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  • “Percorre-me” propõe interlocução entre corpo e território
    Foto: Divulgação/JÁ

    “Percorre-me” propõe interlocução entre corpo e território

    A Exposição Percorre-me do fotógrafo João Albuquerque inaugura um novo momento do Studio d, espaço de saúde e cultura no bairro Rio Branco, em Porto Alegre, que tem como propósito promover bem-estar e qualidade de vida através do intercâmbio e encontros entre práticas e saberes. Percorre-me propõe uma interlocução entre o corpo humano e o território, entendendo-o como uma unidade geográfica que se conecta consigo mesma e com o planeta.

    A exposição, com curadoria de Cintia Del Pino, é composta por 12 fotos, preto e branco, tamanho 99cm x 67cm, que associa imagens da Bolívia a corpos brasileiros. Após visitar vários países latinos, João Albuquerque escolheu este país porque o faz lembrar um núcleo-coração de onde emerge toda a nossa latinidade e essência.

    Além de explorar territórios corporais, mostra a relação desses corpos com a cultura latino-americana e como lidam com a limitação das fronteiras geográficas. “Entender a singularidade na pluralidade do povo latino-americano é a chave para abraçar a humanidade como o único organismo vibrante”, resume Albuquerque.

    João Albuquerque é pernambucano, radicado em Porto Alegre, estudou fotografia, em Recife, e Semióticas Artísticas de Produções Contemporâneas, em Porto Alegre. Ele explica que o trabalho surgiu por uma necessidade de escape: “Prestar atenção nas cenas, nas cores e no que eles poderiam traduzir. Pessoas em seus variados contextos, paisagens e detalhes são a minha inspiração.”

    Studio d

    O Studio d foi pensado inicialmente para aulas de Pilates, atendimento fisioterapêutico e assessoria ergonômica. Segundo sua fundadora, Daniela Lagranha, “é de extrema relevância ampliar nossos entendimentos a respeito de saúde e, para que isto aconteça, é fundamental pensarmos na cultura como uma via colaborativa para acessar o corpo na sua integralidade, na relação consigo mesmo, com os ecossistemas e com o planeta, pois a nossa saúde depende da saúde do planeta e destas correlações”.

    A exposição Percorre-me está no Studio d, com hora marcada para visitação, respeitando todos os protocolos de prevenção da Covid-19, até o dia 16 de outubro.

    Mais informações e agendamento:

    Instagram: @studio.d poa

    Telefone: (51) 98144-2001

    Endereço: Giordano Bruno 312, sala 2, Porto Alegre/RS

     

  • Araújo Vianna reabre com Maria Rita e tem Alceu Valença, Erasmo, João Bosco e Caetano até o fim do ano
    Foto: Maria Ana Krack/PMPA

    Araújo Vianna reabre com Maria Rita e tem Alceu Valença, Erasmo, João Bosco e Caetano até o fim do ano

    O Auditório Araújo Vianna reabre neste sábado (9),após 20 meses fechado  por conta da pandemia da Covid-19.

    Nesse tempo além de “eventos-teste”, a casa passou por  as obras de reforma como  reforços estruturais, revitalização e paisagismo.

    Ao todo foram investidos R$ 2,5 milhões pela Opinião Produtora que administra o local.

    O show de reabertura da casa  cantora Maria Rita às 20h, com o espetáculo Samba da Maria, às 21h,  De acordo com os protocolos sanitários, o auditório está autorizado a receber o público máximo de 2.100 pessoas.

    Até o fim do ano diversos artistas estaduais e nacionais passarão pelo anfiteatro.

    Agenda do Auditório Araújo Vianna 2021 

    16 de outubro – Vera Loca

    5 de novembro – Gabriela Rocha

    6 de novembro – Queen Celebration in Concert

    13 de novembro – Humberto Gessinger

    19 de novembro – Alceu Valença

    20 de novembro – Paulo Ricardo

    26 de novembro – Diogo Nogueira

    27 de novembro – Erasmo Carlos

    4 de dezembro – Maneva

    9 e 10 de dezembro – Roupa Nova

    11 de dezembro – Armandinho (ingressos esgotados)

    12 de dezembro – João Bosco & Trio

    16 de dezembro – Alcione

    17 de dezembro – Belo (ingressos esgotados)

    18 de dezembro: Caetano Veloso

    *Com informações da Prefeitura

  • Espetáculo “Fueguitos” une principais grupos de dança flamenca do Rio Grande Sul
    Andrea Franco. Foto: Rafael do Canto/ Divulgação

    Espetáculo “Fueguitos” une principais grupos de dança flamenca do Rio Grande Sul

     

    O coletivo Flamenco RS apresenta o espetáculo “Fueguitos”, idealizado de forma cooperativa e integrada. Pela primeira vez, dez núcleos de dança flamenca do Rio Grande do Sul, reunindo mais de 30 artistas e técnicos, se unem para a concretização de um movimento artístico potente.

    Fueguitos tem como pano de fundo o contexto de pandemia, a reflexão sobre a espécie humana e a sua capacidade de reinvenção, como o fogo que necessita de oxigênio para manter viva a sua chama. A experiência da pandemia, apesar de todos os desafios enfrentados diariamente, trouxe novas possibilidades de escritas corporais e linhas poéticas multifacetadas e inovadoras.

    Ana Candida. Foto: Daniel Nunes/ Divulgação
    A linha artística condutora está baseada em dois poemas, “Un mar de fueguitos”, de Eduardo Galeano, e “Traduzir-se”, de Ferreira Gullar, por onde transitarão as ações coreográficas, as paisagens musicais e os ambientes visuais – em formato híbrido de apresentação (palco e audiovisual) – numa criação inédita, inspirada na experiência atual e nas trajetórias de cada núcleo flamenco.
    Andressa Zahara. Foto: Fábio Zambom/ Divulgação
    Nesse histórico movimento, que marca não somente a força da coletividade, como também a retomada das atividades artísticas na cidade, núcleos flamencos mais antigos do estado como o Alumbra España, Tablado Andaluz, Silvia Canarim Companhia de dança, Cadica e Del Puerto, alinharam desejos e uma vontade imensa de voltar à cena, com grupos mais recentemente formados, como a Palo Santo, Graziela Silveira Companhia de dança (Canoas), Zahara, Serrana Del Sur (Caxias do Sul), Campana Flamenca (Novo Hamburgo), e assim, dias 08 e 09 de outubro, em formato híbrido, com transmissão ao vivo do Teatro do CHC Santa Casa e com presença de público nas dependências do teatro da Santa Casa –  prometem juntos levar à cena a emoção por estarem de volta aos palcos, assim como, o respeito e a paixão pela arte flamenca, essência que os une e expressão cultural que encanta nos quatro cantos do planeta. A trilha sonora será executada ao vivo pelos músicos Giovani Capeletti (Guitarra Flamenca), Pedro Fernández (Voz e Percussão) e Leonardo Dias (Flauta transversal).
    Carmen Pretto. Foto: Claudio Etges/ Divulgação

    Os ingressos estão à venda na plataforma Sympla, nas modalidades presencial e online, que possibilitará o acesso de amantes do flamenco de todas as regiões do Brasil e, quiçá, do mundo. Maiores informações no Instagram flamenco.rs

    Coletivo Flamenco.RS apresenta o espetáculo FUEGUITOS

    Dias 08 e 09 de outubro, às 20h, em formato híbrido – presencial e online.

    Teatro do CHC Santa Casa – Av. Independência, 75 – Independência, Porto Alegre, RS

    Daniele Zill. Foto: Clara Assenato/ Divulgação

    Ingresso PRESENCIAL (lugares limitados): R$ 50 e R$25 (meia-entrada) na plataforma Sympla:

    DIA 08/10 – 20H >> https://bit.ly/PresencialSextaFUEGUITOS

    DIA 09/10 – 20H >> https://bit.ly/PresencialSabadoFUEGUITOS

    Emily Borghetti. Foto: Fábio Zambom/ Divulgação

    Ingressos ONLINE: R$10 e R$50 na plataforma Sympla

    DIA 08/10 AO VIVO – 20H >> https://bit.ly/OnlineSextaFUEGUITOS

    DIA 09/10  AO VIVO – 20H >> https://bit.ly/OnlineSabadoFUEGUITOS
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    Ficha técnica

    Criação: Coletivo Flamenco RS

    Direção artística:

    Ana Paula Bitencourt

    Andréa Franco

    Giovani Capeletti

    Graziela Silveira

    Julina Prestes

    Robinson Gambarra

    Graziela Silveira. Foto: Adriana Marcchiori/ Divulgação

    Elenco/interpretes:

    Ana Bittencourt (Alumbra España)

    Ana Cândida (Campana Flamenca)

    Andréa Franco (Tablado Andaluz)

    Andressa Porto (Zahara)

    Anita (Cadica)

    Carmen Pretto (Alumbra España)

    Daniele Zill (Del Puerto)

    Denise Ribeiro (Cadica)

    Emily Borguetti (Cadica)

    Giovanna Alvarenga (Alumbra España e Zahara)

    Gisele Sousa (Zahara)

    Graziela Silveira (Graziela SIlveira Cia de Dança Flamenca)

    Heloísa Polese Machado (Zahara)

    Iessa Medeiros (Alumbra España)

    Juliana Prestes (Del Puerto)

    Karime Domit ( La Serrana Caxias)

    Karine Silva (La Serrana Caxias)

    Lali Garrido (Zahara)

    Lucimara Lopes (Alumbra España)

    Marcela Gonzaga Schramm (Tablado)

    Marilene Porawski (Zahara)

    Nina Borguetti (Cadica)

    Robinson Gambarra (Palo Santo)

    Silvia Canarim (Silvia Canarim Cia de dança)

    Simone Rosales (Alumbra España)

    Uilian Maciel (Serrana Caxias)

    Uyara Camargo (Serrana Caxias)

    Valéria Alves Lindermann (Tablado)

    Giovani Capeletti. Foto: Carlos Sillero/ Divulgação

    Trilha Sonora:

    Giovani Capeletti: Guitarra Flamenca

    Pedro Fernández: Voz e Percussão

    Leonardo Dias: Flauta transversal

    Juliana Prestes. Claudio Etges/ Divulgação

    Coreografia:

    Juliana Prestes (abertura) e Coletivo Flamenco RS

    Arte visual: Emily Borghetti

    Figurinos, adereços e cenário:

    Coletivo Flamenco RS

     

    Projeto de luz e operação: Leandro Gass (DRT 016325)

    Operação de som: Bruno José Klein Jr (DRT 894)

    Gravação e mixagem de áudio: Rafael Siqueira

    Filmagem e edição de vídeo:

    Alen Roos / Black Fox Vídeo Produtora

    Karime Domit. Foto: Solange Avelino/ Divulgação

    Produção executiva:

    Andréa Franco

    Carmen Pretto

    Daniele Zill

    Giovanna Alvarenga

    Assistência de produção: Denis Gosch

    Direção de Produção: Daniele Zill
  • Eternizada por Mercedes Sosa, Bibiana Dulce e Antonio Flores revisitam “Alfonsina y El Mar “
    Bibiana Dulce e Antonio Flores. Foto Daison Flach e Marcos Monteiro/ Divulgação

    Eternizada por Mercedes Sosa, Bibiana Dulce e Antonio Flores revisitam “Alfonsina y El Mar “

    No dia 13 de outubro, a cantora e intérprete uruguaia Bibiana Dulce e o violonista e guitarrista Antonio Flores lançam, em todas as plataformas digitais o single Alfonsina y El Mar. No mesmo dia, às 20h, também será lançado o clipe, dirigido por Rafael Vebber, no canal da Bibi Jazz Band no YouTube.

    A força lírica da poeta Alfonsina Storni (Sala Capriasca, Suíça 29 de maio de 1892 — Mar del Plata, Argentina, 25 de outubro de 1938), foi celebrada pelo canto de Mercedes Sosa (1935 – 2009) nesta canção, parceria do pianista Ariel Ramirez (1921 – 2010) com o historiador Felix Luna (1925 – 2009), na qual a cantora e os compositores argentinos dramatizam a morte escolhida da poetisa, há oito décadas. Alfonsina tinha apenas 46 anos quando escreveu – em um momento de solidão amorosa e de agonia causada por um câncer de mama – o poema Voy a Dormir e se jogou nas águas de Mar del Plata.

    A música foi apresentada pela primeira vez, em 1969, no disco Zamba Para no Morir, e, após 52 anos de sua composição, Alfonsina y El Mar ainda é uma referência no cancioneiro popular. “Nem todas as canções têm a força e a veracidade que contém esta história. A vida de Alfonsina foi marcada por diversas dificuldades, antes mesmo do seu nascimento, e nos mostra, mais uma vez, como a estrutura patriarcal pode oprimir a vida artística e pessoal de uma mulher”, destaca Bibiana.

    Poeta necessária

    Alfonsina, migrante estrangeira na Argentina e mulher num campo cultural dominado por homens, era ímpar. A desenvoltura entre a alta sociedade portenha e os meios anarquistas e a convicção ateia tornaram sua obra particularíssima. Se por um lado era reconhecida como uma das maiores poetas em seu meio – foi premiada, publicada em Madri, traduzida ao francês e ao italiano em vida -, por outro era objeto de preconceitos de gênero e classe social. Relê-la no Brasil de 2020 é fundamental, quando a boçalidade generalizada e os mais diversos preconceitos recrudescem.

    FICHA TÉCNICA
    Single Alfonsina y El Mar
    Voz: Bibiana Dulce
    Guitarra: Antonio Flores
    Gravação: Casa de Música TEC ÁUDIO
    Mixagem e masterização: Antonio Flores
    Captação e edição de vídeo: Rafael Vebber
    Fotografia: Rafael Vebber e Bibiana Dulce
    Produção: Rafael Vebber

  • Músicos gaúchos, Hugo Pilger e Ney Fialkow,, estão concorrendo ao Grammy Latino na Categoria música clássica
    O álbum “Claudio Santoro: a obra integral para violoncelo e piano”, de Hugo Pilger e Ney Fialkow, é o único brasileiro na categoria de música clássica. Foto: Leo Aversa/ Divulgação

    Músicos gaúchos, Hugo Pilger e Ney Fialkow,, estão concorrendo ao Grammy Latino na Categoria música clássica

    No mês de novembro, em Las Vegas (EUA), o mundo vai conhecer os vencedores entre os que se destacaram na indústria fonográfica íbero-americana. Um álbum brasileiro concorre ao Grammy Latino 2021 na categoria música clássica,uma das mais importantes da cena musical internacional. O Cd “Claudio Santoro: a obra integral para violoncelo e piano”, dos gaúchos Hugo Pilger e Ney Fialkow, traz a obra do compositor amazonense de renome internacional. O disco está entre os cinco finalistas, do total de 108 álbuns inscritos nesta categoria.

    Eu soube da indicação por uma mensagem que recebi de Marcos Abreu, um engenheiro de som com quem já trabalhei. Ele estava me parabenizando sem eu saber de nada. Depois, avisei o Hugo. Ele, incrédulo, foi consultar o site do Grammy para conferir, antes de acreditar de fato”, relembra Ney. Lançado em junho do ano passado de forma virtual, o álbum foi uma produção independente, contando com o apoio do Estúdio Visom Digital, no Rio de Janeiro, onde foi gravado e masterizado às vésperas do início da pandemia no Brasil, em março de 2020.  Quem faz música no Brasil sabe o que significar lançar, de forma independente, um álbumPor isso, estar entre os melhores do mundo íbero-americano já nos enche de orgulho e alegria”, comenta Ney.

    O CD é o primeiro que traz a obra completa do compositor amazonense para violoncelo e piano, sendo que quatro das sete obras apresentadas foram gravadas pela primeira vez. “Levantamos o repertório do zero. Foi uma imersão total, uma experiência memorável. Posso garantir que 95% dos violoncelistas não conhecem as peças de Santoro – da espetacular Sonata 4, por exemplo, recebemos o manuscrito e, em função desta gravação, foi finalmente editada pelo filho do compositor Alessandro Santoro”, diz Hugo.

    O álbum tem duração de 77minutos, com músicas que datam de 1943 até 1982. De idioma rico e variado, Santoro (1919-1989) é um dos grandes compositores brasileiros, com uma produção vasta em diversos gêneros musicais. “Ele escreve magistralmente para o violoncelo e para o piano, combinando elementos de vanguarda e nacionalismo musical, sempre com profunda e contundente expressividade e sensibilidade”, afirma Ney. Para Hugo, Santoro é um dos grandes compositores eruditos do mundo. “Um projeto desta natureza trará foco para a obra de Santoro dedicada ao violoncelo e piano e certamente contribuirá para que o compositor seja mais conhecido no Brasil e no exterior”, afirma Hugo.

    O disco “Claudio Santoro: a obra integral para violoncelo e piano” concorre ao lado de outros quatro álbuns: a gravação de Jordi Savall das primeiras cinco sinfonias de Beethoven; Latin America Classics, do pianista Kristhyan Benitez; Music from Cuba and Spain, do violonista Manuel Barrueco; e Tres historias concertantes, com o pianista Héctor Infanzón e o maestro Konstantin Dobroykov. Para o Hugo, que já tem experiência no Grammy, pois foi indicado duas vezes, e Ney, estar entre os cinco finalistas é algo memorável. “A indicação ao Grammy Latino é uma grande conquista” dizem músicos gaúchos.

    O CD “Claudio Santoro: a obra integral para violoncelo e piano”, de Hugo Pilger e Ney Fialkow  pode ser adquirido no site da Loja Clássicos (www.lojaclassicos.com.br), Livraria Bamboletras e nas principais plataformas digitais

  • Imagens em movimento, na mostra “As cidades oníricas”, de Manoel Petry

    Imagens em movimento, na mostra “As cidades oníricas”, de Manoel Petry

     

    Fotos que viram pintura e trazem a arte do inesperado. A exposição “Cidades Oníricas”, do fotógrafo e publicitário Manoel Petry, revela a inquietude do artista em 28 imagens em overlaps. Com a curadoria do artista e arquiteto Fábio André Rheinheimer, a mostra começa no dia 9 de outubro e segue até 20 de novembro no Espaço Cultural Correios, localizado na Av. Sete de Setembro, Nº1020, no Centro Histórico, em Porto Alegre. Imagens e informações da exposição também estão disponíveis no link: https://manoelpetry.com/exposicao-cidades-oniricas/.

     

     

    O fotógrafo Manoel Petry. Foto Manoella Petry/ Divulgação

    Em uma trajetória de mais de 25 anos na fotografia, ele levou suas obras para 12 exposições nacionais. Em Milão, em Paris e em Bruxelas, lançou o livro e a exposição “The Power of the Land”, com imagens de famílias que produzem alimentos no campo no Brasil. Seus registros fotográficos já passaram pelo universo corporativo, pelas fotos de produto, pela perfeição gastronômica, como nas imagens para o livro do Chef Mauro Souza, do Hotel Sheraton Porto Alegre, e pelos instantâneos do fotojornalismo esportivo.

     

    Mas é no imprevisível, proporcionado pela técnica do overlapping, que Petry se encontrou como artista. “A obra nasce das múltiplas exposições em um mesmo fotograma. A sobreposição muda tudo e me encanta criar um resultado que nunca vai se repetir. Com a técnica, consigo trazer um pouco da pintura para a foto. O movimento da câmera é o meu pincel e a luz é a minha tinta”, explica o fotógrafo.

    Para o curador Fábio André Rheinheimer, a obra do artista dissocia-se do significado funcional e dos parâmetros arquitetônicos explícitos que definem a paisagem urbana para propor uma releitura poética desses espaços urbanos consolidados. “Em “Cidades Oníricas”, Manoel Petry exercita uma linguagem visual particular e propõe um instante intangível de realidade. Desse modo, ruas, avenidas e edificações são desprovidas de quaisquer parâmetros óbvios, e assim submetidas à releitura. Enquanto subtrai da cidade algum elemento icônico recorrente, o artista concebe um ambiente isento de memórias, fictício, transversal a quaisquer referências edificadas, um convite ao devaneio”, conclui Rheinheimer.

    Exposição “Cidades Oníricas” de Manoel Petry
    Curadoria Fábio André Rheinheimer
    Abertura: 9 de outubro de 2021, das 10h às 17h;
    Visitação: 9 de outubro a 20 de novembro – ter. a sab. das 10h às 17h;
    Local: Espaço Cultural Correios
    Endereço: Av. Sete de Setembro, 1020, Centro Histórico, Porto Alegre

  • Pâmela Amaro recebe percussionistas carioca e paulista na live  “No avesso do Samba”
    A gaucha Pamela Amaro recebe duas percussionistas na sua live.Foto: Divulgação

    Pâmela Amaro recebe percussionistas carioca e paulista na live “No avesso do Samba”

     

    As próximas convidadas da live “No Avesso do Samba”, que a cantora Pâmela Amaro promove mensalmente no seu Instagram, são percussionistas e pesquisadoras de cultura popular. Alma da Lívia é carioca, cantora, artista plástica, artesã, compositora e musicista; Rayra Maciel é paulista e é uma das musicistas da percussão que gravou, diretamente de São Paulo, no disco “Samba às Avessas”, que a anfitriã deve lançar em 2022. Elas estarão conversando no dia 13 de outubro, quarta-feira, às 20h, sobre o tema “Percussão e Cultura Popular” (confira detalhes no “Serviço”).

    No Avesso do Samba são lives de bate-papo em que a sambista Pâmela Amaro convida mulheres que são lideranças e referências dentro do universo da música, em diversas áreas como nas culturas populares, na produção musical, na pesquisa e na criação artística. Estes encontros “ao vivo” têm por objetivo enriquecer o processo criativo do disco “Samba às Avessas”, primeiro álbum autoral da cantora e compositora que tem patrocínio da Natura Musical, por meio da Lei Estadual de Incentivo (LIC). O projeto está em fase de gravação e tem previsão de lançamento em 2022.

    Novo disco

    A ideia de um samba às avessas trazida no contexto do novo disco consiste em (re)conhecer o samba a partir das narrativas trazidas pelo olhar das mulheres. O avesso é olhar pelo lado da matriarcalidade, significa ver pelo lado de dentro, ir a fundo à busca de mostrar o ponto que não se vê. Sendo assim, a cada dia 13, ela convida o público a conhecer trajetórias de mulheres que merecem ser cada vez mais valorizadas e reverenciadas pelos papeis que desenvolvem nas suas comunidades.

    O dia 13 é marcado pelo Dia da Sambista, aniversário de Dona Yvone Lara e, também, da sambista gaúcha Zilah Machado; dia de falar de samba com mulheres. Em sua primeira edição, Pâmela convidou a cantora e compositora Nilze Carvalho e a produtora cultural e jornalista Silvia Abreu; na segunda livre recebeu as jongueiras, Mestra Marcia Cunha e sua filha Luciana Carvalho. Em junho, conversou com as cantoras Glau Barros e Marietti Fialho; em agosto recebeu Sherol dos Santos e Fernanda Oliveira, do Coletivo Atinukés. Em setembro, a atriz Vera Lopes e a professora Naiara Silveira foram as convidadas.

    Sobre Pâmela Amaro:

    Pâmela Amaro é atriz, cantora, musicista, arte-educadora e compositora porto-alegrense. Nos últimos anos, tem se destacado como uma das vozes do samba no estado do RS, principalmente, a partir das composições que abordam temas variados, sempre positivando narrativas acerca das mulheres negras. Ativista cultural, toca cavaquinho, percussão e tem longo caminho na cena teatral elencando grupos como Usina do Trabalho do Ator (RS), Grupo Caixa Preta (RS), Turma do Pé Quente (RS), com atuação no cinema e em musicais. Integrou grupos musicais formados por mulheres musicistas, destes o mais atual é o grupo Três Marias. Em 2020, lançou seu primeiro EP solo, Veneno do Café, apresentando sua veia no samba de partido alto.  No mesmo ano, a artista foi contemplada pela Natura Musical para realizar a produção do seu primeiro álbum, Samba às Avessas, atualmente em fase gravação.

     

    Alma da Lívia, uma das convidadas. Foto: Divulgação

    Alma da Lívia

    Alma da Lívia é carioca, cantora, brincante da cultura popular, artista plástica, artesã, compositora e musicista. Aos 18 anos, iniciou uma pesquisa independente de resgate e salvaguarda cultural de gêneros musicais de matrizes africana e indígena, nos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás, por meio de vivências em quilombos, aldeias indígenas, comunidades de terreiro, rurais e urbanas, com seus mestres e discípulos. É integrante da companhia de cultura maranhense e carioca, Cia. Mariocas, e do grupo de Capoeira Angola, Mocambo de Aruanda. Além disso, se dedica às manifestações de jongo, capoeira, Bumba meu Boi do Maranhão, tambor de crioula, samba e coco de roda. Dessa forma tece sua missão cultural, guardando, aprendendo e ensinando em busca de manter as tradições do seu povo.

    Rayra Maciel, é pesquisadora e percussionista. Foto: Divulgação

    Rayra Maciel

    Rayra Maciel teve seu primeiro contato com a percussão nas oficinas culturais de Diadema, formada na Fundação das Artes de São Caetano do Sul em Música/Percussão e na Ação Claretiana de Educação em Licenciatura Musical. Como percussionista, já participou de peças teatrais como “Dois a duas”, distinguida com o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA); do espetáculo “Patética”, da Cia. Estável de Teatro; “Os desastres da guerra”, episódio do projeto A Extinção é para Sempre, de Nuno Ramos. Percussionista das bandas Forró di muie, Banda Manatiana, duo Ymã e da cantora e compositora Mc Tha.

     

    Acesse os canais de comunicação da artista:

    Instagram https://www.instagram.com/apamelaamaro/

    Facebook: https://www.facebook.com/apamelaamaro

    Youtube: https://www.youtube.com/c/APamelaAmaro

  • “As breguetes”, Adriana Deffenti e Alexandra Scotti resgatam músicas dos anos 1980
    As breguetes : Foto: Adriana Deffenti/ Divulgação

    “As breguetes”, Adriana Deffenti e Alexandra Scotti resgatam músicas dos anos 1980

    No dia 8 de outubro (sexta-feira), as cantoras Adriana Deffenti e Alexandra Scotti estreiam no Espaço 373 um show que, segundo a Wikipedia, traz a “música romântica popular de baixa qualidade, com exageros dramáticos ou ingenuidade”, mais conhecido como “brega”. No repertório, o auge da MPB dos anos 1980 que marcaram uma geração que assistia, por exemplo, aos programas Globo de Ouro e Cassino do Chacrinha: “Escrito nas Estrelas”, imortalizada na voz de Tetê Espíndola, e “Muito Estranho”, de Dalto, além de clássicos de Wando, do Roupa Nova e até do grupo Dominó.

    Regado com intervenções cênicas das “cantrizes”, compartilhando temas como envelhecimento, relacionamentos e memes pessoais,As Breguetes trazem para o palco uma amizade de quase 30 anos, baseada na lealdade e no bom humor.

    “Uma sempre fez participação no show da outra, mas é a primeira vez que estreamos juntas um espetáculo divertido com música, dança e encenação. Nos conhecemos mais ou menos nessa época, década de 80, portanto nosso repertório só poderia ser de sucessos, o Lado A, para o público cantar junto e, também se divertir, sobre a passagem do tempo, do nosso tempo”, diz Alexandra.

    O show ocorre às 21h e os ingressos custam R$ 50 antecipado, no site da Eventbrite, e R$ 60 na hora.

    SERVIÇO
    As breguetes – Adriana Deffenti e Alexandra Scotti
    Quando: 8 de outubro | Sexta-feira
    Horário: 21h (a casa abre às 19h)
    Onde: Espaço 373 – Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta
    Ingressos: R$ 50 antecipado | R$ 60 na hora
    Reservas antecipadas pela plataforma Eventbrite: https://www.eventbrite.com.br/e/as-breguetes-adriana-deffenti-e-alexandra-scotti-tickets-180275628257
    Reservas por whats: 51 9 81423137 | 51 9 98902810

  • Cineasta amazonense Z Leão, ministra oficina de Alfabetização Audiovisual na CPA
    Z Leão e a turma de alunos. Foto: Divulgação

    Cineasta amazonense Z Leão, ministra oficina de Alfabetização Audiovisual na CPA

    O cineasta e produtor amazonense, Z Leão, vai ministrar uma oficina de Alfabetização Audiovisual dentro da programação do Festival Cinemateca Paulo Amorim, instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac). A oficina é gratuita e será realizada no formato presencial nas tardes de 2 a 8 de outubro em espaços da Casa de Cultura Mario Quintana e da Cinemateca Paulo Amorim.

    As vagas são limitadas para 20 participantes e o único requisito é a idade mínima de 15 anos. Haverá certificado para quem cumprir todos as etapas do curso. O link para inscrições está disponível na bio do instagram da Cinemateca Paulo Amorim e do Iecine RS.

    A proposta da oficina de Alfabetização Audiovisual é oferecer repertório de linguagem cinematográfica para os participantes de uma maneira prática e lúdica. Durante os encontros, o cineasta Z Leão vai trabalhar todas as etapas da produção de um filme, começando pelo roteiro e direção e culminando com a realização de um conjunto de curtas-metragens. Os temas de cada filme serão definidos pelos próprios alunos, durante o curso. “Queremos oferecer todos os conhecimentos para que os participantes revelem as leituras do seu mundo cotidiano”, destaca Z Leão, que pretende incluir no programa da oficina questões socioambientais e reflexões sobre a biodiversidade ligados às suas vivências na Amazônia. O cineasta é um divulgador entusiasmado do estado onde nasceu e traz referências de várias culturas em sua produção autoral, como a indígena, a ribeirinha e a cabocla.

    Z Leão, responsável pelo projeto. Foto: Divulgação

    Democratizar o audiovisual

    Z Leão começou a trabalhar com cinema aos 15 anos e, desde então, tem como objetivo democratizar o audiovisual e ampliar os conhecimentos da sétima arte para todos os públicos. Ao longo da sua trajetória, o cineasta realizou mais de 200 oficinas e minicursos de cinema em estados como Roraima, Rondônia, Amazonas e Rio Grande do Sul para um público de cerca de 5 mil pessoas. No total, já foram produzidos mais de 1.500 filmes de curtas-metragens, com uma intensa troca de experiências entre os participantes.

    A Oficina de Alfabetização Audiovisual integra o Festival Cinemateca Paulo Amorim, com patrocínio do Banrisul, Icatu Seguros e Rio Grande Seguros, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A atividade conta com a parceria do Instituto Estadual de Cinema e RS Criativo.

    Oficina de Alfabetização Audiovisual

    Quando: De 2 a 8 de outubro (de sábado a sexta-feira), com encontros diários

    Hora: das 14h às 17h30min

    Onde: Casa de Cultura Mario Quintana e Cinemateca Paulo Amorim

    Conteúdo programático das oficinas

    1º Dia
    Aulas de Roteiro com desenvolvimento da história e formatação do enredo.

    2º Dia
    Aula de Direção de Produção, Direção de Arte e Figurino: demonstrando cada etapa do passo a passo dessas funções, nas fases de Pré-Produção, Produção e Filmagem.

    3º Dia
    Aula de Direção e Interpretação com abordagem do entendimento do processo de preparação do diretor e atores para melhor se tornarem personagens da história.

    4º Dia
    Aulas de Direção de Fotografia com entendimento dos enquadramentos de cada plano e das cenas para contarem a história.

    5º e 6º Dias
    Filmagens dos curtas- metragens propostos pelos alunos.

    7º Dia
    Exibição dos curtas produzidos pelos alunos e entrega dos certificados.

  • Arte como Ciência apresenta  “Infância e cena contemporânea”  com  Melissa Ferreira

    Arte como Ciência apresenta “Infância e cena contemporânea” com Melissa Ferreira

    O projeto Arte como Ciência segue investigando a relação entre o universo infantil e a cena. O assunto já foi abordado no especial de janeiro, por artistas-cientistas de oito países e, em fevereiro, pelo pesquisador cubano Luvel García Leyva. Em outubro, o projeto convida a artista, pesquisadora e professora na área das artes cênicas Melissa Ferreira para falar sobre Infância e Cena Contemporânea. A live acontece no dia 05 de outubro, às 14:30, com transmissão pelo youtube no canal do projeto e integra a programação do Simpósio Internacional –  Artes da Cena e Infâncias: Crianças como performers, organizado por Melissa.

    Autora do livro Isto não é um ator: O teatro da Socìetas Raffaello Sanzio (Perspectiva, 2016), ela, atualmente, desenvolve o projeto de pós-doutorado “Presenças da Infância na Cena Contemporânea” no Instituto de Artes da Unicamp e no Martin E. Segal Theatre Center da City University of New York com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

    Para Melissa, a prática artística está integrada às suas pesquisas acadêmicas em projetos que promovem parcerias criativas entre crianças e artistas e em performances autobiográficas nas quais apura a própria infância.

    Melissa Ferreira. Autorretrato/ Divulgação

    Ela examina processos criativos, espetáculos teatrais, performances e programas formativos com o objetivo de entender as implicações políticas, estéticas e éticas da participação de crianças em práticas artísticas contemporâneas. “O reconhecimento de que são produzidos saberes específicos em experiências artísticas com crianças pode revelar caminhos para a consolidação das pesquisas em artes, nas quais os movimentos criativos são parte da análise e para a renovação das concepções de educação e de formação em outras áreas do conhecimento”, afirma.

    O Simpósio Internacional ‘Artes da Cena e Infâncias: Crianças como Performers’ acontece de forma online nos dias 05, 07, 13 e 20, 27 de outubro e 04 de novembro de 2021. O evento, coordenado por Melissa, é uma iniciativa do Laboratório de Atuação e Saberes da Prática e do Programa de Pós-graduação em Artes da Cena do Instituto de Artes da Unicamp. Por meio de palestras e encontros com artistas, o Simpósio estimulará reflexões sobre a participação de crianças como performers e colaboradoras na cena teatral contemporânea.

    Sobre a entrevistada:

    Melissa Ferreira é diretora teatral, performer, pesquisadora e docente na área das artes cênicas. Autora do livro “Isto não é um ator – O teatro da Socìetas Raffaello Sanzio” publicado pela editora Perspectiva em 2016. É doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina, com residência de pesquisa na sede da companhia Socìetas Raffaello Sanzio, em Cesena, na Itália. Mestre em Teatro e graduada em Artes Cênicas pela UDESC. Integrante dos seguintes grupos de pesquisa (CNPq): “Percursos de Performatividade: Mediterrâneo, África, Américas” (UDESC), “Pedagogia do Teatro” (UDESC) e “Os processos criativos nas artes da cena e os saberes da prática” (UNICAMP). Como artista, participou de festivais no Brasil, Itália, Alemanha e Costa Rica. Atua principalmente nas seguintes áreas: pedagogia do ator, do teatro e da performance, direção teatral e produção cultural. Foi professora do Departamento de Artes Cênicas da UDESC de 2009 a 2017. Fez estágio pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal de Ouro Preto, de 2015 a 2018, com bolsa CAPES. Em 2019-2020 fez estágio de pesquisa no Martin E. Segal Theatre Center, na City University of New York (CUNY), como parte do pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em Artes da Cena da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com o projeto “Presenças da infância na cena contemporânea”, com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

    Serviço:

    Arte como Ciência | Episódio 09

    Episódio do Arte como Ciência em parceria com o  CBTIJ/ASSITEJ Brasil e participação de Melissa Ferreira.

    Data: 05 de outubro de 2021 |  terça-feira | 14:30 (BRT)

    Locais: Canal artecomociencia no youtube – via endereço ->https://youtu.be/x8rk4ebzfIk

    Página do Facebook Arte como ciência – via endereço -> https://www.facebook.com/artecomociencia/videos/

    Breve histórico do projeto:

    Arte como Ciência surgiu em 2020, durante a pandemia da COVID-19, para discutir o papel social da arte por meio de diálogos entre profissionais que realizam seu trabalho na articulação da criação artística com reflexões sobre como a especificidade da arte apoia ou transforma as estruturas sociais. A idealização pedagógica foi criada por Viviane Juguero, com base em teorias e práticas desenvolvidas por ela através de seu trabalho artístico e acadêmico. A coordenação técnica do projeto é liderada pela produtora, artista e pesquisadora acadêmica Daniela Israel. Além disso, o artista e pesquisador Cleiton Echeveste coordena a equipe de tradução solidária, devido ao caráter internacional do projeto, além de representar o CBTIJ/ASSITEJ Brasil, relevante parceiro do projeto.

    Em 2020, foram apresentados quatro episódios – o lançamento da proposta do projeto, com profissionais de diversos países, além de novas entrevistas com Jessé Oliveira e Richard Serraria, do Brasil, e Kathy Perkins, dos EUA. Em 2021, o projeto apresentou, em parceria com a CBTIJ/ASSITEJ Brasil, o debate virtual “Arte para Crianças e Jovens” com Clarissa Malheiros (México), Idris Goodwin (EUA), Jerry Adesewo (Nigéria), María Inés Falconi (Argentina), Imran Khan (Índia) e Yuck Miranda (Moçambique), com mediação de Viviane Juguero (Brasil/Noruega). Ainda, sobre criança e arte, foi produzida uma entrevista com o pesquisador cubano Luvel García Leyva. Em agosto, a entrevista mais recente foi com Dedy Ricardo, que falou sobre Drama e Cultura Negra na Educação Básica.

    Em 2021, destacamos a realização da série especial Arte como Ciência: Raízes que reverencia e reflete sobre a relevância da trajetória profissional de importantes nomes da cultura gaúcha com mais de sessenta anos e oriundos de grupos sociais desfavorecidos: Vera Lopes, Mestre Pernambuco, Irene Santos, Zé da Terreira e Seli Maurício. Essa série incluiu a produção de webdocumentários sobre o trabalho de cada artista e mesas redondas virtuais, compostas por especialistas em cada tema central. Detalhes sobre a proposta e links para todos os vídeos estão disponíveis no site artecomociencia.com.

    Nossos canais de comunicação:

    Site oficial: https://www.artecomociencia.com/

    Canal no Youtube: artecomociencia

    Instagram: @artecomociencia | https://www.instagram.com/artecomociencia/

    Facebook: /artecomociencia 

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