Para se contrapor ao endurecimento nas negociações com a Federação Nacional do Bancos, o Comando Nacional dos Bancários decidiu se reunir na próxima segunda-feira, em São Paulo. Os dirigentes sindicais vão avaliar as paralisações e mobilizações da que eles consideram a maior greve da história da categoria e definir os próximos passos.
A pauta de reivindicações foi entregue aos bancos no dia 9 de agosto, mas a Fenaban não apresentou proposta que contemple as reivindicações dos bancários. Houve oito rodadas de negociação sem sucesso. Mesmo após recordes diários de agências e locais de trabalho paralisados, os bancários reclamam que os bancos insistem em se manter em silêncio e tentam desestruturar o movimento grevista.
Última proposta
A última proposta da Fenaban foi de reajuste de 7% no piso e verbas salariais (vales e auxílios) e abono de R$ 3.300,00. Os bancários rejeitaram esta proposta na reunião de 12/9. Depois disso, não houve mais nenhuma sinalização de disposição para negociar por parte da Fenbaban.
Em Porto Alegre e região metropolitana, área de abrangência do SindBancários, no 17º dia de greve, 297 agências ficaram fechadas, totalizando, 1.007 no Rio Grande do Sul. Em todo o Brasil, 13.159 agências foram fechadas.
Nessa quinta-feira os bancários da capital gaúcha se integraram à agenda do Dia Nacional de Lutas e Paralisações, chamado pelas Centrais Sindicais. Eles percorreram também diversas agências de bancos, convocando maior adesão ao movimento
Bancários vão se reunir em São Paulo para definir rumos da greve
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