Dez artistas visuais gaúchas são “Presenças Marcantes” em exposição da Delphus Galeria

Dez artistas visuais gaúchas envolvidas com as questões do universo feminino integram a exposição “Presenças Marcantes”, que será aberta na manhã de segunda-feira (4/3) na Delphus Galeria de Arte e Molduras, na Capital, em homenagem às mulheres, cuja data internacional transcorre dia 8. Com curadoria de Denise Giacomoni, a mostra ficará aberta à visitação do público até 30 de março.

Obra de Márcia Marostega/ Divulgação

“O tema mulher é polêmico, instigante e até mesmo proibido ou velado no contexto da história da arte – e na maioria das vezes abordado por artistas homens. Nesta exposição, é transmitido o discurso de artistas mulheres sobre as vivências femininas: o feminino visto e configurado pelo feminino”, ressalta a curadora.

Obra de Miriam Postal/ Divulgação
Obra de Carmen Medeiros/ Divulgação

Ela acrescenta que as obras “transbordam suavidade, mas ao mesmo tempo denunciam a submissão imposta e os segredos por trás de cândidas expressões”. Para Denise, a mulher tem o dom da duplicidade: “é uma fortaleza, mas também macia e acolhedora”.

Obra de Nara Fogaça/ Divulgação

Donas de carreiras iniciadas há anos e reconhecidas por sua produção, as artistas apresentam trabalhos com diferentes visões sobre a temática. O grupo é composto por Márcia Marostega, Miriam Postal, Márcia Rosa, Nara Fogaça, Dirce Pippi, Márcia Baroni, Rose Osório, Rejane Karam, Mirian Garcia e Carmen Medeiros. Não só Porto Alegre, mas também cidades importantes e com tradição nas artes gaúchas, como Santa Maria, Passo Fundo, Bagé e Santa Cruz do Sul, aparecem como lugares de origem das artistas da mostra.

Obra de Rejane Karam/ Divulgação

Nas obras, em cores e formas, elas abordam aspectos aparentes e subjetivos da vida da mulher, como o corpo, a complexidade psicológica durante a gestação, conflitos e superações, seu papel na sociedade, a relação com a natureza e o divino, a solidão e a coragem, por exemplo.

Obra de Márcia Baroni/ Divulgação

A Delphus, inaugurada em 1974, está completando 50 anos. A galeria detém um acervo que inclui mais de 250 artistas visuais do Brasil nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. No espaço é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas).

Obra de Marcia Rosa/ Divulgação
Obra de Mirian Garcia /Divulgação

SERVIÇO

Exposição “Presenças Marcantes”

Onde: Delphus Galeria de Arte e Molduras, Rua Cristóvão Colombo, 1501, bairro Floresta

Período: de 4 a 30 de março

Visitação: de segunda a sexta, das 9h às 18h; sábado, das 9h às 12h

Entrada gratuita

Obra de Dirce Pippi/ Divulgação

Grupo “Cuidado que mancha” mostra “Choros, Risos e Fraldas ” para celebrar O Dia Internacional da Mulher

 

Espetáculo “Choros, Risos e Fraldas – Maternidade em Dose Tripla” acontece no dia 07/03, às 19h30. Ingressos já estão disponíveis

Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, o Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665) recebe, no dia 07 de março, às 19h30, o espetáculo “Choros, Risos e Fraldas – Maternidade em Dose Tripla”. A apresentação do grupo Cuidado que Mancha traz as histórias das atrizes Lolita Goldschmidt, Lorena Sanchez e Raquel Grabauska e suas relações com o universo da maternidade desde o seu primeiro momento.

Através do choro e do riso, a peça aborda as incertezas, as dúvidas e as alegrias do mundo de mãe inseridas em um contexto de cumplicidade e de compartilhamento de vivências.

 Os ingressos podem ser adquiridos através da plataforma Sympla, pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/choros-risos-e-fraldas-maternidade-em-dose-tripla/2340250. Os valores variam entre R$15, para trabalhadores e empresários do comércio de bens e serviços com Credencial Sesc Válida, maiores de 60 anos, estudantes, classe artística e demais grupos contemplados pela Lei da Meia-entrada, a R$30 para o público em geral. Mais informações com a Unidade pelo telefone (51) 3284-2000 ou WhatsApp (51) 98608-5456.

Arte Sesc – É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.

Espetáculo “Choros, Risos e Fraldas – Maternidade em Dose Tripla” – Sesc Alberto Bins

Data: 07/03 (quinta-feira)

Horário: 19h30

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665)

Ingressos: Podem ser adquiridos através da plataforma Sympla, pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/choros-risos-e-fraldas-maternidade-em-dose-tripla/2340250.

Valores: R$15, para trabalhadores e empresários do comércio de bens e serviços com Credencial Sesc Válida, maiores de 60 anos, estudantes, classe artística e demais grupos contemplados pela Lei da Meia-entrada; e R$30 para o público em geral

Duração: 55 min

Classificação: 12 anos

Sinopse: As atrizes Lolita Goldschmidt, Lorena Sanchez e Raquel Grabauska reúnem suas histórias em um único espetáculo que traz desde o primeiro encontro com todas as incertezas do mundo de mãe. Três atrizes, mulheres, mães rindo e chorando. Uma fala e todas entendem. A maternidade é linda e assustadora, doída e doida, cansativa e revigorante. Isso é motivo de riso. E de choro. E de chorar de rir.

Ficha técnica

Grupo: Cuidado que Mancha

Elenco: Lolita Goldschmidt, Lorena Sanchez e Raquel Grabauska

Direção e Produção: Raquel Grabauska

Galeria Escadaria celebra três anos de existência com a exposição “Expressões”

 

Coletiva que reúne a obra de sete fotógrafos tem abertura no dia 2 de março  no Pier da Usina do Gasômetro

Exposição Expressões – Foto : Sergio de Paula Ramos/Divulgação

A Galeria Escadaria apresenta a exposição fotográfica “Expressões”, projeto que homenageia os três anos da única galeria permanente a céu aberto do Brasil, localizada no pier da Usina do Gasômetro, junto à Orla do Guaíba, um dos cartões postais mais emblemáticos de Porto Alegre, visitado por milhares de pessoas  mensalmente. A exposição terá  abertura no sábado, dia 2 de março, ficando em cartaz até 30 de maio. Com curadoria e concepção gráfica do fotógrafo, designer gráfico e produtor  cultural Marcos Monteiro, pode ser conferida diariamente, ao longo de 24h.

Exposicão Expressões; Foto: Flávia Ferme/ Divulgação

Segundo o material de divulgação, “Os sonhos, ao se materializarem, trazem festa ao coração de seus idealizadores. E a celebração dessa festividade, quando compartilhada, a torna inesquecível. Os autores das obras apresentadas criam novas concepções, imagens subliminares através de executadas com enorme esmero e criatividade, traduzidas na forma de dípticos e trípticos. São eles: Flávia Ferme, Fernando Zago, Iara Tonidandel, Joice Kreiss, Jorge Neumann, Maria Sallet Domingues e Sérgio De Paula Ramos, comemorando e partilhando por meio de seus trabalhos, a emoção que o ato fotográfico oferece.

Exposiçâo Expressões. Foto: Joice Keiss/ Divulgação

Os contrastes de luz e sombra, as cores vibrantes ou suaves, as composições meticulosamente pensadas ou os instantes espontâneos, são expressões de arte em que, cada imagem é um universo em si, carregado de múltiplos significados e sentimentos. Assim, os sete fotógrafos tornam-se narradores de suas histórias, contadas por meio do conjunto de dípticos e trípticos numa linguagem visual. Em um mundo que se diz cronometrado pelo tempo, a fotografia é a arte que, ao se contrapor à ideia de que o que passou não volta, transforma momentos fugazes em memórias eternas. Através da lente da câmera, os fotógrafos revelam a beleza oculta no ordinário, eternizando instantes ímpares.

Exposição Expressões – Foto: Jorge Neumann/ Divulgação

Cada clique é um suspiro da alma, uma forma de expressão que transcende as palavras e fala diretamente ao coração. Nas paisagens vastas e nas faces anônimas, as fotos que compõem a coletiva revelam a humanidade em sua essência mais pura, explicitando a arte de cada um dos fotógrafos aqui presentes. Em cada imagem, uma expressão, uma história, um pedaço da alma humana nos olhos de quem a cria e de quem a contempla”.

Expo Expressões – Maria Domingues Sallet/ Divulgação

SERVIÇO:

Abertura: 2 de março (sábado), a partir das 16h

Encerramento: 30 de maio de 2024.

Local: Pier da Usina do Gasômetro (João Goulart, 551) – Centro Histórico de Porto Alegre

Visitação: Diária, 24h

Contato: Com o curador, Marcos Monteiro (51-9935-0608) ou jornalista Vera Pinto (51-99104-1372)

Entrada franca.

Questões sociais e humanas nas pinturas de Mario Schuster, em galeria da Finlândia

 

O artista visual gaúcho Mario Schuster participa da exposição “EncertArt”, na Ava Galleria Varkaus, uma das mais conceituadas galerias de arte contemporânea de Helsinque (Finlândia). Com curadoria de Edson Cardoso, a mostra reúne obras de artistas latino-americanos e europeus até o dia 29 de fevereiro.

Schuster nasceu em 1955, em Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, onde passou a infância em contato com a natureza e observando o comportamento dos animais. Ainda pré-adolescente, Mário começou a frequentar as aulas de desenho e pintura do artista Nesmaro (Nestor Marques Rodrigues, 1917-1981). No entanto, seu percurso artístico não se limitou às artes visuais, pois ele também se formou em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas – UFPel, mesma universidade onde ingressou no Bacharelado em Artes Visuais, graduando-se em Pintura.

Obra de Mario Shuster -Sobre solidão/ Divulgação

Atualmente, o artista trabalha em seu estúdio Laguna Atelier & Espaço de Arte, localizado na praia do Laranjal, em Pelotas, onde promove exposições, debates sobre arte, além de oferecer residências artísticas para outros artistas em busca de inspiração.

Consciente do mundo ao seu redor, pesquisa referências em situações cotidianas e na natureza, a partir de suas observações diárias, incorporando-as às suas criações artísticas. Seu trabalho abrange diversas mídias, incluindo pinturas, desenhos, música, videoclipes e filmes. Ele procura retratar os sentimentos humanos que caracterizam nossa sociedade contemporânea nesses tempos líquidos, como a solidão urbana, a violência urbana, a desigualdade social e o racismo.

Com uma abordagem tão atual, sua arte conquistou visibilidade internacional. Ele já realizou uma residência artística na ArtHouse Holand, em Leiderdrop, e exibiu suas obras em diversos locais de destaque em outros países. Suas exposições incluem cidades como Pelotas, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis, Rio de Janeiro, Buenos Aires, México, Barcelona, Lisboa, Amsterdam, Leiden e Helsinque.
Obra de Mario Shuster 82 tiros_/ Divulgação

Na exposição “EncertArt”, o artista está presente com duas obras que reafirmam seu compromisso em tratar questões sociais e humanas: 82 tiros e Sobre solidão.

Segundo a historiadora e crítica de Artes Visuais Neiva Bohns, “os desenhos e pinturas de Mario Schuster trazem o olhar de um artista/cientista, atento observador dos fenômenos do mundo contemporâneo. Nas pinturas, suas pinceladas rápidas expressam um universo pessoal cheio de inquietudes. São 
registros de um mundo em crise, feito de instabilidades, de riscos e de perspectivas difusas. São  autorretratos de todos nós, que coabitamos esse tempo, em que todas as certezas se evaporam e as  esperanças se manifestam sempre nos pequenos atos.”

Ficha técnica:

82 tiros
Técnica  acrílica sobre tela
Dimensões 60 X 80 cm
Ano 2022
Sobre solidão
Tec. Acrílica sobre tela
Dimensões.  160 X 200 cm
Ano 2016

Sobre a Ava Galleria

Fundada em 2005, é uma das mais conceituadas galerias de arte contemporânea de Helsinki. Localizada no corredor cultural da cidade, próxima ao Helsinki Art Museum, Taidehalli e Kiasma Museum of Contemporary Art. Organiza exposições locais e em colaboração com espaços culturais de outras cidades pelo mundo, como na ONU, em Osaka, Tóquio, Berlim, Londres, Porto e Rio de Janeiro. A Ava Galleria também participa, todo ano, da International Contemporary Art Fair, no Carrossel do Louvre, em Paris.

Exposição EncertArt

Local: Ava Galleria Varkaus

Visitação até 29 de fevereiro de 2024

Dias e horários: quarta a domingo das 14h às 18h

Curadoria: Edson Cardoso

Uma imersão estética e sensorial à questão racial, na arte visual de Sanagê

 

Artista traz a aplaudida exposição “Pele e Osso” e o livro “96 Dias no Labirinto” para o Espaço Cultural Correios. Mostra tem vernissage no sábado, 24 de fevereiro, 14h.

O artista visual Sanagê desembarca em Porto Alegre com um convite ao público para uma imersão estética e sensorial à questão racial. A exposição “Sanagê Pele e Osso” inaugura no dia 24 de fevereiro, às 14h, e fica no Espaço Cultural Correios até o dia 30 de março. Entrada franca.

A mostra já passou por Salvador, Brasília, Blumenau, Rio de Janeiro, Recife e Niterói, mobilizando a visitação e a reflexão de mais de 30 mil pessoas.

Como resultado de mais de quatro anos de pesquisas de materiais e de texturas, Sanagê apresenta obras em uma linguagem direta, pois cada uma das telas e o objeto escultórico se referem a alguns dos países africanos de onde saíram homens, mulheres e crianças capturados e vendidos como escravos em fazendas e minas no Brasil.

Exercício África do Sul/ Divulgação

Em suas criações, o artista pesquisou a espuma expandida, material muito utilizado na construção civil para assentar portais e batentes. Usado de forma bruta, cria volumes e texturas.

Sanagê destaca que a mostra é uma busca, de forma tímida, porém consistente, para despertar alguns fatos e momentos, trazendo luz a algumas questões que possam motivar a releitura de aspectos históricos importantes sobre o racismo no nosso país e no mundo. “Foi a partir da experimentação à textura e cor de peles, ossos, fissuras e ligamentos. O material se mostrou muito interessante para pensar estruturas invisíveis de um ponto de vista externo. Os mapas são regiões de circunscrições de uma experiência”, explica.

O artista alcança a conjunção favorável de um trabalho com pé na pintura e um desdobramento imediato em relevo e escultura. Na composição das obras, as estruturas de espuma são rasgadas, serradas, quebradas e coladas entre elas e sobre a tela.

Obra de Sanagê -Exercício Senegal/ Divulgação

Telas escultóricas, objeto escultórico e a própria sala são pintados de branco. Ao optar pela cor que contém e reflete todas as cores, a ideia é levar o visitante para uma experiência de espaço infinito.  O branco é a presença diáfana que simboliza uma ausência de limites. Porém, além de uma escolha estética, a cor também é política. Assim como as telas que contêm relevos e texturas que não representam os relevos ou acidentes geográficos dos países africanos, a cor também não ser refere a uma realidade. É uma provocação para a reflexão sobre passado, presente e futuro.

96 Dias no Labirinto

Sanagê também traz a Porto Alegre o livro “96 Dias no Labirinto”. Resultado dos dias de confinamento durante a pandemia da Covid-19, a obra apresenta 96 desenhos que nos levam a refletir sobre um momento único na vida de cada um de nós.

Inquieto, para aplacar a ansiedade, durante a pandemia, resolveu assumir algumas tarefas de casa, principalmente a de cozinhar. Ainda se sentia ocioso quando teve a ideia de aproveitar a quarentena para criar, buscou uma saída no crochê, mas não se adaptou e, ao invés de desenhar com fios, trocou as agulhas pela caneta permanente de escrita fina, com a qual traçou seu labirinto. Nascia então o livro “96 Dias No Labirinto”, a busca de uma saída no final do túnel.

Sanagê foi traçando linhas em uma espiral imaginária seguido de uma frase, na busca de dar algum sentindo para os dias. “O livro “96 Dias No Labirinto” é um relato pictórico de um momento imprevisto, no qual, durante o confinamento compulsório, dediquei-me a tarefas lúdicas, com o propósito de ocupação do tempo, e valorização do ócio”, afirma.

Sobre Sanagê

Nasceu no Rio de Janeiro. Chega a Brasília em 1972, com a mesma história de todos, em busca de qualidade de vida e oportunidades. Experimenta várias atividades, mas o pendor para as artes materializa-se na fotografia.

Quando abandona a fotografia, resolve transformar as imagens abstratas e trazê-las para o plano tridimensional, fazendo da escultura seu ponto de partida.

Para melhor desenvolver sua arte, busca formação acadêmica na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Tendo participado de diversas exposições individuais e coletivas, hoje contabiliza obras que fazem parte do acervo de diversos museus de arte contemporânea.

Desde então, tem uma produção independente, orientada pela linguagem neoconcretista.

 Serviço:

Exposição “Sanagê Pele e Osso” e livro “96 Dias no Labirinto”

Artista: Sanagê Cardoso
Vernissage: 24 de fevereiro (sábado), das 14h às 17h

Visitação: 24 de fevereiro a 31 de março – terça a sábado das 10h às 17h

Local: Espaço Cultural Correios

Endereço: Av. Sete de Setembro, 1020, Centro Histórico, Porto Alegre (acesso pela Rua Sepúlveda)

 

Vera Bublitz celebra 80 anos de idade, como diva do balé gaúcho.

A diva da dança Vera Bublitz está em plena atividade e comemora seus 80 anos com uma série de projetos e sonhos. O aniversário no dia 19 de fevereiro vai virar uma festa o ano inteiro para ela e para tantos nomes do ballet que passaram por sua escola e já brilharam (e ainda brilham) nos palcos do Brasil e do mundo. Na agenda, está um happy hour especial no dia 5 de março, encontros com alunos e ex-alunos e viagens internacionais para levar os novos talentos da dança para se aperfeiçoarem e disputarem torneios internacionais na Europa e nos Estados Unidos. A celebração segue até o final do ano com a apresentação do ballet de repertório Quebra-Nozes, com convidados especiais.

Nascida em 19 de fevereiro de 1944, em São Francisco do Sul, em Santa Catarina, Vera Bublitz encontrou a dança muito cedo. Aos 5 anos, começou as aulas de ballet com a russa Albertina Saikowska, uma mestre da dança que seguia a metodologia da lendária professora russa Agripina Vaganova. Aliás, foi essa metodologia que inspirou Vera e a filha Carlla a criarem seu próprio método de ensino, que estimula o desenvolvimento da dança desde a infância, acompanhando o desenvolvimento e a evolução do aprendizado das crianças.

O bailarino Fernando Bujones e Vera Bublitz Acervo BVB/ Divulgação

Vera estudou dança até os 16 anos, quando se casou com o ortodontista gaúcho Carlos Bublitz. Foram então morar em Ibirubá, no interior do Rio Grande do Sul. Em 1966, Vera fundou sua primeira escola de ballet na cidade de Cruz Alta, mas em sua rotina sempre ativa também estavam aulas de dança em Ibirubá, onde os sogros viviam, em Panambi e em Ijuí.

Vieram os filhos Nicholas Bublitz e Carlla Bublitz e o amor pela cultura e pela dança foi transmitido para seus descendentes. Nicholas está há mais de 35 anos à frente da Galeria Bublitz, em Porto Alegre, e Carlla seguiu os passos da mãe, desde bebê, quando também participava das aulas de ballet, e hoje é uma das diretoras do Ballet Vera Bubliz e responsável pelo FIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre. O neto Patrick Bublitz, filho de Carlla, também acompanhou os passos artísticos da família, e hoje além de professor de dança, é ator e um dos diretores da BAM – Bublitz Academia de Musicais. “A família é meu alicerce. Tanto a da casa dos meus pais, quanto a da família que criei. Adoro minha família”, ressalta Vera Bublitz.

Carlla Bublitz, Valery Collin e Vera Bublitz – Acervo BVB/ Divulgação

Ícones da dança

Vera sempre teve o sonho de trazer grandes nomes da dança para acompanhar seus alunos em apresentações no Brasil. E o primeiro deles foi Fernando Bujones, norte-americano, filho de cubanos, um dos grandes solistas do ballet mundial, que acompanhou as bailarinas do Ballet Vera Bublitz em 1990 no Brasil, em apresentações de ballets de repertório como Romeu e Julieta e Paquita.

Como o nome de Bujones no currículo, Vera Bublitz capitaneou outros ícones da dança para se apresentarem ao lado de seus alunos no Brasil. Em 1995, foi a vez do norte-americano Peter Boal, na época primeiro bailarino do New York City Ballet, subir ao palco no papel de Apollo com as bailarinas do Ballet Vera Bublitz. Depois, vieram ainda nomes como Johan Renvall, do American Ballet; Albert Evans, do New York City Ballet; Nikolaj Hübbe, do Royal Danish Ballet; Brian Nolan, professor e bailarino da Australian Ballet Company; e Valery Collin, solista da Ópera Nacional de Paris, entre outros.

Vera Bublitz e Peter Boal, primeiro bailarino do New York City Ballet – Acervo BVB/ Divulgação

Bailarinas de destaque internacional também se apresentaram ao lado do Ballet Vera Bublitz, entre elas, a gaúcha Nora Esteves, que foi a primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com passagens por companhias francesas de dança; Ana Botafogo, uma das mais reverenciadas bailarinas brasileiras de todos os tempos, e, mais recentemente, a solista do Royal Ballet, Isabela Gasparini, que foi a protagonista no espetáculo Don Quixote, apresentado nos 25 anos do Teatro do Sesi, em 2022.

Vitrine mundial

Se o Ballet Vera Bublitz recebeu grandes nomes internacionais da dança ao longo de sua trajetória, também projetou seus talentos para o mundo – e segue fazendo isso. A pioneira foi Carla Körbes. Foi ela que, aos 14 anos, contracenou com Peter Boal, em uma apresentação como Apollo no Brasil. Depois disso, o próprio Peter recomendou que ela fosse para Nova York se aperfeiçoar na dança. Carla, então, tornou-se aprendiz no New York City Ballet em 1999. Foi ainda primeira bailarina no Pacific Northwest Ballet, depois se tornou a diretora artística associada do LA Dance Project. E agora é  professora associada na faculdade de ballet da Escola de Música Jacobs, da Universidade de Indiana.

Alçar talentos da dança do Brasil para o mundo é uma das principais vocações da escola criada por Vera Bublitz em 1966. Além de Carla Körbes, passaram pelo ballet e pelos ensinamentos de Vera e Carlla Bublitz, bailarinos como Norton Fantinel, que atualmente é diretor artístico do Arles Youth Ballet Company, na França; Marta Bayona, do Ballet Nacional Sodre, no Uruguai; e Rejane Duarte, bailarina e professora do Dance Theater of Harlem, no Estados Unidos.

A missão de levar as revelações brasileiras da dança para o exterior continua. No dia 16 de março, Vera Bublitz embarca para Portugal com a bailarina gaúcha Antonella Febernati Algeri, de apenas 9 anos.  Talento precoce, Antonella já conquistou o segundo lugar em sua categoria em um festival na Itália e segue para um festival em Faro, e para uma imersão em dança em Leiria, também em Portugal.

Nikolaj Hübbe e Vera Bublitz~Acervo BVB/ Divulgação

A seguir, o próximo roteiro internacional de Vera Bublitz será em abril, na Flórida, nos Estados Unidos, onde Vera vai acompanhar um grupo de bailarinas na disputa do World Ballet Competition. Entre elas, Alicia Prietsch Dresch, que, em 2023, conquistou o primeiro lugar como solista e levou medalha de ouro na competição. “A cada conquista nos enchemos de orgulho por ver esses jovens talentos da dança levando o nome do Ballet Vera Bublitz para os principais palcos do mundo”, admite a incansável diretora.

* Com Assessoria de Comunicação

 

Exposição “Quando os sonhos florescem” reúne artistas que moram no Brasil e radicados na Europa

Coletiva será aberta terça-feira (20/02) no Memorial Luiz Carlos Prestes, na Capital

 Entre a terça-feira (20/02) e 10 de março, as paredes curvas do Memorial Luiz Carlos Prestes – único projeto arquitetônico assinado por Oscar Niemeyer em Porto Alegre – abrigam as obras da exposição “Quando os sonhos florescem”, cuja visitação é gratuita.

A mostra tem caráter internacional pela participação de três artistas visuais residentes na Europa: a artista convidada, Vilma Machado, paulista que vive e trabalha na Holanda; Deni Corsino, gaúcha que mora em Milão (Itália); e a milanesa Alice Arcando.

Obra de Inês Pagnoncelli/ Divulgação

Nomes locais como Bina Monteiro, Marcos Strey, Graça Craidy, Neca Lahm, Inez Pagnoncelli, Graça Tirelli e Fabian Gloeden compõem o grupo de 25 artistas da coletiva, que tem curadoria de Clauveci Muruci e Gabriely Santos.

As obras, na sua maioria, são pinturas de pequeno e grande formato, mas também há fotografias e escultura, além do vídeo-arte “Ecos de sonhos entrelaçados”, da artista convidada, que será exibido na abertura, às 20h de terça-feira.

Sede do Memorial Luiz Carlos Prestes/ Divulgação

De Haia, cidade holandesa, Vilma disse que a exposição quer “celebrar o mundo das aspirações e mostrar o poder dos sonhos materializado em ações”. Ela lembrou que o próprio memorial foi um sonho dos idealizadores da construção e de Niemeyer.

Obra de Marcos Strey/ Divulgação

Entre os trabalhos expostos, há uma fotografia, de 165 x 110 cm, de um homem vestido de terno submerso em uma piscina. “Fotografei de cima de uma plataforma e com um grande esquema de iluminação. Utilizei uma Canon 5Ds de 50.6 megapixel. Lente Canon 24-70”, conta o autor, Fabian Gloeden.

Graça Craidy exibe cinco retratos do patrono do memorial, o porto-alegrense Luiz Carlos Prestes (1898/1990), o “Cavaleiro da Esperança”, produzidos com guache. Inez Pagnoncelli mostra um díptico, no qual a figura de Fernando Pessoa é dividida para simbolizar o consciente e o inconsciente do poeta português. Outro exemplo de trabalho é “Banana”, acrílica sobre tela, de Marcos Strey.

Os curadores conceberam uma expografia em que o suporte das obras, com 24 metros de linhas retas e pretas, contrasta com as imensas curvas vermelhas e brancas do projeto arquitetônico de Niemayer para o local. “Essa abordagem permitirá maior fruição entre obras e público”, acreditam os curadores Murici e Gabriely.

Obra de Fabian Gloeden – Submerso – Fotografia

Artistas participantes:

 Vilma Machado (convidada), Alice Arcando, Almir Reis, Becca Wiskov, Bina Monteiro, Dalva Lucchesi, Deni Corsino, Divo Froemming, Emanuele de Quadros, Fabian Gloeden, Graça Craidy, Graça Tirelli, Gustavo Burkhart, Inez Pagnoncelli, Ivam Martins, Jota Junior, Marcos Strey, Marisol Silva, Melina Cohen Rubin, Milton Caselani, Neca Lahm, Pedro Santos, Rafael Vieira, Silvia Pozza, Ubirajara Sanches.

 SERVIÇO

Exposição “Quando os sonhos florescem”

 Abertura: 20 de fevereiro, às 20h

 Local: Memorial Luiz Carlos Prestes, Av. Divaldo Pereira Paiva, 1527, bairro Praia de Belas

 Visitação: até 10 de março, de segunda a sexta, das 15h às 19h

 Entrada gratuita

 

Promoção: Jornal de Artes; apoio cultural, Memorial Luiz Carlos Prestes

Fotos das obras: divulgação do respectivo artista

Foto do Memorial: Carlos Souza

Artista visual Amaro Abreu lança projeto de captação de fundos para o livro “O Islã e a Maçã “

O artista visual gaúcho Amaro Abreu , que trabalha com grafite e grandes murais em áreas urbanas, além de outros suportes, está lançando uma campanha de arrecadação de fundos para a execução de seu próximo projeto.
Único brasileiro entre os 48 artistas  selecionados para participar da edição de 2023 da Artmosphere Biennale, em Moscou, um dos principais eventos de arte do mundo,   Abreu explica no texto abaixo:
“Está aberta a pré-venda do projeto do livro ” O Islã e a Maçã ” pela Editora Pubblicato, com relatos de Amaro Abreu durante os meses em que viajou pelo Oriente Médio, passando inclusive pelo simbólico campo de refugiados palestinos Nahr al-Bared.
O artista visual Amaro Abreu. Foto: Arquivo pessoal/ Divulgação
O livro tem participação no prefácio das jornalistas Eliane Brum e Lelei Teixeira e pósfacio de Rosina Duarte. A foto de capa é da fotojornalista Nair Benedicto e a diagramação de Vitor Mesquita. Participação também da poeta egípcia Amar Al Qady.
Uma das propostas do projeto é a atuação de diversas mulheres em contraponto com o apagamento feminino nessa região.
O livro pode ser adquirido na pré-venda pelo valor de 60 reais. Quem quiser apoiar com o valor de 200 reais, levará o livro e uma reprodução de um trabalho. No valor de 400 reais, o livro e um trabalho em aquarela original. Optamos por fazer via pix, ao invés de usar a plataforma virtual, para fugir da porcentagem dos sites.
Pix: 51985758561
Obs: Quem fizer a compra na pré-venda favor colocar o número de contato na descrição  do pix.”

Teatro, dança, poesia e show musical no espetáculo “Nós- performance”

Contando com um elenco de mais de 30 artistas, executando uma série de cenas que reúnem desde teatro, dança e poesia até show musical, o espetáculo NÓS – Performance teatral é uma das atrações que representam a diversidade da programação do 25º Festival Porto Verão Alegre. A montagem, dirigida por Everson Silva, terá sessões às 20h30min dos dias 01 e 02 de fevereiro (quinta e sexta-feira), no Teatro Renascença (Av. Érico Veríssimo, 307). 

Nós -performance. Foto: Adriana Marchior/ Divulgação

Os ingressos podem ser adquiridos no site do evento ou em pontos de venda físicos, localizados na recepção da Casa de Cultura Mario Quintana e no Praia de Belas Shopping. Também haverá venda de ingressos, a partir de uma hora antes das apresentações, nas bilheterias dos teatros – neste caso, somente se restarem lugares disponíveis.

Everson Silva_ator e diretor do espetáculo Nós Foto: Jean Pierre Kruze/ Divulgação

Utilizando o corpo coletivo e diverso como cenário e como impulsionador das cenas que falam sobre o “existir entre nós”, a montagem NÓS – Performance teatral se apresenta como um caleidoscópio de encontros de memórias, desejos e sentimentos – vivenciados e revisitados pelos artistas com seus corpos e suas vozes –, que surgem de forma fragmentada. Nesse lugar que dá origem à experimentação cênica sobre “nós”, artistas e plateia, um grande grupo de pessoas se encontra em cena, calçando seus sapatos que estão no chão do palco, vestindo, assim, suas personagens. 

o elenco e o diretor de Nós performance. Foto: Fábio Zambon/ Divulgação

O processo de construção da performance foi calcado no trabalho com as emoções do elenco, transformando em cena suas habilidades artísticas, seus repertórios e desassossegos, através de uma metodologia de experimentação que permite a emergência do imaginário.

O figurino vermelho, que compõe a cenografia, é como o sangue que bombeia as veias do corpo, a intenção de significar a vida pulsando através da arte. A performance se expande com as participações especiais de quatro artistas convidados locais (a atriz e percussionista Nina Fola, a atriz e produtora Silvia Duarte, a atriz, diretora, e escritora Jussara Gaspar e o cantor Daniel Debiagi), com o intuito de apresentar trabalhos relevantes e prestigiar personalidades da cena cultural.

Ficha técnica  

Direção/criação: Everson Silva

Texto e dramaturgia: Nós Cia. de Teatro, citações de Fernanda Bastos, Caio Fernando Abreu, Ana Martins Marques, Paul Éluard, Miguel Poveda, Augusto Branco.

Composição: Dança, Teatro, Música, Poesia.

Produção: Kacau Soares 

Operador de som: Pedro dos Santos 

Fotos: Fábio Zambon 

 

Sobre a Nós – Cia. de Teatro: reúne artistas que pesquisam teatro e realizam obras com o objetivo de aprofundar o estudo sobre a linguagem cênica e gerar novas experiências para o grupo e para o público. Capitaneada pelo ator e diretor Everson Silva, a companhia produziu – ao longo de 16 anos – 11 espetáculos, que são a expressão das inquietações dos artistas envolvidos.

 

Dois cantores gaúchos estão no elenco de musical da Broadway no Brasil

 

Pedro Coppeti e Débora Neto estão no elenco de Into the Woods – Pela Floresta, primeiro espetáculo da Broadway apresentado no sul do País.

Depois de se apresentar em um concerto da Broadway, nos Estados Unidos, o gaúcho Pedro Coppeti vai ser um dos protagonistas do primeiro musical da Broadway encenado no sul do Brasil.  Ao lado da também gaúcha Débora Neto, Coppeti integra o elenco de Into the Woods – Pela Floresta, que estará em cartaz nos dias 26, 27, 28, 30 e 31 de janeiro, no Centro Integrado de Cultura, em Florianópolis.

O convite partiu do diretor do espetáculo Rodrigo Marques, que conheceu Coppeti, em 2015, quando o dirigiu no musical Let’s Broadway, em Nova York. “Após a minha primeira apresentação no show, ele me convidou para fazer parte do elenco permanente da Marquee Productions USA – produtora dele. Agora, com sede física também em Florianópolis, a Marquee Productions está produzindo espetáculos em território nacional.

Quando o Rodrigo decidiu trazer o Into The Woods, o primeiro espetáculo licenciado pela Musical Theatre International (a Broadway) no sul do Brasil, com o subtítulo Pela Floresta, ele me perguntou se eu tinha interesse em fazer parte do elenco principal, interpretando o Príncipe da Rapunzel. Eu aceitei na hora! Sempre adorei trabalhar com ele”, destaca o cantor, que também indicou Débora Neto, que já foi sua aluna de canto, para participar das audições.

Para Marques, Pedro é o tipo de artista que todo diretor ama dirigir. “Pedro é um ator extremamente destemido, sempre preparado e disposto a arriscar. Artistas têm medo de arriscar, o que torna o produto final algo extremamente quadrado e sem graça. Pedro é o oposto, sua vontade de sempre evoluir e ir além transforma a sala de ensaio e não só eleva o padrão do espetáculo mas também influencia seus colegas a se permitirem brincar mais e mergulhar de cabeça no processo sem medos”, reconhece o diretor. “Nós precisávamos de alguém que estivesse pronto pra atuar ao lado da lenda do teatro musical brasileiro Saulo Vasconcelos e não houve dúvida que o Pedro era esse artista”, complementou. Uma das estrelas do elenco, Vasconcelos vai interpretar o Lobo e o Príncipe da Cinderela e é reconhecido por atuar em grandes espetáculos musicais como O Fantasma da Ópera.

Pedro Coppeti em apresentação ao lado do pianista Asafe Rodrigues no Natal Luz – Foto: Cleiton Thiele/ Divulgação

O nome de Pedro Coppeti ganhou destaque nacional após sua apresentação no Broadway by The Year, em Nova York, em 2022. Cerca de 1.500 pessoas prestigiaram o evento. No ano passado, o cantor retornou ao Brasil e foi convidado pela terceira vez a estrelar como solista no Natal Luz de Gramado, que encerrou a temporada no início de janeiro.

Natural de Iraí, no interior do Rio Grande do Sul, Coppeti estudou Música com ênfase em Canto na UFRGS e, antes de se formar, recebeu uma bolsa e se graduou na American Musical and Dramatic Academy (AMDA) em Teatro Musical, uma das mais conceituadas escolas de dramaturgia do mundo. Em sua trajetória, o artista foi o solista principal do Natal Luz de Gramado e se apresentou no espetáculo Chimango, com a OSPA, e no Concertos Comunitários Zaffari, entre outros trabalhos no Brasil. Também esteve em alguns dos mais renomados palcos de musicais dos Estados Unidos, como o Town Hall, o Lincoln Center e o The Carnegie Hall.

Débora Neto

A cantora Débora Neto foi convidada a participar das audições para o espetáculo Into the Wood – Pela Floresta, e foi selecionada para interpretar a madrasta. Débora Neto, de 27 anos, estuda música desde os 2 e começou a cantar profissionalmente aos 7 anos. Em 2012, participou do Reality Show Ídolos, da Rede Record, ficando entre os 20 melhores cantores do RS e os 60 melhores do Brasil.  Atualmente, além de cantora, é aatriz, professora de canto, dubladora, bailarina no Ballet Vera Bublitz, diretora da Bublitiz Academia de Musicais e integra o grupo acappella Voice In, que foi atração do Rock in Rio 2019.

Sinopse

“Into the Woods – Pela Floresta” conta a história de um casal que tenta de maneira desesperada quebrar uma maldição lançada por uma bruxa que os impede de ter filhos. A dupla sai pela floresta em busca de objetos mágicos que podem ajudar a quebrar o encanto. No caminho, encontram personagens muito conhecidos dos clássicos contos de fadas como Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel e João (de João e o Pé de Feijão), que, assim como o casal, também estão no bosque em busca de algo importante para si.

Ficha Técnica
Direção Geral: Rodrigo Marques
Assistente de Direção: Jamil Vigano
Direção Vocal: Nick Scalzo
Direção Musical: Jefferson Della Rocca
Pianista Condutora: Ashley Grace Ryan – vinda de Nova York, exclusivamente para trabalhar no espetáculo
Orquestra: Camerata Florianópolis