As negociações para o dissídio dos trabalhadores do transporte público de Porto Alegre em nada avançaram desde o dia 24 de janeiro, quando começaram.
O Sindicato das Empresas de Ônibus ofereceu 5,15% de aumento, pago em duas vezes.
O Sindicato dos Trabalhadores pediu 3,5% a mais e o aumento do vale alimentação de R$ 23,48 para R$ 29,00.
Não houve contra-proposta.
Nem haverá, segundo o o assessor Jurídico do Sindicato das empresas, Alceu Machado. As empresas enfrentam uma queda considerável no volume de passageiros, não tem como ir além do que está propondo. “Fomos taxativos durante a reunião, estamos oferecendo o máximo mesmo sem a garantia de que teremos como pagar” afirmou Machado.
O representante das empresas lembrou que 35% dos passageiros recebem isenções e que houve uma diminuição de 10% no volume de pessoas que usam o transporte público em Porto Alegre. “São fatores que prejudicam as empresas” argumentou.
Em uma reunião entre Prefeitura e a Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre (ATP), a entidade calculou em R$ 4,30 o reajuste da nova passagem.
Segundo a ATP com esse valor as empresas não terão prejuízo. Seria um reajuste de 14,6% no valor da passagem.
Empresas de ônibus não farão nova proposta aos trabalhadores
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