Também em campanha, como candidado do PDT à Presidência da República, o ex-governador Ciro Gomes, é considerado uma alternativa à esquerda em caso impedimento da candidatura Lula.
Longe dos conflitos que a caravana Lula desencadeou no Sul, Ciro Gomes teve no fim de semana uma adesão valiosa e multiplicadora, por que o absolve de uma acusação imperdoável num político: machista. Sua ex-mulher, a atriz Patrícia Pillar declarou que vai votar nele.
“Convivi 17 anos com ele e ele nunca foi machista. Naquela campanha, (2002, Ciro era candidato a presidente) ele era uma alternativa ao PT e ao PSDB, e estava super exposto, apanhando dos dois lados. Todas as entrevistas dele em que eu estava presente aparecia essa pergunta (qual a importância da Patrícia Pilar?) e sempre de forma provocativa. E, neste dia, já era a terceira ou quarta. Ele já tinha respondido que eu era sua companheira, que conversávamos sobre tudo, porque era isso mesmo, compartilhávamos um projeto de Brasil. Mas aí perdeu a paciência e deu aquela resposta infeliz (a minha companheira tem um dos papéis mais importantes, que é dormir comigo)”, disse em declaração neste domingo (25), no jornal O Globo.
“Para uma pessoa que não se tornou cínica, é muito difícil aguentar certas coisas. Ele me pediu desculpas, e eu compreendi imediatamente, pelo cansaço e pelo esgotamento que vivi junto com ele”, lembrou.
Patrícia Pilar foi ouvida pelo Globo porque está de volta às novelas em “Onde nascem os fortes”. .
“Voto nele, claro. O panorama ainda está indefinido, mas não há a menor chance de o meu voto não ser dele”, garantiu Pillar, que nas redes sociais é seguida por 433 mil pessoas, além de 1,2 milhão de seguidores no Facebook e mais 44 mil no Twitter.

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