Dilma mantém os direitos políticos e pode se candidatar em 2018

Funcionou a última tentativa dos aliados de Dilma Rousseff, de evitar que a perda do mandato implicasse também na cassação dos seus direitos políticos por oito anos.
O ministro Ricardo Lewandowski, que presidiu a sessão, aceitor desvincular as duas questões, manobra que foi articulada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros.
O placar de 61 a 20 selou a sorte do mandato de Dilma na votação da primeira parte.
Na segunda votação o resultado foi de 42 a 36, não alcançando a maioria necessária para que a presidente ficasse também inabilitada para as funções públicas.
A decisão favorece o deputado Eduardo Cunha, que deve ser julgado proximamente e que com esse precedente pode perder o mandato e preservar seus direitos políticos.
Os líderes do PSDB acusaram o PT de ter feito um acordo com os aliados de Cunha no PMDB para  salvar os direitos de Dilma.
O senador Ronaldo Caiado, do DEM, anunciou que seu partido vai recorrer ao STF para anular essa decisão.
 
 

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