Nas muitas idas e vindas de Márcia Schmaltz entre dois mundos – China e Brasil – e suas culturas, ela foi tradutora, intérprete, professora, pesquisadora na área de Tradução e Linguística Cognitiva, tendo dado uma contribuição ímpar à área no Brasil.
É esta pluralidade que o Centro de Memória da Faculdade de Letras (FALE) da Universidade Federal de Minas Gerais irá receber, a partir de amanhã, dia 6 de setembro, às 17h30. A exposição, realizada um ano após sua morte, resgata um pouco de sua vida e destaca a importância de sua obra para a cena cultural do País.
Márcia Schmaltz lecionou chinês e cultura chinesa na FALE, atuando ainda na graduação e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos (POSLIN). Doutorou-se na Universidade de Macau, China, onde foi professora de Português, Língua Adicional e tradução e também foi pesquisadora do Letra entre 2016 e 2018, trabalhando em colaboração com os professores desse laboratório na FALE.

Ela igualmente foi uma das maiores divulgadoras de literatura chinesa contemporânea no Brasil, ganhadora do Prêmio Açorianos (RS) de Tradução, entre outros. Além disso, atuou como intérprete de políticos, como do governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra e do presidente Lula, compondo a delegação presidencial em várias visitas à China.
Schmaltz, dentro de sua multiplicidade, também atuou como tradutora técnica, praticava caligrafia chinesa, cantava, tocava, era uma excelente cozinheira, além de mãe.
Serviço:
Abertura: 9 de setembro de 2019
Local: Centro de Memória da FALE, UFMG
Endereço: Av. Antônio Carlos, 6627 Pampulha –
Belo Horizonte MG
Hora: 17h
Período: 9 de setembro a 3 de outubro de 2019.
Programação:
17h – Cerimônia do chá (dança do leque em parceria com o Instituto Confúcio).
17h30 – Abertura oficial:
Presença da diretora do Instituto Confúcio, família de Márcia Schmaltz, membros do Letra e da comunidade da FALE.
É esta pluralidade que o Centro de Memória da Faculdade de Letras (FALE) da Universidade Federal de Minas Gerais irá receber, a partir de amanhã, dia 6 de setembro, às 17h30. A exposição, realizada um ano após sua morte, resgata um pouco de sua vida e destaca a importância de sua obra para a cena cultural do País.
Márcia Schmaltz lecionou chinês e cultura chinesa na FALE, atuando ainda na graduação e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos (POSLIN). Doutorou-se na Universidade de Macau, China, onde foi professora de Português, Língua Adicional e tradução e também foi pesquisadora do Letra entre 2016 e 2018, trabalhando em colaboração com os professores desse laboratório na FALE.

Ela igualmente foi uma das maiores divulgadoras de literatura chinesa contemporânea no Brasil, ganhadora do Prêmio Açorianos (RS) de Tradução, entre outros. Além disso, atuou como intérprete de políticos, como do governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra e do presidente Lula, compondo a delegação presidencial em várias visitas à China.
Schmaltz, dentro de sua multiplicidade, também atuou como tradutora técnica, praticava caligrafia chinesa, cantava, tocava, era uma excelente cozinheira, além de mãe.
Serviço:
Abertura: 9 de setembro de 2019
Local: Centro de Memória da FALE, UFMG
Endereço: Av. Antônio Carlos, 6627 Pampulha –
Belo Horizonte MG
Hora: 17h
Período: 9 de setembro a 3 de outubro de 2019.
Programação:
17h – Cerimônia do chá (dança do leque em parceria com o Instituto Confúcio).
17h30 – Abertura oficial:
Presença da diretora do Instituto Confúcio, família de Márcia Schmaltz, membros do Letra e da comunidade da FALE.

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