Prefeitura retoma atendimentos em parte de seus espaços culturais

Pinacoteca Rubem Berta. Foto Cristine Rochol/ Divulgação

A Secretaria Municipal da Cultura (SMC) irá retomar gradualmente o atendimento presencial em parte de seus equipamentos culturais. O retorno das atividades ocorre após a publicação do decreto n° 20.742, que regulamenta o funcionamento do comércio e prestação de serviços. O novo decreto autoriza a reabertura controlada de museus, centros culturais e bibliotecas. Serão respeitados todos os protocolos de saúde e o atendimento será realizado por equipes reduzidas e restrição ao número de visitantes.

 Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho. Foto; PM/ Divulgação

Arquivo Histórico Moysés Vellinho

Atendimento presencial mediante agendamento, sendo um visitante no turno da manhã e um no turno da tarde.
Atendimentos terças e quintas-feiras, das 9h às 11h e das 13h às 15h.
A higienização da sala de pesquisa ocorre das 11h às 13h
O pesquisador visitante deverá trazer e usar luvas e máscara.

Informações e solicitações:
(51) 3289.8282 ou 3289.8278
[email protected]

Porto Alegre, RS – 30/05/2018
Arquivo Histórico Moysés Velinho .
Foto: Joel Vargas / PMPA/Divulgação

Centro de Documentação e Memória – Cinemateca Capitólio

Atendimento presencial mediante agendamento, limitação de uma pessoa por hora.
Atendimentos  segundas, quartas e sextas-feiras, das  9h às 15h.
Respeitando a agenda, intervalos mínimos de 15 minutos entre pesquisadores e usuários para higienização da sala de pesquisa.
O pesquisador visitante deverá trazer usar luvas e máscara.

Informações e agendamentos pelo e-mail [email protected].

Centro Municipal de Cultura

Atendimento presencial mediante agendamento.
De segunda a sexta-feira,  das 9h às 15h.
O visitante agendado deverá usar máscara.

Eliane Tonello lança “Layla e a uva”, em formato impresso e virtual, e quatro idiomas.

 

A escritora Eliane Tonello lançou no início de setembro o livro “Layla e a uva”, dirigida ao público infanto juvenil. Aqui ela responde sobre a obra e como tem sido fazer literatura em tempos de pandemia.

Higino Barros

Pergunta: Pelos anos 1980 decretaram a morte do livro impresso. Em 2020, você faz parte da geração que ainda acredita no livro impresso. Livro tem textura, cheiro e outros atrativos que o virtual não tem. Fale dessa opção pelo livro impresso, que já foi visto como um anacronismo.

Resposta: Sobre a ideia da morte anunciada do livro impresso em 1980, acredito que se perdeu no caminho. Percebo uma grande mudança no cenário atual, visto que há um respeito pela particularidade de cada leitor. Em 2020, a pandemia chegou e nos desafiou. Foi então que passei a fazer parte da geração que acredita no livro impresso e no livro virtual e publiquei nos dois formatos, a obra quadrilingue em um só livro
“Layla e a Uva”. O livro em formato e-book possibilitou um alcance maior, o leitor poderá acessar a loja da Amazon em diferentes partes do mundo, enquanto o impresso pode ser adquirido com a autora que o envia através da tele-entrega e pelo correio para todo o Brasil. Também aceita pedidos de empresas e instituições.

Pergunta: Voltada para o público infantil/juvenil, a obra pega todas as idades. Intenção era essa?

Resposta: A publicação da obra quadrilíngue em um só livro “Layla e a Uva” está encantando leitores do Brasil e exterior de todas as idades. Como a publicação ocorreu durante a pandemia, a intenção foi aproximar e reaproximar os membros da família de uma forma amorosa. Sem o contato com o mundo externo a personagem Layla nos encanta, utiliza a sua criatividade e apresenta o seu sonho em quatro idiomas. E você
leitor, tens algum sonho? Qual é? A personagem vive em diferentes cenários e cria uma espécie de ponte que possibilita aguçar memórias olfativas, sensoriais, auditivas e gustativas no leitor. Um resgate cultural e afetivo com experiências e percepções significativas que envolvem vínculos afetivos. Mais uma vez, a arte e a criatividade se apresentam como grandes aliados frente à saúde mental. A literatura nos prepara para
a vida e nos salva.

Pergunta:  A opção pelos quatros idiomas e o italiano empregado, da serra gaúcha. Como chegou a esse solução?

Resposta: Sou filha da cidade de Rondinha, norte da Serra Gaúcha. Tataraneta de descendentes Italianos vindos da Região de Vêneto – Província de Belluno e Trentino Alto Ágide- Província de Trento. Cresci no campo embaixo dos parreirais escutando o dialeto regional. E publicar a obra “Layla e a Uva” foi uma forma de dar continuidade às
gerações futuras e de mostrar ao mundo a cultura da Serra Gaúcha regada de afeto, sonhos e esperanças. Sem deixar de mencionar o bom suco e o excelente vinho.

 

Pergunta:  O papel da ilustração na concepção da obra. Como foi a escolha do artista e por quê ele?

Resposta: O encantamento com o trabalho do artista Emerson Falkenberg, após conhecer as ilustrações da obra de uma amiga, foi imprescindível para contatá-lo para este projeto. Emerson decifrou meus rabiscos e conseguiu condensar de forma precisa através das ilustrações o cenário que a personagem vivencia com tanta alegria junto com
familiares. A obra é um convite ao leitor para experienciar momentos repletos de afetos, sensações e cheiros. A impressão é que Emerson, ao mesmo tempo em que criava, vivia intensamente cada cena da obra.

Pergunta: Literatura em tempo de pandemia. Como tem sido a experiência para a obra chegar ao leitor.

Resposta: A literatura em tempos de pandemia conquistou um espaço significativo em minha vida. Houve uma aproximação calorosa e significativa com o leitor. Essa vivência eu não tive como leitora infanto-juvenil, quando a figura do escritor era de alguém distante.
A experiência de fazer a obra chegar ao leitor teve algumas particularidades, visto que o contato ocorre exclusivamente através das redes sociais. Isso permite um alcance maior e um contato mais íntimo. Houve reaproximações de amigos da infância e da juventude que permitiram relembrar de forma carinhosa e engraçada de situações
vividas, além de possibilitar novas amizades, sempre com uma boa conversa e infinitas trocas. Enfim, uma experiência afetuosa indescritível com o leitor que jamais teríamos se os livros fossem vendidos nas livrarias, salvo, o momento mágico que ocorre nas sessões de autógrafos. Essa experiencia virtual é nova na minha vida e acho interessante, pois tem
possibilidade de atingir um público maior. Seguimos nessa aposta!

“Muito barulho por nada” revela um Shakespeare “profundo conhecedor da pulsão sexual”

 

A coleção de 20 volumes com obras de William Shakespeare apresentada pelo psicanalista, escritor e intelectual Luiz-Olyntho Telles da Silva. Hoje, o segundo volume.

“MUITO BARULHO POR NADA”

p/William Shakespeare

Tradução interlinear, introdução e notas de Elvio Funck

Porto Alegre, Editora Movimento, 2018, 192p.

“Escrita há mais de quatrocentos anos, Muito barulho por nada revela um Shakespeare profundo conhecedor da pulsão sexual, sem o refino e as sofisticações acadêmicas que caracterizam os modernos discípulos de Freud. Como um Freud da ribalta da Era Elisabetana, Shakespeare disseca a personalidade de seus personagens e nos faz ver, por baixo das roupas coloridas da civilização, o animal humano impulsionado por forças internas que, há séculos, nos dominam e causam muito barulho e transgressões de toda espécie em nossa civilização, supostamente dita racional.” – E não está demais lembrar que, na gíria elisabetana, o nothing do título, esse nada, é o oposto de thing, o pênis.

Ato II, Cena 1 – Beatriz:        Gênio muito mau é mais do que mau gênio, mas abranda o castigo de Deus, pois está escrito: Deus dá chifres curto a uma vaca de mau gênio, mas não a uma de muito mau gênio.

20 vezes Shakespeare, em resenhas, apresentadas por Luiz-Olyntho Telles da Silva

A apresentação é do psicanalista, escritor e intelectual gaúcho Luiz-Olyntho Telles da Silva, colaborador do JÁ Porto Alegre.

“A Editora Movimento, de Porto Alegre, está oferecendo a Coleção das obras completas de William Shakespeare, em edição bilíngue, traduzida pelo Prof. Elvio Funk, doutorado em literatura inglesa pela Universidade do Texas. Um luxo que deixa de parabéns não só o tradutor e o editor, Carlos Jorge Appel, mas também toda a comunidade intelectual gaúcha e brasileira. Dividida em dois pacotes de vinte volumes, o primeiro deles já está inteiramente disponível.

A seguir, a resenha de uma obra da juventude do bardo (nos próximos dias irei publicando as resenhas de todos os primeiros vinte volumes):

BEM ESTÁ O QUE BEM ACABA

p/William Shakespeare

Tradução interlinear, introdução e notas de Elvio Funck

Porto Alegre, Movimento, 2019, 184p. –

Editado com o apoio da Família Hartmann

_________

“Em seus encontros e desencontros, Bem está o que bem acaba não deixa de ser um retrato da sociedade moderna, sempre esperançosa de que no fim tudo vai dar certo, mas também sempre manipuladora e maquiavélica e raramente aprendendo dos erros passados. O título da peça não deixa de ser uma nem tão sutil paráfrase de o fim justifica os meios. Aliás, a arma mais forte que usamos para conseguir nossos fins, nem sempre nobres, é a palavra, o signo, em qualquer de suas manifestações. Não por acaso o personagem central da peça, essencialmente bravateiro e mentiroso chama-se Paroles, ou seja, Palavras. Não por nada Shakespeare inventa palavras sem significado, são apenas ruídos (oscorbidulchos volivorcomanka revania dulche) mas, paradoxalmente, no contesto, são ruídos muito significativos.”

Ato I, Cena I – Paroles:

Depois que a virgindade implodir,

o homem bem ligeiro vai dar sua descarga e cair desanimado.

Mas, depois que o deixais bem caído, a brecha que foi feita

na vossa muralha porá a cidade a perder.

A preservação da virgindade não é estratégia comum

no reino da natureza. A perda da virgindade traz consigo

um incremento de pessoas no mundo e nunca houve virgem

sem que, primeiro, se perdesse a virgindade.

Sois feita de um metal muito próprio para gerar virgens.

Depois que a virgindade é perdida, dez virgens podem ser achadas;

se ela for preservada, as dez virgens deixarão de existir.

A virgindade peca por excesso de pureza! Fora com ela!

Aloizio Pedersen apresenta trabalhos de projeto de arte inclusiva

O artista plástico Aloizio Pedersen apresenta os resultados do projeto Artinclusão no AR7, nesta sexta-feira, 25, às 20h. Também será lançado o documentário produzido durante a realização do projeto. A live será realizada na página do Faceebok do AR7 (@artinclusaonoar7).  No projeto, foram apresentadas a vida e a obra de renomados artistas brasileiros e estrangeiros a um público infanto juvenil que, a partir das suas realidades, criou releituras a partir de várias técnicas expressionistas.

Releitura de obra do projeto de arte inclusiva / Divulgação

Financiado pelo Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural (Fumproarte) da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) e com parceria da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), o projeto atendeu crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social da Casa de Acolhimento AR7 de Porto Alegre.

Releitura de obra de projeto de arte inclusiva / Divulgação

A iniciativa de Pedersen surgiu de sua experiência consolidada nas artes, que ultrapassa 40 anos de ações em escolas, presídios, faculdades, museus e que, na edição proposta na casa de acolhimento AR7, realizou semanalmente oficinas de pintura. A live terá a participação de convidados que contribuíram com a iniciativa.

Serviço
Live apresentação resultados do projeto ArtInclusão no AR7
Sexta-feira, 25, 20h
Página do Artinclusão no Ar7 no Facebook (@artinclusaonoar7)

A vez de Chacarera Blues, em relançamento, nas plataformas digitais

Pioneiro na disponibilização integral na Internet há 15 anos , o álbum Chacarera Blues será relançado nas  plataformas digitais dia 25 de setembro data que se completam dez meses da morte do autor.

Trabalho autoral de Alexandre Vieira, reúne 16 canções, de mais de vinte anos de composição,  e conta com as parcerias de Carlos Patrício, Mário Falcão e Carolina Zingler.

Mantendo a proposta conceitual, segundo o músico e compositor Pablo Lanzoni, que desde a morte de Alexandre, ocorrida no dia 25 de novembro ano passado, está à frente do projeto, o disco  vem com ganhos sonoros muito significativos.

Alexandre Vieira. Fotos: Livia Davalos/ Divulgação

Algumas canções receberam regravações e edições. Passaram a integrar a obra,  as percussões de Mimo Ferreira e os violões e guitarras de Angelo Primon.

Pablo conta que o projeto do relançamento começou a ser gestado em 2018, mas que foi materializado em 2019. “Alexandre havia enviado os arquivos para a mixagem. Recebeu a prova da primeira canção já no hospital. Comentou comigo o que achou, mas queria ouvir quando retornasse para casa”, completa Lanzoni.

Trabalho autoral de Alexandre Vieira, reúne 16 canções, de mais de vinte anos de composição.

Chacarera Blues, por Leandro Maia

“Chacarera Blues é a “Estética do Frio” do Alexandre, ou seja, um conceito que engloba sua poética, seu processo criativo. É Glocal, onde regional e universal se apresentam através da justaposição (e não fusão) entre o ritmo platino Chacarera e o gênero estadunidense “Blues”. Chacarera Blues dialoga com a Estética, no sentido de contrapor a tradições gaúchas e mpbistas ao mesmo tempo. Ou seja: o Blues é tão gaúcho quanto a Milonga, a Chacarera é tão brasileira quanto o samba. Neste sentido a canção “Blues Chacarera” apresenta seu manifesto: fazer um gol de alpargatas, abusar da paz com um mate na mão.”

Ficha técnica

Alexandre Vieira: violão, baixo, ukulele, programações e percussão

Angelo Primon: violão e guitarra; Carolina Zingler: voz;  Carlos Patrício: voz; violão, percussão;     Jean Presser: teclado;  Johann Alex de Souza: vocal;

Jorge Herrmann: voz; Karine Cunha: voz; Karlo Kulpa: violino; Leandro                  Maia:       voz; Marcus Bonilla: violão; Mário Falcão: voz, guitarra; Mimo     Ferreira:  percussão; Nenê Falcão: bateria; Robson Serafini: teclado; Vinícius    Prates: flauta transversa; Zé da Terreira: voz;mixagem e masterização: Gilberto Jr.; capa: Janaina Lobo e Cataneo; produção: Alexandre Vieira e Pablo Lanzoni.

Alexandre Vieira – biografia

Músico e professor do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, Alexandre Vieira graduou-se, foi mestre e doutor em música pelo Instituto de Artes da UFRGS. Envolvido em projetos de canção autoral desde meados da década de oitenta, teve entre seus principais trabalhos colaborações com artistas da cena local como Mário Falcão, Pablo Lanzoni, Leandro Maia e Zé da Terreira. Destaque especial para sua atuação entre 1998 e 2002 no quinteto popular de câmara Café Acústico – grupo vencedor de dois Prêmios Açorianos de Música e do II Festival de Música de Porto Alegre. Em 2005, foi pioneiro ao lançar na Web o álbum Chacarera Blues, composto por um apanhado de mais de vinte anos composições. Seu segundo e último trabalho, o álbum NOVO (2017), que recebeu uma luxuosa edição em vinil, além de CD, foi nomeado por Juarez Fonseca como um dos dez melhores álbuns de 2017 e recebeu quatro indicações ao Prêmio Açorianos. Faleceu, precocemente, no dia 25 de novembro de 2019.

Serviço

Relançamento álbum Chacarera Blues

Dia 25 de setembro de 2019

Horário: 0h

A obra será lançada no perfil do artista,  em todas as plataformas digitais (Spotify, Deezer, Google Play, YouTube, Apple Music, etc…).

“Bento, esse desconhecido”: um debate sobre a atualidade do mito farroupilha

Bento Gonçalves, esse desconhecido, foi o tema da live do Jornal JÁ neste 20 de setembro, no You Tube.

Com mediação do editor Elmar Bones, o debate contou com Giovanni Mesquita, museólogo e historiador, autor da única biografia de Bento, cujo primeiro volume já foi publicado; José Antônio Severo, jornalista e escritor, especialista em História Militar; e Cleber Dioni Tentardini, jornalista e pesquisador que coordena a edição de uma biografia Ilustrada de Bento Gonçalves pela JÁ Editora.

Assista aqui.

China festeja aniversário da Revolução Comunista com música brasileira

China celebra aniversário da revolução comunista com temas da Bossa Nova. No 71º aniversário da  República Popular haverá um concerto gravado ao vivo dia 3 de outubro, às 20h do horário de Brasília, transmitido para o Brasil pelo canal por assinatura Music Box Brazil.

O projeto inédito busca “fortalecer os laços de reciprocidade, amizade e integração artística entre os dois países, em um gesto de solidariedade e parceria para o combate global à Covid-19”.

O festival evocará a orquestração do cancioneiro popular mundialmente conhecido de ambas as nações, com o lançamento do remix “Fragrância nos céus”, que une o clássico “Garota de Ipanema” (1962), de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, com a folclórica “Flor de Jasmim”, uma das músicas  mais regravadas na China, criada no reinado do imperador Qianlong (1735 – 1796).

A produção foi criada especialmente pelo compositor Dai Bo, professor do Conservatório Central da China.

A obra dos bossa-novistas também será revisitada com “Chega de Saudade”, que se juntará a “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, no repertório.

O espetáculo de 45 minutos estará a cargo da Orquestra de Câmara do Conservatório Central da China, localizada em Beijing; Vivace Quarteto de Cordas, de Brasília; e Orquestra Maré do Amanhã, do Rio de Janeiro. Os músicos adotam os protocolos médico-governamentais de retomada das atividades de entretenimento, com trabalho remoto desenvolvido em suas respectivas cidades.

Assinam a realização e produção da iniciativa a Embaixada da China em Brasília e os Consulados-Gerais do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Recife. É a primeira vez que essas autoridades realizam evento conjunto para comemorar a Data Nacional da China. Também é a primeira vez que a celebração será totalmente online e transmitida para o grande público do Brasil.

SERVIÇO

Concerto China-Brasil

Quando: 3 de outubro, às 20h (Brasília)

Canal de TV por assinatura:  Music Box Brazil

Principais operadoras de TV: Claro HD (623), Claro (123) e Oi (145)

Duração: 45 minutos

Reprise: 8 de outubro, às 20h30 (Brasília)

Classificação indicativa: Livre

 

PROGRAMA

– PRELÚDIO

1. “Abertura festiva”, por Orquestra de Câmara

Melódica e apaixonante, esta peça integra elementos folclóricos de diferentes regiões da China e expressa a alegria com o advento de uma nova era. A imagem de união e harmonia entre os grupos étnicos compõe o retrato de uma sociedade em constante renovação.

MOVIMENTO I – COMPREENSÃO

2. “Noite de Primavera ao luar”, por Orquestra de Câmara

Inspirada no poema homônimo escrito por Zhang Ruoxu no século VII, esta peça, principalmente a cargo do alaúde chinês pípá, faz parte do repertório clássico da China. Com simplicidade e fluidez, descreve uma paisagem serena à beira de um rio, numa cena de inconfundível estética oriental.

3. “Aquarela do Brasil”, por Vivace Quarteto de Cordas

Escrita por Ary Barroso em 1939, é uma das canções brasileiras mais populares de todos os tempos. Tanto que ganhou interpretações e adaptações no mundo inteiro. É um hino à natureza generosa de um país e ao espírito caloroso de seu povo.

4. “Meu Coração Chinês”, por Orquestra Maré do Amanhã

Criada em 1982 para um cantor originário de Hong Kong, a letra fala das saudades de casa, relembrando dos rios e montanhas da terra distante. É considerada a canção que melhor expressa o amor dos chineses ao redor do mundo por sua pátria no ultramar.

MOVIMENTO II – CONVÍVIO

5. “Numa terra longínqua”, por Orquestra de Câmara

Composta por Wang Luobin, o Rei das Melodias do Oeste chinês, e adaptada para orquestra de câmara pelo jovem músico Li Bochan, esta peça que combina elementos musicais das etnias han, cazaque e uigur fala de uma história romântica na Rota da Seda.

6. “Chega de Saudade”, por Vivace Quarto de Cordas

Este marco inicial da bossa nova foi criado em 1958 por Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes. Em notas suaves, canta a melancolia de um amor à distância e a saudade de quem está longe.

7. “Marcha Radiante”, por Orquestra de Câmara

Inspirada da peça homônima de Liu Tianhua, um dos músicos chineses mais eminentes do século 20, a obra incorpora melodias da canção Minha Pátria. Utiliza compasso composto, harmonias complexas e outras técnicas para expressar o amor do compositor por seu país e a busca por um futuro melhor.

FINAL

8. “Fragrância nos céus”, por Orquestra de Câmara e Quarteto de Cordas – estreia mundial

MÚSICOS

Orquestra de Câmara do Conservatório Central da China

Criada em junho de 2018, esta orquestra composta por jovens instrumentistas de talento excepcional está entre os dez melhores grupos especializados em músicas folclóricas na China. Com a missão de promover o intercâmbio cultural com o mundo todo, já fez turnês em vários países da África e da América do Sul.

Vivace Quarteto de Cordas

O Quarteto de Brasília Vivace String Quartet pertence à Toccata Produções Artísticas e integrado pelos experientes músicos Kathia Pinheiro (1º violino), Regiane Cruzeiro (2º violino), Victor Bueno (Viola) e Francisco Orru (violoncelo). Os músicos fazem parte da renomada Orquestra Sinfônica do Theatro Nacional Cláudio Santoro.

Orquestra Maré do Amanhã

Criada em 2010 no Complexo da Maré, a maior comunidade na Zona Norte do Rio de Janeiro, a orquestra tem a State Grid Brazil Holding como mantenedora desde 2011. O projeto já musicalizou mais de 6.000 crianças, adolescentes e jovens de famílias de baixa renda. Grupo sinfônico de renome nacional, a orquestra se apresenta nos mais prestigiados palcos do Brasil.

 

 

Bloco da Laje lança online o clipe da música ‘Lá vem gente’, dia 25 de setembro

O texto abaixo, da jornalista Bebê Baumgarten, é do material de divulgação do evento:

“O lançamento será no ‘Bailão online da Primavera’, onde o pessoal poderá decorar sua casa, ousar nas maquiagens e fantasias e dançar juntinho com seu bloco do coração

O Bloco da Laje abre suas janelas e deixa o vento fresco da primavera sacudir a poeira, levar as folhas secas e secar a umidade do inverno pandêmico. Nesses tempos estranhos, é preciso se movimentar, estar vivo, se fazer presente, andar juntinho pra não se perder! Nesse espírito o grupo vai em frente, de live em live, mostrando sua produção, criando, re(inventando). E o próximo passo será na pista de dança da sua casa, com direito a fantasia no capricho, Djs, e toda a animação que a galera da Laje sabe propor.

28/01/2018 – Porto Alegre, RS – Saída Oficial do Bloco da laje, na Vila do IAPI. Foto: Guilherme Santos

Bailão online da Primavera. É isso mesmo. Uma festa da Laje de corpo presente, reunindo os amigos numa proposta bem lajuda. Além de matar um pouquinho as saudades, essa festa também vai ser palco de um momento muito especial: lançamento do clipe da música ‘Lá vem gente’, gravada já nos tempos de quarentena. E, de quebra, a Laje tá preparando algumas atrações e brincadeiras que em breve serão divulgadas.

A proposta é se fantasiar, se pintar, decorar no seu espaço e curtir a distância mais pertinho.

Saída Oficial do Bloco da Laje, na Vila do IAPI. Foto: Guilherme Santos

Lançamento do clipe 

Dia 25 de setembro, a partir das 21h

Plataforma Zoom

Escolha o espaço mais querido da sua casa pra brincar com os amigos!!!

Ingressos

1º lote R$ 10 (+ taxa Sympla)

2º lote R$ 15 (+ taxa Sympla)

Na hora R$ 20 (+ taxa Sympla)

Pra comprar: https://www.sympla.com.br/bailao-online-da-primavera-da-laje__972957

O evento vai rolar pela plataforma Zoom e tem duas coisas importantes que destacamos pra você:

* precisa ter o aplicativo Zoom instalado no computador ou no celular pra poder entrar no evento;

* o e-mail para acessar o evento precisa ser o mesmo usado para a compra do ingresso no Sympla”

SMC inicia divulgação das contrapartidas dos Editais Emergenciais de Auxílio à Cultura

 

A Secretaria Municipal da Cultura (SMC) começa a partir desta sexta-feira, 18, a divulgação nas redes sociais, dos primeiros projetos premiados nos editais Emergenciais de Auxílio à Cultura. Profissionais e projetos de espaços culturais das áreas de literatura, cinema, audiovisual, teatro, dança, artes plásticas, artes populares e circo foram contemplados pelos editais. Serão 310 produções disponibilizadas on-line.

Os editais foram lançados com o objetivo de contribuir com o setor artístico, que está sendo impactado pela pandemia do novo coronavírus. A iniciativa premiou propostas de pessoas físicas, como artistas, técnicos e produtores da cadeia cultural, além de pessoas jurídicas da cadeia produtiva, com ou sem fins lucrativos. Ao todo, serão investidos R$ 575 mil.

Cristiano Souto Sant’Anna. Pinlux/ Divulgação

Programação inicial

Música

Pâmela Amaro Fontoura – Aos nossos Compositores

Vídeo (25 min)

Sexta-feira, 18, às 20h

facebook.com/coordmusica

Apresentação musical em vídeo. Pâmela cantará e tocará em homenagem “Aos Novos Compositores”. A proposta visa mostrar a riqueza das produções musicais atuais no estilo do samba, mostrando uma importante oxigenação do gênero e potencializando sua existência em Porto Alegre. Portanto, o repertório consiste de sambas de compositores e compositoras de Porto Alegre, preferencialmente vivos, a fim de divulgá-los e homenageá-los em vida cantando suas produções e dando visibilidade ao samba produzido no sul do país.

Evandro Cardoso – Clube do Pandeiro de Porto Alegre – 10 anos de História

Vídeo 25 min.

Sábado, 19/09, às 18h

facebook.com/coordmusica

Apresentação virtual em formato oficina/mini doc, com duração de 25 minutos, contando a trajetória do Ponto de Cultura CPPA (Clube do Pandeiro de Porto Alegre) desde 2010.

Emmanuel Idowu Akinruli – Oficina de Percussão com Ìdòwú Akínrúlí

Live

Domingo, 20/09, às 18h

facebook.com/coordmusica

Oficina on-line de percussão sobre a cultura Yorùbá com instrumentos tradicionais. A oficina não possui restrição de idade e tem a  duração de 1h30. Serão trabalhados aspectos históricos, rítmicos e técnicos dos instrumentos tradicionais do povo Yorùbá como família do Bàtá, Gángan, Gúdúgúdú, Ẹwọ́ e Agogo.

André Paz Peres – Canção Involuntária.

Vídeo

Segunda-feira, 21, às 20h

www.facebook.com/coordmusica

Criação e apresentação de um vídeo a partir de mensagens de voz de WhatsApp para ser veiculado na internet sob o nome de Canção Involuntária.

Wagner Menezes – O som da fleuma

Video

Segunda-feira, 21, às 20h

www.facebook.com/coordmusica

Composição musical intitulada O Som da Fleuma a partir do movimento captado em vídeo sem som da pesquisa corporal da bailarina Patricia Nardelli.

Mario Bittencourt Ferreira – A Flor Et

Live

Quarta-feira, 23, às 21h

Youtube http://bit.ly/FlorET

Live A Flor Et trabalhando com projeções, pinturas corporais, luzes e figurinos e um pequeno vídeo short film de 20 minutos making off da produção desta live.

Artes Plásticas

Claudia Hamerski – A periferia do desenho: um olhar sobre o processo e proposições

Vídeo  (25 min)

Segunda-feira, 21

https://www.facebook.com/artesplasticaspoa

www.facebook.com/claudia.hamerski

Narrativa audiovisual na qual a artista aborda sua produção e seu processo criativo em desenho. Através da exposição de obras e processos de ateliê, apresenta o desenvolvimento de uma pesquisa artística em desenho, abordando conceitos teóricos e a prática envolvida no ato criativo. Ao longo dessa apresentação, também são trabalhados desdobramentos possíveis, a partir das obras e de uma abordagem do desenho e sua prática como modo de expressão artística, através de proposições ao público espectador”.

Xadalu  – Arte Pública – Rua como Museu a Céu Aberto

Domingo, 20,  às 17 horas

www.instagram.com/xadalubrasil

Live do Artista Visual urbano Xadalu Tupã JeKupé abordando a arte como fator político e ativista, trazendo os desdobramentos de suas experiências no Brasil e exterior, tendo o trânsito entre ruas, galerias e museus. Mostra como a arte pública tem uma grande potencial em atingir todas as camadas sociais pois a sua instalação se faz nas ruas dos  grande centros urbanos, sendo seu trabalho considerado movimento pós grafite, chamado movimento sticker art, que utiliza adesivos e cartazes para passar uma mensagem. O artista também fará na live uma sessão comentada de suas obras que se tornando ícones nas ruas de Porto Alegre, obras como Área Indígena, Seres Invisíveis, Fauna Guarani, Invasão colonial meu corpo nosso território serão comentadas e discutidas com o público, que poderão fazer as perguntas antes da live que serão selecionadas nas redes sociais do artista.

Julha Franz –  Estética do Grito

Videoaula  (30 minutos)

Quarta-feira, 23, às 14 horas

www.facebook.com/atelierlivrexicostockinger

Instagram: @alivrepoa

Youtube: Youtube: http://bit.ly/AtelierLivreXS

Aborda a intersecção da cultura Pop e da arte contemporânea, usando como ponto de partida movimento estéticos de subcultura que ditaram moda nos anos 70, 80 e 90 e emergiram de ambientes noturnos disruptivos de entretenimento. A essência da videoaula é estudar como a moda e a maquiagem podem ser usadas como ferramentas criativas não só para criar tendências, mas também para questioná-las e criar trabalhos poéticos potentes e revolucionários no ambiente da arte contemporânea.

Camila Pereira Santos-  Produção de um caderno artesanal: da xilogravura à encadernação

Terça-feira, 29, e em outubro – terça-feira, 6, Sábado, 13,  e Sábado,  20, às 14 horas

facebook.com/atelierlivrexicostockinger

Instagram: @alivrepoa

Youtube: Youtube: http://bit.ly/AtelierLivreXS

Oficina contendo uma série de vídeos apresentando a técnica da xilogravura, da produção de uma matriz até a impressão e como a gravura pode ser utilizada para a criação de um caderno artesanal. O projeto será disponibilizado no formato vídeo e se dividirá em 4 partes de 5 a 7 minutos – que podem ser  comprimidas em um único vídeo se for preciso – contendo o processo de entalhe, a impressão da capa, a montagem do caderno e a encadernação do mesmo.

Cristiano Souto Sant’Anna –  Pinlux

Quarta-feira, 7, 14h

Videoaula (30 minutos)

facebook.com/atelierlivrexicostockinger

Instagram: @alivrepoa

Youtube: Youtube: http://bit.ly/AtelierLivreXS

O processo de construção de uma câmera fotográfica pinhole, revelação do negativo em preto e branco e posterior reprodução a partir de um smartphone com aplicativos gratuitos. Pinhole é um tipo de fotografia que se faz utilizando qualquer caixa hermeticamente fechada e fazendo um pequeno furo em um dos lados. Essa técnica remonta a antiguidade e se chama princípio da câmera obscura. Foi utilizada por pintores e é a base física que possibilita o surgimento da fotografia.

Dança

Divulgação a partir da segunda-feira,  de 28,  na página do Facebook do Centro de Dança.

https://www.facebook.com/centromunicipal.dedanca

Trabalhos apresentados de 28/09 a 02/10

Adriano Oliveira Soares –  Criação de trilha sonora para dança

Videoaula

Anette Lopes Lubisco

Videoaula

Aula de dança da técnica de jazz de estilo contemporâneo.

Ângela Ferreira da Silva

Videoaulas

Aulas de Ballet Clássico completas nos níveis básico e intermediário. Master Class que explica os exercícios, a execução dos mesmos e correções técnicas.

Daniel Silva Aires –  Challenge ou o quê?

Vídeo

Vídeo de dança que busca confrontar de forma descontraída os estados de dança presentes nos aplicativos de massificação de conteúdos audiovisuais como o TikTok.

Daniele Luciana Zill Heuert – Andrea Del Puerto – trajetória de uma artista ‘puerto’alegrense

Vídeo

Documentário  com três episódios de (até) 10 minutos.

Fellipe Santos Resende

Video

Vídeo em formato de depoimento de trajetória de vida e de carreira sobre o bailarino, coreógrafo e professor de dança Eduardo Severino.