Categoria: Ambiente JÁ-MATÉRIA

  • Fauna marinha volta a iluminar praia no México, após 60 anos

    Fauna marinha volta a iluminar praia no México, após 60 anos

    Após 60 anos de escuridão, foi assim que uma praia de Acapulco brilhou por bioluminescência.

    Os microrganismos se aproximaram da praia de Acapulco. Esse fenômeno luminoso ocorre em várias áreas do país, mas aqui havia mais de 60 anos sem aparecer.

    Além das baleias , Acapulco também está atraindo fauna marinha microscópica. Na noite passada, vários usuários das redes sociais exibiram imagens e o vídeo a seguir, em que a praia de Acacpulco brilhava, era sobre Puerto Marqués, onde ocorreu o fenômeno chamado bioluminescência.

    Segundo informações da Semana Sustentável, a bioluminescência não aparece nas praias de Acapulco há mais de 60 anos.

    O que é bioluminescência na praia de Acapulco?

    Enrique Ayala Duval, um biólogo formado pela Faculdade de Ciências da Universidade Nacional Autônoma do México, explicou as causas desse fenômeno:

    “As bactérias marinhas são os organismos mais abundantes entre os organismos luminescentes. São de vida livre ou simbiótica, vivendo na superfície de outros organismos marinhos ou dentro de suas cavidades, por exemplo, dentro de seu trato digestivo. Invertebrados, como ctenóforos, crustáceos, cefalópodes e salpes, bem como vertebrados marinhos como peixes de profundidade, produzem bioluminescência ”.

    “A bioluminescência é a luz produzida como resultado de uma reação bioquímica na qual participa luciferina (proteína), oxigênio molecular e ATP (trifosfato de adenosina), que reagem por meio da enzima luciferase da seguinte maneira: oxigênio oxida a luciferina, a luciferase acelera a reação e o ATP fornece energia para a reação, produzindo água e luz muito perceptível à noite “, conclui o biólogo.

    A natureza volta ao seu habitat

    Para muitas testemunhas, esse fenômeno é mais uma resposta de como a natureza se beneficiou ao esvaziar-se da presença humana.

    O fato de esses microrganismos se juntarem também é conjugado com uma noite escura o suficiente para que esse fenômeno químico seja percebido pelo olho humano e, ainda mais, capturado pela câmera e pela lente de vídeo.

    Assim, esse prodígio funciona como um sinal de esperança de que este tempo está sendo muito proveitoso para a natureza.

    O fato de não haver barcos ou motocicletas no mar é talvez uma das possíveis causas que esses seres vivos chegaram à praia.

    Talvez isso sirva para repensar a superexploração turística das praias, para ter um maior respeito pelos ecossistemas e por todos os seres vivos que as compõem.

    (México Desconhecido)

  • Em 1855, a pandemia de cólera morbus matou 10% da população em Porto Alegre

    Em 1855, a pandemia de cólera morbus matou 10% da população em Porto Alegre

    A terceira e maior pandemia de cólera do seculo XIX, surgiu na India e nos anos seguintes espalhou-se pelo mundo, causando um número de mortes que a precariedade das comunicações na época não permite calcular.

    Na Rússia, registra-se mais de um milhão de mortos. Em Londres num único ano ceifou mais de 10.000 vidas, chegando a mais de 23.000 mortes em toda a Grã-Bretanha.

    Quando o cholera morbus chegou ao Brasil, em 1855, o médico inglês John Snow, já havia descoberto o meio de contágio, que era a água contaminada, e o pesquisador Robert Koch já havia identificado o vibrio cholera,  uma bactéria causadora da doença.

    Mas aqui nada se sabia. A peste veio em navios que sairam de Portugal, alcançaram o Rio de Janeiro e outros portos da costa brasileira Norte.

    Chegou ao extremo-sul em novembro daquele ano a bordo do paquete Imperatriz que levantou ferros no Rio de Janeiro com destino ao porto de Rio Grande.

    Durante a viagem a doença manifestou-se em 16 passageiros, matando-os antes de chegarem à primeira escala, a Ilha do Desterro (atual Florianópolis). Os corpos foram jogados ao mar.

    No desembarque, por negligência, os passageiros não ficaram detidos para quarentena, como recomendavam as medidas preventivas em todos os portos. Havia gente contaminada entre eles.

    O primeiro caso apareceu num escravo, em Pelotas, no dia 9 de novembro. Daí a peste se alastrou seguindo das rotas da navegação -Lagoa dos Patos, Jacuí e caiu no estuário do Guaiba.  Dez dias depois a população de Porto Alegre recebia com “grande terror” a notícia de que a peste se manifestara na cidade.

    Há cinco anos, o médico Luis da Silva Flores, presidente da Câmara havia instalado a Comissão de Higiene na cidade. Medidas preventivas haviam sido adotadas desde que a epidemia se manifestara no Brasil.

    Quando ela apareceu chegou-se a proibir a venda de  “frutas e verduras de qualquer qualidade”. Pouco adiantou. Morreram 1405 pessoas em Porto Alegre, numa população que mal ultrapassava os 15 mil habitantes.

    Outras cidades mais atingidas foram Rio Grande (485 vítimas) Pelotas (446) e Jaguarão, com 329 mortos. Ao todo foram quatro mil mortos no Rio Grande do Sul, segundo estatísticas oficiais que se acredita sejam incompletas.

    Na época a Província não tinha mais do que 280 mil habitantes. A cólera só foi vencida em janeiro de 1856. A maioria dos mortos foram escravos, devido as condições em viviam nas senzalas.

    O caso mais chocante se deu na Fazenda da Graça, onde a epidemia matou 60 escravos na senzala e chegou também à casa grande , revelando de maneira brutal o quanto a escravidão permeava toda a realidade daquela época.

    Morreram a mulher, Eufrásia, e uma filha de 15 anos do Visconde da Graça, um dos homens mais ricos da Província, dono de charqueada, grande proprietário de terras, rebalhos, olaria e até empresa de navegação.

    O Visconde anotou em seu diário “E eu mísero pai e infeliz marido, aqui fiquei nesta terra de angústias e de enganos sofrendo os martírios inerentes à fragil humanidade”.

    (Fontes: História Ilustrada de Porto Alegre e História Ilustrada do Rio Grande do Sul/Jornal JÁ Editora)

     

  • Mais uma liderança indígena assassinada no Maranhão

    Mais uma liderança indígena assassinada no Maranhão

    Um professor da rede pública que denunciava invasões e extração ilegal de madeira da Terra Indígena Arariboia, no Maranhão, foi morto a tiros nesta terça-feira, 31.

    Zezico Rodrigues Guajajara era diretor do Centro de Educação Escolar Indígena Azuru e vivia na aldeia Zutíua, a cerca de 270 quilômetros de Imperatriz (MA).

    Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ele tinha acabado de ser nomeado coordenador-regional da Comissão de Caciques e Lideranças da Terra Indígena Arariboia.

    Zezico é o quinto membro da etnia guajajara assassinado desde meados de novembro de 2019.

    Entre as vítimas está o líder Paulo Paulino Guajajara, integrante do grupo Guardiões da Floresta, formado pelos próprios indígenas para monitorar e defender seus territórios. Paulino também foi morto a tiros, em novembro.

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública a autorizou o envio de agentes da Força Nacional de Segurança Pública para reforçar a segurança na Terra Indígena Cana Brava Guajajara,

    Apesar de terem atendido a ocorrência, nem a Polícia Civil nem a Polícia Militar forneceram mais informações oficiais sobre o caso.

    Para o cacique da aldeia Zutiua, Paulino Rodrigues Guajajara, Zezico foi vítima de um “ato covarde”, praticado por quem tinha “raiva” e “inveja” do professor.

    “O assassinaram com um tiro de espingarda quando ele estava voltando da cidade de Grajaú. A uns três quilômetros da aldeia o surpreenderam e atiraram contra ele”.

    O cacique não descarta a hipótese de Paulino ter sido morto por outro índio da própria comunidade. “Todo mundo está comentando que não foi um branco quem o matou, mas os próprios parentes [índígenas]. É uma suspeita”.

    Em nota, a Fundação Nacional do Índio (Funai) lamentou a morte de Zezico e informou que a Polícia Federal (PF) e a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão já estão investigando as motivações do crime, tentando identificar os responsáveis.

    A Constituição Federal estabelece que a proteção dos povos indígenas e das terras por eles ocupadas compete à União, à qual está subordinada a PF.

    A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) atribuiu  o homicídio ao  “o agravamento da violência e da vulnerabilidade dos povos indígenas, sobretudo das lideranças que lutam pela defesa dos seus territórios”.

    No Twitter, o governador Flávio Dino lamentou o homicídio e afirmou que as forças estaduais estão à disposição “para auxiliar o governo federal na segurança a indígenas”.

  • Incêndio florestal mata 19 pessoas no sudoeste da China

    Incêndio florestal mata 19 pessoas no sudoeste da China

    Chengdu, 31 mar (Xinhua) — Dezenove pessoas morreram durante o combate contra um incêndio florestal, na Província de Sichuan, sudoeste da China, informaram as autoridades locais nesta terça-feira,m 31.

    As vítimas incluem 18 bombeiros e um trabalhador de fazenda florestal local que liderou o caminho para os bombeiros. Eles ficaram presos no fogo devido a uma mudança repentina na direção do vento por volta das 2h da manhã de terça-feira.

    Às 01h30, 22 pessoas estavam desaparecidas. Por volta das 07h00, três foram encontradas e enviadas para um hospital. Eles estão agora em condição estável. As dezenove vítimas foram encontradas mais tarde.

    O incêndio começou em uma fazenda local às 15h51 de segunda-feira e se espalhou rapidamente para as montanhas próximas devido aos ventos fortes, de acordo com o departamento de informações da cidade de Xichang.

    Até a meia-noite da segunda-feira, a área queimada já havia passado dos mil hectares e cerca de 80 hectares de florestas foram destruídos.

    Até o momento, 2.044 pessoas foram enviadas para apagar o incêndio e mais de 1,2 mil moradores locais foram evacuados.

  • Parques eólicos da CGT Eletrosul entram em ranking de eficiência

    Parques eólicos da CGT Eletrosul entram em ranking de eficiência

    A geração eólica da CGT Eletrosul se destacou no Ranking Operacional Eólico – Região Sul referente ao ano de 2019. O relatório, divulgado no início deste mês, apresenta os parques eólicos Galpões, Coxilha Seca e Capão do Inglês na primeira, segunda e sexta posições, respectivamente, entre as usinas com maior fator de capacidade.

    O estudo de operação, que analisa a melhor relação entre geração e potência instalada, foi feito pela ePowerBay, empresa de análise de dados para projetos de energia renovável no Brasil.

    De acordo com o levantamento, o parque mais eficiente e com melhor rendimento do ano, nas regiões Sul e Sudeste, foi Galpões (8 MW), que registrou fator de capacidade médio de 45%. Atrás dele, ficou Coxilha Seca (30 MW), com 44%. Em sexto lugar, o projeto Capão do Inglês (10 MW), com 42,8%.

    Cabe destacar que, de janeiro a abril de 2019, um dos aerogeradores do parque Capão do Inglês esteve indisponível devido a uma ocorrência de descarga atmosférica. “Não fosse por isso, ele certamente estaria ainda melhor posicionado”, explica Rafael Freitas Ferreira, da Divisão de Engenharia de Manutenção da Geração, da CGT Eletrosul.

    “A Engenharia de Manutenção da CGT Eletrosul trabalha fortemente todos os anos, juntamente com a Gamesa, fabricante e responsável pela manutenção dos aerogeradores, para garantir que as manutenções preventivas de grande monta sejam realizadas nos meses de ventos mais fracos. Essa coordenação técnica e o bom relacionamento entre as duas partes garantem estes bons resultados”, comenta.

    “A ocorrência de ventos registrada em 2019 foi abaixo da média histórica. Mesmo assim, os três parques geraram uma quantidade de energia muito próxima de sua garantia física e tiveram algumas das melhores performances em relação a todos os outros 101 instalados na região Sul. Foram as usinas que melhor aproveitaram seus aerogeradores, independentemente de sua potência ou tecnologia”, completa Marcelo Mohr, da Divisão de Engenharia e Projetos de Geração, da CGT Eletrosul.

    Os três parques compõem a 2ª ampliação do Complexo Eólico Cerro Chato, situado em Santana do Livramento. Juntos, possuem 24 aerogeradores e são capazes de atender à demanda energética de 270 mil pessoas. Estão em operação comercial desde dezembro de 2015. Na época de sua construção, o investimento realizado foi de aproximadamente R$ 270 milhões. O chamado Entorno 2 foi financiado pelo banco de fomento alemão KfW.

  • Taxa de mortalidade por coronavirus no Brasil sobe para 3,2%

    Taxa de mortalidade por coronavirus no Brasil sobe para 3,2%

    Os últimos números da epidemia, divulgados pelo Ministério da Saúde na tarde deste domingo, confirmam 4.256 infecções e 136 mortes por coronavírus (Covid-19) no Brasil.

    Foram 353 novos casos de contaminação nas últimas 24 horas e, dado mais preocupante, a taxa de mortalidade subiu de 2,4% para 3,2%.

    De acordo com as informações das secretarias Estaduais de Saúde de todo o país até as 16h, o número de óbitos em 24 horas, que era de 114 entre sexta e sábado, subiu para 136.

    Indiferente aos números e ao agravamento da situação, o presidente Jair Bolsonaro mantém sua postura de minimizar a importância do isolamento e a paralisação de atividades que envolvem movimentação de pessoas, pontos centrais da estratégia recomendada pelo Ministério da Saúde.

    Pela manhã, Bolsonaro percorreu comércios e feiras populares em cidades-satélite de Brasília. Conversou com feirantes e vendedores ambulantes, sempre insistindo na necessidade de volta ao trabalho.

    Segundo dados das secretarias Estaduais de Saúde de todo o país até as 16h, o número de óbitos nas últimas 24 horas chegou a 136. O número anterior era de 114 mortes em 24h.

    As mortes estão localizadas nos estados do Amazonas (1), Bahia (1), Ceará (5), Pernambuco (5), Piauí (1), Rio Grande do Norte (1), Rio de Janeiro (17), São Paulo (98), Distrito Federal (1), Goiás (1), Paraná (2), Santa Catarina (1) e Rio Grande do Sul (2).

    Para manter a população informada a respeito dos casos e óbitos, o Ministério da Saúde atualiza diariamente os dados na plataforma de dados do coronavírus. O painel traz as informações e permite uma análise do comportamento do vírus com o passar do tempo, além de um gráfico de dados acumulados apontando a curva epidêmica da doença.

    A plataforma está disponível para livre acesso no endereço: covid.saude.gov.br

     

  • Casos fatais em crianças são raros mas há registros na China e EUA

    Um estudo de pediatras chineses com crianças infectadas pela Covid-19 conclui que são mínimos os casos que adquirem gravidade nessa faixa etária.

    O estudo compilou dados de 713 crianças infectadas, representando 2,3% dos casos registrados no país até então. A pesquisa reuniu casos ocorridos até  8 de fevereiro.

    Entre todos os casos analisados, houve um óbito e três crianças chegaram a um estado crítico, mas se recuperaram. Já os demais 709 pacientes  apresentam sintomas leves.

    O estudo foi conduzido por especialistas da Faculdade de Medicina da Universidade Jiaotong de Shanghai.

    O artigo sobre a pesquisa foi publicado na última edição da revista internacional Pediatrics, segundo a agência oficial do governo chinês.

    De acordo com o estudo, embora os casos infantis não sejam tão graves como os dos adultos, as crianças de todas as idades são sensíveis ao vírus e não há uma óbvia diferença de gênero, enquanto os bebês são mais vulneráveis à infecção.

    Neste sábado, 28,  foi registrado o óbito de um bebê de menos de um ano de idade que estava infectado, em Chicago, no estado americano de Illinois, informou o Departamento de Saúde Pública estadual.

    A diretora do departamento, Ngozi Ezike, afirmou que a causa da morte do bebê está sendo investigada.

    “Não tinhamos registro de uma morte associada à Covid-19 em uma criança”, disse Ezike.

    O relato de morte de crianças já tinha sido feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que não deu detalhes sobre quantas foram afetadas e incluiu a ressalva de que nessa faixa etária são poucos os casos.

    Os estudos e levantamentos apontam que a taxa de letalidade é maior entre pessoas com mais de 60 anos e que já conviviam com outras doenças prévias.

    “Embora a evidência que temos sugira que aqueles com mais de 60 anos correm maior risco, jovens – incluindo crianças – morreram”, disse o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

     

  • Taxa de mortalidade do coronavirus no Brasil sobe para 3,2%

    Taxa de mortalidade do coronavirus no Brasil sobe para 3,2%

    Os últimos números da epidemia, divulgados pelo Ministério da Saúde na tarde deste domingo, confirmam 4.256 infecções e 136 mortes por coronavírus (Covid-19) no Brasil.

    Foram 353 novos casos de contaminação nas últimas 24 horas e, dado mais preocupante, a taxa de mortalidade subiu de 2,4% para 3,2%.

    De acordo com as informações das secretarias Estaduais de Saúde de todo o país até as 16h, o número de óbitos em 24 horas, que era de 114 entre sexta e sábado, subiu para 136.

    Indiferente aos números e ao agravamento da situação, o presidente Jair Bolsonaro mantém sua postura de minimizar a importância do isolamento e a paralisação de atividades que envolvem movimentação de pessoas, pontos centrais da estratégia recomendada pelo Ministério da Saúde.

    Pela manhã, Bolsonaro percorreu comércios e feiras populares em cidades-satélite de Brasília. Conversou com feirantes e vendedores ambulantes, sempre insistindo na necessidade de volta ao trabalho.

    Segundo dados das secretarias Estaduais de Saúde de todo o país até as 16h, o número de óbitos nas últimas 24 horas chegou a 136. O número anterior era de 114 mortes em 24h.

    As mortes estão localizadas nos estados do Amazonas (1), Bahia (1), Ceará (5), Pernambuco (5), Piauí (1), Rio Grande do Norte (1), Rio de Janeiro (17), São Paulo (98), Distrito Federal (1), Goiás (1), Paraná (2), Santa Catarina (1) e Rio Grande do Sul (2).

    Para manter a população informada a respeito dos casos e óbitos, o Ministério da Saúde atualiza diariamente os dados na plataforma de dados do coronavírus. O painel traz as informações e permite uma análise do comportamento do vírus com o passar do tempo, além de um gráfico de dados acumulados apontando a curva epidêmica da doença.

    A plataforma está disponível para livre acesso no endereço: covid.saude.gov.br

     

  • Base de pandas na China reabre com visitações limitadas

    Base de pandas na China reabre com visitações limitadas

    Como parte da reabertura dos destinos turísticos mais procurados no país, o governo chinês, reabriu um dos locais favoritos pelos amantes de panda do mundo, na Província de Sichuan, no sudoeste da China.

    A Base de Pesquisa para Procriação de Panda Gigante, localizada em Chengdu, a capital provincial, reabriu todas as suas instalações, exceto um teatro com tema de panda.

    A base estava fechada em 24 de janeiro, o primeiro dia do feriado da Festa da Primavera deste ano,  frustrando a expectativa de uma alta temporada turística para o parque este ano.

    A reabertura seguiu a decisão da província de rebaixar ainda mais sua resposta à COVID-19 do nível II para nível III na quarta-feira.

    A China possui um sistema de resposta a emergências de saúde pública com quatro níveis, sendo o nível I o mais alto.

    Certas medidas de precauções contra a epidemia permanecem em vigor.

    A base disse que vai limitar o número diário de visitantes em 5 mil e exigir que os visitantes mostrem certificados de saúde. Aqueles com febre serão impedidos de entrar.

    A base também estimula o uso de plataformas online e códigos QR para reservar e comprar ingressos, sendo uma prática que reduzirá contatos desnecessários.

     

  • Vacina para tuberculose será testada em infectados pelo coronavirus

    Vacina para tuberculose será testada em infectados pelo coronavirus

    Uma equipe de pesquisadores do Instituto Murdoch, na Austrália, anunciou que vai testar em profissionais de saúde afetados pelo covid-19 uma vacina utilizada para tratar a tuberculose.

    O objetivo é verificar a eficácia na redução dos sintomas da doença.

    “Embora originalmente tenha sido desenvolvido para tratar a tuberculose e de ainda ser administrado a mais de 130 milhões de bebês anualmente, o BCG (Bacilo de Calmette-Guérin) também aumenta o consumo de substâncias imunológicas básicas do corpo”, explicou um dos pesquisadores do Instituto Murdoch, em Melbourne, citado pela agência France-Presse.

    O ensaio clínico vai envolver cerca de 4 mil profissionais de saúde nos hospitais australianos para verificar a capacidade da vacina na redução dos sintomas do covid-19.

    O coordenador da equipe de estudos, Nigel Curtis, disse que se o BCG atuar como previsto, haverá “uma redução na frequência e gravidade dos sintomas” de covid-19, nos profissionais de saúde que estão infectados.

    Testes em larga escala também serão realizados em outros países, como os Países Baixos, a Alemanha ou o Reino Unido.

    (Com informações da Agência Brasil)