O juiz Sergio Moro condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
É a primeira vez que um ex-presidente do Brasil é condenado por corrupção. Sendo uma sentença em primeira instância, cabe recurso.
A sentença foi anunciada nesta quarta-feira, 12, no processo em que o petista foi acusado pela força-tarefa da Lava-Jato de receber propina da OAS.
Segundo a acusação, entre as vantagens recebidas por Lula está um apartamento tríplex no balneário do Guarujá, em São Paulo.
É a primeira vez que um ex-presidente do Brasil é condenado por corrupção. Sendo uma sentença em primeira instância, cabe recurso.
A sentença foi anunciada nesta quarta-feira, 12, no processo em que o petista foi acusado pela força-tarefa da Lava-Jato de receber propina da OAS.
Segundo a acusação, entre as vantagens recebidas por Lula está um apartamento tríplex no balneário do Guarujá, em São Paulo.
De acordo com a denúncia, a OAS pagou R$ 3,7 milhões em propina a Lula por meio da entrega e reforma do imóvel, além do armazenamento do acervo presidencial. O ex-presidente nega ser dono do imóvel e a defesa vai recorrer.
O juiz federal Sérgio Moro estava com os autos do processo para sentença desde o dia 21 de junho.
Na manhã de hoje, 12, negou pedido da defesa do ex-presidente Lula, para que fossem juntados à ação penal que julga a propriedade do tríplex no Guarujá, 11 depoimentos colhidos em outro processo da Operação Lava Jato.
“A instrução já se encerrou faz tempo, as alegações finais foram apresentadas e o processo está concluso para sentença”, justificou o magistrado. Ao indeferir o pedido, Moro disse, ainda, que os depoimentos “sequer são relevantes para o julgamento da presente [ação penal]”.
Na manhã de hoje, 12, negou pedido da defesa do ex-presidente Lula, para que fossem juntados à ação penal que julga a propriedade do tríplex no Guarujá, 11 depoimentos colhidos em outro processo da Operação Lava Jato.
“A instrução já se encerrou faz tempo, as alegações finais foram apresentadas e o processo está concluso para sentença”, justificou o magistrado. Ao indeferir o pedido, Moro disse, ainda, que os depoimentos “sequer são relevantes para o julgamento da presente [ação penal]”.
A Lei da Ficha Limpa impede a candidatura de condenados por uma decisão colegiada. Lula foi condenado em primeira instância por apenas um magistrado, por isso, não está inelegível.
(Com Agência Brasil e os jornais)

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