O grupo Zaffari está investindo R$ 42 milhões para instalar novos equipamentos em suas principais lojas em Porto Alegre.
Os balcões frigoríficos abertos estão sendo trocados por novos expositores, que são fechados, garantindo conforto térmico para os clientes e temperatura mais estável para a conservação dos produtos.
Segundo o diretor, Claudio Luiz Zaffari, as novas unidades da empresa, como o Zaffari Hípica, aberto no início deste ano na Zona Sul da Capital, e a segunda loja da Cia Zaffari em Canoas, que será inaugurada no segundo semestre de 2017, já iniciam suas operações com expositores refrigerados de média temperatura com as portas de proteção.
Outras unidades estão passando pelo processo de substituição dos expositores, como as do Zaffari Ipiranga, o Zaffari Lima e Silva, Zaffari Fernando Machado e o Zaffari Petrópolis, na sua ampliação.
“Num cronograma de aproximadamente 18 meses, deveremos concluir as melhorias possíveis nas demais unidades com troca de expositores e revitalização de sistemas, numa estimativa de investimento de R$ 42 milhões, dentro da capacidade das tradicionais indústrias fornecedoras”, diz a nota do diretor.
“É importante ressaltar que as duas tecnologias (expositores abertos e expositores com portas), são usuais nas lojas de autosserviço em diversos países, sendo os expositores refrigerados abertos a mais comum. Mas a tecnologia de expositores fechados que está sendo adotada, gera uma sensação de conforto térmico ao cliente e torna mais homogêneas as temperaturas das lojas pela sua maior estabilidade, devido ao fechamento”.
Treinamento aos funcionários

Na palestra, a veterinária Ana Helena Cunha Maia [foto] citou três regras de ouro a serem perseguidas pelos responsáveis pelas lojas: identificação dos alimentos de risco, controle de temperatura do alimento à venda e controle de tempo que o produto pode ficar exposto à manipulação para minimizar a proliferação de bactérias. Alimentos de origem animal são os que merecem mais atenção: os produtos refrigerados devem ser mantidos abaixo de 5 graus Celsius. Os quentes, acima de 60 graus Celsius. “Na faixa dos 5 aos 60 graus, o risco de proliferação de bactérias e agentes patogênicos é maior”, explicou.

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