7 de Setembro: empresários pedem harmonia entre poderes, sem críticas a Bolsonaro

Diz a nota da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, divulgada no fim de semana:

“O dia 7 de Setembro é o Dia da Pátria, uma data de celebração, não de conflito. Uma data de união dos Poderes da República, que devem trabalhar pelo povo e não tolher esse mesmo povo que lhes concedeu a autoridade nos respectivos limites constitucionais.

“Nenhum Poder pode exorbitar desses limites para se colocar acima dos demais”, afirma a entidade, em nota oficial assinada pelo presidente Gilberto Porcello Petry.

.Farsul critica STF

A Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) lançou, neste sábado (4), carta aberta em que repudia a relação de conflito entre os Poderes da República e, ecoando o discurso bolsonarista, critica o “viés político adotado pela mais alta corte do Poder Judiciário”, o Supremo Tribunal Federal (STF).
A entidade também declarou, na nota, apoio ao “movimento cívico, pacífico, ordeiro e democrático de 7 de Setembro”.
O comando da Farsul afirma que vê com preocupação a “relação conflituosa” entre os poderes que, para a entidade, se caracteriza “pela absoluta deformidade do papel de cada um deles”.

 

Ministro sofre ameaças

Às vésperas do 7 de setembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que tem fechado o cerco contra defensores do golpe na internet, tem sido vítima, assim como sua família, de ameaças da base bolsonarista.

“A partir de hoje, nós temos um grupamento no Brasil que vai caçar ministro [do STF] aonde quer que eles estejam”, diz um homem identificado como Márcio Giovani Nique ou “professor Marcinho” na rede social, segundo reportagem do Poder360.

 

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