral todo sócio que descumprir o Estatuto ou regimento interno desta Associação.
    Art. 14. A Assembléia Geral se reunirá ordinariamente na primeira quinzena de janeiro de cada ano, quando convocada pelo seu presidente, por seu substituto legal ou ainda por no mínimo 1/5 de seus membros, para:
    a) Tomar conhecimento da dotação orçamentária e planejamento de atividades para a Associação;
    b) Deliberar sobre o relatório apresentado pela Diretoria sobre as atividades referentes ao exercício social encerrado.
    Art. 15. A Assembléia Geral se reunirá extraordinariamente quando convocada:
    I – Por seu Presidente;
    II – Pela Diretoria;
    III – Pelo Conselho Fiscal;
    IV – Por 1/5 de seus membros.
    Art. 16. A convocação das reuniões ordinárias ou extraordinárias será feita mediante edital, com pauta dos assuntos a serem tratados, a ser fixado na sede da entidade, com antecedência mínima de oito (8) dias e correspondência pessoal contra recibo aos integrantes dos órgãos de administração da Associação.
    § 1º As reuniões ordinárias instalar-se-ão em primeira convocação, com a presença mínima de dois terços (2/3) dos integrantes da Assembléia Geral e em segunda convocação, trinta (30) minutos após, com qualquer número de presentes.
    § 2º As reuniões extraordinárias instalar-se-ão, em primeira convocação, com 2/3 (dois terços) dos integrantes da Assembléia Geral e, em segunda convocação, trinta (30) minutos após, com maioria absoluta dos integrantes do referido órgão.
    Art. 17. A Diretoria é composta de:
    I – Presidente;
    Il – Secretário;
    llI- Tesoureiro;
    Parágrafo único. O mandado dos integrantes da Diretoria será de quatro anos, permitida uma única vez sua reeleição.
    Art. 18. Ocorrendo vaga em qualquer cargo da Diretoria, caberá a Assembléia Geral substituí-lo até o fim do período para que foi eleito.
    Art. 19. Compete à Diretoria:
    I – Elaborar e executar o programa anual de atividades;
    II – Elaborar e apresentar a Assembléia Geral o relatório anual e o respectivo demonstrativo de resultados do exercício findo;
    III – Elaborar o orçamento da receita e despesas para o exercício seguinte;
    IV – Elaborar os regimentos internos da e de seus departamentos;
    V – Entrosar-se com instituições públicas e privadas, tanto no País como no exterior, para mútua colaboração em atividades de interesse comum.
    Art. 20. Compete ao Presidente:
    I – Representar a Associação judicial e extrajudicialmente;
    II – Cumprir e fazer cumprir este Estatuto e os demais regimentos internos;
    III – Convocar e presidir as reuniões da Diretoria;
    IV – Dirigir e supervisionar todas as atividades da Associação;
    V – Assinar quaisquer documentos relativos às operações ativas da Associação.
    Art. 21. Compete ao Secretário:
    I – Secretariar as reuniões das Assembléias Gerais e da Diretoria e redigir atas;
    II – Cadastrar os estudantes carentes que procurarem a Associação para fins de estudo do caso e possível prestação de ajuda;
    III – Manter organizada a secretaria, com os respectivos livros e correspondências.
    Art. 22. Compete ao Tesoureiro:
    I – Arrecadar e contabilizar as contribuições, rendas, auxílios e donativos efetuados à Associação, mantendo em dia a escrituração;
    II – Efetuar os pagamentos de todas as obrigações da Associação;
    III- Acompanhar e supervisionar os trabalhos de contabilidade da Associação, contratados com profissionais habilitados, cuidando para que todas as obrigações fiscais e trabalhistas sejam devidamente cumpridas em tempo hábil;
    IV- Apresentar relatórios de receitas e despesas, sempre que forem solicitadas;
    V- Apresentar o relatório financeiro para ser submetido à Assembléia Geral;
    VI- Apresentar semestralmente o balancete de receitas e despesas ao Conselho Fiscal;
    VII- Publicar anualmente a demonstração das receitas e despesas realizadas no exercício;
    VIII- Elaborar, com base no orçamento realizado no exercício, a proposta orçamentária para o exercício seguinte a ser submetida à Diretoria, para posterior apreciação da Assembléia Geral;
    IX- Manter todo o numerário em estabelecimento de crédito;
    X- Conservar sob sua guarda e responsabilidade, todos os documentos relativos à tesouraria;
    XI- Assinar, em conjunto com o Presidente, todos os cheques emitidos pela Associação.
    Art. 23. O Conselho Fiscal será constituído por (03) pessoas de reconhecida idoneidade, eleitos pela Assembléia Geral, permitida apenas uma recondução.
    Parágrafo único. O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com o mandato da Diretoria.
    Art. 24. Compete ao Conselho Fiscal:
    I- Examinar os documentos e livros de escrituração da entidade;
    II- Examinar o balancete semestral apresentado pelo Tesoureiro, opinando a respeito;
    III- Apreciar os balanços e inventários que acompanham o relatório anual da Diretoria;
    IV- Opinar sobre a aquisição, alienação e oneração de bens pertencentes à Associação.
    Parágrafo único. O Conselho Fiscal reunir-se-á a cada seis (6) meses e extraordinariamente, sempre que necessário.
    Art. 25. Ocorrendo vacância em qualquer dos cargos do Conselho Fiscal a Assembléia em 30 dias deverá eleger novo membro.
    Capítulo V
    DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
    Art. 26. Os sócios e dirigentes da Associação não respondem solidária nem subsidiariamente pelas obrigações da Entidade
    Art. 27. A Associação será composta por número ilimitado de sócios, distribuídos em categorias de fundadores, benfeitores, honorários e contribuintes.
    Parágrafo único. A primeira Assembléia Geral da. Associação composta por seus fundadores designará comissão para elaborar regimento que conste para se associar à mesma, bem como das categorias, deveres e obrigações dos sócios.
    Art. 28. A Diretoria e o Conselho Fiscal elegerão seus presidentes na primeira reunião subseqüente à escolha dos mesmos.
    Art. 29. Os cargos dos órgãos diretivos da Associação não serão remunerados, salvo os cargos de profissionais técnicos, devendo estes obedecer aos valores estabelecidos pela entidade a que estão vinculados.
    Art. 30. Os funcionários que forem admitidos para prestarem serviços profissionais à Associação serão regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas.
    Art. 31. O quorum de deliberação será de 2/3 (dois terços) da Assembléia Geral, em reunião extraordinária, para as seguintes hipóteses:
    A) Alteração do Estatuto;
    B) alienação de bens imóveis e gravação de ônus reais sobre os mesmos;
    C) aprovação de tomada de empréstimos financeiros de valores superiores a cem (100) salários mínimos;
    D) extinção da Associação.
    Art. 32. Decidida a extinção da Associação, seu patrimônio, depois de satisfeitas as obrigações assumidas, será incorporado ao de outra Associação congênere, a critério da Assembléia Geral.
    Art. 33. O exercício financeiro da Associação coincidirá com o ano civil.
    Art. 34. O orçamento da Associação será uno, anual e compreenderá todas as receitas e despesas, compondo-se de estimativa de receita, discriminadas por dotações e discriminação analíticas das despesas de modo a evidenciar sua fixação para cada órgão, sub-órgão, projeto ou programa de trabalho.
    Art. 35. Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria e referendados pela Assembléia Geral, ficando eleito o foro da Comarca de Porto Alegre para derimir eventuais controvérsias.
    Porto Alegre, 18 de outubro de 2009
    DINARTE VALENTINI
    Presidente

  • Porto Alegre 24 horas no ar

    Dia 26 de março de 2010, quando Porto Alegre completará 238 anos, o Armazém Digital realizará o Porto Alegre 24h no Ciberespaço, um evento em homenagem ao aniversário da capital do RS.
    Para isso, está convidando fotógrafos que, durante 24 horas desse dia, farão imagens da cidade. O registro fotográfico íniciará à 00h00min01seg e se estenderá até às 24h00min00seg, e poderá ser acompanhado pelo público através da internet, pois, a cada hora, o site Armazém Digital será atualizado com as fotografias produzidas pelos participantes.
    A proposta é registrar o cotidiano da cidade, seus lugares, seus habitantes, seus personagens, suas vidas.
    Porto Alegre 24h no Ciberespaço, registro fotográfico de um dia na cidade, além de um site na internet, vai resultar num livro e numa exposição.
    A marca do evento foi criada pela designer Tatiana Sperhacke.
    Os nomes dos fotógrafos convidados que participarão do evento serão divulgados na próxima semana.
    Mais informações podem ser acompanhadas pelo site www.armazemdigital.com.br
    O QUE: Porto Alegre 24h no Ciberespaço, registro fotográfico de um dia na cidade
    QUANDO: 26 de março de 2010, da 00h00min01seg às 24h00min00seg
    ONDE: Site Armazém Digital (www.armazemdigital.com.br)
    CONTATO:
    Natália Guasso
    natalia.guasso@gmail.com
    (51) 9748 6004
    marcaciber.jpg

  • Fábrica da Fibria no RS só depois de 2020

    Apesar de ainda depender da redução da dívida, o plano de expansão da Fibria já está traçado. O projeto, em prática a partir deste ano, prevê a construção de duas fábricas de celulose até 2016.
    A primeira é uma nova linha de produção na Veracel (BA), em parceria com a sueco-finlandesa Stora Enso. A segunda é a duplicação da fábrica de Três Lagoas (MS), que entrou em operação em março de 2009.
    Segundo o presidente da Fibria, Carlos Aguiar, a direção da Fibria já aprovou o plantio de floresta nas duas regiões e aguarda apenas um aval da Stora Enso, que deve ser dado no primeiro semestre. A seguir, os principais trechos da entrevista à Agência Estado:
    Desde que foi criada, a Fibria traçou como prioridade reduzir sua dívida. Quando o foco será direcionado para a expansão?
    Carlos Aguiar – Já voltamos a conversar com a Stora Enso no sentido de reiniciar os plantios para Veracel II. Antes da crise, iniciamos o plantio nas áreas nas quais já possuíamos licença (ambiental) e chegamos a iniciar o estudo de viabilidade. Mas, com a crise, paralisamos todo o processo. Agora, podemos dizer que ambas as empresas estão em situação de poder caminhar novamente.
    Houve uma sinalização positiva da Stora Enso em relação à retomada do projeto?
    Carlos Aguiar – Estamos conversando sobre o assunto. Resolvido isso, o que a gente pretende que ocorra ainda no segundo trimestre de 2010, reiniciaremos o plantio onde já temos licença e vamos prosseguir com o processo de licenciamento, de modo que permita que no ano que vem a gente já aumente a área plantada. Com isso, poderíamos estar em condição de iniciar a nova fábrica em meados de 2014.
    Quando será tomada a decisão sobre o investimento?
    Carlos Aguiar – Precisaríamos tomar a decisão do projeto industrial em meados de 2012. Ou seja, temos 2010 e 2011 para plantarmos e em 2012 decidiríamos sobre a fábrica.
    Mas a Veracel ainda enfrenta problemas para obter novos licenciamentos na região.
    Carlos Aguiar – O negócio (pedido de licenças) está andando. O que ocorre é que “tiramos a pressão” porque não estávamos com necessidade (de acelerar o projeto). Mas na hora em que decidirmos tomar a decisão, voltaremos a conversar com os órgãos locais.
    Com o impasse na Bahia, a empresa pode acelerar o projeto de expansão da fábrica de Três Lagoas?
    Carlos Aguiar – A Veracel é nossa prioridade, porque já temos cerca de 35% das necessidades florestais para o projeto e podemos plantar outros 12% em 2010, com as licenças que a empresa possui. Dito isso, também aprovamos em Conselho o início da compra de terras ou o arrendamento de terras em Três Lagoas, visando à expansão da fábrica.
    O projeto de expansão da unidade de Três Lagoas já está em andamento? Qual é o cronograma?
    Carlos Aguiar – Eu diria que Três Lagoas está decidido. Vamos começar a busca por terras e plantios este ano, para que a fábrica esteja apta a operar até o final de 2016. Para tanto, a decisão (sobre o investimento) precisa ser tomada em 2014. Sobre a Veracel, estamos tratando para que a expansão seja decidida o quanto antes, mas, como temos sócio, não decidimos sozinhos. Temos sinal claro do nosso sócio de que ele também quer decidir isso logo.
    E os demais projetos da companhia, como a construção de uma fábrica no Rio Grande do Sul e a instalação de uma nova máquina no Espírito Santo?
    Carlos Aguiar – Temos o Projeto Losango no Rio Grande do Sul, onde já temos aproximadamente 60 mil hectares. Só que o projeto lá seria novo e custaria mais caro do que os demais, por isso é nossa terceira preferência. Ele deve entrar em operação só por volta de 2020. O projeto em Aracruz (ES) deve ocorrer apenas depois disso e dependerá da situação do mercado.
    Como está o cenário atual para os fabricantes de celulose?
    Carlos Aguiar – A tendência de forte demanda na China continua em 2010, porque ainda há grandes máquinas de papel para entrar em operação. A importação mostra sinais de estabilidade, mas isso ocorre porque não há oferta de celulose. Também vemos que o mercado de papéis em geral está voltando nos EUA. O mesmo ocorre na Europa, onde já vemos a demanda de alguns clientes voltarem ao nível pré-crise.
    (Agência Estado, Ultimo Segundo, 15/03/2010)

  • Candidatura de Ana Amélia ao senado acende luz vermelha no PMDB

    A formalização da candidatura da jornalista Ana Amélia Lemos materializa um temor que há muito rondava as hostes peemedebistas.
    Até então, tinha-se como certo que o partido ficaria com, pelo menos, uma das duas vagas de senador que estarão em disputa na eleição deste ano – a outra, mais ou menos carimbada, seria de Paulo Paim, candidato à reeleição pelo PT.
    Com Ana Amélia na disputa, ficam reduzidas as chances de um segundo peemedebista para fazer companhia a Pedro Simon, que ainda terá mais quatro anos no Senado.
    A jornalista da RBS, com exposição diária na tevê, no rádio e no jornal, ao longo de mais de 30 anos, é naturalmente o nome mais forte nesta disputa.
    Sem contar que nos últimos anos, provavelmente já preparando o terreno para a candidatura, Ana Amélia desenvolve uma verdadeira campanha, fazendo palestras e participando de eventos em fins de semana por todo o interior do Estado.
    Ela terá o segundo voto de quase todas as legendas. Restará ao candidato peemedebista – Germano Rigotto ou Eliseu Padilha – tentar derrubar Paulo Paim, o que é uma tarefa ingrata. Paim tem um eleitorado cativo no PT e uma imagem muito forte junto à grande legião dos aposentados e seus familiares.

  • Semana tem Mino Carta em Porto Alegre

    Mino Carta tem 77 anos de idade, 65 anos de Brasil e 60 anos de jornalismo.
    Seis publicações criadas, dois livros publicados e inúmeras pinturas, a primeira de suas vocações que ainda mantém.
    A mais recente de suas criações jornalísticas é a revista Carta Capital que já completou quinze anos.
    As outras: Quatro Rodas, Jornal da Tarde, Veja, Istoé, Jornal da República e Senhor (depois IstoÉ Senhor.
    Genovês, como Cristóvão Colombo. Neto e filho de jornalistas. Declara não ler nenhuma publicação nacional: “A imprensa brasileira é a pior do mundo”.
    Alguns trechos da entrevista que ele deu à Caros Amigos em 2005:
    “Só conheço um país em que os jornalistas chamam os donos , os seus patrões, de jornalistas: o Brasil. Fora do Brasil, patrão é patrão, jornalista é jornalista.Jornalista é um profissional que eventualmente é engajado para determinado serviço. Mas não chama o patrão dele de jornalista”.
    “Acho que a mídia sempre esteve a favor do poder porque ela é um dos rostos do poder, ela é o poder, sempre trabalhou pelo poder. A única diferença está no fato de que, enquanto o nosso jornalismo regrediu muito em termos de qualidade de texto e coisas desse tipo, avançou em termos técnicos. O poder de manipulação também aumentou muito…”
    “Acho que o governo Fernando Henrique foi o grande cabo eleitoral do Lula., sobretudo o seu segundo mandato. A verdade é que a mídia não aceita um metalúrgico na presidência da República”.
    “Continuo achando que política é algo que se faz levando em conta as circunstâncias. Você não inventa situações. A nossa herança é muito ruim, até porque nunca houve briga de verdade. As guerras de independência de outros países foram guerras de verdade. Isso, a meu ver, forma efetivamente as nações. Sem isso você não tem nada. Temos heranças péssimas, heranças da escravidão, que pesa, marca o lombo do povo brasileiro”.
    “Eu torço desesperadamente contra a seleção brasileira de futebol. Ela com suas vitórias faz muito mal ao povo brasileiro porque ele se engana constantemente. Basta um gol do Corinthians que o povo brasileiro se perde aí. Essas festas na Paulista me dão nojo. Essa gente devia fazer a revolução, mas não vão fazer nunca!”
    “Eu acho o MST um movimento importante, gosto muito do Stédile, mas é o único movimento importante do Brasil”.
    “O governo Lula é o governo do mercado, governo convertido ao Deus Mercado”.
    “O golpe de 64, quem pensa que o golpe foi militar está enganado. O golpe foi desse poder que está aí até hoje”.
    “Eu não sei até que ponto o Lula é de esquerda por obra de uma ideologia firme porque leu os textos sagrados. Acho que ele certamente é de esquerda em função da própria origem, da própria experiência de trabalho”.
    “O que significa ser de esquerda hoje em dia? Significa ser a favor efetivamente, sinceramente, da igualdade. A liberdade sozinha é uma falácia. Agora, é muito difícil combinar liberdade e igualdade”.
    “Temos uma elite que é a pior do mundo, não existe coisa pior”.
    “Não existem povos piores ou melhores. Existem circunstâncias diferentes. É como dizer: os jornalistas brasileiros são muito ruins. De fato, o nível da nossa imprensa é péssimo. Mas quem disse que os jornalistas são ruins? Se eles forem bem usados, se tiverem chances de trabalhar direito, serão tão bons quanto quaisquer outros”.
    “O jornalismo regrediu. Até a bonificação por volume inventada pelos publicitários serviu para piorar…Nessa guerra vendeu-se a idéia de que o leitor é um cretino, que é preciso baixar o nível. Eu pertenço a uma geração de jornalistas que tinha uma convicção, de que o negócio era nivelar por cima, eles decidem nivelar por baixo”.
    “Apoiamos o Lula publicamente, a partir da idéia de que um órgão de imprensa ou mídia tem todo o direito de assumir uma posição”.
    “Essa idéia de que a imprensa é imparcial existe na cabeça das pessoas”.
    “Acho que o país vive uma crise moral, é evidente, a crise cultural é evidente…”
    “A decadência da mídia é brasileira…Ainda tem no mundo órgãos de imprensa muito bem feitos”.
    “No Brasil, na maioria dos casos, a imprensa é ponta de lança de grandes negócios”.
    “Eu sou contra o diploma. Não vejo o jornalismo como uma matéria de curso universitário. Vejo como um curso de pós-graduação. Na o vejo o jornalismo como algo que possa ser estudado, assim como se estuda medicina. Acho que o jornalista aprende na redação. Nós sabemos disso, foi assim que aprendemos…”
    “Eu sustento que os princípios do jornalismo são três: primeiro, o respeito pela verdade factual – esse copo é um copo, essa é uma mesa, isso aqui é uma revista. Ponto dois: o exercício do espírito crítico em relação a quem quer que seja. Três: fiscalização do poder onde quer que ele se encontre”.
    “Vou confessar que há momentos em que leio os editoriais do Estado porque os considero uma peça de humorismo de rara qualidade. É preciso rir um pouco”.

  • Campanha reduz uso do saco plástico em supermercado

    O Walmart Brasil lançou nesta quinta, 12, o programa “Cliente Consciente Merece Desconto” em São Paulo.
    O programa começa em 3 lojas ( Osasco, Tamboré e Morumbi), como um projeto-piloto. Em 60 dias atinge todas as unidades do Walmart no país 60 dias.
    A Walmart tem hoje 436 lojas em 18 estados brasileiros, além do Distrito Federal.
    O “Cliente Consciente Merece Desconto” já funciona nas lojas do Nordeste e Sul do País.
    Pioneiro no País, o programa devolve ao consumidor o valor de custo da sacola não utilizada na compra.
    Lançado há pouco mais de um ano em Salvador e Recife e funcionando hoje nas mais de 300 lojas das regiões Nordeste e Sul, o programa já evitou que 16,6 milhões de sacolas plásticas fossem parar no meio ambiente e concedeu R$498.000,00 em descontos para os clientes das lojas.
    Além do desconto, também em 2 meses todas as lojas terão um caixa preferencial para quem não usa os sacos plásticos.
    O caixa, que já existe na loja ecoeficiente do Morumbi, em São Paulo, é mais um incentivo para que os consumidores se engajem nas causas de preservação ambiental.
    “Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos até agora. Junto a outras iniciativas, como a nossa sacola retornável e o apoio à campanha Saco é um Saco, já reduzimos o uso de sacolas em nossas lojas em 10% desde 2007, que representa 138,9 milhões de sacolinhas a menos no meio ambiente” diz Marcos Ambrosano, vice-presidente executivo do Walmart Brasil.
    O projeto de sacolas visa dar um incentivo concreto para engajar os consumidores na causa do consumo consciente e do meio ambiente.
    “Resolvemos dar um passo além da conscientização, buscando acelerar essa mudança de hábito e a redução do uso da sacola plástica”, completa Ambrosano.
    O desconto será calculado diretamente nos caixas das lojas.
    Será dado R$ 0,03 de desconto por cada sacola plástica não utilizada (valor que corresponde ao custo unitário de cada sacola) ou cinco itens adquiridos (quantidade média de produtos embalados em uma sacola, segundo estudo do Instituto Akatu).
    Ou seja: numa compra de 200 itens, o cliente ganhará R$ 1,20. E caso o cliente leve para casa menos de cinco itens, também recebe o desconto referente a uma sacola.
    Para ganhar o desconto, o cliente pode utilizar qualquer tipo de sacola retornável (tecido, lona, papelão ou plástico durável), caixa de papelão ou carrinho de feira.
    Caso não tenha nenhum desses produtos, o consumidor poderá adquirir sacolas retornáveis nas lojas. Feitas em algodão cru, elas suportam até 35 quilos e custam R$ 2,50, um dos menores preços do mercado. (Assessoria de imprensa)