Categoria: Cultura-MATÉRIA

  • O “Caminho em Cores” da Bahia, nas fotografias de Andréa Seligman

    O “Caminho em Cores” da Bahia, nas fotografias de Andréa Seligman

     

    A exposição de fotografias Caminho em Cores está no Bistrô do MARGS. A fotógrafa Andréa Seligman escreve sobre a motivação do seu ensaio fotográfico em visita à Salvador:

    CAMINHO EM CORES:
    “Meu olhar sobre a Bahia.
    Mais especificamente sobre Salvador, cidade encantadora, que transborda alegria, arte; na qual diversidade cultural e religiosa afloram em cada canto, em cada encanto, em cada sorriso.
    Meu coração bateu forte mesmo quando cheguei ao Pelourinho. Localizado no Centro Histórico de Salvador e tombado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, abriga artistas de todos os gêneros:
    música, pintura, teatro, entre outros.
    A arquitetura colonial portuguesa e a preservação das igrejas, museus e casarios dos séculos XVII e XVIII, ao longo das ladeiras de pavimentação original, fazem qualquer um perder o fôlego – literalmente.
    Foi como voltar no tempo e entrar num romance de Jorge Amado.
    Um dia não foi suficiente para os meus olhos curiosos. Voltei ao Pelourinho outras vezes, percorrendo cada rua, cada beco, degustando cada detalhe, cor, textura.
    O tempo parava para que eu pudesse encontrar os melhores ângulos e a luminosidade mais expressiva. Brincar de luz e sombra ao meio-dia,
    apreciar a luz amarelada das luminárias de rua, à noite.
    Esse lugar tocou minha alma.
    Voltarei mil vezes.
    Porque nem mil imagens serão capazes de retratar os momentos que lá deixei.”

     

    A fotógrafa Andréa Seligman. Foto: Divulgação

    Já a A Associação dos Amigos do MARGS (AAMARGS) publicou o seguinte convite:
    CONCURSO DE FOTOGRAFIAS AAMARGS – MARGS
    BISTRÔ DO MARGS 2020
    5ª edição
    O CONCURSO DE FOTOGRAFIA AAMARGS/MARGS tem como objetivo divulgar a obra de fotógrafos profissionais e amadores, residentes no Rio Grande do Sul, através de exposições no Bistrô do MARGS. O concurso, que retorna após ter suas exposições interrompidas em
    razão da pandemia em março de 2020, está em sua 5ª edição e é uma iniciativa da Associação dos Amigos do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (AAMARGS), com o apoio do MARGS e do Bistrô.

    EXPOSIÇÃO:
    “Caminho em Cores”
    Andréa Seligman
    VISITAÇÃO:
    de 24/06 a 25/09/2022, no Bistrô do MARGS.
    SOBRE O ARTISTA:
    Andréa Seligman, Arquiteta e fotógrafa artística, teve sua primeira exposição individual em 2018. Selecionada em diversos concursos fotográficos, com exposições individuais e coletivas, premiações e menções honrosas (Paraty em Foco 2020/21, Brasília Photo Show
    2021/22, Museu de Arte do RS /AAMARGS, Espaço Cultural Correios, Street Expo Photo 19, 20, 21 e 2022, Art Lab Gallery São Paulo, entre outros).
    Exposição em Paris, na Galerie 59, rue Rivoli (coletiva), Lisboa e Porto (Portugal), com autorretrato selecionado no MIRA MOBILE PRIZE
    2022.
    Possui imagens publicadas no livro Cidade Feita de Rio (Arq Smart – 2021), Ponto De Vista (Stemmer Rodrigues Arquitetura – 2021), Brasília
    Photo Show 2022 (melhor foto com celular e medalha de ouro categoria Randômica), Porto Alegre em Imagens 250 anos – 2022)
    Atua como fotógrafa artística e com obras fine art / quadros para compor e transformar ambientes, atividade que alia o que mais ama: fotografia, arquitetura e arte.

    BISTRÔ DO MARGS:
    Telefone para contato: (51) 3018-1380
    Horário de Funcionamento: segunda a sábado, das 11h às 19h.
    AAMARGS:
    WhatsApp: (51) 98570-0013 | Telefone: (51) 3211-5736
    E-mail: aamargs@margs.rs.gov.br
    Facebook/aamargsmuseu
    no período da tarde

  • Banda Maria Bonita é a atração do Arraial Solidário do Espaço Marin

    Banda Maria Bonita é a atração do Arraial Solidário do Espaço Marin

    Este inverno promete ser o mais rigoroso dos últimos anos. Diante disso, o Espaço Marin mobiliza a comunidade para o Arraial Solidário no dia 16 de julho (sábado), das 16h até a meia-noite. A entrada é gratuita, com ponto de coleta de agasalhos no local (Rua Professora Cecy Cordeiro Thofehrn, 413 – Porto Alegre/RS). O espaço já está recebendo doações.
    Grupo Andanças. Foto Tiago Trindade- Divulgação
    O evento conta com o grande show do Forró Maria Bonita, banda pioneira do estilo no sul do país e abertura do músico Emerson Ribeiro. O Espaço Marin vem se destacando por receber grandes nomes da música brasileira e promete um caloroso arraial com muito quentão, pipoca, quadrilha, casamento na roça, brincadeiras, decoração e guloseimas juninas, promovendo uma bela causa social, engajado com a Campanha do Agasalho 2022. A animação fica a cargo do Grupo Andanças e da DJ Santinha, com um set especial de forró pé-de-serra.
    Grupo Andanças. Foto Tiago Trindade- Divulgação

    A Banda Maria Bonita é formada por Elojac (violão e voz e voz), Márcio Barão (Sanfona), Mestre Chico (zabumba) e Lua Barros (Triângulo), com participação especial de convidados, bailarinos e brincantes. O grupo, que reúne 3 gerações de musicistas, está preparando o videoclipe da música “Reabraço”, com direção de Tiago Trindade. No repertório, canções autorais como “Fulô di minina”, “Danielle”, “Colcha de Retalhos”, “Chuva de Baião”, além da música “Torpedo”, composta exclusivamente para a banda por Adriana Calcanhotto, da releitura de “Asa Morena” do gaúcho Zé Caradípia, canção consagrada nos anos 80 na voz de Zizi Possi e sucessos do momento.

    Arraial Solidário do Marin

    Sábado, dia 16 de Julho a partir das 16h até a meia noite.

    Espaço Marin – Rua Cecy Cordeiro Thofehrn 413, Porto Alegre/RS

    Entrada gratuita como ponto de coleta de agasalhos

    Atrações: Maria Bonita, Emerson Ribeiro e DJ Santinha

    Quentão, cerveja artesanal, comidinhas típicas, quadrilha, casamento na roça, brincadeiras e decoração especial.

     

    Programação : 🎤🎼🎭
     • 16h Abertura
     • 17h Quadro cangaceiros com o Grupo Andanças
     • 18h Casamento na roça
     • 19h Show do Emerson Ribeiro
     • 21h Dj Santinha
     • 22h Show da Banda Maria Bonita
     • 24h Quadrilha de encerramento
    ABERTO AO PÚBLICO
    Classificação etária: Livre (Evento para toda a família)

    🧣 Ponto de coleta de agasalho que será doado para comunidades do bairro Sarandi e arredores.

    Fotos: @tiagotrindadebr

  • Quarteto Bibi Jazz mostra a música latino- americana em show no Espaço 373

    Quarteto Bibi Jazz mostra a música latino- americana em show no Espaço 373

    Nesta sexta-feira, dia 15, a cantora uruguaia Bibiana Dulce, uma das mais importantes presenças femininas no jazz do RS, estreia no palco do Espaço 373 em um show que destaca a cultura latino-americana. No repertório do quarteto formado por Antonio Flores (guitarra), Mateus Mussatto (bateria) e Rodrigo Arnold (contrabaixo-acústico), canções como Alfonsina y el Mar, Sabor a Mi e Toda Yo (versão de All of Me em espanhol).

    Quarteto Bibi Jazz apresenta também clássicos do jaz. Foto: Divulgação

    Junto há sete anos, o grupo já percorreu os maiores festivais de jazz do Estado e tem três clipes lançados, entre eles Alfonsina y el Mar – referência no cancioneiro popular –, celebrada na voz de Mercedes Sosa (1935 – 2009) em parceria com o pianista Ariel Ramirez (1921 – 2010) com o historiador Felix Luna (1925 – 2009), na qual a cantora e os compositores argentinos dramatizam a morte escolhida da poetisa.

    A cantora Bibiana Dulce. Foto: Alexandre Auler- Divulgação

    SERVIÇO
    Quarteto Bibi Jazz
    Quando: 15 de julho | Sexta-feira | 21h
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/quarteto-bibi-jazz__1636003

    Ingresso Amigo: R$ 35
    Ingresso Mui Amigo: R$ 45
    Ingresso 373: R$ 55
    Ingresso Apoiador da Arte: R$ 65
    Ingresso Patrocinador da Arte: R$ 100 (tornar um novo espaço colaborativo do Distrito Criativo)

    Informações: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810

     

  • Porto Alegre pelas lentes de Ricardo Stricher

    Porto Alegre pelas lentes de Ricardo Stricher

    Há décadas Ricardo Stricher faz a crônica fotográfica de Porto Alegre.

    Neste sábado,  no Espaço Amelie, Stricher faz exposição com curadoria de Alexandro Auler, de parte de sua viagem poética pelas ruas da cidade. É sua homenagem aos 250 anos de Porto Alegre.
    A partir das 15 horas, na Vieira de Castro, 439

  • Uma mostra de tirar o fôlego: Zoravia Bettiol expõe 160 obras de sua coleção particular

    Uma mostra de tirar o fôlego: Zoravia Bettiol expõe 160 obras de sua coleção particular

    Além de artista visual de múltiplas técnicas, Zoravia Bettiol é uma caprichosa colecionadora de arte.

    Neste sábado, 9 de julho, ela abre seu atelier-galeria na Zona Sul de Porto Alegre com a exposição “Acervo Zoravia Bettiol – Artistas Brasileiros e Estrangeiros”.

    Só nesta mostra são nada menos que 160 obras, de artistas da Alemanha, Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Cuba, Grécia, Polônia, Portugal, Suíça e Uruguai.

    Adquiridas a partir de 1960, quando tinha 25 anos de idade, a primeira foi uma pintura da Regina Silveira, sua conterrânea e contemporânea, “importante artista nacional e internacionalmente, que também integra a mostra”, frisa Zoravia.

    A maior parte das obras em exposição são desenhos e gravuras, mas o acervo também conta com pinturas e esculturas. “Costumava comprar obras com frequência, inclusive quando fazia exposições no exterior. Depois de um tempo me dei conta que estava colecionando”, conta ela.

    Nesta mostra, destacam-se trabalhos de artistas brasileiros como Vasco Prado, Maria Bonomi, Marcelo Grassmann, Farnese de Andrade, Carlos Scliar e Ado Malagoli. E dos estrangeiros Luis Solari, Jorge Páez Vilaró, Lela Pascale, Adolf Frohner, Rudolf Krämmer e Hector Capurro.

    Além, é claro, de boas oportunidades para começar ou ampliar uma coleção com os trabalhos da própria Zoravia.

     

    Exposição “Acervo Zoravia Bettiol – Artistas Brasileiros e Estrangeiros”

    Inauguração:  sábado, 09 de julho de 2022 – das 14h às 18 horas

    Local: Galeria Zoravia Bettiol – Rua Paradiso Biacchi, 109 – Ipanema – Porto Alegre

    Período: de 11 de julho a 27 de agosto de 2022

    Horários: de segunda à sexta-feira das 9h às 18h e sábados das 15h às 18h

    Informações e contatos: (51) 3354-2456 ou (51) 99351-8143

  • João Salazar expõe “Tudo derrete sob o sol”, na Calafia Art Store

    João Salazar expõe “Tudo derrete sob o sol”, na Calafia Art Store

    Para sua primeira exposição individual, o artista plástico João Salazar deixa de lado os materiais tradicionais da pintura e utiliza a inusitada plastilina, mais conhecida como massa de modelar.

    São 16 trabalhos com plastilina, em duas ou três dimensões, que espelham paisagens urbanas pontuadas por ícones da cultura pop e do ambiente web, como emojis tristonhos e deformados.

    A pesquisadora Adriane Hernandez, do Instituto de Artes da UFRGS, comenta o trabalho de Salazar analisando algumas relações entre a poética do artista e as particularidades da plastilina, que “precipita a sua presença pelo forte apelo à tatilidade”, pois tira a narrativa da imagem do primeiro plano e nos permite focar nas sensações táteis típicas do material, como os sulcos, as ranhuras e os achatamentos.

    Hernandez também destaca que os temas desenvolvidos por Salazar se somam à natureza da plastilina para indicar uma constituição de algo “que ainda está por ganhar a forma fixa ou propenso ao derretimento”.

    Tudo derrete sobre o sol poderá ser visitada até o dia 6 de agosto na  Calafia Art Store. Os trabalhos estão incorporados ao acervo comercial da galeria.

    Tudo derrete sob o sol

    Trabalhos em plastilina de João Salazar
    Apresentação de Adriane Hernandez

    Visitação
    De 09 de julho a 07 de agosto de 2022
    Seg a sexta, das 10h30 às 17h30.
    Sábado, das 11h às 16h.
    ​Atendimento remoto pelo WhatsApp 51 31081057
    Rua Gen. Couto de Magalhães, 439. Bairro São João. Porto Alegre/RS.

     

     

  • OSPA fará apresentação histórica na Argentina, a convite do Teatro Colón

    OSPA fará apresentação histórica na Argentina, a convite do Teatro Colón

    O dia 10 de julho de 2022 será histórico para a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac). O Teatro Colón, em Buenos Aires, convidou a Sinfônica a realizar um concerto no seu palco, considerado o mais nobre do país. Será a primeira vez que a OSPA, em formação completa, atravessará a fronteira da Argentina para uma apresentação. Sob regência do diretor artístico e maestro Evandro Matté, a orquestra executará uma obra contemporânea do compositor Arthur Barbosa, um grande clássico de Heitor Villa-Lobos e ainda uma das maiores criações de Sergei Rachmaninoff, com solo do pianista Fabio Martino. O concerto está marcado para as 17h de domingo (10/7). Os ingressos já estão à venda no site teatrocolon.org.ar e também na bilheteria do teatro.

    Maestro Evandro Matté _ Foto: Leandro Rodrigues- Divulgação

    ‘‘É um prazer inestimável levar a OSPA pela primeira vez com formação completa a um dos templos da música de concerto mundial. E, para isso, apresentamos um programa que representa a essência da música brasileira – com obras de um compositor contemporâneo (Arthur Barbosa) e do maior nome da música de concerto nacional (Heitor Villa-Lobos)’’, comenta Evandro Matté.

    Teatro Colon exterior-Divulgação.

    Os preparativos para a viagem à capital argentina estão a todo o vapor. Faltando poucos dias para os embarques, que ocorrem na sexta e no sábado, a equipe de produção ajusta os últimos detalhes para garantir o transporte de dezenas de músicos, instrumentos e partituras.

    A secretária de Estado da Cultura, Beatriz Araujo, que acompanha a orquestra na viagem, ressalta a importância do momento: “A apresentação da OSPA no magnífico Teatro Colón é um marco na história da orquestra que muito nos orgulha. Por meio da música, brasileiros e argentinos fortalecem os laços que unem nossos países e ampliam a potência do intercâmbio artístico e cultural”.

    Pianista Fabio Martino. Foto: Peter Adamik – Divulgação

    O solista convidado para a ocasião é o pianista Fabio Martino, brasileiro radicado na Alemanha e com amplo reconhecimento internacional. Começou a estudar o instrumento com 5 anos e, com apenas 12, superou pianistas maduros ao vencer o concurso da Fundação Magda Tagliaferro. Em 2010, tornou-se o único brasileiro a vencer o Concurso Internacional de Piano do BNDES, o mais importante da América Latina.

    Teatro Colon interior. Foto- Divulgação

    Em sua segunda apresentação com a OSPA (a primeira foi em 2016), Martino sobe ao palco para interpretar “Rapsódia sobre um Tema de Paganini”, de Sergei Rachmaninoff (1873 – 1943). Trata-se de um conjunto de 24 variações sobre o tema “Capricho em lá menor”, do violinista virtuose Niccolò Paganini. Exímio pianista, o próprio compositor foi o solista na estreia da obra, que ocorreu em 1934, em Baltimore, Estados Unidos, com a Orquestra da Filadélfia regida pelo célebre maestro Leopold Stokowski.

    Para iniciar o concerto da OSPA, foi escolhida “Mba’epu Porã” (“música bela” em tupi-guarani), uma abertura sinfônica composta por Arthur Barbosa (1965-) em 2018 especialmente para a inauguração da Casa da OSPA. Depois, foi registrada no CD “OSPA e Convidados”, lançado em 2021. Segundo o compositor, que também é violinista da OSPA, a obra é uma “homenagem lúdica a tudo o que se construiu e se construirá musicalmente no Rio Grande do Sul, em que se conta a história do som e da música na região desde os seus primórdios”, incluindo representações da natureza, dos povos indígenas, africanos, europeus, passando por milongas, chamamés, chacareras e outros ritmos que ainda hoje ecoam.

    A apresentação termina com “Choros nº 6”, peça fundamental de Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959) que faz parte da série “Choros” – definida pelo compositor como uma síntese de “diferentes modalidades da música brasileira indígena e popular”. Composta em 1926, “Choros nº 6” faz alusão à atmosfera seresteira e aos personagens chorões do Rio de Janeiro daquela época. Para isso, os tradicionais instrumentos da orquestra ganham a companhia de uma percussão tipicamente brasileira com a cuíca, o reco-reco, o roncador e o tamborim de samba. “Choros nº 6” foi apresentada pela OSPA em 11 de junho de 2022 e, na semana seguinte, foi registrada nas gravações do próximo CD da orquestra, com previsão de lançamento para o segundo semestre deste ano.

    Regente Evandro Matté . Foto- Leandro Rodrigues, divulgação OSPA

    Sobre Evandro Matté (regente)

    É diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, da Orquestra Theatro São Pedro e do Festival Internacional SESC de Música, em Pelotas. Realizou sua formação musical na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na University of Georgia (Estados Unidos) e no Conservatoire de Bordeaux (França). Desde 2006, atua como regente e, como convidado, já esteve à frente de orquestras de Uruguai, Argentina, China, Portugal, República Checa, Croácia, Alemanha, Itália, Colômbia e Estados Unidos. Em 2019, foi condecorado pelo Ministério da Cultura da França pelo desenvolvimento das artes francesas em seu domínio artístico.

    Fabio Martino. Foto- Peter Adamik – Divulgação

    Sobre Fabio Martino (piano)

    Comparado internacionalmente com Nelson Freire, Martha Argerich, Claudio Arrau, Sviatoslav Richter e Vladimir Horowitz, o pianista brasileiro Fabio Martino chamou a atenção ao ser o único brasileiro a vencer o Concurso Internacional de Piano do BNDES, o mais importante da América Latina. Com três CDs solo e um com a Filarmônica de Stuttgart, coleciona elogios de críticos e revistas especializadas no mundo todo. O último disco, “Latin Soul”, alcançou a segunda posição nos charts do iTunes como “Top Album Classics”. A experiência o levou a diversas produções de filme e TV, além de gravações em rádios brasileiras, alemãs e a inglesa BBC.

    Serviço

    ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE (OSPA)-

    Turnê – Teatro Colón convida OSPA

    Concerto: Domingo, 10 de julho de 2022, às 17h (hora local).

    Onde: Teatro Colón, Buenos Aires, Argentina.

    Ingressos: a partir de 500 pesos argentinos.

    Bilheteria on-line: bit.ly/EntradasOSPA 

    Bilheterias do Teatro Colón: Calle Tucumán, 1.171, de segunda a sábado, das 9h às 20h, domingo, das 9h às 17h. Calle Viamonte, 560, de segunda a sexta, das 9h às 16h. 

    Evento presencial, sem transmissão ao vivo.
  • Arte e medicina em “Diagnosis”, a nova exposição da Casa da Memória da Unimed

    Arte e medicina em “Diagnosis”, a nova exposição da Casa da Memória da Unimed

     

    A arte e a medicina mais uma vez se encontram na Casa da Memória – Unimed Federação/RS. A exposição “Diagnosis – Reflexões sobre arte, medicina e saúde” abre ao público, traz um apanhado de produções artísticas que versam sobre relações diretas e indiretas com assuntos e elementos constitutivos do universo das ciências médicas e da saúde.

    Foto Gilberto Perin- Divulgação

    Com curadoria de José Francisco Alves, a mostra reúne obras de artistas que há muitos anos se utilizam de procedimentos e simbolismos do mundo científico e educacional das áreas da saúde. Conta também com trabalhos recentes que versam sobre os momentos pandêmicos que se estendem já há mais de dois anos.
    Entre os trabalhos, há também obras de artistas cujas vivências próprias, transitórias ou permanentes, comuns às necessidades dos tratamentos médicos, acabaram por fazer parte de forma temática no próprio corpo do trabalho artístico de cada um: visões do corpo e do espírito que se transformaram em razão destas experiências.

    Obras de Britto Velho, Bebeto Alves, Gilberto Perin. Foto- Divulgação

    Para um diálogo das obras de artistas contemporâneos com o mundo real – e museológico – dos objetos do universo médico, “Diagnosis” contará com itens
    do acervo do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM), como livros, mobiliário, cartazes pedagógicos e até mesmo uma escultura, além de cadernos de estudo utilizados por acadêmicos de medicina com o uso do desenho como aprendizado.
    A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas.

    Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail memoria@unimedrs.coop.br.

    Fotografias de Gilberto Perin.- Divulgação

    Artistas que participam: Alexandra Eckert (impressões e objetos); Ana Norogrando (esculturas); Bebeto Alves (fotografias); Britto Velho (pinturas); Fernanda Marins Costa (pinturas e desenhos); Fernando Baril (pinturas);
    Gilberto Perin (fotografias); Patricio Farias (escultura); Paulo Favalli (escultura); Ricardo Giuliani (montagens) e Silvia Brum (pinturas).

    Foto Gilberto Perin- Divulgação

    O fotógrafo Gilberto Perin mandou esse depoimento sobre sua abordagem na exposição:

    Sobre as minhas fotos
    “A associação saúde e arte surgiu para mim no conteúdo e na estética de partes do corpo humano. São partes que precisam funcionar no todo ou então alguma coisa falha.
    E a cor faz a integração das partes e assinala a importância dos cuidados com saúde. Como
    símbolo utilizo algumas das cores que são usadas em campanhas de saúde e prevenção de doenças no Brasil e no mundo.
    Nas fotos têm uma intervenção digital, são pequenas bolas que lembram os emojis atuais, mas
    também podem remeter aos vírus que causam problemas sanitários. Os pequenos círculos
    também podem remeter ao colorido das artes visuais dos anos 1980, ressignificando os trabalhos gráficos da época.”

    Gilberto Perin.

    Foto Gilberto Perin- Divulgação

    Serviço
    Exposição: “Diagnosis, reflexões sobre arte, medicina e saúde”.
    Visitação: segundas a sexta-feiras, das 12 às 18 horas.
    Endereço: Rua Santa Teresinha, 263 – Bairro Farroupilha, Porto Alegre, RS.
    Informações: memoria@unimedrs.coop.br

  • Público surpreende na volta da Bienal do Livro depois de quatro anos

    Público surpreende na volta da Bienal do Livro depois de quatro anos

    Quatro anos e uma pandemia depois, a Bienal Internacional do Livro volta a ser realizada de forma presencial em São Paulo.

    A 26a edição do evento teve início ontem (2) no Expo Center Norte, na capital paulista, e vem gerando filas gigantescas.

    Neste domingo (3) ensolarado, por exemplo, o público que decidiu visitar a Bienal do Livro reclamou de uma espera de até duas horas na fila para poder entrar no local.

    A dificuldade na fila também foi relatada por Nádia Miranda, 42 anos. Ela contou ter esperado por duas horas para poder entrar na Bienal. Apesar disso, ainda estava animada para participar do evento. “É cansativo [esperar na fila]. Mas acho que, quando a gente entra, vale a pena”, disse ela à reportagem da Agência Brasil. No evento deste ano, ela pretende comprar livros e entrar em contato com algumas autoras. “Acompanho muito as autoras independentes. Então hoje vim ver algumas delas que estão aqui expondo”, contou. Leitora voraz, segundo contaram suas amigas, Nádia reforça a importância da leitura nos dias de hoje. “O mundo atual está muito sujo, mas o mundo da arte é diferente: a gente consegue viajar”, disse ela.

    A trabalhadora da área de saúde, Marilene Bezerra de Sousa Oliveira, 51 anos, trouxe a família para a Bienal neste domingo. Após também ter passado duas horas na fila para entrar ao local, ela estava animada para participar do evento pela primeira vez na vida. “Eu não conhecia, é a minha primeira vez aqui. Não conhecia a Bienal. Sabia que tinha, mas essa é a primeira vez que estou aqui”, contou ela à reportagem. Marilene diz que lê menos do que gostaria, por causa da correria do dia a dia. Mas que sua filha lê bastante. “Eu leio menos do que minha filha. Ela lê dois livros por mês. Eu até lia, mas agora com a correria [fica mais difícil]”, disse ela.

    Do lado de dentro
    Dentro da Bienal, o que se viu também foi muita gente, muita aglomeração. Percorrer os corredores do Expo Center Norte não era uma tarefa simples a ser realizada neste domingo. Havia filas nos banheiros, nos corredores e até mesmo em alguns stands de livrarias. Mas isso não desanimou o público presente. Caso do estudante e recepcionista Mateus Henrique Santos, 17 anos. “É a minha primeira vez. E estou amando muito”, disse ele, muito animado, à Agência Brasil.

    Segurando diversas sacolas, repletas de livros que acabara de comprar, ele se mostrava muito feliz em ter conhecido a autora de uma edição que adquiriu neste domingo. “Não sei quantos livros comprei. Mas comprei, por exemplo, Jogador No 1 [Ernest Cline], do filme. Tem também uma autora que eu nunca li nada dela, mas comprei pela recomendação de uma amiga. E ela fez uma dedicatória para mim no livro As Férias da Minha Vida [Clara Savelli]”, contou ele.

    “Como vou pagar todos esses livros que comprei não sei. Mas comprei”, disse ele rindo, confessando que ainda iria fazer mais compras. “Agora pretendo andar mais. E talvez comprar mais alguma coisa porque meu aniversário está chegando e a minha irmã vai comprar mais coisa para mim”, falou. Nem mesmo as filas para pagar pelos livros ou a multidão que circulava pela Bienal o abalou neste domingo. “Eu amei. Eu gosto porque mostra que tem muita gente interessada em ler”, disse ele.

    Bienal do Livro

    Quem também não se abalou com a multidão presente à Bienal foi Rita de Cássia Leite Batista, 57 anos, que trabalha na área de educação. “É bacana. É motivador saber que tem muitas pessoas que gostam de ler ainda. Sempre incentivei minhas filhas a ler. Estou bastante contente porque ontem teve 500 mil pessoas aqui. E hoje está cheio também”, falou. Ao lado da filha, ela aproveitou um período de descanso para dar uma lida em um dos livros que havia acabado de adquirir. “Comprei alguns livros mas, na verdade, eu vim ver meu autor preferido que é o William Sanches”, disse ela, que aguardava o horário em que o autor faria uma sessão de autógrafos. “Já peguei a minha senha [para o autógrafo]. Vou dar um abraço nele”, contou ela.

    Além de sessões de autógrafos, palestras, venda de livros e contato com autores, a Bienal deste ano ainda conta com ambientes para selfies, como um que reproduz a capa do livro Torto Arado, de Itamar Vieira Junior, ou um em que você finge ser uma boneca Barbie dentro de uma caixa. Há ambientes também específicos para o público infantil.

    Procurada pela Agência Brasil, a organização da  Bienal informou que tem a expectativa de receber, até o dia 10 de julho, um público de 600 mil visitantes.

    De acordo com a Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizadora do evento, o primeiro dia (2) da Bienal teve grande comparecimento do público ávido por novidades, o que provocou filas.

    De imediato, a direção da feira providenciou ajustes na operação, a fim de aprimorar ainda mais a estrutura voltada à visitação, prioritariamente no quesito da segurança dos visitantes. Por conta desse grande fluxo, a organização incorporou à rotina do evento, a partir de hoje um aumento no efetivo operacional”, diz a nota do evento.

     

  • Graça Craidy expõe “Olhos nos Olhos”, com diferentes temas, em Gramado

    Graça Craidy expõe “Olhos nos Olhos”, com diferentes temas, em Gramado

    Mostra com 54 obras tem abertura na sexta-feira (1º/7) e fica em cartaz até 31 de julho

    A exposição Olhos nos Olhos, da artista visual Graça Craidy, será aberta nessa sexta-feira (1º/7), às 18h, no Centro Municipal de Cultura de Gramado, onde permanecerá até o último dia do mês (31). A mostra montada por Graça, artista em evidência no cenário gaúcho nos últimos anos, é composta de 54 obras que abordam diferentes temas.

    Obra da mostra Olhos nos olhos- Divulgação

    A artista apresenta à população local e aos turistas da alta temporada de inverno quadros das séries Beijos de Cinema, Big Rostos, Velhos Profissão Solidão, Manifesto Antifeminicídio e Refugiados, além de flores e pássaros em pastel, entre outros.

    Nascida em Ijuí, em 1951, Graça declara-se profundamente apaixonada por retratos e em sua trajetória como artista visual já desenhou mais de 3 mil rostos, valorizando em suas obras muito mais a expressão que a chamada beleza em si, pois, segundo ela, é o que revela a alma dos retratados.

    Obra da mostra Olhos nos olhos – Divulgação

    Em Olhos nos Olhos, Graça afirma que montou uma coleção de obras criadas para tocar o coração de quem as fruir, dispensando que o visitante entenda de arte, mas que se deixe apenas levar pelo que sua visão descortina. A artista observa que sua arte não tem bula, basta olhar para entender. Por isso, convida o espectador a apenas abrir os olhos, reparar e escutar as respostas dentro de si. Ela deseja que ele se disponha a “entontecer com epifanias”. E conclui: “Tocou você? É o que me basta. A arte não serve para mais nada que nos devolver – divinos – a um estado alerta de reencantamento com o mundo”.

    A artista já foi publicitária em São Paulo e Porto Alegre e professora de Processo Criativo na ESPM-Sul, é graduada e mestre em Comunicação e transferiu-se definitivamente para as artes visuais desde 2011, quando ingressou no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre. Artivista, dedica-se fortemente à causa do fim da violência contra a mulher, sua série Até que a morte nos separe já foi exposta uma dúzia de vezes, para favorecer o debate e a consciência sobre o tema.

    Obra da mostra Olhos nos olhos- Divulgação

    SERVIÇO

    O QUÊ: Exposição Olhos nos Olhos, de Graça Craidy

    ONDE: Centro Municipal de Cultura Arno Michaelsen, Rua Leopoldo Rosenfeld, 818, Planalto, Gramado

    Telefone 54 3286 1955

    ABERTURA: 1º de julho de 2022, sexta-feira, às 18h

    VISITAÇÃO: Até 31 de julho, de 2ª à 6ª, das 8h às 17h30 e sábados, das 14h às 17h30

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    Fotos: Divulgação da artista

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