A invasão dos prédios dos três poderes sobre os quais se assenta a República do Brasil seria o fato simbólico da derrubada do governo e a volta de Bolsonaro imposta pelas ruas e pelas armas.
Mais uma vez, como todos os planos alimentados pelo desvario bolsonarista, deu errado.
Revelou militantes fanatizados, sem orientação, movidos por um discurso primário, do milagre do patriotismo para salvar o Brasil do comunismo e da corrupção.
Como um rebanho conduzido pelo berrante se viram embretados dentro dos prédios, sem saber o que fazer. Fizeram o que faz um rebanho: pisotearam e quebraram o que encontraram pela frente.
O repúdio que os atos de vandalismo provocaram no mundo inteiro, ampliou o isolamento do bolsonarismo
Mais que isso, deu a oportunidade para Lula afirmar seu poder de chefe de Estado. de abrir espaço para medidas que são urgentes e se deixar passar o momento, ficarão difíceis senão impossíveis de serem implementadas. A questão das polícias militares é só uma delas.
Por outro lado, revelou que esse movimento “volta Bolsonaro” à falta de um líder orgânico, está entregue a lideranças irresponsáveis, militares decadentes ou reformados, que não se conformam que numa democracia o poder militar é um poder subsidiário. Detestam a política, porque não a entendem. Conspiram irresponsávelmente no conforto de suas gordas aposentadorias.


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