Até 10 de dezembro, na cinemateca Paulo Amorim da Casa de Cultura Mário Quintana, a “Retrospectiva Licínio Azevedo”, organizada pelo IECINE, Casa de Cultura Mário Quintana, Cubo Filmes, e revista Parêntese.
A curadoria é Carlos Caramez, Glênio Póvoas e Mônica Kanitz. Em todas as sessões, o diretor gaúcho, radicado na África, estará presente para apresentar e comentar os seus filmes. Os ingressos são gratuitos e retirados na bilheteria da Cinemateca.
Programação
RETROSPECTIVA LICINIO AZEVEDO
Um gaúcho filmando na África
2/12 – Sexta Feira
O Grande Bazar (2006) – 56 min
Nhinguitimo (2021) – 25 min
3/12 – Sábado
Colheita do Diabo (1988) – 52 min
Ilha dos Espíritos (2009) – 63 min
4/12 – Domingo
Marracune (1990) – 50 min
Hóspedes da Noite (2007) – 53 min
6/12 – Terça Feira
Desobediência ( 2012) – 1h e 32m
7/12 – Quarta Feira
A árvore dos Antepassados (1994) – 50 min
Acampamento de Desminagem (2005) – 60min
8/12 – Quinta Feira
Comboio de Sal e Açúcar (2016) – 1h e 33min
9/12 – Sexta Feira
Virgem Margarida (2011) – 1h e 30m
10/12 – Sábado
Nigth Stop ( 2002) – 52 min
Mãos de Barro (2003) – 50 min
Licínio Azevedo é gaúcho, jornalista, escritor, roteirista, produtor e diretor de cinema, radicado em Moçambique, desde o final dos anos 70. Em Porto Alegre, estudou no Colégio Júlio de Castilhos, forma-se em jornalismo em 1975, pela PUCRS. Ainda na faculdade, começou a trabalhar na reportagem policial em Zero Hora, Folha da Manhã. Esteve na Argentina, durante as guerrilhas do ERP e dos Montoneros, no Peru, na Bolívia e na Guatemala, entre outros países da América Latina, sempre cobrindo movimentos de libertação popular e temas sociais. Na sua volta a São Paulo, no Jornal da Tarde, publicou com Caco Barcellos e fotos de Avani Stein uma série de reportagens sobre o terremoto da Guatemala, ocorrido em 4 de fevereiro de 1976. Na capital paulista também trabalhou na imprensa independente e foi editor e colaborador de várias publicações da imprensa alternativa brasileira, entre elas: “Versus”, ”Movimento”, ”Repórter”, “Opinião”, além do “Coojornal”, no sul. Foi um dos ganhadores do prêmio Wladimir Herzog, em 1980, com a reportagem “Valeu a pena voltar?”, publicada no Coojornal, de Porto Alegre.
Para conhecer mais a história do cineasta Lício Azevedo e sua trajetória segue o link da reportagem da Revista parêntese: https://www.matinaljornalismo.com.br/parentese/entrevista/licinio-azevedo-um-gaucho-filmando-na-africa/


Deixe uma resposta