A partir da próxima terça-feira , dia quatro, o Porto Verão Alegre 2020 (PVA) terá o dramaturgo russo Anton Tchekhov em destaque na sua programação. O festival recebe dentro da programação a mostra “Palco Tchekhov”. Serão apresentados cinco espetáculos baseados em textos do escritor: “Os Males do Fumo”, “Dispositivo-Gaivota”, “Sobre Nós”, “Os Palhaços de Tchékhov e ”O Pedido de Casamento” sempre às 21h no Teatro Renascença.
O projeto foi idealizado através da união de cinco grupos de teatro da capital. A Cia. Teatrofídico, o Coletivo Errática, o Coletivo Gaivota, Circo Girassol e a Nós Cia. de Teatro sem prévio acordo, estavam trabalhando diferentes textos de Anton Tchekhov. Essa coincidência de interesses, fez com que os coletivos que possuem pesquisas e experiências diferentes se unissem e proporcionassem ao público diferentes visões que vão da comédia ao drama de textos do mesmo autor.
A escolha por textos do autor evidencia a intensa ressonância da obra do dramaturgo russo com as inquietações, os anseios e o receio em relação ao futuro do Brasil hoje. Com nuances que vão da comédia ao drama, os cinco espetáculos prometem uma aproximação da platéia com uma literatura clássica utilizando desde a linguagem circense até o teatro contemporâneo. Saiba mais sobre os espetáculos:

Os Males do Fumo – 04 e 05 de fevereiro
Um solo teatral do ator João Petrillo, que reflete sobre temas e emoções comuns à natureza humana. Com a temática do tabagismo como pano de fundo a personagem central revela suas angústias e conflitos. Num tom que permeia o humor e o drama o espetáculo é um texto de 1887 de Anton Tchekhov que permanece cada vez mais necessário e atual. A direção é de Renato Del Campão, orientação cênica e iluminação de Eduardo Kraemer. A realização é da Cia. Teatrofídico.

Dispositivo-Gaivota – 06 e 07 de fevereiro
À beira de um lago congelado, Anton Tchekhov, num acesso de febre, delira sua Gaivota. E nesse último delírio o russo confronta-se com personagens da peça que escoa por caminhos inesperados, tecendo uma narrativa de desejos não efetivados e personagens incapazes de apreender seu destino, mas que não cessam de buscar sentido para suas existências. Direção e autoria de Francisco Gick, a partir de “A Gaivota”. No elenco: Claudio Loimil, Diogo Rigo, Guega Peixoto, Gustavo Dienstmann, Jezebel De Carli, João Pedro Decarli, Mani Torres e Nina Picoli. Realização do Coletivo Errática.
Sobre Nós – 08 e 09 de fevereiro
A peça parte dos textos “A Gaivota”, “As Três Irmãs” e “O Jardim das Cerejeiras” e apresenta um paralelo dos clássicos de Tchekhov com a vida cotidiana mantendo a poesia do autor. Os anseios sociais e políticos atuais atravessam os personagens. A trama acontece em fragmentos que se encaixam possibilitando uma leitura contemporânea. Quais questões te afetam hoje? Na direção está Leo Maciel e no elenco estão: Aline Armani, Felipe Evangelista, Guilherme Fraga, Jaques Machado, Juliana Sixel, Lincoln Speziali e Maria Bufrem. O Coletivo Gaivota é quem realiza o espetáculo.
Os Palhaços de Tchékhov – 11 e 12 de fevereiro
Acordando de uma ressaca, no palco, após um brinde de despedida, o velho ator Vassili Smirnov, encontra Mikhail Usov, o ponto, e Natacha Semínova, a camareira. Juntos recriam algumas farsas do dramaturgo russo Anton Tchékhov. Dilmar Messias assina a direção. No elenco estão Débora Rodrigues, Diego Steffani e Tuta Camargo. Realização do Circo Girassol.
O Pedido de Casamento – 13 e 14 de fevereiro
Uma comédia farsesca em um ato do escritor Anton Tchekhov que retrata de maneira descontraída as relações familiares e os problemas que podem surgir de pequenos mal entendidos. O hipocondríaco Ivan Vassilivitch, interpretado por Leonardo Koslowski, decide tomar coragem e ir a casa de seu vizinho Stepan Stapanovitch, vivido por Italo Cassará, com o intuito de pedir-lhe a mão em casamento de sua filha Natalia Stepanovna, que ganha vida com a atriz Letícia Kleemann. A Direção é do Jean Pierre Kruze e realização da Nós Cia de Teatro.
SERVIÇO:
“Palco Tcheckov” no Porto Verão Alegre
Em fevereiro no Teatro Renascença às 21h.
Dias 04 e 05 – Os Males do Fumo
Dias 06 e 07 – Dispositivo Gaivota
Dias 08 e 09 – Sobre Nós
Dias 11 e 12 – Os Palhaços de Tchekhov
Dias 13 e 14 – O Pedido de Casamento
Compra antecipada (com descontos especiais):
R$32,00 (inteira)
R$24,00 (Banricompras e Clube do Assinante)
Os ingressos de meia-entrada permanecem com 50% de desconto (R$20,00).
Vendas: http://www.portoveraoalegre.com.br/
Compra na hora:
R$40,00 (inteira)
R$32,00 (desconto 20% Banricompras e Clube do Assinante)
R$20,00 (meia-entrada de acordo com a Lei Nacional de Meia-Entrada
Categoria: Cultura-MATÉRIA

O teatro de Tchekhov, encenado por cinco grupos gaúchos, em fevereiro
“Os males do fumo”. Foto: Artur Gaudenzi/ Divulgação “Sobre nós” . Foto: Tom Peres/ Divulgação 
O premiado "Arena Selvagem" do Grupo Cerco de volta, em curta temporada
Depois de conquistar o 14º Prêmio Braskem em Cena como Melhor Espetáculo (Júri Oficial e Júri Popular) e vencer em cinco categorias o Prêmio Nacional Cenym em 2019, ARENA SELVAGEM, nova montagem do Grupo Cerco, com direção de Inês Marocco (Prêmio Açorianos de Melhor Direção 2018) retorna ao palco em curtíssima temporada dentro da programação do 21º Porto Verão Alegre.
As apresentações acontecerão de quinta-feira a domingo,nos dias 30 e 31 de janeiro, 01 e 02 de fevereiro, sempre às 20h, no Teatro de Arena (Borges de Medeiros, 835 – altos do viaduto). Os ingressos antecipados podem ser adquiridos através do site www.portoveraoalegre.com.br ou nos pontos de venda físicos: Loja Claro (Bourbon Country); Shopping Total (em frenre a Panvel); Mezanino Produções (Casarão Verde no DC Navegantes) e no local das apresentações uma hora antes do início das sessões. Os ingressos custam entre R$ 20,00 e R$ 40,00.
“Arena Selvagem” foi construído através de pesquisa no Centro de Documentação Teatral Sônia Duro, que conta com textos dramáticos, muitos oriundos do antigo Departamento de Censura da Polícia Federal, livros de artes cênicas e videoteca. O espetáculo é livremente inspirado em textos de Carlos Carvalho, Franz Kafka e Carlos Drummond de Andrade. Além dos textos teatrais, a peça reúne conteúdos científicos, fragmentos de contos e cenas criadas pelo elenco. Oito atrizes e atores se revezam em cena entre diversos personagens, executando, também, a trilha sonora autoral.

Foto: Adriana MarchiorDivulgação SINOPSE
O que é ser selvagem? O Grupo Cerco te convida a entrar em uma arena onde seres humanos encontram-se com sua animalidade. A cidade e a selva. A opressão e a liberdade. O instinto e a sobrevivência. Em meio à artificialidade que criamos para nos diferenciar entre nós e dos outros animais, nossos corpos revelam que essas mudanças são superficiais diante da força da nossa natureza.
FICHA TÉCNICA
Criação coletiva do Grupo Cerco
Livremente inspirado em textos de Carlos Carvalho, Franz Kafka, Carlos Drummond de Andrade e do grupo.
Direção: Inês Marocco
Assistência de Direção: Kalisy Cabeda e Manoela Wunderlich
Dramaturgia: Celso Zanini, Elisa Heidrich e Marina Kerber
Elenco: Anildo Böes, Eduardo Schmidt, Elisa Heidrich, Kalisy Cabeda, Manoela Wunderlich, Martina Fröhlich, Marina Kerber, Philipe Philippsen
Trilha sonora original: Celso Zanini, Martina Fröhlich, Philipe Philippsen
Iluminação: Carolina Zimmer
Figurino: Daniel Lion
Confecção de máscaras: Diego Steffani
Cenografia: Rodrigo Shalako
Programação Visual: Marina Kerber
Produção executiva: Daniela Lopes / Cardápio Cultural
Realização: Grupo Cerco – 10 Anos

Foto: Adriana Marchior/ Divulgação SOBRE O GRUPO CERCO
Fundado em 2008, o Grupo Cerco é um dos principais grupos da cena teatral gaúcha e tem à sua frente à Profa. Dra. Inês Marocco, premiada diretora e pesquisadora. Em sua trajetória conquistou importantes prêmios e realizou temporadas e turnês nacionais e internacionais com seus espetáculos O Sobrado (2008), Incidente em Antares (2012), Puli-Pulá (2015) e Arena Selvagem (2018).
Atualmente empenha-se na gestão de sua sede, o Espaço Cerco Cultural, em parceria com o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil (Rua Riachuelo 579) e também na construção de seu novo espetáculo Trago Sorte Mentira & Morte, selecionado no Prêmio FAC Teatro Hoje: Serafim Bemol da Secretaria de Estado da Cultura, com estreia prevista para agosto de 2020 no Theatro São Pedro.

Foto: Adriana Marchior/ Divulgação SERVIÇO:
ARENA SELVAGEM
Criação coletiva do Grupo Cerco Direção Inês Marocco
Quando: 30 e 31 de janeiro, 01 e 02 de fevereiro, quinta, sexta, sábado e domingo, às 20h
Local: Teatro de Arena (Borges de Medeiros, 835 – altos do viaduto)
Classificação etária: 16 anos
INGRESSOS ANTECIPADOS NO SITE www.portoveraoalegre.com.br
▶ INTEIRA: R$40,00 + taxas
▶ BANRI: R$32,00 + taxas
▶ MEIA ENTRADA: R$20,00 + taxas
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INGRESSOS EM PONTOS DE VENDA FÍSICOS E COMPRA NA HORA:
▶ R$40,00 (inteira)
▶ R$32,00 (desconto 20% Banricompras e Clube do Assinante ZH)
▶ R$20,00 (meia-entrada de acordo com a Lei Nacional de Meia-Entrada)Classificação etária: 16 anos Duração: 80 minutos

Clara Pechansky agrega suas 33 amigas na galeria Frida Kahlo, no México
Clara Pechansky, que este ano celebra 64 anos como profissional das Artes Visuais, inova na sua próxima exposição internacional. Convidada pelo professor Jorge Luis Hurtado Reyes, Coordenador de Artes Plásticas da Universidade Autónoma de Sinaloa (UAS), para expor pela segunda vez na Galeria Frida Kahlo, decidiu agregar outras artistas à sua mostra. Nasceu assim a exposição “CLARA PECHANSKY Y SUS AMIGAS”, que inaugura dia 3 de fevereiro de 2020 às 17h30 na Galeria Frida Kahlo, em Culiacán, Sinaloa, e que deverá itinerar por outros espaços públicos no México.
Além da exposição, Clara vai realizar duas conferências sobre arte brasileira em encontros com artistas locais e alunos de Artes Plásticas da universidade mexicana. Para que o público do Brasil também conheça essa seleção de mulheres-artistas, duas réplicas locais estão programadas, com outras obras das mesmas artistas, com vernissage, no dia 8 de abril, na Gravura Galeria de Porto Alegre, e, no dia 5 de setembro, no Centro Municipal de Cultura de Gramado.
“Essa exposição iniciou com o convite do professor Jorge Luis Hurtado Reyes para que eu expusesse minhas obras pela segunda vez na Galeria Frida Kahlo, que ele dirige, e consolidou-se em mim a ideia de não mostrar só o meu trabalho, mas o de outras mulheres que, como eu, utilizam o papel para se expressar”, explica Clara.
Ela selecionou então 33 artistas brasileiras, algumas com carreira já consolidada e outras em início de trajetória, que irão mostrar fotografia, pintura, desenho e gravura em técnicas como metal, xilogravura, litografia e arte digital. Desta maneira, a exposição fica enriquecida com obras muito significativas. Ao mesmo tempo, Clara estará mostrando um recorte de sua obra, com 11 desenhos e litografias, em trabalhos que focam a época da Ditadura Militar no Brasil.
A maioria das convidadas de CLARA PECHANSKY Y SUS AMIGAS vive e trabalha no Brasil. São convidadas especiais da mostra as artistas Anico Herskovits, Ena Lautert e Liana Timm,que também criou o catálogo. Ainda estarão representadas artistas que residem no exterior e que irão enriquecer a exposição.
O texto do catálogo, que é patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura de Gramado, foi escrito por Clara Pechansky, responsável pela concepção e curadoria das três exposições. Escrito em português e em espanhol, com comentários sobre as obras de cada artista, o catálago será distribuído no México e no Brasil.
As 34 participantes:
Anico Herskovits, Arlete Santarosa, Beatriz Balen Susin, Bebete Luz, Bernardete Conte (Estados Unidos), Claudia Sperb, Clara Pechansky, Cleusa Rossetto, Débora Lora, Eliane Santos Rocha, Ena Lautert, Ermínia Marasca Soccol, Esther Bianco, Fernanda Soares, Flávia de Albuquerque, Graça Craidy, Helena Schwalbe, Liana Timm, Lilia Manfroi, Linda de Sousa (Espanha), Mabel Fontana, Mara Galvani,Marise Zimmermann (Estados Unidos), Marta Loguercio, Miriam Tolpolar, Nara B. Sirotsky, Ondina Pozoco, Rita Gil, Silvia Marsson, Susane Kochhann, Suzel Neubarth, Thalma Rodrigues, Vera Reichert e Zoravia Bettiol.

As artistas convidadas de Clara. Foto: LisaRoos/ Divulgação Sobre Clara Pechansky
Nascida em Pelotas, 1936, vive e trabalha em Porto Alegre. Possui uma longa trajetória profissional, com mais de 60 exposições individuais e participações em Salões, Bienais, Trienais e coletivas que lhe valeram reconhecimento internacional. Suas mais recentes exposições no exterior foram em Lisboa (Portugal, 2011), Córdoba (Espanha, 2013), Hamburgo (Alemanha, 2013), Culiacán (Mèxico, 2015), Bogotá (Colômbia, 2016). Còrdoba (Espanha, 2019). Expôs a série “O que Goya não viu” na Galeria Frida Kahlo da UAS no México em 2015, a convite do Professor Jorge Luis Hurtado Reyes, na Universidad Autónoma de Sinaloa (UAS). Em 2020, volta a expor e fazer palestras na Galeria Frida Kahlo, como convidada oficial, desta vez levando consigo mais 33 artistas brasileiras.

Duas apresentações de “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz”, no TSP
Um dos principais clássicos da Broadway ganhou uma versão brasileira diferenciada e feita por artistas gaúchos. É o musical “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz”, espetáculo que faz parte das atrações do Porto Verão Alegre 2020. São duas apresentações nos dias 28 e 29 de janeiro, terça e quarta- feira, no Theatro São Pedro.
A montagem teve início com o desejo do maestro gaúcho Guilherme Leal Rodrigues, que regeu o espetáculo original em uma apresentação em São Paulo em 2018. “Queria trazer o musical para cá, mas com uma proposta totalmente adaptada”, conta.
Com a adesão do diretor cênico Luiz Manoel nasceu “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz” em uma narrativa inclusiva e inserida na realidade atual do Brasil, dando destaque às pessoas que normalmente são marginalizadas na nossa sociedade. A montagem reúne cerca de 50 pessoas no palco em uma união de alunos do Instituto de Artes da UFRGS, em parceria com Departamentos de Arte Dramática e de Música, e com convidados da Bublitz Academia de Musicais, para compor o coro de cantores.

Cidade fictíciaLivremente inspirado no musical Chicago, o espetáculo “Chiiicago – Nem Tudo é Jazz!”, com 70 minutos de duração, se distancia das ruas do famoso polo norte-americano para mergulhar na cidade brasileira fictícia de “Chiiicago”, onde o silenciamento é o único mecanismo para garantir a sobrevivência. Corpos que destoam, histórias que gritam para serem ouvidas, narrativas negligenciadas por aqueles que detém o poder da fala. Nesse cenário, as cicatrizes se esgarçam ao som de revolta e de muito jazz.
A história brasileira retrata uma mulher gorda, que deseja ser uma grande estrela do cabaré, mas além de ser enganada, é humilhada por aparentemente não pertencer a esse lugar a que tanto almeja e, assim, acaba cometendo um grave crime. Dentro da prisão, ela se depara com narrativas marginais de mulheres, gays, negros, vítimas de abuso, assédio e violência, que evidenciam o sistema de silenciamento vivenciado e praticado cotidianamente por todos nós. Nas grades de Chiiicago enquanto tudo se despedaça, ouve-se apenas o som de jazz. Irmãos cospem uns nos outros para ascender. Só interessa escutar o som da própria voz. Não há distinção entre opressor e oprimido. Como olhar, então, para os nossos tempos em que parece não existir mais nada além de injustiça?

Ficha Técnica:
Elenco: Ariane Wink,Cass Dutra, Cássio Iribarrem, Eric Nelsis, Guilherme Oliveira, Isadora Fraga, Julia Bennemann, Lucas Limma, Mariana Fernandes, Manu Goulart, Nairim Tomazini, Raíssa Panatieri, Renata Lorenzi.
Musicistas: Victória Gautto – Clarinete; Daniel Szuchman- Saxofone Tenor; Augusto Santos – Saxofone Alto; Bruno Dos Santos – Flauta; Francisco Gomes, Sérgio Marques – Trompete; Bruno Rudger -Trombone; Pedro Collares – Piano; Eduardo Moro – Guitarra; Rafael Müller – Bateria; João Pedro Andres – Baixo.
Coro de cantores: Oritz Campos, Maurício Sortica, Gregory Martini, Jennifer Franco, Marco Aurich, Angelis Lima,Pedro De Los Santos, Samantha Desimon, Julia Leiria, Karla Quintana, Marcela Cintra, Laura Schenkel, Stéfani Dartora, Lucas Dornelles, Gabriela Paludo, Daniel Merello, Danielle Salmoura, Maurício Closs, Bárbara Auler, Maria Aparecida Machado, Jessica Garighan
Direção Cênica e Concepção: Luiz Manoel
Diretora Assistente: Manu Goulart
Diretor Musical e Maestro: Guilherme Rodrigues
Dramaturgia e Coreografias: Luiz Manoel
Colaboração Coreográfica: Pedro Schilling
Stand By: Natasha Villar, Pedro Schilling.
Figurinos: Mari Falcão
Maquiagem: Jennifer Ribeiro
Objetos de cena: Amanda Gatti
Iluminação: Henrique Strieder
Operação de som: Manu Goulart e Thalia Kappel
Composições letras inéditas: Luiz Manoel
Arte Gráfica: André Varela
Espetáculo: Chiiicago – Nem Tudo é Jazz
Apresentações: 28 e 29 de janeiro
Local: Theatro São Pedro
Ingressos antecipados: de R$ 24,00 a R$ 38,40 no link: http://portoveraoalegre.com.br/chiiicago-nem-tudo-e-jazz-2020-1
Duração: 70 minutos
Censura: 14 anosRock, folk, country e blues com René Floyd, solo, no Petit Dalí
Neste sábado, 1º de fevereiro, das 21h até meia-noite, René Floyd volta ao Petit Dalí (Vasco da Gama, 52), desta vez sozinho, para uma noite de muito rock, folk, blues e country. No violão e guitarra acústica, o cantor e compositor interpretará releituras acústicas de clássicos, desde Beatles, Rolling Stones, Marvin Gaye e Pink Floyd, passando por The Police, U2, Radiohead, Coldplay, Goo Goo Dolls e Foo Fighters.
A casa abre às 18h e quem chegar até as 20h30min poderá aproveirar a promoção de dose dupla de drinks até as 20h30min. O couvert artístico custa R$ 8,00 em dinheiro e R$ 10,00, em cartão de crédito. O show tem início às 21h.
Foto: Vera Pinto/ Divulgação Natural de Porto Alegre, René Floyd acumula mais de 30 anos de trajetória artística. De uma família de músicos, começou sua incursão na área aos 8 anos, primeiro no teclado, depois no violão – sua grande paixão – e após outros instrumentos. Com trabalho que circula entre a capital gaúcha, Região Metropolitana, Serra e Vales do RS, o músico versátil e autodidata toca violão, piano, contrabaixo, guitarra, bateria, teclado, percussão e harmônica.Suas influências musicais passam por Pink Floyd, David Bowie, Frank Zappa, Pat Metheny, Beatles, Caetano Veloso, Gonzaguinha, Milton Nascimento, Chico Buarque, Tom Jobim e muitos outros, em especial do rock progressivo. Participou das bandas Jazz Majestic, Ministério do Rock, Zona Zen, Salim & Os Rogers e, mais ativamente, em The Willsons, Máquina a Vapor, Olden Boys e Olden Blues. No final de 2018 fundou o Casarão do Groove, trio de funk, soul e groove nacional, que atualmente conta com Nenê Garcia e Samuel Zyon.
Serviço:
Dia: 1º de fevereiro de 2020 (sábado)
Hora: a partir das 20h
Local: Petit Dalí (Vasco da Gama, 52), bairro Bom Fim – Porto Alegre/RS. A casa abre às 18h e garante reservas até as 20h (via Face ou pelo telefone 3092-0080). Quem chegar até as 20h30min pode aproveitar a promoção de dose dupla de drinks. O show começa às 21h.
Couvert artístico: R$ 10,00 (dinheiro) e R$ 12,00 (cartão)
Informações: Com o músico René Floyd – (51) 98065-6184.
Abertura de inscrições para Grupo Experimental de Dança (GED), em fevereiro
O Centro Municipal de Dança da Secretaria da Cultura de Porto Alegre abrirá inscrições para o Grupo Experimental de Dança (GED). O período de inscrição vai de 3 de fevereiro a 3 de março. O trabalho é aberto para pessoas com ou sem experiência. O GED oferece espaços para formações livres e contemporâneas na área. As atividades são realizadas na Cia de Artes, Casa de Cultura Mário Quintana e Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues.
O GED chega a sua 13ª edição oferecendo oportunidade de formação em dança e a prática de criação artística em grupo. A base pedagógica contempla diversas abordagens práticas e teóricas de estilos como dança contemporânea, dança moderna, improvisação, performance, história da dança, entre outras.
A estrutura do curso compreende cinco aulas por semana, durante o turno da manhã,das 9h às 12h, entre os meses de abril e dezembro de 2020. Serão selecionados 25 participantes e 10 suplentes.Inscrições no link http://bit.ly/GEDsmc2020.
Requisitos para participação
- ser maior de 15 anos
- preencher todos os campos presentes do formulário
- enviar até 10 de março para o e-mail dancasmc@gmail.com, comentário sobre o artigo encontrado no link http://seer.ufrgs.br/index.php/cena/article/view/35737/24309
- participar da audição a ser realizada no dia 9 de março, no Teatro Renascença (avenida Erico Veríssimo, 307 – Menino Deus), em horário a ser divulgado
- ter disponibilidade para acompanhar a rotina e a carga-horária do curso.
Cronograma
- De 03/02 a 03/03 – Inscrições
- 04/03 – Divulgação dos inscritos
- 09/03 – Audição para seleção
- 16/03 – Resultado da seleção
- 06/04 – Início das aulas
Mais informações pelo telefone 3289 8065 ou pelo e-mail dancasmc@gmail.com.

Delicatessen Jazz recria clássicos do jazz e bossa nova, no Espaço 373
O Delicatessen Jazz retoma a agenda de shows em 2020 com apresentação, no dia 30 de janeiro (quinta-feira), no Espaço 373. No repertório, recriações de standards de autores como Cole Porter, George Gershwin e Duke Ellington, clássicos de Tom Jobim, Roberto Menescal e Moacir Santos, além de surpreendentes reinvenções de músicas de raiz brasileira, de intérpretes como Carmem Miranda.
O grupo é formado por Antônio Flores (guitarra), Nico Bueno (baixo), Mano Gomes (bateria) e, desde o ano passado, conta com a vocalista britânica Rowena Jameson. Radicada no Rio de Janeiro, Rowena ficou conhecida no Brasil ao apresentar uma interpretação jazzística da MPB. Começou a estudar música ainda criança, na Inglaterra, cantando em vários corais, e, na adolescência, aperfeiçoando-se no canto lírico. Em 2009, durante um curso pela América Latina, conheceu a obra de Tom Jobim e, por causa dela, nunca mais deixou o país.
Treze milhões de ouvintes
Para Nelson Motta, “o Delicatessen está à altura de qualquer grupo internacional desta praia cheia do jazz e bossa”. Em seu terceiro álbum Godnight Kiss, lançado em 2001, contou com a participação de nomes importantes, como João Donato e Roberto Menescal. O disco foi gravado em Porto Alegre e masterizado no célebre estúdio londrino Abbey Road, com distribuição no Brasil, na Europa, no Japão e no sul da Ásia.
O Delicatessen foi vencedor do Prêmio da Música Brasileira 2009 e 2011 e ganhou nove troféus no Prêmio Açorianos de Música com três álbuns. Superou a marca de 13 milhões de plays no Spotify, tocou em todos os festivais importantes de jazz no Brasil e levou suas apresentações para Argentina e Europa.
Delicatessen: Antônio Flores (guitarra), Nico Bueno (baixo), Mano Gomes (bateria) e a vocalista Rowena Jameson. Foto Raul Krebs/ Divulgação
Serviço:
Delicatessen Jazz
Quando: 30 de janeiro | Quinta-feira | 21h
Local: Rua Comendador Coruja 373 – Distrito Criativo de Porto Alegre | A casa abre às 20h
Ingressos: R$ 50,00 antecipado e R$ 60,00 na hora
Ingressos: http://www.eventbrite.com.br/e/delicatessen-jazz-2020-tickets-89773289325?fbclid=IwAR3Tcg81qFpjwhNdGABgiMpb8GuMG9vUa6VLCBIsxfWNo-Ca6hrHicdl9NM
Informações e reservas: (51) 98142 3137 | (51) 99508 2772
Marcelo Delacroix mostra novo trabalho com participações especiais, no Café Fon Fon,
Dando sequência ao II Festival de Verão – Projeto Cantautores, o cantor e compositor Marcelo Delacroix se apresenta no Café Fon Fon, em formato voz e violão, mostrando ao público as músicas de seu novíssimo disco, Tresavento, e algumas canções dos discos anteriores. O show ocorre no próximo dia 28 de janeiro, terça-feira, às 21h.
No repertorio do show, estarão as canções “Tresavento”, inspirada no conto homônimo de João Guimarães Rosa, e “História de nós dois”, ambas compostas em parceria com Leandro Maia; “Milonga Moura” e “Ponta de Estoque” (parcerias com Jerônimo Jardim), “Folia do Divino” (letra de Rubem Penz), “Dentro da Noite” (com letra de Ronald Augusto), “Tempo Bom” (sobre poema de Tatiana Cruz) e “Sem Palavras” (com letra de Paulo Araújo).
O show contará, também, com as participações de convidados especiais. O cantor e compositor Mário Falcão, que subirá ao palco para cantar uma parceria dos dois, ainda inédita, intitulada “Precisamos conversar”, e Madalena Rasslan, cantora da nova geração, que recentemente apresentou o lindo show Porandubas. Segundo Delacroix, Madalena vem se destacando no cenário da música “por seu lindo canto e por ter o que dizer”, afirma. Madalena escolheu a música “Minueto” (Marcelo Delacroix/Gustavo Finkler) como peça de canto na prova de ingresso na faculdade de música. E é essa a música que ela vai apresentar ao público no Fon Fon.
Sua mãe, a pianista e cantora Simone Rasslan, pega uma carona na participação da filha e vem, também, para cantar e lembrar dos mais de 30 anos de amizade com Delacroix, desde os tempos de colegas no Instituto de Artes da Ufrgs, do grupo de música instrumental Quebra Cabeça, entre outros tantos trabalhos juntos.
Sobre Marcelo Delacroix
Músico, compositor, cantor, produtor e educador musical. Iniciou seus estudos musicais na Escola de Musica da OSPA (Orquestra Sinfônica de Poro Alegre) e formou-se em Música na Ufrgs. Tem cinco discos autorais gravados: Quebra Cabeça (grupo instrumental – 1994); Marcelo Delacroix (2000); Depois do Raio (2006); e Canciones Cruzadas (em parceria com o uruguaio Dany López – 2013), pelos quais ganhou alguns prêmios. Acaba de gravar seu novo disco Tresavento. Compôs diversas trilhas para teatro, dança, tv e cinema. Atua também como educador musical, ministrando cursos e workshops de musicalização para crianças e adultos.
SERVIÇO:
O Quê: Marcelo Delacroix – Tresavento e outras canções, no II Festival de Verão – Projeto Cantautores
Onde: Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22, bairro Farroupilha) Porto Alegre/RS
Quando: Dia 28 de janeiro de 2020, terça-feira, às 21h
Quanto: Couvert a R$ 30,00 | Ingresso do show + CD: 50,00
– Apoiadores do disco no Catarse podem buscar suas recompensas e ganham desconto especial para o show: ingresso R$ 20,00
O disco Tresavento estará à venda no local ao preço de R$ 30,00

Ecarta Musical seleciona dez propostas para apresentações na Fundação Ecarta
O Ecarta Musical, um dos cinco projetos da Fundação Ecarta, selecionou dez propostas de apresentações para compor a programação de março a julho de 2020.Uma comissão coordenada por Elenice Zaltron, produtora à frente do projeto, juntamente com o jornalista e crítico musical, Juarez Fonseca, além da também jornalista e produtora cultural, Dinorah Araújo, e do músico, Marcelo Delacroix avaliou um total de 76 propostas com grau de qualidade elevado.De acordo com a comissão, a pluralidade de estilos segue como característica principal do Ecarta Musical, que levou em consideração o grau de ineditismo, qualidade artística dos candidatos e propostas adequadas física e conceitualmente ao espaço onde vão acontecer as apresentações quinzenais. “A programação vai contar com estilos do afropop ao jazz e do regionalismo ao samba e grande parte dos músicos é da Capital e de Guaíba”, adianta Elenice.Músicos selecionados:
1) Dona Conceição2) Calote – Contando Histórias3) Ortácio, Borghetti, Salazar & Poty4) Cordas Pra Que Te Quero – Gil Jazz Trio5) Botonera – Fofa Nobre6) Bons Momentos – Nêgo Izolino7) Homem Café – Lançamento do álbum Unidos a Sós
8) Navegar neste mistério – Nino e a Coluna Prestes9) Recital de Chorinho – Alexandre Starosta10) Baden Power – Mariano TellesSuplentes:
1) Solavanco – Ricardo Borges2) As cores de uma Negra – Zena Pereira
“Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar”, em exposição no Museu de Arte Contemporânea
A exposição “Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar”, do artista Xadalu, está em cartaz na Galeria Xico Stockinger, do Museu de Arte Contemporânea do RS (MAC-RS), na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) a partir de 21 de janeiro. A atividade encerra o “Festival Kino Beat – Arte em Movimento”, que nesta 6ª edição, iniciada em novembro de 2019, convida a público a refletir sobre algumas urgências do presente.
A abertura acontece às 19h, com a presença do cacique geral Mburuvixá Tenondé Cirilo, que fará uma fala às 20h. A mostra segue aberta à visitação até 8 de março, de terças a sextas-feiras, das 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h. A entrada é gratuita.
A exposição individual reúne fragmentos de diversas imersões do artista Xadalu em aldeias Guaranis. As obras registram o estado atual em que as aldeias se encontram, os conflitos originados pelas retomadas de suas terras e as constantes ameaças de grupos armados que intimidam as comunidades tradicionais.
A medida que a cidade cresce geograficamente, a aldeia diminui e, automaticamente, os sonhos sofrem interferências na transição para outro mundo. “Sendo o único lugar seguro, as cidades celestiais são o local de onde viemos e para onde vamos depois de nossa passagem aqui na terra. Mas a tekoa continua protegida de alguma maneira por Nhanderu, o motivo de nossa resistência há mais de 500 anos. O trovão de Tupã lá fora mostra sua força de anunciar o tempo passado que o raio cruzou e já não existe mais, e o sol mostra seus raios e nos permite caminhar sobre eles”, conta o artista, que também é responsável pela curadoria da exposição.
De acordo com o curador do festival, Gabriel Cevallos, o Kino 2019 se desenvolveu a partir de premissas que convidam à reflexão sobre algumas urgências do presente. “Estas ideias iniciais substituem uma palavra central ou um tema fixo para esta edição, e lançam, de forma aberta, possibilidades para se sentir o mundo em conjunto – ficção, natureza, percepção, conciliação, território, mutação, esperança, mundos possíveis: estes são alguns dos pontos de partida para se imaginar o 6º Kino Beat”, revela.
“Uma outra forma de se repensar os impactos do colonialismo, é assumir como válido o conhecimento produzido pelos povos originários. Ao atuar como um mensageiro entre dois mundos, o artista visual Xadalu traduz parte deste conhecimento e visão de mundo dos índios Guaranis, em obras de arte. O seu processo de escuta atenta e trabalho compartilhado com as aldeias ressaltam a sua reverência e urgência em dar visibilidade a este mundo que resiste em existir”, afirma o curador do festival.
O 6º Festival Kino Beat – Arte em Movimento foi selecionado pelo edital de patrocínios culturais incentivados da Oi, conta com o apoio do Oi Futuro e com financiamento da Lei de Incentivo à Cultura – Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
O artista
Xadalu é artista visual urbano com uma obra que transita entre intervenções nas ruas e exposições em museus, galerias e centros culturais. Sua produção diversificada mescla as colagens da sticker art a técnicas e linguagens como a serigrafia, a pintura, a fotografia e o objeto.
Seu trabalho em street art já foi exibido em mostras coletivas e individuais em instituições de Porto Alegre, como Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS), Instituto Estadual de Artes Visuais do Rio Grande do Sul (Ieavi), CCMQ e Museu dos Direitos Humanos do Mercosul. Na Europa, apresentou obras em galerias de Berlim e Florença.
Integra coleções particulares e acervos públicos, como do Margs e do MAC-RS.
É tema do livro “Xadalu — Movimento urbano”, do curta-metragem “Sticker conection” (2015) e do documentário “Xadalu — Filme” (2017), que retratam a produção iniciada em 2004 com as primeiras colagens do indiozinho Xadalu nas ruas de Porto Alegre. Hoje, o personagem é visto em dezenas de cidades do mundo, graças à rede estabelecida com outros artistas visuais urbanos praticantes da sticker art, que trocam seus adesivos pelo correio.
As questões indígenas acompanham seu trabalho desde o início. Com o envolvimento, realiza temporadas de residência artística em aldeias do sul do Brasil e da Argentina.
Em reconhecimento à defesa da causa indígena aliada a questões socioculturais, foi um dos agraciados pelo Prêmio Humanidades do Instituto Brasileiro da Pessoa 2014. Entre outras diversas distinções, foi eleito em 2012 Melhor Artista na Expo Colex, mostra internacional de sticker art realizada em Santos (SP), e duas vezes indicado ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da prefeitura de Porto Alegre (2015 e 2016).
Realiza palestras, cursos e oficinas sobre serigrafia e arte urbana, com destaque para o Curso de Extensão em Serigrafia da Universidade de Caxias do Sul (UCS), que ministra desde 2016.
SERVIÇO
Exposição “Invasão colonial ‘YVY OPATA’ a terra vai acabar” – de Xadalu
Quando: de 21 de janeiro a 8 de março
Onde: Galeria Xico Stockinger | 6º andar da CCMQ (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico / Porto Alegre)
Horário: de segunda à sexta-feira, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados: das 12h às 18h
Entrada gratuita

















