Rafael Guimaraens lança edição revisitada de Tragédia da Rua da Praia 

A capa de Tragédia da Rua da Praia/ Divulgação
Na semana comemorativa aos 251 anos de Porto Alegre, o escritor e jornalista Rafael Guimaraens 
lança a 3ª edição do romance Tragédia da Rua da Praia (Libretos, 2023). O evento literário, marcado para o dia 23 de março (quinta-feira), às 19 horas, integra a programação do Festival Histórias do Paralelo 30. Antes da sessão de autógrafos, o autor participa do painel Literatura de realidade: Porto Alegre como tema, com mediação do jornalista Matheus Machado na Livraria Paralelo 30 (Rua Vieira de Castro, 48).
Rafael Guimaraens e Matheus Machado Foto Aline More/ Divulgação

Tragédia revisitada

O livro, em sua 3ª edição, conta um episódio marcante em setembro de 1911, nas palavras do autor: “Um audacioso assalto assombra Porto Alegre. Quatro estrangeiros misteriosos deixam um rastro de joias, dinheiro e sangue. Uma fuga alucinada pelas ruas do Centro da cidade. A pé, de carruagem, de bonde, na carroça do leiteiro. Gritos e correrias. A polícia no encalço dos quatro foragidos. Os jornalistas perseguem notícias. O pânico tumultua o cotidiano. Um problema para o governo. Um fôlego para a oposição. O crime vai para o centro da disputa política, para as discussões nos cafés. Competição de manchetes. Tropas em prontidão. Prisões em massa. Os anarquistas em alerta. Os judeus relembram pesadelos. História secretas vêm à tona. Cenas cinematográficas. Um filme sobre o crime é produzido em poucos dias. Metade natural, metade ficção. Tiros e takesTragédia da Rua da Praia é um caso de polícia. E de cinema”. Com nova capa e vinhetas de Edgar Vasques.

 

Lançamento da 3ª edição do romance Tragédia da Rua da Praia (Libretos, 2023), de Rafael Guimaraens no Festival Histórias do Paralelo 30

Dia 23 de março (quinta-feira), às 19 horas

Livraria Paralelo 30 – Rua Vieira de Castro, 48

Painel Literatura de realidade – Porto Alegre como tema

Porto Alegre é pródiga em conservar histórias insólitas ou surpreendentes, escondidas ou esquecidas no tempo, à espreita de quem as conte. Com Rafael Guimaraens e mediação de Matheus Machado.

O escritor RAFAEL GUIMARAES. Foto Aline More/ Divulgação
Rafael Guimaraens é jornalista profissional desde 1976. Atuou como repórter, editor e secretário de redação da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre (Coojornal). Foi editor de Política do jornal Diário do Sul. Tem uma produção autoral de livros sobre fatos marcantes de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, solidificando sua presença nos setores histórico e cultural.
Com “Tragédia da Rua da Praia”, de 2005, recebeu o prêmio “O Sul Nacional e os Livros”, na categoria melhor narrativa longa – este livro teve uma versão em quadrinhos com Edgar Vasques. Seguiram-se “Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdades Democráticas” (com Ivanir Bortot, 2008), e “Teatro de Arena – Palco de Resistência” (2009), vencedor do prêmio Açorianos nas categorias Especial e Livro do Ano. Com “A Enchente de 41” recebeu em 2010 o Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores (AGES), como melhor livro de não-ficção. Com “O Sargento, o Marechal e o Faquir” (2016), foi novamente agraciado com o Prêmio da AGES, desta vez na categoria Especial, e com “20 Relatos Insólitos de Porto Alegre” (2017) ganhou o Prêmio Minuano de Literatura. Publicou “Fim da Linha – Crime do Bonde” em 2018 e no ano seguinte “O Espião que Aprendeu a Ler”, vencendo seu terceiro Prêmio AGES, desta vez em melhor narrativa longa. Em 2021, recebeu menção honrosa do Prêmio Açorianos com “1935”, também na categoria narrativa longa. E, em 2022, lançou “O Incendiário”. Todos esses títulos e os demais foram publicados pela editora Libretos. Em 2022 recebeu o título de Cidadão Emérito de Porto Alegre por sua contribuição ao jornalismo e à literatura, refletida em sua obra dedicada à memória da cidade.

Matheus Machado é jornalista com passagem pelo rádio e veículos onde atuou como crítico de cinema e redator. Atualmente, trabalha com podcasts, tema com o qual pretende desenvolver pesquisas científicas a partir da sua monografia, intitulada “A estética narrativa do Praia dos Ossos: uma contribuição para a análise de podcasts”.

* com Assessoria de Comunicação

Comentários

Deixe uma resposta