O caso da menina de 13 anos estuprada por colegas em Florianópolis tornou-se um nervo exposto para a RBS.
Desde domingo à noite, a Record martela o fato em rede nacional, ressaltando que “por mais de 40 dias” o grupo que reproduz a Globo no Rio Grande do Sul e Santa Catarina encobriu o fato, ocorrido dia 14 de maio, segundo o registro policial.
É a primeira vez que a RBS é envolvida na disputa feroz entre Globo e Record. Invocar o Estatuto da Criança e do Adolescente, como justificativa para não noticiar o episódio, ficou sem sentido.
A direção da empresa liberou os editores para abordar o assunto, nos limites do ECA, mas até agora ninguém se atreveu.
A saia é muito justa. O depoimento dos dois menores acusados, marcado para sexta-feira, 9, vai manter o caso nas manchetes.
OBS: O Diário Catarinense desta quarta-feira, 7, deu uma nota com declarações do presidente da Associação dos Delegados, negando que a polícia tenha tentado encobrir o fato. Todos os procedimentos, segundo o delegado, foram seguidos regularmente e o inquérito encaminhado à Justiça. Mas não explica porque, quase 60 dias depois, ainda não foi concluída a análise para ver se a menina foi ou não dopada com o “Boa Noite Cinderela”.

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