Categoria: Ambiente JÁ-MATÉRIA

  • Santo Antônio da Patrulha interdita Lagoa dos Barros por contaminação

    Santo Antônio da Patrulha interdita Lagoa dos Barros por contaminação

    A praia da Lagoa dos Barros, no perímetro de Santo Antônio da Patrulha, está interditada para qualquer atividade.

    A decisão foi anunciada pelo prefeito em exercício José Francisco Ferreira da Luz.

    Conforme Jordana Borba, diretora do Departamento Municipal de Meio Ambiente, a medida foi tomada depois que a bióloga Vera Werner,  da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, identificou a espécie de cianobactéria que está em floração na Lagoa dos Barros: Dolichospermum planctonicum.

    Tom esverdeado espantou pescadores. Foto : Valter Souza/Divulgação

    Vera, pesquisadora por quatro décadas da Fundação Zoobotânica do RS – extinta pelo governo Sartori em 2017, e uma das maiores especialistas brasileiras em cianobactérias, alerta que a espécie pode produzir toxinas.

    Bióloga Vera colhendo amostras da água cntaminada. Foto: Hermogenes Repórter/Osorio Mil Grau

    “O que estamos tentando descobrir é se cianobactéria está de fato produzindo toxinas”, informou. Mas, alerta às pessoas para que não tomem banho naquelas águas.

    O baixo nível da água, a temperatura ideal e matéria orgânica, podem ter influenciado para a ocorrência do fenômeno. A água que começou a ficar esverdeada, agora apresenta uma coloração azulada.

    Massa gelatinosa azulada colhida na margem da lagoa, composta de fragmentos da cianobactéria formadora da floração. Foto: Hermogenes Repórter

    Limpa-fossas

    Já a prefeitura de Osório, também preocupada com o que está ocorrendo e procurando isentar a ETE de qualquer responsabilidade no que aconteceu,

    A equipe da vigilância sanitária daquele município coletou material e água ainda no perímetro urbano de Osório, a pedido da Patram. A suspeita é de que a carga seja de caminhões limpa-fossa.

    Com informações de Osorio Mil Grau 

     

     

  • Coronavirus terá expansão acelerada no Brasil, antes de começar a ceder

    Coronavirus terá expansão acelerada no Brasil, antes de começar a ceder

    O balanço divulgado pelo Ministério da Saúde às 16h20 desta quinta-feira (12) apontou tem 77 casos confirmados de novo coronavírus no Brasil.

    O estado de São Paulo, com 42 pacientes infectados pelo novo coronavírus tem o maior número de casos no país.

    Após o balanço do ministério, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, confirmou mais 60 casos de coronavírus.

    Com esses novos casos, o Brasil registra 137 pessoas infectadas.

    Em reunião com especialistas no Incor, em São Paulo,  na quarta-feira, o médico David Uip, chefe do Centro de Contingência em São Paulo, previu um crescimento acelerado da doença nas próximas semanas.

    Ele estimou que o coronavirus poderá infectar entre 40 mil e 45 mil pessoas, só em São Paulo nos próximos 120 dias, que é o tempo previsto para que o expansão do virus comece a ceder.

    Os principais dados do balanço do Ministério da Saúde, são:

    77 casos confirmados, eram 52 casos na quarta-feira
    1.427 casos suspeitos
    1.156 descartados

    No novo balanço, pela primeira vez aparecem casos confirmados em Pernambuco e no Paraná.

    Após o anúncio oficial, São Paulo confirma mais 60, chegando a 137.

    O atual balanço ainda não considera novas confirmações divulgadas por secretarias estaduais de saúde.

    Em São Paulo, já há 46 casos confirmados, quatro além do que consta no balanço.

    Na Bahia, além dos dois casos já citados no balanço, existe ainda um terceiro caso, e no Distrito Federal, mais um paciente. Minas Gerais também confirmou mais um caso, o segundo no estado.

    Em Santa Catarina, que não aparece ainda na lista, há dois pacientes que testaram positivo para o Sars-Cov-2. O mesmo ocorre com Goiás, que tem agora três casos.

     

     

  • China anuncia plano de contingência contra ameaça de gafanhotos

    China anuncia plano de contingência contra ameaça de gafanhotos

    A China emitiu na segunda-feira um plano de contingência para monitorar e controlar a propagação de gafanhotos no país e no exterior, com fim de “garantir a produção de grãos e a segurança ecológica”.

    O Miinistério da Agricultura e dos Assuntos Rurais explicou que o objetivo do plano é garantir que os gafanhotos-do-deserto vindos do exterior não causem danos, e que os surtos de gafanhotos domésticos não se tornem uma praga, controlando a taxa de plantações afetadas abaixo de 5%.

    As autoridades locais devem prevenir a invasão de gafanhotos-do-deserto do exterior. O plano pede que se estabeleçam estações de monitoramento nas potenciais rotas de migração das pestes destrutivas no Tibet, Yunnan e Xinjiang.

    Para controlar os gafanhotos nas áreas agrícolas domésticas, serão adotados métodos de controle químico para áreas com alta densidade das pestes, enquanto nas áreas de média ou baixa densidade serão aplicados métodos de controle biológico e ecológico.

    O plano também exige uma investigação sobre os perigos ocultos dos gafanhotos nas principais pastagens na Mongólia Interior, Xinjiang e Sichuan, e o fortalecimento da prevenção e controle em pontos-chave na fronteira da China com o Cazaquistão e com a Mongólia.

    O raro surto de gafanhotos-do-deserto no leste da África e sudoeste da Ásia tem representado uma grave ameaça à produção de grãos e atividades agrícolas locais, o que levou ao alerta de praga de gafanhotos-do-deserto emitido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura.

    Embora os especialistas acreditem ser altamente improvável que gafanhotos-do-deserto invadam a China, é necessário tomar precauções, diz a nota oficial.

    (Com informações da Xinhua Press)

  • Seis casos de transmissão local acendem o alerta para o Covid19 no Brasil

    Seis casos de transmissão local acendem o alerta para o Covid19 no Brasil

    O Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (10/3) mais nove casos de coronavírus no país: 3 em São Paulo, 1 no Rio Grande do Sul e 5 no Rio de Janeiro.

    Sete desses casos são importados e dois são de transmissão local, ambos no estado de São Paulo. Esses são os que mais preocupam as autoridades, porque elevam para seis o número de casos de transmissão local, de difícil controle.

    Clique aqui para ver a apresentação em Power Point feita na coletiva

    Ao todo, são 34 casos confirmados em todo o país, sendo 6 por transmissão local, sendo 5 em São Paulo e 1 na Bahia, e 28 casos importados. Atualmente, são monitorados 893 casos suspeitos e outros 780 já foram descartados. Os dados foram repassados pelas Secretarias Estaduais de Saúde.

    NOVO CRITÉRIOS DE VIGILÂNCIA

    O Ministério da Saúde mudou os critérios de classificação de caso suspeito no país.

    Agora, todas as pessoas que chegarem ao Brasil de países da América do Norte, Europa e Ásia, e tiverem sintomas como febre, coriza, tosse, falta de ar poderão ser considerados casos suspeitos de COVID-19.

    Anteriormente, os casos suspeitos eram classificados apenas a partir do histórico de viagem para alguns países com transmissão local da doença.

    A vigilância epidemiológica brasileira continua considerando nexo causal viajante que chegam ao país vindos da Austrália, de países da América Central e do Sul, que estejam na classificação da OMS como de transmissão local.

    PREVENÇÃO

    Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

    ATUALIZAÇÃO DOS NÚMEROS

    Para manter a população informada a respeito do novo coronavírus, o Ministério da Saúde atualiza diariamente, os dados na Plataforma IVIS, com números de casos descartados e suspeitos, além das definições desses casos e eventuais mudanças que ocorrerem em relação a situação epidemiológica.

    Confira a página especial sobre o coronavírus

    (Com informações da Agência Saúde) 


    O RÁPIDO AVANÇO

    Um paciente de 61 anos, morador de São Paulo, foi o primeiro
    caso da epidemia do Covid19 no Brasil, no dia 25 de fevereiro de 2020.
    Em 15 dias, já são 34 e acelerando. Nesta terça foram nove casos confirmados.

     

    (Matéria atualizada em 10/03/2020  20:38)

  • Nova bomba do governo Bolsonaro: 40 hidrelétricas em terras indígenas

    Nova bomba do governo Bolsonaro: 40 hidrelétricas em terras indígenas

    É das primeiras horas deste sábado, no G1, a nova bomba ambiental do governo bolsonaro.
    “Estimativa do Ministério das Minas e Energia indica que as terras indígenas brasileiras têm potencial para receber cerca de 40 hidrelétricas com capacidade de gerar, ao todo, 28 mil megawatts (MW)”.
    Representaria 1/4  da capacidade instalada das 217 hidrelétricas em operação atualmente no país (102.998 MW).
    Essa “estimativa” divulgada vem na sequência do projeto  que o governo encaminhou no início de fevereiro, para permitir a construção de hidrelétricas, a extração de óleos e gás, garimpo e mineração em terras indígenas.
    Especialistas ouvidos na reportagem a criticaram “o projeto do governo” (sic). Para eles, obras como as de hidrelétricas “podem gerar reflexos negativos permanentes na vida das comunidades atingidas nessas áreas”.
     
     
     

  • Em São Paulo, primeiro caso do coronavirus no Brasil

    Em São Paulo, primeiro caso do coronavirus no Brasil

    O Ministério da Saúde, em conjunto com as secretarias estadual e municipal de São Paulo, investiga um caso positivo de coronavírus na capital paulista.
    O caso está em análise no Instituto Adolfo Lutz para contraprova.
    O registro foi feito no Hospital Albert Einstein, na Zona Sul da capital paulista, na terça-feira, 25 de fevereiro. Trata-se de um homem de 61 anos, que esteve no norte da Itália entre 9 e 21 de fevereiro.
    Segundo nota do Ministério da Saúde, o paciente tem sinais brandos da doença, como tosse, e está em isolamento domiciliar.
    “O paciente encontra-se em bom estado clínico e sem necessidade de internação, permanecendo em isolamento respiratório que será mantido durante os próximos 14 dias. A equipe médica segue monitorando-o ativamente, assim como as pessoas que tiveram contato próximo com ele”, diz nota do Hospital Albert Einstein.
    Aguarda-se um pronunciamento do Ministério da Saúde nesta quarta-feira (26), após resultado do Instituto Adolpho Lutz.
    O governo afirma que vai mapear quem teve contato com o paciente.
    “É uma confirmação feita por um hospital privado, agora será feita a contraprova pelo Instituto Adolfo Lutz. O resultado sai amanhã pela manhã (quarta-feira). Agora vamos fazer o mapeamento com quem ele teve contato”, disse o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.
    O ministro recomenda cautela sobre quaisquer informações que não sejam as oficiais, uma vez que a investigação não está concluída.
    O homem de 61 anos, residente em São Paulo, esteve na região da Lombardia (norte do país da Itália), onde a epidemia já fez 11 mortes. Ele viajou a trabalho, sozinho, no período de 09 a 21 de fevereiro.
    Iniciou com sinais e sintomas (Febre, tosse seca, dor de garganta e coriza) compatíveis com a suspeita de Doença pelo Coronavírus 2019 (COVID-19).
    A Anvisa agora vai investigar a lista de passageiros do vôo em que o homem infectado chegou ao Brasil.
     

  • Coronavirus já é uma pandemia, mas Organização Mundial da Saúde hesita em declarar

    Coronavirus já é uma pandemia, mas Organização Mundial da Saúde hesita em declarar

    Em dez dias, a epidemia provocada pelo novo coronavirus numa província da China evoluiu para tornar-se uma ameaça real de pandemia global.

    Na China, nesta segunda feira, o total de mortes chega a 2.595, num total de 77 mil casos confirmados. Também foram confirmados 409 novos casos de contágio nas últimas 24 horas, quase todos na mesma província.

    O coronavírus afeta mais de 25 países e é motivo de alarme crescente por novos focos na Europa, Oriente Médio e Ásia. Fora da China, são 2.101 pacientes infectados e 24 mortes.

    A informação de maior impacto neste momento é a morte de sete pessoas na Itália, que não tiveram qualquer relação com a China. O país adotou uma espécie de “toque de recolher” para evitar a propagação da doença.

    A cidade de Veneza, próxima às regiões afetadas, cancelou os dois últimos dias do tradicional Carnaval por causa da epidemia.

    A informação mais alarmante, no entanto, circula há uma semana na imprensa européia: uma pessoa pode estar infectada e transmitindo o virus sem apresentar qualquer sintoma de doença. 

    O caso de uma mulher na China que, sem apresentar qualquer sintoma, infectou cinco pessoas que adoeceram é o mais grave e assustador relatado até agora.
    Pessoas infectadas, sem sintomas, mas transmitindo o virus criam um problema desnorteantes para os programas de controle.
    Na China, onde o governo que apostava num grande esforço para debelar o perigo rapidamente, surgem os sinais de que as autoridades se preparam para um embate prolongado.
    No domingo, em  pronunciamento oficial, o presidente chinês, Xi Jinping, declarou que os esforços para conter a epidemia devem ser mantidos, mas é preciso não comprometer as metas desenvolvimento do pais. Várias atividades e fábricas que estavam paradas voltaram a funcionar e o governo anunciou investimentos em áreas estratéticas.
    Apesar do agravamento e da expansão da doença, a Organização Mundial da Saúde, informou na segunda-feira que não a considera como uma pandemia.
    O diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, classificou, nesta segunda, os casos no Irã, Itália e Coreia do Sul como “profundamente preocupantes”.
    Ele disse que o vírus tem “potencial pandêmico”.
    Porém, afirmou que no momento não há uma disseminação global não contida. “Não estamos testemunhando doenças graves ou mortes em larga escala”, declarou. “Esse vírus tem potencial pandêmico? Absolutamente, tem. Já chegamos (à pandemia)? Em nossa avaliação, ainda não”, disse ele, segundo a BBC.
    Segundo a mesma fonte, Mike Ryan, chefe do programa de emergências em saúde da OMS, no entanto, disse que agora é a hora de “fazer tudo o que você faria para se preparar para uma pandemia”.

  • STF adia julgamento sobre incentivos fiscais  aos agrotóxicos

    STF adia julgamento sobre incentivos fiscais aos agrotóxicos

    A posse da ministra Cristina Peduzzi na presidência do Tribunal Superior do Trabalho, na tarde de quarta-feira (19) foi o pretexto que serviu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, para adiar a decisão sobre os incentivos tributários concedidos aos agrotóxicos, a chamada “bolsa-veneno”.
    A agenda previa o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade protocolada pelo PSOL em 2016. O relator é o ministro Edson Fachin. Não foi definida nova data para a votação.
    A ação questiona artigos do Convênio Confaz 100 ICMS/1997, que reduzem em 60% a base de cálculo das alíquotas nas vendas de agrotóxicos para outros Estados. E de 60% até 100% em vendas no âmbito estadual.
    Isso equivale no caso do ICMS a uma alíquota de 2,8% nas vendas destinadas aos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e 4,8% nas operações destinadas aos estados do Sul e Sudeste. No caso de IPI, Pis e Cofins, a isenção é de 100%.
    O Convênio, firmado na esteira da Lei Kandir  vem sendo renovado desde 1997. A Lei Kandir isenta as exportações agrícolas de ICMS e o convenio estende benefícios aos insumos utilizados na cadeia produtiva.
    O Conselho Nacional de Saúde vem recomendando aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que declarem a inconstitucionalidade de duas cláusulas do Convênio Confaz 100/1997 e 24 dispositivos apontados na Tabela do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI), que concedem benefícios fiscais às indústrias dos agrotóxicos.

  • Praga de gafanhotos chega às fronteiras da China e coloca o governo em alerta

    Praga de gafanhotos chega às fronteiras da China e coloca o governo em alerta

    Depois da calamidade da epidemia provocada pelo coronavirus, uma nova ameaça chega às fronteiras da China: uma praga de gafanhotos, que pode devastar a produção de alimentos se alcançar o interior do território.
    Segundo o Sputnik, após destruir plantações na África em regiões da Ásia, nuvens de gafanhoto já podem ser vistas em zonas fronteiriças do gigante chinês.
    “A estimativa é de que bilhões de gafanhotos tenham devastado campos agrícolas no Quênia, Somália e Etiópia, além de terem passado por países da Ásia e Europa”.
    A gravidade da ameaça pode ser medida pelas informações cautelosas divulgadas pela Agência Nova China, agência oficial do governo chinês.
    Eis a nota postada pela na última segunda-feira pela Nova China:
    “É extremamente improvável que os gafanhotos do deserto migrem diretamente para as áreas do interior da China, mas se a praga exterior persistir, a possibilidade deles entrarem no país no verão aumentará drasticamente, alertou Zhang Zehua, pesquisador do Instituto de Proteção de Plantas da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas nesta segunda-feira”.
    A área de fronteira entre a Região Autônoma do Tibet, no sudoeste da China, e o Paquistão, Índia e Nepal é uma área de expansão para os insetos, afirmou Zhang.
    Devido à limitação do meio ambiente, clima e alimentação, os gafanhotos do deserto representam pouca ameaça à produção agrícola na China e é extremamente improvável que eles migrem diretamente para as áreas do interior do país devido à barreira do Planalto Qinghai-Tibet, explicou Zhang.
    Existem mais de mil tipos de gafanhotos na China, incluindo mais de 50 que podem levar a desastres e representam uma séria ameaça à produção de grãos e pastagens, salientou.
    Segundo o pesquisador, a China criou um mecanismo maduro de prevenção e controle de gafanhotos e estabeleceu um sistema nacional de quatro níveis para monitoramento e alerta oportuno de gafanhotos, além de um sistema de tecnologia verde e sustentável para sua prevenção e controle.
    Ele sugeriu ao governo que coordene o trabalho de prevenção em várias províncias e regiões, realize o monitoramento em tempo real e prepare equipamentos farmacêuticos e de aplicação de pesticidas suficientes, ao mesmo tempo em que fortaleça a cooperação global para compartilhar informações e métodos no combate aos gafanhotos.
    Os gafanhotos do deserto são considerados uma das pragas migratórias mais destrutivas. Eles podem percorrer até 150 quilômetros com o vento por dia e sobreviver por cerca de três meses.

  • China retoma produção de carvão; 1274 minas já voltaram à operação normal

    China retoma produção de carvão; 1274 minas já voltaram à operação normal

    A China retomou 70,2% da sua capacidade de produção de carvão, que foi reduzida por causa da epidemia do novo coronavírus, informou hoje a Administração Nacional de Energia (ANE).
    Desde a segunda-feira, 1.274 minas em todo o país haviam retomado a produção,  atingindo 7,12 milhões de toneladas por dia, ultrapassando a marca de 7 milhões de toneladas pela primeira vez desde 1º de fevereiro, segundo dados da ANE.
    Os estoques de carvão nas usinas do país são suficientes para 26 dias de consumo a partir de segunda-feira, enquanto os da Província de Hubei, centro da China, a região mais atingida, tem estoque suficiente para 47 dias de consumo, a maior leitura dos últimos anos.
    A China prometeu medidas para garantir o fornecimento de carvão, eletricidade e gás natural para apoiar o controle do novo coronavírus, com o objetivo de garantir fornecimento estável de energia para as áreas severamente afetadas, incluindo Wuhan, o epicentro do surto, e outras grandes cidades.
    As minas de carvão foram incentivadas a retomar a produção, enquanto incentivos serão dados para apoiar o transporte do carvão, disse a ANE no início deste mês.
    (Com informações da Xinhua News)