Autor: da Redação

  • Dora Lampert e Lise Lampert fazem apropriação instigante de arte visual clássica, no ano da peste

    Dora Lampert e Lise Lampert fazem apropriação instigante de arte visual clássica, no ano da peste

    Higino Barros

    O ano de 2020 vai entrar para a história da humanidade como inesquecível. Será conhecido, entre outras coisas, como o ano da peste. Assim o chama a multi artista Dora Lampert. A autora da definição, com sua irmã Lise Lampert, faz um dos trabalhos visuais mais instigantes visto atualmente nas redes sociais, postados no Instagram e no Facebook. A reprodução de quadros de artistas plásticos consagrados.

    Uma iniciativa praticada ao redor do mundo, desde que a pandemia do Covid 19 obrigou ao isolamento social. Mas com uma apropriação original, caseira e cosmopolita que faz o trabalho das irmãs Lampert ser reconhecido e apreciado por quem bate o olho nele.

    Lise Lampert. Arquivo pessoal/ Divulgação

    Pinturas de Leonardo Da Vinci, Picasso, Vincent Van Gogh, Nicolas Régnier, Edgar Degas, Ticiano, Lucien Freud, Elin Danielsen-Gambogi, Marciano Schmitz, Ernesto Frederico Scheffel, Diego Velásques, Albert Edelfelt, Johannes Vermeer, Caravaggio, Ricardo Garopaba Blauth, entre outros fazem parte da apropriação artística das irmãs, residentes em Novo Hamburgo.

    “Uma de minhas interpretações prediletas. Egon Schiele cujos desenhos e pinturas ainda são símbolos poderosos de luta psicológica, honestidade emocional e liberdade sexual”

    Nessa entrevista Dora Lampert fala sobre como foi o processo artístico de cada obra reproduzida aqui.

    JÁ – Como surgiu a ideia desse trabalho?

    Dora Lampert – A ideia surgiu quando vi um pequeno vídeo de pessoas retratando obras de artistas famosos. Estávamos tomando café, minha irmã e eu, no início da sétima semana de isolamento e a opressão era visível, pesando sobre os dias. Então perguntei para a Lise se ela topava fazer umas fotos para mim. Ela no princípio ficou resistente, mas depois das primeiras publicações, ao perceber o entusiasmo das manifestações de nossos amigos, tornou-se a mais entusiasta do projeto, chamando-me já cedo pela manhã com a cabeça repleta de ideias e boas soluções para nossas interpretações e desde aquele dia, até agora, nossas manhãs ganharam outra vida. Sim, a arte salva.

    “A interpretação que mais nos deu trabalho de cenário. Elin Danielson-Gambogi, artista finlandesa. Conhecida por suas obras e retratos realistas, fez parte da primeira geração de artistas finlandesas que receberam educação profissional em arte, a chamada “geração das irmãs pintoras”.

    Assim, no ano da peste surgiu Leonardo Da Vinci, Picasso, Vincent Van Gogh, Nicolas Régnier, Edgar Degas, Ticiano, Lucien Freud, Elin Danielsen-Gambogi, Marciano Schmitz, Ernesto Frederico Scheffel, Diego Velásques, Albert Edelfelt, Johannes Vermeer, Caravaggio, Berthe Morisot, Angelina Agostini, Andy Warhol, Eva Gonzáles, Tarsila do Amaral, Mary Cassat, Marie Bracquemond, Anita Malfatti, Henry Asencio, Zina Aita, Giovanni Bellini, René Magritte, Gabriel Rossetti , Bispo do Rosário, Paul Gauguin, Sérgio Lopes, Magna K. Sperb, Rita Gil, Maria Paula Figueiroa Rego, Robertson Frizero, Raduan Nassar entre outros.

    “A interpretação mais ambiciosa. Da série Prendas do artista gaúcho Ricardo Garopaba Blauth que é nosso amigo e um grande entusiasta das artes”

    Anita O’day, John Waterhouse. As porcelanas ,Djanira da Motta e Silva, Das cartas, Amadeo Modigliani, Walter Pach, Egon Schiele, Gustav Klimt, Paula Moderson-Becker, Henri Toulouse-Lautrec, Érico Veríssimo , José Ferraz de Almeida Junior, Manuel de Barros, Gabriele Münter ,David Teniers, o jovem, Jan Van Beers, o mais novo, Robert Buyle, Guy Cambier, Claude Monet e Malcolm Liepcke

    Foram os artistas – ou ideias – que abordamos, alguns dos quais trabalhamos mais de uma vez, tanto que já perdemos a conta de quantas publicações foram feitas.

    “As interpretações de resultado inesperado. Não conhecíamos a história de Modigliani e nem de seu trágico desfecho. Foi impossível condensar a biografia desse artista e de sua musa e amante Jeanne em apenas uma interpretação. Duas vidas de paixão e arrebatadas pelo destino.”

     

    Ideia inicial

    O nosso intuito inicial era fazer uma releitura das obras, mas à medida que o trabalho foi evoluindo passamos a fazer uma interpretação, onde a obra do artista nos traz a imaginação e o clima para o exercício livre de nossa criatividade.

    Minha atuação por longos anos na área da propaganda deixou meu olhar afinado para a estética. Meu amor pelas artes em geral, música, literatura, teatro, sempre nortearam minha vida, apesar de hoje ser proprietária de uma pequena empresa de prestação de serviços com as atividades interrompidas temporariamente em função do quadro atual.

    “A interpretação que mais nos rendeu risadas. Apesar da beleza e seriedade da obra de Angelina Agostini que em 1914 viaja para a Europa, com o quadro que lhe rendeu o prêmio. Vaidade, à tiracolo”

    JÁ – E a questão da fotografia. Como foi resolvida?

    Dora Lampert – Como fotógrafa amadora, a Lise nunca havia se envolvido com um projeto dessa grandeza. Suas fotos sempre foram fruto de suas viagens em férias ou recantos domésticos, usando apenas seu telefone móvel. Mas ela recorda que há alguns anos, ao receber um convite para um concerto na Fundação Scheffel, retratando uma obra do artista que dá nome a casa, onde o detalhe era uma natureza morta de um vaso repleto de rosas, percebeu que o vaso que estava na mesa de nossa cozinha era idêntico ao do convite e não se conteve em retratá-lo.

    “A interpretação de melhor resultado:” O homem amarelo”, de Anita Malfatti. Foi um desafio e uma de nossas prediletas.”

    As pesquisas das obras iniciam em nossos cafés da manhã. De forma muitas vezes aleatória ou induzidas por alguma sugestão, os artistas vão surgindo como num desfile. As biografias de cada artista estudado geralmente nos trazem nomes pouco conhecidos, mas que tem obras impressionantes. Nossa preferência sempre pontuou obras de pouco reconhecimento, mesmo dos artistas mais renomados. As Monalisas e as Fridas já foram amplamente exploradas nesse tipo de interpretação. Vamos lhes dar uma trégua.

    “Sair um pouco das obras de arte e entrar em personas foi igualmente interessante. Anita O’Day, também conhecida como The Jezebel of jazz foi uma indicação do músico e curador do PoaJazz Festival Carlos Badia.”

    Nosso objetivo primordial foi desde o início manter o isolamento social. Para tanto, nada foi adquirido. Todos os objetos, figurinos, adereços e cenários, estavam ao alcance de nossos domínios domésticos. A cozinha foi nosso estúdio, o jardim, os campos. A iluminação, um abre e fecha da cortina, as vezes a luz de emergência ou o abajur da mesa de cabeceira. O paninho impregnado de álcool 70 virou babados barrocos; os lençóis, vestidos épicos; as saias se transformaram em blusas bufantes e vice – versa.

    O equipamento fotográfico? Um aparelho celular Samsung 5J Prime com edições em dois aplicativos no próprio telefone -Pixlr e Snapseed.

    O isolamento antes de tolher nossos intentos, animou nossa criatividade, trazendo momentos de muita diversão também.

    “Mulher lavando os pés…foi nossa criação.”

    JÁ –  Como se dá a escolha dos artistas e dos temas?

    Dora Lampert: Todo trabalho foi estudado sempre em conjunto. Desde a escolha do artista e da obra até a finalização. E todos superaram as nossas expectativas. A repercussão de nossos amigos foram um dos grandes impulsionadores para que o projeto – No ano da peste – tomasse esse vulto.

    “Uma das prediletas. Proserpine – 1874. Obra de Gabriel Charles Dante Rossetti. O rapto de Proserpina por Plutão é uma das lendas mais conhecidas da mitologia romana.”

    Lise atua como técnica de enfermagem desde 1998. Trabalha num grande hospital público da região metropolitana e está afastada temporariamente do cargo por seu médico traumatologista.

    Os artistas que estiveram conosco, nos ensinaram, nos fizeram rir, sonhar e chorar. Com eles nós sobrevivemos a nós mesmas no ano da peste.

    “Interpretar Ana Terra de Erico Veríssimo com a dramaticidade que o personagem pede foi um grande momento.”

    “Manuel de Barros? Sim, pensamos que ele daria mais importância as folhas decaídas do que aos próprios anjos. Então, as folhas secas de nosso jardim com texto meu, inspirada nesse grande poeta: Folhas secas não são como pontos finais/são vírgulas entre as estações frias/elas não pontuam/mas tropeçam sobre o tempo/ abrindo sonhos/ para que se veja o céu/ virando exclamação”

    “No dia de São João só poderíamos trabalhar uma obra de Ricardo Garopaba Blauth, Pau de Fitas. Foi a interpretação que mais deu trabalho de edição, mas foi a que nos deu muita satisfação em realizar.”

     

    Dora Lampert, amadora das artes, no ano da peste

     

     

     

     

     

     

  • Eliane Tonello lança “Layla e a uva”,  livro infantil em quatro idiomas

    Eliane Tonello lança “Layla e a uva”, livro infantil em quatro idiomas

    Higino Barros

    Eliane Tonello é psicóloga clínica, escritora, artesã e compositora. Descendente de italianos do norte da Itália (Cidade Del Vêneto – Província de Belluno) é autora de ensaios, poesias, romances e está lançando agora uma obra em quatro idiomas, “Layla e a uva”.  Ela concedeu essa entrevista sobre sua empreitada literária, via email:

    JÁ – Qual a história desse livro?

    RESPOSTA: O livro infantil é a realização de um sonho gestado há dois anos. Foi escrito em meados do ano novo após as festividades de natal em família, quando passeava no parreiral e colhera cachos de uva, além de receber a notícia de que seria vovó.

    Inicialmente o sonho era apenas uma história em língua portuguesa ilustrada, depois a escolhida foi a língua Talian (dialeto vêneto do norte da Itália) reconhecida em 2014 pelo IPHAN, falada nos municípios do RS, especificamente em Serafina Correia e Caxias do Sul e no currículo escolar em Nova Brescia e São Marcos. Na sequência foram eleitos o espanhol e o inglês. Por isso, uma obra inédita, quatro idiomas em um só livro.

    Dentro de mim havia pressa, mas jamais pensei que em março estaríamos em meio a uma pandemia. No início hesitei continuar o projeto, mas a personagem Layla insistia em materializar-se em uma obra que pudesse ser conhecida do mundo. E resolvi acolher o seu pedido.

    JÁ – Qual foi a inspiração, a quem se destina, é a primeira experiência com literatura infantil?

    – Esta é a minha primeira experiência com a literatura infanto-juvenil e a inspiração nasceu por acreditar que o sonhar é o que move o ser humano. A ideia do Talian, especificamente, surgiu a partir de uma linda lembrança da infância, nos dias de inverno, quando divertia-me com os irmãos ao ler Storie e Frotole no Jornal Riograndense escrita por Frei Rovílio Costa. Por isso convido todos os leitores a mergulharem na linda e magnífica história de família, amor, animaizinhos e muita uva.

    JÁ – Como será o lançamento do livro?

    – O livro, em formatos e-book e impresso, será lançado oficialmente na minha página do facebook, Psicóloga Eliane Tonello, no dia 10 de julho às 19 horas, com a presença das tradutoras – Paola Santagada (Talian), Andrea Barrios (Espanhol), Cassiane Ogliari (Inglês) e do ilustrador, Emerson Falkenberg.

    JÁ – Como é fazer literatura em tempo de pandemia. O que muda?

    – Em tempo de isolamento social, a possibilidade de criar o livro em formato eBook, além do físico, foi uma iniciativa maravilhosa. O trabalho de Guilherme Moraes, diretor e designer gráfico, foi essencial, o que possibilitou que a obra, “Layla e a Uva”, pudesse chegar até os leitores através das lojas on-line da Amazon espalhadas pelo mundo.

    Para os leitores que preferirem o livro físico, as entregas acontecem via correio e telentrega em bairros mais próximos. Por acreditar que a arte pode nos salvar por ser um dispositivo de saúde mental, a literatura ganha um espaço especial. Boa leitura a todos!

  • Liana Timm lança campanha #alimentocorpoealma e doa livros para entidades carentes

    Liana Timm lança campanha #alimentocorpoealma e doa livros para entidades carentes

    As pessoas precisam de alimentos para o corpo e para a alma. Na pandemia, a multiartista gaúcha Liana Timm, que também é proprietária da editora TERRITÓRIO DAS ARTES, aderiu às mobilizações e está doando mais de mil livros para comunidades carentes de Porto Alegre e Região Metropolitana.

    A Campanha #alimentocorpoealma começou com a doação do livro O traço Afetuoso, escrito pela própria Liana Timm, sobra a obra da artista Clara Pechansky, em uma ação conjunta com o Coletivo Morro da Cruz, Matinal Jornalismo e Moeda do Bem. A iniciativa cresceu e se expandiu para novas entidades.

    Foto Michele Czordas/ Divulgação

    “Podemos contribuir para que a leitura seja incentivada nos lugares mais esquecidos de nossa tão desigual sociedade. Precisamos mudar esta realidade e se cada um fizer um pouquinho teremos esperança em dias melhores”, destaca Liana, que convidou escritores e artistas a também se engajar na iniciativa.

    Entre as obras, estão livros de poesias, contos, crônicas, coletâneas e títulos que parecem inspirados no cenário atual, como As Dimensões da Casa, com a reunião de textos de diversos autores que refletem sobre o habitat mais íntimo: o lar. Além de publicações da própria Liana Timm, as doações trazem contribuições de autores como Caio Ritter, Cintia Moscovich, Jane Tutikian, Lenira Fleck, Luis Paulo Faccioli e José Eduardo Degrazia. Em um primeiro momento, foram selecionadas três iniciativas para receber as obras:

    Foto de Doação. Foto: Cozinheiros do Bem/ Divulgação

    ·Cozinheiros do Bem: idealizado pelo chef Júlio Ritta em 2015, une restaurantes e voluntários para doar refeições e cestas básicas para comunidades e moradores em situação de rua de Porto Alegre. O projeto chamou atenção até da modelo Gisele Bündchen que vai doar máscaras, alimentos e produtos de higiene. Agora, com as contribuições de Liana Timm, eles também vão receber 500 livros. (51) 99853-2190 (whats).

    CAPs II: O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II), do Hospital de Clínicas de Porto Alegre que promove serviços em saúde mental, teve seus atendimentos presenciais diminuidos em função do Novo Coronavírus. Com isso, cerca de 160 pacientes deixam de ter as atividades e as refeições que eram fornecidas ao longo do dia. Para ajudá-los, voluntários estão doando cestas básicas, que agora também serão agregadas de livros nesse momento difícil para todos. (51) 9689-4979 (whatsapp).

    ·Sônia Zanchetta, em Cachoerinha: Desde março, Sônia está engajada na campanha da Biblioteca Comunitária Sol e Lua para arrecadar alimentos, máscaras e produtos de higiene para 150 famílias. Recebeu também do Itaú Social, kits com livros de literatura Infantil e agora, da TERRITÓRIO DAS ARTES editora livros para adultos. Sônia também está envolvida com a campanha do Instituto Cultural e Social Ágora que terá biblioteca, salas para atividades gratuitas de oficinas e cozinha experimental. (51) 99116-9040.

    PARA RECEBER DOAÇÕES DE LIVROS: Entidades interessadas em receber livros da TERRITÓRIO DAS ARTES editora, entrar em contato pelo email: liana.timm@gmail.com

  • A Lei Aldir Blanc e seus cenários são temas de debate virtual por especialistas gaúchos

    A Lei Aldir Blanc e seus cenários são temas de debate virtual por especialistas gaúchos

    A Lei Aldir Blanc e a Cultura e seus cenários são temas de debate virtual nesse sábado, dia 04, às 19hrs, promovido pelo Bar do Antônio, com a participação de Antônio Elisandro, André Kryszczun (Secretaria da Cultura RS), Paulo Leônidas (Conselho de Cultura RS), Ricardo Pacheco (músico) e Cristiano Seifeter (cerveja Solidária).

    O processo de construção da Lei nº 14.017/2020 de Emergência Cultural,
    denominada Aldir Blanc, tem sido uma imensa teia de conversas,
    diálogos, debates virtuais e web-conferências entre gestores culturais,
    trabalhadores da cultura, pesquisadores, entidades representativas da
    cultura brasileira, redes, coletivos, Parlamentares Federais, Estaduais e
    Municipais, Prefeitos, Governadores e artistas de todo o território
    nacional.

    Segundo um dos debatedores da live, Paulo Leônidas,
    “Esse esforço coletivo e generoso nos permitiu avançar em
    termos técnicos e políticos, na perspectiva de viabilizar a implementação
    da Lei de Emergência Cultural. Esses recursos, na ordem de 3 bilhões de
    reais, serão fundamentais para garantir uma redução da grande perda
    econômica do setor cultural durante a pandemia no Brasil, estimada em
    46 bilhões de reais. Entendemos ser fundamental o alinhamento entre o
    Governo Federal e os Estados e Municípios, no sentido de um
    entendimento comum, numa regulamentação que permita definirmos
    com clareza o papel de cada ente federado, garantindo segurança
    jurídica, transparência, participação da sociedade e a autonomia de cada
    ente federado, como preconiza nossa Constituição. Com esse espírito colaborativo, consensual e de amplo diálogo, vamos debater sobre os principais pontos que acreditamos devam constar na regulamentação nacional para garantir a devida agilidade na distribuição dos recursos e uma maior segurança institucional para a correta aplicação e fiscalização de todo o processo.”, conclui Leônidas.

  • A vez de O Guri de Uruguaiana, em espetáculo virtual do Theatro São Pedro

    A vez de O Guri de Uruguaiana, em espetáculo virtual do Theatro São Pedro

    Depois de comemorar, com muito sucesso, seus 162 anos de existência com uma live, neste último sábado, que reuniu grandes expressões da música do Estado, o Theatro São Pedro dá continuidade à programação com a realização de um novo show virtual, nesta sexta-feira, dia 03 de julho, às 20h, tendo como atração o Guri de Uruguaiana, que apresenta “O Guri de Uruguaiana e convidados”. O projeto é uma parceria da Fundação Theatro São Pedro e de O Bairrista. A transmissão poderá ser acompanhada pelos canais do Youtube do Theatro São Pedro e d’O Bairrista e nas redes sociais de ambos os parceiros (confira no “Serviço”).

    O Guri de Uruguaiana é, hoje, um dos maiores expoentes do humor gaúcho, com milhões de visualizações no Youtube. O personagem criado por Jair Kobe é um fenômeno de público, famoso pelas inúmeras versões da canção Canto Alegretense, composta por Nico Fagundes e Bagre Fagundes. O humorista apresenta um show com convidados por meio de vídeo-chamadas, respeitando todas as normas de distanciamento social. Devido à situação atual de bandeira vermelha pela pandemia da Covid-19 em nossa região, não é possível a captação de imagens do artista no palco do Theatro São Pedro.

    O projeto conta com a produção e captação de imagens de O Bairrista, coprodução do Sarau do Solar, da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, e patrocínio das seguintes empresas: Lojas Pompéia, Banrisul, Termolar, Baldo S/A, EGR e Câmara Municipal de Porto Alegre.

    SERVIÇO:

    Show virtual com Jair Kobe no show “O Guri de Uruguaiana e convidados”

    Dia 03 de julho de 2020, sexta-feira, às 20h

    Transmissão pelos seguintes canais:

    Theatro São Pedro

    Canal do YouTube

    http://www.youtube.com/c/TheatroSãoPedroRS

    Facebook

    www.facebook.com/TeatroSaoPedro

    O Bairrista

    Canal do YouTube

    http://www.youtube.com/obairristars

    Facebook

    www.facebook.com/obairristars

     

     

  • Curso virtual para técnico de estúdio de som,  na Restinga

    Curso virtual para técnico de estúdio de som, na Restinga

    A Secretaria Municipal da Cultura (SMC) promove, em parceria com a Caixa Econômica Federal, curso profissionalizante para formação de técnicos para atuação em estúdio de som. A ação denominada Estúdio Mais Restinga inicia as aulas no dia 13 de julho, com término no dia 23 de novembro. Os encontros serão virtuais, sempre às segundas-feiras, das 19h às 21h. As inscrições podem ser realizadas até 10 de julho no link http://bit.ly/SomMultimeios. A idade mínima para participar é 14 anos.

    O curso será ministrado pelo professor Driko Oliveira, da empresa Sustain Produções. O conteúdo abordará temas técnicos com objetivo de qualificar o profissional para o campo de atuação. Equipamentos e técnicas para gravações, mixagens, equalizações, operação de áudios, preparação de trilhas, podcasts e anúncios fazem parte do programa das aulas.


    Foto: Joel Vargas/PMPA/ Divulgação

    E, para promover a continuidade da experiência e o incentivo à profissionalização dos músicos da Restinga, será montado um novo estúdio de gravação no Centro Cultutural Multimeios Restinga (av. Ricardo Leônidas Ribas, 75). As aulas práticas serão realizadas no estúdio quando terminarem as restrições de contato social devido à pandemia do novo coronaírus.

    Projeto Mais Restinga – É uma proposta de trabalho social, construída em parceria entre a Prefeitura de Porto Alegre e a Caixa. O projeto promove atividades inclusivas, culturais, educativas, esportivas e recreativas que devem beneficiar mais de mil pessoas na região. A iniciativa aplica recursos do trabalho social do Programa Minha Casa Minha Vida em uma abordagem territorial, utilizando espaços públicos para a realização das atividades, concentradas em dois polos: o Centro Cultural Multimeios e a Estação Cidadania.


    Foto: Joel Vargas/PMPA/ Divulgação

    Informações
    Telefone: (51) 3289-8298
    E-mails: breno@smc.prefpoa.com.br e estudiomaisrestinga@gmail.com

  • Blues de Mari Kerber e Ale Ramalho abre as lives de julho do bar Parangolé

    Blues de Mari Kerber e Ale Ramalho abre as lives de julho do bar Parangolé

     

    O duo de blues formado por Mari Kerber e Ale Ravanello se apresenta ao vivo nas redes sociais do Parangolé nesta quinta-feira (2) às 20h. A apresentação faz parte da segunda edição de uma série de lives que o bar tem realizado com o objetivo de arrecadar recursos para os músicos que costumam se apresentar na casa. O bar segue fechado desde o início da pandemia da Covid-19.

    A agenda de lives do Parangolé segue todas as terças e quintas durante todo o mês de julho, com espaço para variados gêneros musicais, como MPB, bossa nova, samba e pop. Estão na lista músicos como Gabriela Lery, Pablo Grilo, Marcelo Lehmann e Chicão Dornelles. Confira a agenda completa na imagem abaixo:

    Neste link é possível conferir os shows, todas as terças e quintas, às 20h >> http://www.facebook.com/parangolebar/live_videos/

  • Novo secretario de Cultura quer fazer auditoria na Lei Rouanet

    O secretário de Cultura, Mario Frias, afirmou que pretende uma auditoria sobre a aplicação dos recursos pela lei de incentivo à cultura, conhecida por Lei Rouanet, em entrevista há pouco à CNN Brasil.

    Frias substituiu a ex-secretária Regina Duarte há uma semana. O novo secretário disse que não podem existir “os barões da Lei Rouanet”.

    Frias ressaltou que a lei de incentivo à cultura é fundamental para um país que se preocupa com cultura. “Mas a cultura não é limitada ao eixo Rio-São Paulo, a cultura é brasileira e deve chegar a outros Estados”, defendeu.

     

  • A Porto Alegre de 12 mil habitantes que Saint Hilaire viu há 200 anos

    A Porto Alegre de 12 mil habitantes que Saint Hilaire viu há 200 anos

    Francisco Ribeiro

    Na viagem que empreendeu pelo Rio Grande do Sul , há 200 anos, o naturalista francês, Auguste de Saint-Hilaire, ficou mais de um mês em Porto Alegre.

    Tempo suficiente para escrever um dos mais importantes relatos sobre como era a vida na, então, sede do governo da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul.

    Como nas demais partes do Brasil em que percorreu ao longo de seis anos (1816-1822), Saint-Hilaire, além da botânica, teve um olhar arguto sobre usos e costumes, pessoas, política e administração.

    Suas anotações, em forma de diário, mais tarde transformadas em livros, constituem um importante documento histórico.

    Porto Alegre, na época, segundo a estimativa apurada por  Saint-Hilaire, contava entre 10 e 12 mil habitantes. Entre esses, ainda viviam muitos dos primeiros porto-alegrenses natos e, até mesmo, gente nascida bem antes da fundação da cidade.

    Assim, durante as suas perambulações, Saint-Hilaire pode ter encontrado pessoas que ainda denominassem o local como Porto de Viamão ou Dorneles, ou, mais singelamente, Porto dos Casais.

    Mas, fora alguns pioneiros sobreviventes, e seus descendentes, a Porto Alegre de 1820 já era bem diferente daquela de sua fundação.

    Na Rua da Praia, que Saint-Hilaire descreve como sendo a única artéria comercial, nada restava para lembrar a antiga colônia de pescadores e suas choupanas, incluindo a primeira capela, ou seja, habitações parecidas como as encontradas por ele no litoral a partir de Torres.

    Saint-Hilaire descreve uma Porto Alegre cheia de construções novas e com uma certa pujança econômica, porto e comércio movimentados, fadada “a ficar rica”, como ele projetou.

    O francês também constatou que Porto Alegre era bonita: “[…] Aqui lembramos o sul da Europa e tudo quanto ele tem de mais encantador”, escreveu no seu diário.

    Por outro lado, achou que a cidade era mais suja que o Rio de Janeiro e lamentou que, apesar do frio intenso, as casas não tinham aquecimento.

    E no que diz respeito a arquitetura, observou que, de tão acanhados, os principais edifícios públicos – Palácio, Câmara, Matriz, Palácio da Justiça – não condiziam com a importância da capital, nem com a riqueza da capitania.

    Por que este desleixo, ou mesquinharia, com prédios que tem uma forte carga simbólica?

    Para responder esta e outras questões, o JÁ  entrevistou o  historiador Sérgio da Costa Franco. Autor de livros como “Porto Alegre Ano a Ano: uma cronologia histórica 1732-1950”, “Os viajantes olham Porto Alegre 1754-1890”, e “Porto Alegre Sitiada”  sente-se a vontade para falar daquele que foi um dos primeiros cronistas da cidade.

    JÁ – O que diferencia Saint-Hilaire dos demais viajantes que percorreram o Rio Grande do Sul, especialmente Porto Alegre, na primeira metade do século XIX? Arsène Isabelle (1806-1888) e Nicolau Dreys (1781-1843), por exemplo, só para citar dois, franceses como ele.

    SCF – O que diferencia Saint Hilaire dos demais viajantes contemporâneos é tanto a quantidade quanto a qualidade da informação.

    Embora fosse um autodidata, Saint-Hilaire exibe uma massa de informação respeitável em botânica, zoologia e outras ciências naturais. O Abeillard Barreto, nosso melhor bibliógrafo, escreveu (Bibliografia Sul-Riograndense) sobre sua enorme capacidade de trabalho na coleta zoológica, a precisão e minúcia do seu diário. Chama-o de “inigualável visitante”, que além de tudo, ainda achava tempo para redigir monografias e comunicações para várias publicações da França.

    Quanto a mais alentada de suas obras, a “Voyage à Rio Grande do Sul”, ele escreveu que ainda era o “manancial” mais sadio e mais profundo para o estudo dos homens e das coisas rio-grandenses”.

    JÁ – Nicolau Dreys, inclusive, morava na cidade quando Saint-Hilaire esteve em Porto Alegre. No entanto, o naturalista não o menciona. Por quê? Afinal, não havia tantos franceses na cidade. E Dreys era um comerciante e homem de iniciativa.

    SCF – Há em Nicholas Dreys uma referência a Saint Hilaire: encontraram-se num almoço em Rio Grande. Mas fora serem ambos franceses, talvez não houvesse muita sintonia entre os dois. Dreys era um bonapartista refugiado e, num tempo de “restauração” bourbônica, talvez não conviesse a Saint Hilaire a aproximação.

    No diário, em 12 de julho, ele alude a um negociante francês que o convidara para uma festa. Não seria o Dreys?

    JÁ – Trata-se, Saint-Hilaire, do primeiro cronista de Porto Alegre que, aquela altura, apesar de capital, ainda era uma vila?

    SCF – Parece-me que a primazia entre os cronistas cabe a dois portugueses: Domingos José Fernandes, autor da Descrição Cronológica, Política, Civil e Militar da Capitania do Rio Grande do Sul (Lisboa, 1804) e a Manoel Antônio de Magalhães, autor de Almanaque da Vila de Porto Alegre. O primeiro fez observações muito interessantes sobre as ruas da vila nascente, assim como o Magalhães, que era comerciante estabelecido na esquina da Rua do Cotovelo (hoje Riachuelo), com o Beco do Fanha (hoje Caldas Júnior). O Almanaque é de 1808.

    JÁ – Apesar de achar a cidade mais suja do que o Rio de Janeiro, ele faz observações bastante elogiosas.

    SCF – Deve-se considerar que o Rio de Janeiro já era mais urbanizada que Porto Alegre, aqui ainda circulavam muitos cavalos e cabeças de gado. Por isso seria mais suja, suponho.

    JÁ – Saint-Hilaire compara, por exemplo, o Caminho Novo (atual Voluntários da Pátria), ao que existe de mais agradável na Europa.

    SCF – Lembro que o Caminho Novo era recém aberto e local aprazível, à beira do Guaíba, ocupado por chácaras. Nicholas Dreys lhe fez uma descrição muito lisonjeira. “Depois de se ter passado o fundeadouro da cidade, segue-se a NO um bairro pitoresco, ao qual se deu o nome de Paraíso (atual Praça Quinze); depois deste, na mesma direção, principia uma bela alameda plantada, na beira do rio de árvores frondosas, chamada CAMINHO NOVO que prolonga-se quase sempre com os mesmos ornatos, até perto da embocadura do Rio Gravataí, é certamente dos mais excelentes passeios que se pode ver”. É claro que era o Caminho Novo antes da ferrovia, das indústrias e do comércio atacadista que viriam bem mais tarde. A descrição de Nicolau Dreys me parece mais expressiva que a de Saint Hilaire.

    JÁ – Uma das críticas que faz é que, embora o Guaíba seja uma das fontes de água potável da cidade, jogavam nele toda a sorte de imundícies. A população era tão inconsciente?

    SCF – Nessa época, antes das descobertas  da microbiologia, não havia muita preocupação com a sujeira dos rios. A primeira hidráulica – a Porto-Alegrense – captava água nas nascentes do Arroio Dilúvio e a distribuía sem tratamento. A segunda, que foi a Guaibense, captava direto no Guaíba e  a distribuía sem filtragem ou qualquer tratamento. O que importava era descartar o lixo grosso: animais mortos, fezes humanas.

    JÁ – Saint-Hilaire foi, realmente, o primeiro a constatar que o Guaíba era um lago? Controvérsia, rio ou lago, que dura até hoje.

    SCF – Se foi o primeiro não se pode afirmar com certeza. É possível que sim.

    JÁ – Uma das razões da sujeira era o fato da maioria das casas não terem jardins ou pátios e, por isso, o lixo ser arremessado diretamente na rua. Procede?

    SCF – Provavelmente sim. Ademais, é bom lembrar o gado e os cavalos que frequentavam as ruas com abundância. Se não havia pátios ou jardins, abundavam os terrenos baldios.

    JÁ – Ele elogia o local onde estava sendo construída a Santa Casa, nos limites da cidade, o que separaria os doentes dos sãos, evitando contágios. Sinal que, na administração, havia gente bem preparada. A cidade já contava com bons médicos? Era um tempo que, embora já existisse a vacina, grassava a varíola.

    SCF – Parece que essa ideia de contágio de doença já existia, mas sem noção exata de como ocorria. A microbiologia só nasceu com os trabalhos de Pasteur e Koch, quase no fim do século 19 (década de 1870).

    JÁ – Ele não fala bem das construções da cidade: concepção estética, materiais inadequados, espaços exíguos como o palácio do governador, ou a matriz.

    SCF – Envolvida em guerras e revoluções, a sociedade gaúcha não se preocupou muito com a estética arquitetônica. De resto o Rio Grande ainda era uma província pobre, que só prosperou depois da Revolução Farroupilha, o que explica a demolição de quase tudo o que era antigo: a velha Matriz, o palácio dos governadores, a igreja do Rosário, a Bailante da Praça da Matriz, o prédio antigo da Caixa Econômica, a “Casa de Correção”.  Por muito pouco escaparam a igreja da Conceição, o Mercado Central e outras raridades.

    JÁ – Em contrapartida, ele diz que se percebe que Porto Alegre era uma cidade nova, cheia de construções. Era um momento pujante na história da cidade?

    SCF – Ao tempo de Saint Hilaire, a cidade estava em crescimento. Mas ainda era muito pequena. Ele lhe atribuiu 10 a 12 mil habitantes, talvez com algum exagero, pois o Governador Paulo da Gama, em 1804, calculou em pouco menos de 4 mil os habitantes da freguesia.

    Não se pode falar em “pujante” uma cidade que ainda não tinha indústria. Mas impressionava bem os visitantes e tinha boas construções em andamento.

    JÁ – Também, como sugestão, fala em esplanadas. Porto Alegre já tinha recursos, do governo ou de particulares, para projetos arquitetônicos mais ousados?

    SCF – Não havia recursos para iniciativas grandiosas. Nem do governo, nem dos  particulares.

    JÁ – Apesar de todas as críticas, não há dúvida de que ele achou Porto Alegre muito bonita. Ela continua?

    SCF – Continua bonita, mas eu não a conheço mais.

     

     

     

     

     

     

  • Atelier Livre oferece novos cursos virtuais em julho

    Atelier Livre oferece novos cursos virtuais em julho

    O Atelier Livre Xico Stockinger, vinculado à Secretaria Municipal da Cultura (SMC), oferece quatro cursos novos, a partir de 6 de julho.

    As aulas serão virtuais e abordam arte moderna, arte contemporânea, construções de narrativas e encadernação.

    Os valores das capacitações variam entre R$ 150 e R$ 250. As inscrições podem ser realizadas através do blog do Atelier Livre. Servidores da prefeitura têm 50% de desconto, mediante apresentação de comprovação de vínculo. Bolsas poderão ser concedidas, após análise da solicitação e documentação.

    O Atelier Livre aceita alunos a partir dos 16 anos.

    Cursos

    Cadernos de Viagem: do projeto à encadernação
    Professor: Marcelo Armesto
    Encontros: oito virtuais
    Valor: R$ 150,00
    Data: terças-feiras, de 7 de julho a 11 de agosto
    Horário: terças-feiras, às 19 horas
    Pré-requisitos: nenhum

    Construção de um caderno de viagem desde a conceituação do projeto até a confecção do livro. Os encontros terão um livro de referência como fio condutor. Cada participante desenvolverá seu próprio caderno de viagem, utilizando referências teóricas e exemplos do campo da arte e da literatura apresentados, além de experiências práticas em encadernação e linguagens gráficas desenvolvidas em aula.

    Arte Moderna
    Professora: Anelise Valls
    Encontros: oito virtuais
    Valor: R$ 150,00
    Data: início 6 de julho
    Horário: segundas-feiras, às 19 horas
    Pré-requisito: nenhum

    Abordagem da produção artística da segunda metade do século 19 até os dias atuais. Afastando-se da história da arte linear e homogênea, propõe-se aqui tratar de movimentos, artistas e suas obras e demais aspectos constituintes à luz de determinado número de questões, de ordem formal, mas também filosófica e social. Neste sentido, a ideia é abrir sua história a outras perspectivas e narrativas possíveis. Pretende-se que cada uma das aulas possa funcionar como uma pequena introdução autônoma à história da arte moderna e contemporânea, orientada por uma questão específica.

    Neste momento, será oferecido o curso Arte Moderna. Ao concluir cada módulo, o aluno deverá ser capaz não apenas de identificar a produção artística nos períodos abordados, como de compreender sua motivação, seus mecanismos históricos, e também seus impasses diante de questões que seguem em aberto.

    Arte Contemporânea: Teorias e Práticas

    Professora: Anelise Valls
    Encontros: seis virtuais
    Valor: R$ 150,00
    Data: início 7 de julho
    Horário: terças-feiras, das 14h às 17h
    Pré-requisito: nenhum
    Este curso dedica-se ao estudos de artistas e trabalhos que foram marcos nas Arte Contemporânea no eixo internacional, bem como seus agentes e circuito.

    Imagem e Palavra Nas Construções Narrativas
    Professora: Mayra Redin
    Encontros: 16 virtuais
    Valor: R$ 250,00
    Data: de 6 de julho a 9 de novembro
    Horário: segundas-feiras, das 14h à 17h
    Pré-requisito: nenhum

    Um curso teórico-prático para exercitarmos construções de narrativas a partir da prática da escrita, da fotografia, do áudio e do desenho, com o objetivo de experimentar as relações entre imagem e palavra na construção das poéticas dos participantes.