Caso Mariele: a arma do crime e as seis submetralhadoras roubadas da polícia

Desde a reconstituição do crime, a polícia demonstra a convicção de que a arma que matou a vereadora Mariele Franco e o motorista  Anderson Gomes foi uma sub metralhadora de fabricação alemã, calibre 9mm..

É uma arma utilizada pelas forças especiais das polícias Civil, Militar e Federal.

No rastro dessa arma os investigadores descobriram que cinco do mesmo tipo foram roubadas da Polícia Civil, há algum tempo.

Nessa terça-feira, uma outra informação chegou aos jornais: uma sexta arma do mesmo tipo está desaparecida há três anos do arsenal de uma unidade da Polícia Federal, na Praça Quinze, no centro do Rio.

Além da arma, dois carregadores calibre 9 milímetros desapareceram na mesma época. Até hoje a submetralhadora não foi encontrada.

Segundo peritos, os quatro tiros que atingiram a cabeça da vereadora no dia 14 de março foram disparados numa só rajada. Um quinto disparo matou o motorista Anderson Gomes, baleado nas costas.
Enquanto isso, a principal linha de investigação da Divisão de Homicídios segue baseada no depoimento de uma testemunha que apontou o vereador Marcello Siciliano e o ex-PM Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica, como mandantes do crime.
Até agora nada foi comprovado contra os dois, que negam envolvimento.

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