Autor: da Redação

  • Augusto Britto, Nei Lisboa e Samba e Amor lançam “Líder corrompido” com recado político

    Augusto Britto, Nei Lisboa e Samba e Amor lançam “Líder corrompido” com recado político

    “É revoltante que estejamos sujeitos a lideranças tão negligentes em relação ao nosso povo”, diz Augusto Britto, instrumentista e autor de “Líder Corrompido”.

    A música foi gravada no estúdio Pedra Redonda e será lançada nesta sexta-feira,  5 de junho, pela Loop Discos, em todas as plataformas digitais.

    Com as participações especiais do duo Samba e Amor e Nei Lisboa – Nei estava há cinco anos sem entrar em estúdio –, o samba carrega uma forte crítica ao atual governo. A capa é uma adaptação da arte “Bozolândia”, do artista Druza. O clipe assinado por Eduardo Rukat ilustra diversos momentos e problemas reais do Brasil.

    Augusto Britto, 28 anos, é cofundador da banda Samba e Amor. Além de compositor, lançou um livro e co-criou o projeto “Naquele Tempo”, com o intuito de disseminar o chorinho pelas ruas de Porto Alegre. Atualmente, Augusto vive em Portugal, onde estuda Línguas e Literaturas na Universidade NOVA de Lisboa.

    Sobre a Loop Disco
    Loop Discos é o selo musical da agência de música Loop Reclame. Seu casting tem mais de 50 artistas e cuida de todas as etapas de lançamento de uma música ou álbum – da burocracia ao planejamento artístico. Com sua house em Porto Alegre, também atende em São Paulo, Los Angeles e Lisboa, e já produziu mais de 300 lançamentos (singles, EPS, discos e clipes).

    Link do clipe
    http://drive.google.com/file/d/1mFa85p6cHyL5Rl93Lyh5mpKdKVJ3Njb9/view

  • Novas canções de Pablo Vanzoni, no Mistura Fina virtual

    Novas canções de Pablo Vanzoni, no Mistura Fina virtual

     

    Foto: Vitoria Proença/Divulgação

    A apresentação em ambiente virtual de Pablo Lanzoni dá continuidade à programação do projeto Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, no próximo dia 04 de junho, quinta-feira. A transmissão é feita pelas redes sociais do Mistura Fina, pelo link: www.facebook.com/misturafinamusica/, a partir das 18h30min. Para este projeto, o cantor e compositor apresenta um repertório que mescla canções de seu trabalho de estreia, POA_MVD, e temas que compõe o novo álbum, que está em fase de finalização, além de uma releitura de Vitor Ramil.

    A iniciativa leva a assinatura da Fundação Theatro São Pedro, por meio da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro, produção da Primeira Fila Produções, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – SULGÁS.

    Suspensas desde o dia 19 de março, em acordo com as medidas temporárias de prevenção ao contágio pela COVID-19 (novo Coronavírus), a programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito foi retomada no dia 16 de abril, a fim de garantir a continuidade do projeto e o trabalho dos artistas participantes, bem como minimizar os efeitos do isolamento provocado pela crise sanitária no Brasil.

    Sobre o Mistura Fina

    A programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito encontrava-se em plena execução, desde agosto de 2019, cumprindo-se as 40 sessões previstas, com apresentações no Foyer Nobre do Theatro São Pedro, com muito sucesso. O recomeço das sessões foi no dia 05 de março, quando da reabertura do TSP. Neste mesmo mês, ocorreram os dois primeiros shows, restando ainda 20 a serem realizados. Entretanto, com o agravamento da situação de controle da proliferação do COVID-19, todas as atividades do TSP foram suspensas, ainda por tempo indeterminado, aguardando-se a evolução da crise sanitária e seus desdobramentos.

    Mais informações:

    http://www.teatrosaopedro.com.br/

    (http://www.facebook.com/misturafinamusica)

    Sobre o convidado

    Pablo Lanzoni é graduado em Música, mestre e doutor em Comunicação e Informação e professor do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), onde atua no Curso Técnico em Instrumento Musical e no Projeto Prelúdio. Em sua trajetória estão festivais e projetos cancionistas. Apresentou-se em Cuba, Uruguai, Itália e Portugal. Tem temas registrados por intérpretes parceiros e participou de álbuns de outros artistas.

    Em suas canções, as diversas faces do cotidiano, em roupagens bucólicas e urbanas, são exploradas por meio da força de sua voz e pelas diferentes instrumentações que a acompanha. Seus últimos projetos incluem o formato solo violão/voz, o duo vocal/instrumental com Paola Kirst, além de sua inserção no trio A Ponte, do qual se torna o quarto elemento.

    Vencedor do Melhor Álbum de MPB do Prêmio Açorianos de Música 16/17, Pablo Lanzoni tem circulado em espaços e projetos dedicados à canção e à cena autoral com diferentes formações.

    Sua discografia apresenta o álbum POA_MVD e os singles digitais Barabá (Daniel Anselmi Remix) e Pretextos (Yuri Veiga Remix). Está finalizando o seu segundo CD, “valentia tempo voz”, com previsão para 2020/1, sob a direção musical de Dany López.

    Teaser: http://www.youtube.com/watch?v=WHiYcv1KU4U 

  • Para lembrar a obra de Milton Kurtz, uma exposição virtual com 31 trabalhos.

    Para lembrar a obra de Milton Kurtz, uma exposição virtual com 31 trabalhos.

    Em sinal de reconhecimento a um dos nomes mais expressivos da arte contemporânea, a Galeria de Arte Paulo Capelari (Cel. Bordini, 665), inaugura exposição virtual no próximo dia 04 de junho, quinta-feira, às 10h, em homenagem a Milton Kurtz (in memoriam). A mostra pode ser visitada no endereço: galeriavirtualpaulocapelari.com, e também presencialmente. Arquiteto e artista, Milton Kurtz desenvolveu sua técnica voltada para o desenho, essencialmente, com fortes referências oriundas da mídia de massa. Teve ativa participação em movimentos que promoveram um debate e uma efervescência cultural no Rio Grande do Sul, no final da década de 70 e início dos anos 80.

    Fortemente influenciada pela indústria cinematográfica, pela publicidade, quadrinhos, cinema e televisão, Milton Kurtz compôs uma narrativa pessoal e imagética calcada no cotidiano, fato que o aproxima do espírito característico da Pop Art, com sua carga provocadora, irônica e contestadora. Sua obra apresenta forte viés erótico, explorando questões do corpo e apresentando ambiguidades e dualidades ligadas tanto à bidimensionalidade  quanto às questões de gênero

    A exposição tem curadoria do leiloeiro Daniel Chaieb e do galerista Paulo Capelari e reúne 31 obras, entre desenhos e pinturas de Milton Kurtz produzidas entre 1978 e 1989. Devido às medidas de prevenção ao Covid-19 (novo Coronavírus) e para evitar aglomeração, será permitida a entrada de quatro pessoas por vez. A exposição permanece aberta até o dia 20 de junho. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h. A entrada é franca.

    Sobre Milton Kurtz

    Milton Kurtz (Santa Maria/1951 – Porto Alegre/1996) foi pintor, desenhista e artista intermídia. Graduou-se em Arquitetura pela Ufrgs, em 1977. Realizou sua primeira exposição na Galeria Tina Presser, em Porto Alegre, em 1983. Fez parte do Grupo KVHR, entre 1978 e 1980, e do Espaço No – Centro Alternativo de Cultura, de 79 a 82. Faz sua primeira exposição individual em 1983, na Galeria Tina Presser, em Porto Alegre. Sua obra versátil e plural percorreu o Brasil, além de Cuba, Estados Unidos e Uruguai.  Entre 1978 e 1993, participou de cerca de 40 exposições no Brasil. Postumamente, foi homenageado com as seguintes exposições: A Arte Contemporânea da Gravura (1997), no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba, em Curitiba-PR; Figura na Pintura: Acervo Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, no Museu de Arte Contemporânea (2000), em Porto Alegre-RS, e O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, no Itaú Cultural (2005), em São Paulo-SP. 

    Segundo José Francisco Alves, Doutor em História da Arte, “Milton Kurtz foi um dos principais expoentes de uma brilhante geração de artistas que surgiu no cenário gaúcho na década de 1970”, afirma. “Infelizmente, Milton faleceu precocemente, aos 45 anos, em 1996. Sua obra prevalente foi em desenho e pintura, com a característica marcante do que mais lhe interessou, a linguagem Pop. Surgida nos EUA e Inglaterra na segunda metade dos anos 1950, a Pop art [Arte Popular], a partir de influências de vanguardas anteriores como o movimento Dada, voltou-se principalmente à confrontação com a realidade cotidiana e seus objetos banais de consumo, a indústria recreativa e a propaganda, elevando-os à condição de obra de arte. Desde então, assume-se não mais como um “movimento”, mas incorporou-se nos procedimentos de artistas de todo o mundo como uma verdadeira linguagem, tal qual as vanguardas dos 1950-60’s trouxeram para sempre para a arte outras características, tais como minimalistas e conceituais, a somarem-se como condições intrínsecas da arte contemporânea”, analisa.

    SERVIÇO:

    O Quê: Abertura da exposição de desenhos e pinturas de Milton Kurtz

    Ondegaleriavirtualpaulocapelari.com, e também presencialmente na Rua Cel. Bordini, 665) bairro Auxiliadora, em Porto Alegre-RS.

    Quando: Abertura dia 04 de maio. Visitação de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h e sábado das 10h às 13h.

    Quanto: Entrada franca

    Maiores informações: (51) 3061.6768 – www.paulocapelari.com

     

  • A vez de  “Chanson & Blues”, com Luana Pacheco e Luciano Leães, no Mistura Fina virtual

    A vez de “Chanson & Blues”, com Luana Pacheco e Luciano Leães, no Mistura Fina virtual

    O show “Chanson & Blues”, com Luana Pacheco e Luciano Leães, dá continuidade à série de show virtuais que integram a programação do projeto Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, no próximo dia 28 de maio, quinta-feira.

    A transmissão é feita pelas redes sociais do Mistura Fina, pelo link: www.facebook.com/misturafinamusica/, a partir das 18h30min.

    O casal propõe uma viagem no tempo e no universo da música, passando por um repertório variado, porém homogêneo, de Louis Armstrong a Edith Piaf, com chanson, blues, R&B e jazz.

    A iniciativa leva a assinatura da Fundação Theatro São Pedro, por meio da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro, produção da Primeira Fila Produções, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – SULGÁS.

    Luana Pacheco e Luciano Leães se conheceram por meio da música. Nada mais natural que desenvolvessem um projeto onde pudessem reunir as duas paixões: a chanson e o blues e todas suas vertentes. Mais do que a simples soma dos dois estilos, o show é a multiplicação de diversas influências musicais e também de vivências de ambos nos palcos e na vida.

    Suspensas desde o dia 19 de março, em acordo com as medidas temporárias de prevenção ao contágio pela COVID-19 (novo Coronavírus), a programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito foi retomada no dia 16 de abril, a fim de garantir a continuidade do projeto e o trabalho dos artistas participantes, bem como minimizar os efeitos do isolamento provocado pela crise sanitária no Brasil.

    Acesse o teaser: http://youtu.be/oIhyceVKRhk

    Sobre o Mistura Fina

    A programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito encontrava-se em plena execução, desde agosto de 2019, cumprindo-se as 40 sessões previstas, com apresentações no Foyer Nobre do Theatro São Pedro, com muito sucesso.

    O recomeço das sessões foi no dia 05 de março, quando da reabertura do TSP. Neste mesmo mês, ocorreram os dois primeiros shows, restando ainda 20 a serem realizados. Entretanto, com o agravamento da situação de controle da proliferação do COVID-19, todas as atividades do TSP foram suspensas, ainda por tempo indeterminado, aguardando-se a evolução da crise sanitária e seus desdobramentos.

    Mais informações:

    http://www.teatrosaopedro.com.br/

    (http://www.facebook.com/misturafinamusica)

    Sobre os convidados

    Luana Pacheco

    Cantora profissional há doze anos, carrega a paixão pela música desde a infância. É uma das principais referências da cultura francesa no Sul do País, desde que venceu, aos 21 anos, o III Festival da Canção Francesa da Aliança Francesa. Em março de 2018, Luana foi convidada para abrir o show da cantora francesa ZAZ em Porto Alegre, no Auditório Araújo Vianna. Em 2015, lançou seu primeiro EP. “Gris” apresenta três canções inéditas da cantora e compositora e uma versão da chanson Habanera – da Ópera Carmen (1875) de Georges Bizet – em arranjo no estilo de New Orleans, com produção musical e arranjos de seu parceiro na vida e na música, Luciano Leães.

    Luciano Leães

    Considerado um dos principais pianistas do Brasil, Luciano Leães foi vencedor por duas vezes do Prêmio Açorianos de Música na categoria de melhor instrumentista pop. Com mais de 20 anos de carreira, Leães solidificou seu reconhecimento nacional e internacional com o lançamento do seu disco “The Power of Love” (2015). Foi convidado para turnês nos EUA, Argentina e tocou em alguns dos principais festivais de jazz e blues do País e do Exterior. Abriu o show de Elton John em Porto Alegre, tendo sido selecionado pela produção do músico inglês. Carey Bell, Magic Slim, Earl Thomas, Hubert Summlin, Larry McCray e John Primer são alguns dos grandes nomes do blues com quem Luciano Leães já dividiu o palco.

  • Colagem artística de Graça Craidy cria máscara para Covid- 19 igual ao rosto

    Colagem artística de Graça Craidy cria máscara para Covid- 19 igual ao rosto

    O uso de máscara facial como forma de proteção ao contágio pelo novo coronavírus é, entre os cuidados recomendados pela área da saúde, o que mais afeta a vida das pessoas. Necessária e em muitas situações sociais até obrigatória na nova realidade imposta pela pandemia, a máscara esconde parte do rosto de quem a usa e interfere na identificação física de cada um. Seu uso gera uma coletividade de iguais, transformando as ruas das cidades num típico grande salão de baile dos mascarados.

    Inconformada com o aspecto estético e, sobretudo, além do físico, com os efeitos existenciais da questão, a artista visual Graça Craidy, crítica de qualquer forma de homogeinização e, como toda artista, antena do seu tempo, teve a ideia de “devolver a identidade das pessoas nestes tempos de pandemia em que todo mundo fica com a mesma cara, a cara da máscara”, diz ela. “É fundamental que as pessoas mantenham suas identidades claras, nítidas”, acrescenta.

    Adelinda Allegretti/ Divulgação
    Alfredo Fedrizzi/ Divulgação
    Britto Velho/ Divulgação
    Clara Pechansky/ Divulgação

    Para isso, a artista pegou retratos já pintados ou desenhados por ela e – utilizando-se de recursos da arte digital – recortou no computador em forma de máscara a parte do rosto que a peça encobre, do nariz até o queixo. Feito isso, colou digitalmente o recorte sobre uma foto do retratado, que passou a ter uma máscara à sua semelhança. “Esse trabalho pretende não apenas revelar, como desvendar o que está por trás da máscara. Desvendar aquilo que vem sempre num retrato que é pintado ou desenhado, que é a alma da pessoa”, diz ela.

    Eduardo Vieira da Cunha/Divulgação
    Eleone Prestes/ Divulgação
    Erico Santos/ Divulgação
    Francisco Marshall/Divulgação

    Na primeira etapa do seu projeto, intitulado Minha Cara Máscara, imbuída do espírito do tempo que move a arte a registrar a história, Graça produziu 45 colagens, quase a totalidade delas envolvendo artistas visuais e figuras expressivas da cultura gaúcha, entre os quais Clara Pechansky, Fernando Baril, Zoravia Bettiol, Britto Velho, Regina Galbinski Teitelbaum, Maria Tomaselli, Erico Santos, Eduardo Vieira da Cunha, Patrícia Langlois, Paulo Amaral, Zé Adão Barbosa, Juremir Machado da Silva, Francisco Marshall, Moisés Mendes, Eleone Prestes e Alfredo Fedrizzi.

    Fernando Baril/Divulgação
    Juremir Machado/ Divulgação
    Maria Tomaselli/ Divulgação
    Moisés Mendes/ Divulgação

    A artista também incluiu nessa primeira etapa do projeto a curadora italiana Adelinda Allegretti, que assinou a exposição Guardami, Italia, montada ano passado por Graça na região da Perugia, sobre seus ancestrais italianos, e mais o publicitário e professor norte-americano Ron Travisano (Ronald Donato Travisano), ex-sócio de Jerry Della Femina, que inspirou a famosa série televisiva Mad Man. Ron acolheu Graça como aluna de Criatividade em Nova York, na School of Visual Arts, em 1983, quando ela ainda era publicitária, bem antes de se tornar artista visual.

    Patricia Langlois-/ Divulgação
    Paulo Amaral/ Divulgação
    Regina G. Teitelbaum/ Divulgação
    Ron Travisano/ Divulgação
    Zé Adão Barbosa/ Divulgação
    Zoravia Bettiol/ Divulgação

    Na segunda etapa do projeto, Graça Craidy vai atuar sobre trabalhos que fez retratando ícones internacionais das artes visuais, da música, da literatura, que inclusive já foram objeto de exposições realizadas por ela.

    “A ideia, além de documentar a pandemia com arte, é dedicar aos amigos nesse trabalho todo o meu amor e todo o meu humor”, declara a artista.

     

  • OSPA Live apresenta obras de Bach, Mozart e Beethoven 

    OSPA Live apresenta obras de Bach, Mozart e Beethoven 

    Músicos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) revivem a trajetória de três dos principais nomes da música de concerto neste sábado (23), às 17h. A quarta edição do projeto OSPA Live destaca um repertório barroco e clássico, com obras de Johann Sebastian Bach (1685-1750), Ludwig van Beethoven (1770-1827) e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). Transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da OSPA, o recital é apresentado pelos instrumentistas da orquestra Diego Shuck Biasibetti (violoncelo), Leonardo Bock (violino) e Márcio Cecconello (violino). A direção artística é do maestro Evandro Matté.

    Sobre o OSPA Live 

    Projeto da OSPA, busca conciliar isolamento social com cultura durante a pandemia do novo coronavírus. Aos sábados, às 17h, são realizados recitais, com número reduzido de músicos, diretamente da Sala Sinfônica, na Casa da OSPA. As exibições são transmitidas ao vivo, através do canal do YouTube da orquestra, sem a presença física do público. Com direção artística de Evandro Matté, os eventos seguem criteriosamente todas as medidas de prevenção contra a Covid-19 adotadas pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

    A OSPA é uma das fundações vinculadas à Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Rio Grande do Sul (Sedac/RS). Os concertos da Temporada 2020 são patrocinados, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, por Banrisul, Alibem e Porto Alegre Airport. Apoiador da Temporada Artística: Sulgás. A realização é da Fundação OSPA e Fundação Cultural Pablo Komlós.

    OSPA LIVE

    Quando: 23 de maio de 2020, às 17h

    Onde: Ao vivo, pelo canal do YouTube da OSPA

    Acesso em bit.ly/ospa-youtube

    Programa:

    Diego Shuck Biasibetti (violoncelo)

    Leonardo Bock (violino)

    Márcio Cecconello (violino)

    Johann Sebastian Bach (1685-1750)

    Variações Goldberg – BWV 988 (transcrição para trio de cordas)

    -Ária

    -Variação I a V

    -Ária da Capo

    Ludwig van Beethoven (1770-1827)

    Trio de Cordas em dó menor Op.9 nº3

    -Allegro con spirito

    Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

    Divertimento em Mib K.563

    -Allegro

    Evandro Matté (direção artística)

     

  • Sérgio Faraco é o patrono do 3° Prêmio Minuano de Literatura

    Abriram nesta quarta-feira, 20, as inscrições para a terceira edição do Prêmio Minuano de Literatura. O prazo encerra em 30 de junho e o patrono desta edição é o escritor alegretense Sérgio Faraco.

    A realização é do Instituto Estadual do Livro (IEL), em parceria com o Instituto de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Nesta edição, o regulamento estabelece 11 categorias.

    Podem participar autores nascidos ou residentes no Rio Grande do Sul, assim como editoras com sede no Estado.

    O ano de publicação das obras deve ser 2019. A comissão organizadora é composta por titulares do IEL e do Instituto de Letras da UFRGS.

    As comissões de seleção contarão com três membros para cada categoria, escolhidos entre profissionais que atuam na área da literatura e/ou membros da comunidade cultural literária, os quais escolherão as três obras finalistas.

    As comissões finais também contarão com três membros cada, entre professores, alunos de pós-graduação em Letras e bibliotecários, os quais indicarão o livro vencedor nas respectivas categorias. Os vencedores serão conhecidos na cerimônia de premiação e receberão o Troféu Minuano de Literatura, em local e data a serem definidos.

    Categorias

    • Infantil
    • Juvenil
    • Poesia
    • Conto
    • Crônica
    • Ficção: Romance/Novela
    • Ilustração
    • História em quadrinhos
    • Texto dramático
    • Tradução
    • Especial (memórias, biografias, efemérides, turismo, guias e manuais, entre outros).

    Inscrições

    Podem ser enviadas pelo correio ou entregues na sede do IEL (rua André Puente, 318, Porto Alegre). Caso entregues diretamente, podem ser deixadas na portaria, em horário comercial (das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h), mesmo durante o período de isolamento social.

    Patrono

    Nesta edição, o Prêmio Minuano de Literatura terá como patrono o escritor Sérgio Faraco. Nascido em Alegrete, em 1940, Faraco é um dos mais destacados autores gaúchos contemporâneos, com obras de contos, crônicas e não-ficção histórica.

    Conquistou prêmios como o da Academia Brasileira de Letras, da União Brasileira de Escritores, da Associação Gaúcha de Escritores e Açorianos.

    Regulamento e anexos

    Disponíveis no blog do IEL: ielrs.blogspot.com

  • Glau Barros lança canção sugerindo como serão os romances na era pós-pandemia

    Glau Barros lança canção sugerindo como serão os romances na era pós-pandemia

    Nestes tempos de quarentena, fica-se a imaginar como serão os encontros, afetos e abraços na era pós-pandemia. Pensando nisso, o músico Edison Guerreiro compôs a canção “E foi assim”, uma forma de sonhar com esse momento novo que todos, ansiosos, aguardam com muita expectativa. Glau Barros interpreta a canção, acompanhada de Jefferson Marx(violão e cavaquinho), que também assina os arranjos e a edição do vídeo, e Edison Guerreiro na caixinha de fósforos.

    O trabalho foi realizado de acordo com o modo de produção da quarentena, ou seja, cada um da sua casa. O lançamento é nesta quarta-feira, dia 20 de maio, às 19h, nas redes sociais da cantora.

    Serviço:

    Lançamento do vídeo “E foi assim”, com Edison Guerreiro,Glau Barros e Jefferson Marx

    Dia 20 de maio, quarta-feira, às 19h, nas redes sociais da cantora

    Facebbok: Glau Barros

    Instagran: @glaubarros

    Youtube: Glau Barros

    Ficha Técnica:

    Título da música: “E foi assim”

    Autor: Edison Guerreiro

    Arranjos: Jefferson Marx

    Voz: Glau Barros

    Violão e Cavaquinho: Jefferson Marx

    Percussão: Edison Guerreiro

    Edição de vídeo: Jeferson Marx

    Acesso ao vídeo:

    http://drive.google.com/open?id=13csDdpnYy68DIBR-4MeowQMLw9l2oi–

  • O novo trabalho de Adriana Deffenti em “Controversa4”, no Mistura Fina virtual

    O novo trabalho de Adriana Deffenti em “Controversa4”, no Mistura Fina virtual

    A apresentação em ambiente virtual de Adriana Deffenti dá continuidade à programação do projeto Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, nesta quinta-feira, 21 de maio. A transmissão é feita pelas redes sociais do Mistura Fina, pelo link: www.facebook.com/misturafinamusica/, a partir das 18h30min. Para este projeto, a cantora e compositora apresenta “Controversa4”, título do seu novo álbum e show. A artista preparou um cenário diferente para cada canção. A iniciativa leva a assinatura da Fundação Theatro São Pedro, por meio da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro, produção da Primeira Fila Produções, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – SULGÁS.

    O show “Controversa4” tem como base o repertório do seu novo trabalho, com canções de sua autoria, Arthur de Faria, Bianca Obino, Ramiro Macedo e Nei Lisboa. Somam-se outros temas, de discos anteriores e outros compositores gaúchos. Contemporâneo e experimental, “Controversa4″ mostra uma nova MPB rio-grandense, executada com precisão por um trio delicado e potente, em que a voz de Adriana movimenta-se de forma sublime e visceral.

    Suspensas desde o dia 19 de março, em acordo com as medidas temporárias de prevenção ao contágio pela COVID-19 (novo Coronavírus), a programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito foi retomada no dia 16 de abril, a fim de garantir a continuidade do projeto e o trabalho dos artistas participantes, bem como minimizar os efeitos do isolamento provocado pela crise sanitária no Brasil.

    Sobre o Mistura Fina

    A programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito encontrava-se em plena execução, desde agosto de 2019, cumprindo-se as 40 sessões previstas, com apresentações no Foyer Nobre do Theatro São Pedro, com muito sucesso. O recomeço das sessões foi no dia 05 de março, quando da reabertura do TSP. Neste mesmo mês, ocorreram os dois primeiros shows, restando ainda 20 a serem realizados. Entretanto, com o agravamento da situação de controle da proliferação do COVID-19, todas as atividades do TSP foram suspensas, ainda por tempo indeterminado, aguardando-se a evolução da crise sanitária e seus desdobramentos.

    Mais informações:

    http://www.teatrosaopedro.com.br/

    (http://www.facebook.com/misturafinamusica)

    Sobre a convidada

    Cantora e compositora de Porto Alegre, Adriana Deffenti começou seus estudos de música aos nove anos, se especializando em flauta transversal. Antes de se lançar como cantora em 1998, teve diversas experiências em dança, teatro e música, do clássico ao contemporâneo. Como cantora, seu foco está na voz e suas intermináveis maneiras de expressão, transitando naturalmente por diferentes estilos em interpretações de técnica elaborada. Sua música é uma mistura de muitos gêneros diferentes, como o folklore argentino, jazz, samba, mas essencialmente MPB (música popular brasileira).

    Tem três CDs lançados: Peças de Pessoas [2002], Adriana Deffenti [2006] e Controversa [2019], trabalhos recompensados com o Prêmio Açorianos de Música (mais importante prêmio do estado do Rio Grande do Sul, Brasil) na categoria Melhor Intérprete de MPB.

    Compõe desde o início dos anos 2000, mas só após 2013 direcionou seu trabalho à criação de canções. Atualmente tem sua canção “Controversa” executada por diversos intérpretes da cena local e nacional.

    Site: http://www.adrianadeffenti.com.br

    Acesse o link: http://youtu.be/0smwADvUva8

  • Tour Virtual conta a história do casarão sede da Pinacoteca Ruben Berta

    Tour Virtual conta a história do casarão sede da Pinacoteca Ruben Berta

    A Coordenação de Artes Plásticas (CAP) da Secretaria Municipal da Cultura (SMC), em comemoração ao Dia Internacional dos Museus celebrado nessa terça-feira,  dia 18 de maio, programou uma série de postagens nas redes sociais da CAP. Nos posts, imagens fotográficas e pesquisas historiográficas do novo Memorial Pinacoteca Ruben Berta, que foi viabilizado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, e que será aberto ao público após o relaxamento das medidas de distanciamento social, necessárias frente à pandemia do novo coronavírus. As postagens iniciam na segunda-feira,18, na página da Coordenação de Artes Plásticas no Facebook e no perfil do Instagram.
    Memorial Pinacoteca Ruben Berta – Se a memória funciona como um teatro vivo do passado, o cenário deste teatro pode ser o local onde se viveu, seja uma paisagem natural, urbana ou mesmo uma casa. E uma casa preservada por muitos e muitos anos ativa as memórias de quem nela viveu, além de alimentar a imaginação dos que a visitam pela primeira vez. Partindo desta ideia em breve será inaugurado o memorial com antigas fotografias, informações históricas, objetos de uso cotidiano e peças arqueológicas localizadas em escavações no antigo casarão da Pinacoteca Ruben Berta (Rua Duque de Caxias, 973, Centro Histórico).
    A bela edificação de fachada eclética e planta baixa característica da arquitetura luso-brasileira remonta ao século XIX, já aparecendo registrada num mapa de 1839. Foi sucessivamente residência de diversas famílias – os Silva Guerra, os Saibro Pinto e os Bezzera, até que a partir de 1945 virou sede do Tribunal Regional Eleitoral – TRE, instituição que ali permaneceu instalada até 1974. Neste tempo, o que era sala de jantar passou a receber as Sessões do Pleno do Tribunal. Outra sala, a de estar, passou a ser ocupada pela Presidência do TRE, os quartos no sótão viraram escritórios e o porão se transformou numa marcenaria para a confecção de urnas eleitorais. Por fim, o pátio perdeu o chafariz, recebendo o almoxarifado, os fichários com os dados dos eleitores e a sala do cafezinho dos funcionários.
    As memórias dos antigos funcionários do TRE e dos descendentes da família Bezerra – crianças quando habitaram a casa nos anos 1940 – ficam atiçadas, os corações aceleram e os olhos brilham a cada visita ao casarão. Após muitos anos abandonado e praticamente transformado em ruínas na década de 1990, voltou a se destacar na paisagem urbana após uma cuidadosa restauração promovida pelo Programa Monumenta. Desde o tombamento como patrimônio histórico e com a transformação da casa, em 2013, em sede da Pinacoteca – adquiriu novo estatuto de espaço para uso coletivo, recebendo exposições de artes visuais, recitais de música erudita, visitas de escolas, palestras e cursos. Desta forma foram atraídos diferentes públicos e olhares sempre curiosos sobre aqueles cômodos que já abrigaram tantas histórias, encontros, festas e amores.
     
    Dia Internacional dos Museus – Memorial Pinacoteca Ruben Berta
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    Pinacoteca Ruben Berta – Rua Duque de Caxias, 973, Centro Histórico – Porto Alegre