Passou batida, na voragem do hard news, a palestra do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, general Sergio Etchegoyen, no Fórum “Como resolver o enigma da insegurança que oprime o Brasil”, na terça-feira, no Rio.
O general disse que o crime organizado é a maior ameaça que a sociedade brasileira enfrenta. “É isso que precisamos entender”, afirmou ele.
No mesmo seminário o ministro do TCU, Augusto Nardes disse que o contrabando gera perda de 100 bilhões de reais por ano no país.
O general lembrou os crimes ocorridos nas últimas eleições, quando houve uma tentativa de impedir a votação no Maranhão e 13 candidatos foram assassinados.
Ele afirmou que o Brasil vive uma “situação extraordinária que necessita de soluções extraordinárias”.
Defendeu o endurecimento de leis e criticou a passividade com que a sociedade vê a morte de policiais:
“ O Rio perdeu 92 policiais, os Estados Unidos perderam no Afeganistão cinco. E fazemos o quê? É muito sério. Uma sociedade é incapaz de lutar pelos seus interesses. Os nossos policiais morrem, não temos outros para substituir, mas deixamos que eles morram, porque se atirarem terão que responder por isso. Porque não tem recursos, porque não tem treinamento. Como mostrar a sociedade o tamanho da tragédia que estamos vivendo? Não adianta reclamar dos nossos policiais, por que não temos outros e são eles que vão entrar na favela para combater os criminosos”.
“Combater o crime organizado no Rio e em São Paulo não é suficiente, temos que combater na fronteira e em especial nos 150 quilômetros que entram muitas drogas e muitas armas”, afirmou José Augusto Nardes.
“Se nós não fizermos uma política nacional, não teremos como combater a criminalidade”.
Segurança: general Etchegoyen diz que Brasil necessita de "soluções extraordinárias"
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