A manifestação comandante do Exército introduziu o fator militar na crise jurídico-política que divide o Brasil neste momento.
Pelo Twitter, o general Villas Bôas, disse assegurar “à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais”.
A declaração foi por profissionais do Direito, parlamentares e jornalistas, interpretada como pressão contra os ministros do STF um dia antes do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula; os tuítes tiveram grande destaque no Jornal Nacional, da Globo.
O julgamento começa às 14 horas, em Brasilia, onde manifestações pró e contra o presidente Lula estão programadas.
A corte está dividida e o resultado é incerto, com tendência para o acolhimento do HC de acordo com manifestações de ministros. Se o habeas for negado, Lula pode ser preso imediatamente.
A opinião pública brasileira está dividida diante do julgamento e qualquer decisão pode ter consequências imprevisíveis.
A pressão mais cerrada pela prisão do ex-presidente parte dos grandes jornais, onde a divisão de opinião que se vê no país inteiro, não se percebe: todos os colunistas e editorialistas destes grupos consideram que a concessão do habeas a Lula é um golpe mortal na Operação Lava Jato e todo o processo de combate á corrupção.
Não se tem notícia na história do país, de uma pressão sobre a suprema corte na hora do julgamento de um homem público. Lula está condenado em segunda instância a mais de 12 anos de prisão. O habeas corpus interposto por seus advogados pede garantias para que ele aguarde em liberdade até a decisão final, que caberá ao mesmo TSF.
Sob pressão até de militares, STF decide a sorte de Lula nesta tarde
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