São pouco menos de 250 metros quadrados , na extremidade do parque da Redenção na confluência com a avenida José Bonifácio.
Foi cedido a um posto de gasolina num tempo em que não havia preocupações ambientais, embora alguns “malucos” já falassem em mudanças climáticas.
Depois de décadas e de inúmeras tentativas dos movimentos ambientalistas para removar aquele corpo estranho dali, chegou-se a um acordo e a Petrobras, a última concessionária do espaço, devolveu-o à prefeitura.
Em vez de reincorporá-lo ao parque ou utilizá-lo para alguma atividade relacionada ao parque a prefeitura decidiu novamente concedê-lo para uma atividade comercial.
Resultado: está recebendo uma base de lajotas, para a instalação de contêiners de fast food. É um pequeno terreno triangular num extremo da área, mas a impermeabilização de um espaço do parque da Redenção tem uma conotação simbólica, numa cidade como Porto Alegre, onde o que se recomenda é o conceito da cidade-esponja.