EPTC vai investigar servidores suspeitos de trabalharem para Uber

O aplicativo Uber começou a funcionar em Porto Alegre em novembro de 2015. A Prefeitura se apressou em declarar que a operação da empresa era clandestino na cidade.
A multa prevista para os motoristas que trabalham através do aplicativo é de aproximadamente R$ 7 mil, além do recolhimento do veículos. Até agora, foram recolhidos 58 carros.
A EPTC chegou a admitir a possibilidade de organizar armadilhas para pegar os motoristas da Uber.
Agora imagine a cena: a equipe está de prontidão para armar o flagrante e quando dá o bote, o motorista pirata é um colega, fazendo bico na folga.
O diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação, Vanderlei Cappellari, afirmou nesta quinta-feira, 19, que a empresa vai investigar sete agentes de trânsito suspeitos de trabalharem para a Uber. Se ficar comprovada a suspeita, os servidores serão exonerados.
Cappellari disse também que solicitou o cadastro dos motoristas da empresa pessoalmente ao diretor de Políticas Públicas da Uber, Daniel Mangabeira, que se comprometeu a fornecer as informações.
Atualmente, a Câmara Municipal de Porto Alegre discute o projeto de regulamentação do serviço de transporte individual por meio de aplicativo, semelhantes ao Uber, entregue na última segunda-feira, 16, pelo Prefeito José Fortunati.

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