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  • Feira do Livro: Vânia Möller chega à ficção com o romance "Viola revira o ser"

    De menina a mulher madura, as reflexões e aprendizados da personagem Viola enquanto vai atrás de seus desejos e busca conquistas.
    Um encontro inesperado, quando imaginava já ter controle de si mesma, leva-a a deparar-se com partes suas que desconhecia. Viola, então, inicia o caminho sem retorno de ver-se, retirar camadas, agir consigo sem subterfúgios ou curativos.
    Na vida real, Vânia Möller não se apresenta como filósofa, e sim como licenciada em filosofia, nem como designer gráfica, mas simplesmente diagramadora, também revisora e produtora de textos.
    Como a personagem, a autora pensa que “a vida é melhor quando se divide, quando há relação”, e diariamente avalia e se reavalia, sempre procurando tornar-se um ser melhor.
    Ela autografa Viola revira o ser (Editora Sulina) nesta quinta-feira, às 17h30, na Feira do Livro de Porto Alegre.

  • Lux Quarteto encerra Série Música de Câmara 2019 com recital na Fundação Iberê Camargo

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) apresenta o último recital da Série Música de Câmara 2019. No dia 17 de novembro, domingo, às 16h, a Fundação Iberê Camargo é, pela quinta vez, palco da iniciativa. A apresentação fica por conta do Lux Quarteto, grupo composto por Martina Ströher (violoncelo), Leonardo Winter (flauta), Angela Diehl (canto) e Fernando Rauber (piano), músicos da OSPA e convidados que compartilham o interesse pela música e o prazer da convivência com a arte.

    Sobre o repertório

    O recital inicia com a obra “Trio em sol menor para flauta, violoncelo e piano Op. 63”, do notável pianista Carl Maria Von Weber (1786-1826), conhecido também como violinista, regente e teórico musical.  Na sequência, o programa destaca “Une flûte invisible pour chant, flute et piano”, do compositor, maestro e pianista francês da Era Romântica Camille Saint-Saëns (1835-1921), renomado artista, que estreou em concertos com apenas dez anos de idade. “Duas canções para mezzo-soprano e piano”, do compositor Reynaldo Hahn (18741947) e “Elégie para canto, violocelo e piano”, de Jules Émile Frédéric Massenet (18421912), também são contempladas no programa.

    A obra “Assobio a Jato para flauta e violoncelo”, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), se concentra no virtuosismo instrumental.  Composta em 1950, em Nova Iorque, em um período de intensa criação do compositor, coincide com a elaboração de Quarteto de Cordas nº 12 e a Sinfonia nº 8 e é dedicada a Carleton Sprague Smith. “Les Nuits D’éte” é um ciclo de canções de Hector Berlioz (1803-1869) para voz e orquestra, baseado nos poemas de Théophile Gautier. As canções retratam o progresso do amor até a perda e a renovação. Berlioz compôs para piano e depois fez a orquestração, sendo uma das principais peças interpretadas no repertório sinfônico atual.

    Encaminhando-se para o desfecho, os músicos executam Vien! Une flûte invisible soupire para flauta, voz e piano”, do compositor francês André Caplet (1878-1925), conhecido principalmente pelas orquestrações de obras de Claude Debussy, de quem era amigo íntimo. A OSPA encerra a apresentação com “Sua voz para canto, flauta, violoncelo e piano”, do gaúcho Dimitri Cervo (1968-). Renomado compositor, tem as partituras executadas pelas principais orquestras do Brasil e norte-americanas.

    Série Música de Câmara

    A Fundação OSPA é um complexo musical-educativo que, desde 1950, realiza um trabalho de difusão da música orquestral e formação de plateias no RS. Vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, mantém a orquestra, um coro sinfônico e uma escola de música – o Conservatório Pablo Komlós. Nas suas mais recentes temporadas, a agenda da OSPA tem contemplado em torno de 80 apresentações anuais, atingindo um público aproximado de 60 mil gaúchos a cada ano.

    A Série Música de Câmara foi criada em 2016 para institucionalizar a presença da música de câmara na programação da orquestra. Ela leva ao público repertórios para formações menos numerosas e adaptações, além da apresentação de compositores que escrevem especificamente para essas formações.

    Série Música de Câmara. Foto: Mauricio Paz/ Divulgação

    Serviço:

    Recital da OSPA na Fundação Iberê Camargo – Série Música de Câmara

    Quando: 17 de novembro, domingo

    Horário: 16h

    Local: Fundação Iberê Camargo (Av. Padre Cacique, 2000 – Cristal, Porto Alegre)

    ENTRADA FRANCA

     PROGRAMA

    Carl M. Von Weber: Trio em sol menor para flauta, violoncelo e piano op. 63
    Camille Saint- Säens: 
    Une flûte invisible pour chant, flute et piano
    Reynaldo Hahn: 
    Duas canções para mezzo-soprano e piano
    Jules Massenet: 
    Elégie para canto, violoncelo e piano
    Heitor Villa-Lobos: 
    Assobio a jato para flauta e violoncelo
    Hector Berlioz: 
    Les Nuits D’ete para canto e piano
    Andre Caplet: 
    Vien! Une flûte invisible soupire para flauta, voz e piano
    Dimitri Cervo: 
    Sua Voz para canto, flauta, violoncelo e piano

    Lux Quarteto – Martina Ströher (violoncelo); Leonardo Winter (flauta); Angela Diehl (canto) e Fernando Rauber (piano).

  • O espião que levou a literatura brasileira para a Alemanha

    O espião que aprendeu a ler (Libretos, 216 páginas) relata o período em que Hans Curt Meyer-Clason viveu no Brasil, antes de se tornar o célebre tradutor que introduziu a literatura brasileira na Alemanha, a partir de Grande Sertão Veredas de Guimarães Rosa.
    Ele morou em Porto Alegre entre 1940 e 1942, quando foi preso pela polícia gaúcha acusado de ser espião nazista – algo que nunca admitiu. Permaneceu detido por cinco anos na Ilha Grande, no Rio de Janeiro, e tornou-se um leitor obsessivo, o que mudaria sua vida.
    Meyer-Clason foi o grande embaixador da literatura brasileira e latino-americana na Alemanha na segunda metade do século passado. Por seu intermédio, os leitores de língua alemã conheceram Macunaíma: Der Held ohne jeden Charakter, de Mário de AndradeDona Flor und ihre zwei Ehemänner, de Jorge Amado. A lista de autores traduzidos por ele inclui ainda Eça de Queirós, Carlos Drummond de Andrade, João Ubaldo Ribeiro, Fernando Sabino, João Cabral de Melo Neto e Ferreira Gullar, entre outros.
    O jornalista e escritor Rafael Guimaraens estará às 18h30 no Centro Cultural CEEE e às 19h30 autografa na Feira do Livro / Clô Barcelos/Libretos

    O personagem e sua época

     
     
     
     
     
     
     
     
     
    Rafael Guimaraens pesquisou em relatórios policiais, processos judiciais, revistas e jornais da época, cartas e documentos do próprio Meyer-Classon para contar uma história de paixões, suspense, mistério e descobertas, na qual a literatura emerge como grande fator de transformação do ser humano.
    O livro será lançado nesta quarta-feira, 13, na 65ª Feira do Livro de Porto Alegre.  Às 18h30, o autor apresenta a obra na Sala O Retrato (Centro Cultural CEEE Erico Verissimo – Rua dos Andradas, 1223). A partir das 19h30 estará autografando na Feira, na Praça Central.
    Jornalista e escritor, Rafael Guimaraens nasceu e vive em Porto Alegre (1956). É autor de 16 livros, sempre buscando em fatos históricos a motivação para tratar de temas atuais.
  • Cinco noites de jazz com atrações jovens e veteranas no London Pub

    O Jazz Week do London Pub chega à 10ª edição com várias atrações, entre os dias 12 e 17 de novembro. Entre as atrações estão inclui nomes como Jorginho do Trompete e Max Sudbrack, Nicola Spolidoro Quarteto, All Star Jazz Quartet e Stefany Kaipper num tributo Nina Simone.

    All Star Jazz Quartet tem Marcelo Ribeiro no saxofone.Foto Leonel Toledo/ Divulgação
    “O London é reconhecido como uma das principais casas de jazz de Porto Alegre que abre suas portas às formações que estão despontando, seja de novos músicos, seja de artistas que estão no mainstream e se juntaram para trabalhos com essa estética. E o festival busca exatamente essa integração entre essas diferentes gerações.
    Nicola Spolidoro Quarteto : Nicola Spolidoro (guitarra), Caio Maurente (baixo), Cristian Sperandir (piano) e Rafa Marques (bateria). Foto:  Zé Carlos de Andrade/ Divulgação

     
    Instrumentistas mais jovens vêm ver como os mais experientes tocam, e os mais velhos querem saber o que as novas gerações estão produzindo. Essa (re)união dá a tônica da escolha do participantes da Jazz Week”, diz Toni Missel, proprietário do espaço.
    Stefany Kaipper faz tributo a Nina Simone. Foto-Stefany Kaipper/ Divulgação
    As apresentações ocorrem às 22h, de terça a sábado, e às 21h no domingo. Os ingressos custam entre R$ 15,00 e R$ 25,00 e as reservas devem ser feitas pelo WhatsApp (51) 98233 7037.
    PROGRAMAÇÃO
    12 de novembro | Terça-feira | 22h
    Jorginho do Trompete e Max Sudbrack
    Ingressos: 
    R$ 15,00
    13 de novembro | Quarta-feira | 22h
    Lucas Brum Quarteto
     | Lucas Brum (guitarra), Augusto Santos (sax alto), Mateus Albornoz (baixo acústico) e Rafael Müller (bateria)
    Ingressos: R$ 20
    14 de novembro | Quinta-feira | 22h
    Nicola Spolidoro Quarteto 
    | Nicola Spolidoro (guitarra), Caio Maurente (baixo), Cristian Sperandir (piano) e Rafa Marques (bateria)
    Ingressos: R$ 20,00
    15 de novembro | Sexta-feira | 22h
    All Star Jazz Quartet
     | Marcelo Ribeiro (sax), Luiz Henrique “New” (piano), Luke Faro (bateria) e Fernando Petry (baixo)
    Ingressos: R$ 25,00
    16 de novembro | Sábado | 22h
    Tributo Nina Simone com Stefany Kaipper 
    | Guilherme Zanini (guitarra), Gabriel Neves (baixo), Rodrigo Hoerlle (bateria)
    Ingressos: R$ 20,00
    17 de novembro | Domingo | 21h
    Ghadyego Carraro Trio – Jazz de Fronteira
     | Ghadyego Carraro (baixo), Antonio Flores (guitarra) e Rafael Muller (bateria)
    Ingressos:  R$ 20,00
    SERVIÇO
    10º Jazz Week do London Pub
    Quando: 
    12 a 17 de novembro
    Horário: Terça a sábado, às 22h, e domingo, às 21h
    Onde: London Pub & Bistrô (Rua José do Patrocínio, 964 – Cidade Baixa)
    Ingressos: R$ 15,00 e R$ 25,00
    Reservas pelo whatsapp: (51) 98233 7037
  • A literatura feita por índios em discussão com Yaguarê Yamã e Daniel Munduruku, na Feira do Livro

    A 65ª Feira do Livro de Porto Alegre recebe nesta terça-feira, dia 12 de novembro, os autores indígenas Yaguarê Yamã e Daniel Munduruku. Eles participam de atividades com o foco na discussão sobre Educação e Literatura dos Povos Indígenas, como atrações do Ciclo O Autor no Palco, no Teatro Carlos Urbim: Yaguarê Yamã às 14h e Daniel Munduruku às 15h30.
    Já às 19h30, os escritores indígenas Daniel Munduruku e Yaguarê Yamã participam do Ciclo A Hora do Educador – A Literatura dos povos indígenas, no Teatro Carlos Urbim, com mediação de Rodrigo Venzon. A mesa-redonda é voltada para professores, bibliotecários e outros mediadores da leitura, professores e alunos da Educação para Jovens e Adultos.
    Sobre os autores indígenas:
    Yaguarê Yamã (Ozias Yaguarê Yamã Glória de Oliveira Aripunãguá), além de escritor de literatura infanto- juvenil e fantástica, é ilustrador, professor, geógrafo e ativista indígena amazonense, filho de pai sateré e mãe maraguá. Nasceu em Manaus (1973) e cresceu no paranã do Urariá, município de Nova Olinda do Norte, localidade de Novo Horizonte Yãbetue’y, aldeia indígena maraguá. Inicialmente viveu entre a aldeia, o
    interior ribeirinho (paraná do Limão) e as cidades de Parintins e Manaus, antes de morar por seis anos em  São Paulo, onde licenciou-se em Geografia pela UNISA – Universidade de Santo Amaro, e iniciar a carreira de professor, escritor, ilustrador e também palestrar temáticas indígenas e ambientais na companhia de
    importantes lideres indígenas.
    Em 2004 retornou ao Amazonas com o objetivo de retomar o processo de
    reorganização do povo Maraguá e de lutar pela demarcação de suas terras. Criou a ASPIM – Associação do Povo Indigna Maraguá, com sede em Nova Olinda do Norte, na qual militou por seis anos como vice- coordenador, diante das diversidades e ameaças de madeireiros e traficantes de animais e de drogas que atuam na região. É autor do projeto “De volta às origens” que atua na reorganização territorial dos
    descendentes de povos indígenas ressurgidos, e seu reconhecimento, além do resgate da cultura e da língua falada.
    No período de 2016\2017 atuou na Fundação Estadual do Índio – FEI, órgão do governo do estado do Amazonas, em Manaus, como Coordenador de Cultura. De volta a Nova Olinda do Norte, tem dado continuidade no movimento indígena no município, dessa vez visando a luta pelo território e a expansão do mesmo. Desde então, tem atuado em palestras por todo o Brasil.
    É autor de 26 livros. Alguns, com prêmios nacionais e internacionais como o Altamente Recomendável (FNLIJ), Wirth Ravens da Biblioteca de Munique (Alemanha) e os selecionados para a Feira de Bologna (Itália) e PNBE. Todos visando a inserção do índio na sociedade e a divulgação da cultura indígena sem preconceito e sem estereótipos, num movimento nacional denominado “Literatura Indígena”. Como ilustrador, é especialista em grafismos indígenas e tem trabalhos em seus próprios livros e participação em obras de outros autores. Nas artesplásticas tem participação na obra “Etnias do sempre Brasil”, da escultora Maria Bonomi, com duas placas de bronze, exposto no Memorial da América Latina, em São Paulo.

    Daniel Munduruku participa do Ciclo O Autor no Palco

  • Standards do jazz e da música instrumental brasileira com a Jazz Gig, na BPE

    No ano em que completa 15 anos de trajetória, o Jazz Gig volta ao projeto Chapéu Acústico, para apresentar standards do jazz e clássicos da música instrumental brasileira, no dia 12 de novembro (terça), a partir das 19h, na Biblioteca Pública do Estado (Riachuelo, 1190). O show possui no repertório, “Red Clay” (Freddie Hubbard), “Blue Train” (John Coltrane), “Equinox” (John Coltrane), “All Blues (MIles Davis)”, “Footprints” (Wayne Shorter) e “Blue Bossa” (Kenny Dorham). A entrada é gratuita ou mediante contribuição espontânea.

    O grupo foi criado em 2004, em Porto Alegre, onde se apresentou no Theatro São Pedro, Casa de Cultura Mario Quintana, Odeon Bar, London Pub, Café Fon Fon, Espaço Cultural 512, Bar Ocidente e Biblioteca Pública do Estado, em 2017, entre outros locais representativos da cena musical de Porto Alegre. Tem dois discos: “Standards”, gravado ao vivo na Casa de Cultura Mario Quintana, em 2009 e “Vol.2”, de 2016.  A atual formação é: Marcelo Campos (bateria), Rafa Capaverdi (guitarra), Leandro Hessel (piano/teclados), Luiz Mario Tavares (percussão), Marcelo Ribeiro (sax alto e soprano), Marcelo Figueiredo (sax tenor), Chico Gomes (trompete/flugelhorn) e Gustavo Pessota (baixo elétrico).

    Chapéu Acústico

    O produtor, publicitário e fotógrafo Marcos Monteiro assina a curadoria do projeto Chapéu Acústico, que tem movimentado o Salão Mourisco com shows de excelente qualidade, desde setembro de 2016. Os artistas locais tem a oportunidade de se apresentarem em um local com ótima acústica, na iniciativa que não possui qualquer patrocínio. Os cachês dos músicos são pagos a partir das contribuições espontâneas, que ocorrem no chapéu, como nas performances de rua, e vão inteiramente para os músicos.

    Serviço:
    Dia: 12 de novembro de 2019 (terça-feira)
    Hora: 19h
    Local: Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado do RS (Riachuelo, 1190 – Centro Histórico de Porto Alegre).
    Entrada franca/Contribuição espontânea.

  • Fabio Zimbres e Jaca, dois dos maiores ilustradores brasileiros, em exposição no Museu do Trabalho

    Mais que uma exposição, esse projeto que reúne dois dos maiores ilustradores brasileiros, é composto por mostras, livros e publicações. Desenhomatic LTDA, dos artistas Fabio Zimbres e Jaca,  traz exposições com trabalhos individuais dos dois artistas além de livros de artista, obras únicas em formato de livro e puboicações. Nas feiras de artes gráficas é comum a dupla fazer as publicações ao vivo.

    Desenho: Fabio Zimbres/ Divulgação

    O projeto vai ocupar o espaço expositivo do Museu do Trabalho, onde a maior parte das obras expostas será produzida no próprio Museu que servirá como atelier para os artistas nos dias anteriores à mostra. Telas, desenhos sobre papel, mini-tiragem de publicações e livros de artista farão parte da exposição. Um momento único e imperdível da cena gráfica brasileira reunida em Porto Alegre, no antenado Museu do Trabalho.

    Ilustração: Jaca/ Divulgação

    Ilustrador reconhecido internacionalmente, Jaca passou por vários jornais de Porto Alegre e São Paulo produzindo diariamente, além de ilustrar para revistas. Parte integrante da criação e edição das revistas de quadrinhos Dundum e Big Bang Bang, o artista também colaborou com várias publicações de quadrinhos no Brasil e exterior. Assina como ilustradores de vários livros infantis. Expõe regularmente na galeria que o representa, a Choque Cultural, em São Paulo onde está radicado há alguns anos, e em outras instituições e espaços de arte.

    Quadrinista, ilustrador, editor, designer e curador, Fabio Zimbres trabalha na imprensa desde 1989 quando se juntou à equipe que criou e editou a revista Animal. A partir daí se seguiram colaborações para diversas publicações como Folha de S. Paulo, Dundum, Níquel Náusea, Lapin e outras revistas no Brasil e exterior. Desde 1996 faz exposições individuais e atualmente é representado pela galeria Bolsa de Arte de Porto Alegre em Porto Alegre e São Paulo onde fez recentemente a exposição dupla Fantasma e Casa. Reside em Porto Alegre.

    Cartaz do projeto Desenhomatic/ Divulgação

     

    Trajetória da Desenhomatic LTDA

    Exposições:

    -Sobrado Dr. José Lourenço, Fortaleza, 2012

    -Bolha, Rio de Janeiro, 2014

    -Tokyo Art Book Fair, 2016

    Feiras:

    -Plana, São Paulo, 2013-2018

    -Parada Gráfica, 2014-2018

    -Tokyo Art Book Fair, 2016

    Publicações:

    -Desenhomatic Fortaleza (35 exemplares únicos e assinados, 2012)

    -Desenhomatic Plana (50 exemplares únicos e assinados, 2013)

    -Desenhomatic Plana 2 (250 exemplares únicos e assinados, 2014)

    -Estacionamento (100 cópias em serigrafia, 2016)

    DESENHOMATIC LTDA – Exposição de Fabio Zimbres e Jaca

    Abertura dia 12 de novembro, terça-feira, às 19h

    De 13 de novembro a 29 de dezembro de 2019

    Terça a sábado, das 13h30 às 18h30 / Domingos e feriados, das 14h às 18h30

    Entrada franca

    Museu do Trabalho – Rua dos Andradas, 230. Centro Histórico. Porto Alegre

    Fone: (51) 3227 5196

    Site: www.museudotrabalho.org

  • A expressão artística de 115 fotógrafos na exposição Street Expo Photo 2019

    A Livre Expressão Artística é o tema do trabalho de 115 fotógrafos, impressos em 14 paineis (2m x 1m), que poderão ser vistos na Street Expo Photo 2019, com abertura neste sábado, 9 de novembro, a partir das 16h, na escadaria Verão do Viaduto Otávio Rocha (parede do edifício Don Felipe – Borges de Medeiros esquina com Duque de Caxias). Levar a arte para a rua e proporcionar o público que não frequenta museus e galerias de arte, o acesso à fotografia, formando novos entusiastas desta linguagem é o objetivo do evento, que contará com participação de nomes da França, Portugal e Brasil, expondo duas obras cada. Com apoio do Sesc RS, o evento contará com uma intensa agenda de palestras, totalizando 17 atividades, todas gratuitas e sem necessidade de inscrição, sempre às 19h30min, na Sala Sérgio Napp da Casa de Cultura Mario Quintana e Auditório do Sesc Centro.

    A exposição a céu aberto, situada em um dos cartões postais de Porto Alegre, tem um papel democrático e de formação artística, por juntar grandes nomes da fotografia a emergentes, com um bom olhar. Helder Vinagre (França), J.P. Martins (Portugal); os brasileiros Mario Castelo, José Bassul e Luís Bering e os gaúchos Gilberto Perin, Nilton Santolin, Lidiane Bach, Alexandre Eckert e Guto Gutenberg são alguns dos participantes. A novidade desta edição é oferecer, nestas palestras, o máximo possível de assuntos referentes à fotografia, como técnicas, novas linguagens tecnológicas, conhecimento e história. Utilização de equipamento, fotografia de rua (street) e drones são alguns exemplos.

    Como cada fotógrafo tem sua busca artística, eu me preocupei em abranger todos os talentos, de uma forma contemporânea”, afirma Marcos Monteiro, que assina a idealização, coordenação e execução da iniciativa que tem a co-coordenadoria de Marcos Varanda, conceituado como curador e artista paulista. Publicitário, fotógrafo artístico e produtor musical, Marcos participou de diversas exposições, tendo criado, em 2015, a coletiva “Mosaicografia” na Casa de Cultura Mario Quintana, composta por um ciclo de palestras. No ano seguinte levou a iniciativa juntamente com Gilberto Perin, para o Largo Glênio Peres, onde foram expostas 450 fotos, de 162 fotógrafos, espalhadas por 20 painéis, conferidos por cerca de 350 mil pessoas.


    Serviço:
    Abertura: 9 de novembro (sábado), a partir das 16h.
    Local: Escadaria Verão do Viaduto Otávio Rocha/Edifídio Don Felipe (Borges de Medeiros – esquina com Duque de Caxias)
    Visitação: Diária (24h) até 9 de dezembro.
    Contato: Com o coordenador, Marcos Monteiro (99935-0608) ou assessora de imprensa Vera Pinto (99104-1372)
    Entrada franca. 

  • Ancestralidade, origem, heroísmo e destino no novo livro de Eliane Tonello

    Ancestralidade, origem, heroísmo e destino são alguns dos temas
    que orbitam a narrativa de “A espiral de gerações”, novela que
    Eliane Tonello autografa no sábado, 9 de novembro, às
    15h30min, na Praça de Autógrafos da 65ª Feira do Livro de
    Porto Alegre na Banca da AGEI.
    Para Soninha Porto “A autora mais uma vez, escolheu a Editora
    Somar, para lançar-se em nova produção textual, a novela A espiral
    de gerações, livro ilustrado com desenhos da própria autora. A edição
    apresenta traços fortes de vivências neste seu A Espiral de Gerações,
    com narrações bem escritas, que nos tocam intensamente e
    despertam a atenção do leitor”.
    Sobre a obra, Maria Helena Martins prefacia: “um texto
    desavergonhado, que não está para gratuidades. Se parece ignorar
    limites que as receitas do bem escrever indicam, a linguagem tem no
    jogo vocabular o truque maior, a força da expressão de sua escolha”.
    E para o psicólogo e professor Paulo Monteiro Ferraz:
    “Temporalidades permeáveis trazem, à maneira de espirais, a
    poeira genealógica que insiste em perseverar e a se reproduzir
    com diferentes personagens”.

    Sobre a autora
    Eliane Tonello é descendente de italianos, nasceu em Rondinha
    em 1972 e reside em Porto Alegre. Publicou os livros Tecendo a
    Sanidade: o Caso Arthur Bispo do Rosário, Melhor Ensaio 2017
    (Luminara Editoral), e Encontro nas Estações (Editora Somar,
    2018). Coautora de diversas antologias lusófonas com contos e
    poesias premiadas no Brasil, Lisboa, México e Genebra, e
    traduzidas para Braile, Inglês e Francês. Possui vários artigos
    científicos publicados e ensaios sobre psicanálise. Foi laureada
    com Prêmios Destaque – Carolina Maria de Jesus; Troféu Carlos
    Drumond de Andrade, Mário Quintana, Victória, Juan Sebastian
    Kern com o artigo Existe alguma relação entre alexitimia e câncer
    de mama?. É membro da Academia Feminina do Rio Grande do
    Sul; Academia de Letras do Brasil; Academia de Letras dos
    Municípios (Rondinha); Academia de Letras e Artes Castro Alves;
    Academia Luso-Suice, Academia Alphas 21 e outras. Membro
    honorário do Instituto Cultural Português. Recebeu a Comenda
    Escritor Graça Aranha – Embaixadora da Paz e do Meio-Ambiente
    e Comenda Beija-Flor, Excelência Cultural Poemas a Flor da Pele,
    Troféu Imprensa Sem Fronteiras. Embaixadora e Voluntária do
    Instituto da Mama do Rio Grande do Sul. Como psicóloga, tem
    especialização em Psicologia Hospitalar (HMV), Psicoterapia em
    Adultos (GAEPSI) e Adultos Maduros (Cyro Martins). Fez grupos
    de estudo sobre transgeracionalidade na Sociedade Brasileira de
    Psicanálise de Porto Alegre. É vice- Presidente da Sociedade de
    Psicologia do Rio Grande do Sul e Vice-presidente Nacional da
    Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (2019).

  • O bandolin de Elias Barboza e o acordeon de Matheus Kleber no Café Fon Fon

    Na próxima quinta-feira, dia 7 de novembro, o Café Fon Fon receberá um show de dois jovens e talentosos músicos gaúchos: Elias Barboza no bandolim e Matheus Kleber no acordeon.

    Matheus Kleber, melhor instrumentista na Moenda Instrumental de 2018

    A dupla mostrará ao público suas composições instrumentais, além de clássicos de Jacob do Bandolim, Sivuca e Paulinho da Viola. Tudo isto no formato intimista de duo, que proporcionará muitas dinâmicas, improvisação e a energia de uma amizade de longa data ao público.

    É a primeira apresentação oficial do duo, que já atua há cinco anos juntos no grupo Elias Barboza Quinteto, onde lançaram em 2018 o álbum Luminoso, premiado em 2019 no Prêmio Açorianos de Música, com Melhor Disco Instrumental e Melhor Compositor. Três músicas do CD já foram premiadas em festivais, inclusive com Matheus Kleber como melhor instrumentista em 2018 na Moenda Instrumental.

    Horário: 21 horas

    Local: Café Fon Fon, rua Vieira de Castro, 22

    Ingressos: R$ 25,00 no local