Começaram pela pintura artística do tapume as atividades o Instituto Zoravia Bettiol na sua futura sede, a Casa dos Leões, uma construção tombada e deteriorada na rua dos Andradas.

O Izobe recebeu da Prefeitura a permissão para uso do palacete no dia 22 de março e convidou três escolas da cidade para participar.
A primeira a fazer sua intervenção foi uma turma da Escola Municipal de Ensino Fundamental de Surdos Bilíngue Salomão Watnick, no dia 20 de abril.
Depois veio a EPA, escola Meninos e Meninas de Rua do Centro. Por fim, dia 18 de maio será a vez do projeto Cidade das Crianças.
Além da preservação, pesquisa e difusão do acervo de Zoravia, o Izobe pretende incentivar manifestações de arte contemporânea e promover ações educativas e pedagógicas. Ali serão desenvolvidos projetos expográficos, editoriais e de pesquisa, cursos de formaçãoo artística, oficinas, seminários e workshops.
O Instituto é resultado da iniciativa conjunta de Zoravia Bettiol e quatro arquitetos que, nos últimos três anos, elaboraram o projeto do Instituto. A trajetória da artista, a última viva de sua geração, sempre envolvida com causas sociais e com a defesa do patrimônio cultural e ambiental, pautou todo o projeto.

A próxima fase, a ser cumprida este ano, é orçar a recuperação do palacete para então partir para a captação de recursos para a restauração do imóvel. “Não vai ser fácil, pela atuação contestadora de Zoravia, atrair apoiadores”, prevê a arquiteta Lídia Fabrício, diretora técnica do Izobe.
Segundo ela, o mais urgente agora é consertar uma parte do telhado, nos fundos, para impedir que a chuva agrave a situação do imóvel.

Casa dos Leões vai abrigar o Instituto Zoravia Bettiol
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