Com o pagamento de serviços e contratos de 2016 suspensos nos primeiros dias de governo, a dívida da Prefeitura com fornecedores já está contabilizada em R$ 15 milhões.
O motivo do ato (suspensão) era de que se faria uma mapeamento completo da atual situação financeira da cidade. Há uma semana em reunião com as escolas de samba da cidade, Marchezan voltou a falar em crise: “A situação é catastrófica!” disse o prefeito.
Mesmo com a suspensão dos pagamentos, a Prefeitura solicitou no dia 13 por meio de seu site que fornecedores que tem valores a receber que comparecessem à loja de atendimento da secretária da Fazenda, localizada na Travessa Mário Cinco Paus, s/nº, Centro Histórico. O serviço funcionará até dia 31 de janeiro.
Em cinco dias, já foram protocolados 30 processos. Os valores devidos referem-se à compra de bens, à prestação de serviços, à aquisição de bens permanentes, obras, entre outros.
“Dívidas e contratos a pagar aparecem todos os dias” disse o Prefeito à imprensa ainda no dia da reunião com os carnavalescos. O tamanho da dívida ou do rombo já anunciado pelo Prefeito só deve ser avaliado no fim de março ou princípio de abril, quando terminam os 90 dias estabelecidos.

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