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Em seu trabalho, Rafael Lopes dialoga com elementos da música brasileira, latina e jazz, utilizando a improvisação como parte importante nos processos de composição e performance. Com seu violão e sua guitarra acústica, explora diferentes ambientações sonoras, formando texturas a partir da combinação de elementos rítmicos, melódicos e percussivos. Na próxima quinta-feira, dia 12, às 18h30min, ele é atração no Foyer Nobre do Theatro São Pedro. A apresentação musical contempla o repertório autoral do violonista e compositor . O programa do show exibe, além de faixas de seus três álbuns – Entre Caminhos (2019), O Viajante Imaginário (2017) e Círculo do Tempo (2015) -, obras de compositores que são referência para a sua produção, como Django Reinhardt, Egberto Gismonti e Pat Metheny. Trajetória artística Rafael Lopes iniciou seus estudos de violão e violino aos 11 anos, em Porto Alegre. Durante a adolescência, foi aluno do Conservatório Pablo Komlós (OSPA), período em que teve os primeiros contatos com a guitarra jazz, improvisação e composição musical. Graduado em violão pela UFRGS e mestre em música pela UFPR, contou, em sua formação, com a colaboração de músicos e professores como Mário Laginha, Kurt Rosenwinkel, Daniel Sá, Julio Herrlein, Paulo Inda e George Russell Jr.. Em 2012, fez curso de extensão em performance pela Berklee College of Music no Umbria Jazz 12′ (Itália), onde foi premiado com uma bolsa de estudos e teve a oportunidade de tocar no festival. Durante os anos de 2013/14, passou um período vivendo na Europa, onde trabalhou e cursou disciplinas da pós-graduação em Performance Jazz, na Universidade de Aveiro, em Portugal. Integra a Camerata Violões de Porto. Recebeu indicação ao Prêmio Açorianos de Música na categoria intérprete instrumental em 2018, além de duas menções como um dos destaques no cenário da música instrumental brasileira em 2015 e 2017, pelo site “Melhores da Música Brasileira”. |

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