Brasil fora da Copa, campanha eleitoral recomeça com Lula nas manchetes

Com o Brasil fora da Copa da Rússia, despachado pela Bélgica na sexta-feira, o futebol deu lugar à politica e a campanha eleitoral voltou às manchetes. Sobrou o sábado apenas para assimilar a frustração e assistir à seleção embarcando de volta.
Por volta das dez da manhã de domingo estourou a bomba: o desembargador Rogério Favreto, de plantão no TRF4, mandou soltar o ex-presidente Lula, pré-candidato do PT à presidência da República.
Um pedido de habeas corpus assinado por deputados petistas e ajuizado na tarde de sexta-feira, provocou a decisão do desembargador.
A ordem de soltar Lula  foi revogada  horas depois, mas o fato rendeu um dia inteiro de noticiário, suprindo o vazio que a derrota precoce da seleção deixou.
O ex-presidente segue, já há quatro meses, confinado a uma cela na Polícia Federal em Curitiba, condenado a nove anos e  meio de prisão “por corrupção e lavagem de dinheiro”.
Mas o candidato Lula, mais uma vez ocupa as manchetes e o centro do debate. O acampamento de Curitiba, que já esmorecia, se revigorou. Manifestantes lulistas voltaram às ruas.
A decisão anulada do desembargador que mandou soltar Lula vai alimentar o noticiário político: ele tinha ou não tinha competência para fazer o que fez? Sua decisão podia ser revogada como foi? Ele é apenas um petista julgando em causa própria ou é um magistrado que observou a lei?
Condenado e preso, Lula  é o mais improvável dos pré-candidatos á presidência que se apresentaram até agora. Mas tem conseguido o que nenhum dos demais conseguiu: um palanque permanente para sua campanha.
 
 
 
 
 
 
 
 

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