Baseado no “princípio da precaução” em defesa da saúde humana e do equilíbrio ambiental, o Tribunal Geral da União Européia confirmou nesta quinta-feira (17) a proibição parcial ao uso de três inseticidas conhecidos como neonicotinoides, interditados desde 2013 por causar a morte de abelhas.
A decisão cobre três substâncias ativas – a imidacloprida, desenvolvida pela Bayer CropScience, a clotianidina, produzida pela Takeda Chemical Industries e pela Bayer CropScience, e o tiametoxam, da Syngenta, Ésses venenos não podem mais ser usados em lavouras de milho, colza e de alguns cereais, mas foram autorizados em cultivos como o da beterraba. Além disso, foi anulada a restrição ao uso do fipronil, da Basf, o mais letal para as abelhas, segundo apicultores brasileiros,
Os fabricantes de inseticidas têm direito a recursos junto ao tribunal, onde prometem manter seus negócios. Eles argumentam que, sem esses produtos químicos, não há como manter a produção de alimentos no mundo.
O grupo ativista Friends of the Earth (Amigos da Terra) afirmou que os neonicotinoides persistem no meio ambiente durante muitos anos, contaminando águas e flores silvestres próximas de plantações.
Europa proíbe agrotóxicos que matam abelhas
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