BR 386: Pedágio começa domingo, duplicação a partir de 2022 vai até 2030

A polícia rodoviária registrou 71 mortes, entre janeiro de 2018 e agosto de 2019 (mais de três mortes por mês), conforme levantamento do jornal A Hora, de Lajeado.
Foram 40 mortes em 2018 e, até agosto de 2019, conforme os dados publicados, já eram 31 mortes. A maioria dos acidentes fatais foram colisões frontais.
Essas estatísticas justificam a expressão “estrada da morte” com que os motoristas designam BR 386, que liga uma das regiões mais populosas do Estado à região metropolitana de Porto Alegre.
Neste domingo começam a operar as praças de pedágios instaladas pela CCR Via sul, que ganhou a concessão de quatro rodovias federais no Estado por 30 anos. Um dos objetivos da concessão e financiar com o pedágio (R$ 4,oo para carros e R$ 4,oo por eixo para caminhões) a duplicação da BR 386, reivindicada há duas décadas.
A BR 386 é o caso mais crítico, por ser uma rodovia de intenso movimento, com pista simples e acostamento precário.
O novo presidente da empresa disse em entrevista à rádio Gaúcha que no primeiro ano da concessão serao feitas melhorias, na pista, no acostamento e sinalização.
A duplicação será feita em etapas e começará em 2022, com previsão de começar o último trecho, entre Carázinho e Tio Hugo, sómente em 2029, para concluir no ano seguinte.
As praças de pedágio da CCR Viasul ficam em:
Três Cachoeiras (km 35 da BR 101),
Victor Graeff (km 202 da BR 386),
Fontoura Xavier (261 da BR 386),
Paverama (374 da BR 386) e Montenegro (426 da BR 386).
São quatro rodovias: BR 101, BR 290, BR 448 e BR 386.
Todos elas estarão sob administração da CCR ViaSul, junto com o vão móvel
da ponte do Guaíba e do Túnel Morro Alto.
A empresa informou que  R$ 7,8 bilhões serão investidos em obras e melhorias,
além de R$ 5,6 bilhões na operação, atendimento e conservação
permanente das rodovias, num total de R$13,4 bilhões ao longo dos 30 anos da concessão.

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