O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marlon Santos (PDT), reuniu a imprensa no início da tarde desta terça-feira (6) para relatar encontro com o procurador-geral de Justiça, Fabiano Dallazen, a respeito de notícia de delação premiada do ex-deputado Diógenes Basegio, cujo mandato foi cassado em 2015. Na conversa institucional com o MP, Marlon Santos obteve a confirmação de que a delação, que envolve quatro parlamentares, foi encaminhada para homologação. Ele pediu que em até dez dias a Assembleia receba manifestação formal sobre o assunto.
Ao lado dos deputados Nelsinho Metalúrgico, que é membro da Mesa Diretora, Pedro Pereira (PSDB) e Missionário Volnei (PR), o presidente da Assembleia explicou que a sua preocupação é evitar “danos para o coletivo” e a paralisação dos trabalhos legislativos diante de uma acusação que joga suspeição sobre todos os deputados. “Não podemos brincar com reputações”, salientou. Marlon Santos solicitou a Dallazen que o MP se responsabilize pelo sigilo da delação.
Conforme o presidente da Assembleia, o MP está envolvido com essa questão há mais de 60 dias. Inicialmente, cinco deputados foram apontados por Basegio pela prática de irregularidades, mas quatro permanecem no processo de delação. A acusação é de que também teriam praticado malfeitos em seus gabinetes, ações que resultaram na perda do mandato do agora delator. Os atos supostamente praticados pelos envolvidos são anteriores e até 2015, mas até o momento nenhum deles foi ouvido pelas autoridades judiciárias. Santos assegurou que os documentos relacionados com a rotina de gabinetes parlamentares estão preservados e com acesso restrito, a partir de agora.
Durante a visita ao MP, o presidente da Assembleia estava acompanhados dos deputados Edson Brum, que é membro da Mesa Diretora, e Gabriel Souza, ambos do PMDB.
Marlon Santos pede prazo de 10 dias para MP se manifestar sobre delação de Diógenes Basegio
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