O Ministério Público Federal (MPF) confirmou nesta segunda-feira, 11/10, que investiga a denúncia de mortes de índios isolados na região do Vale do Rio Javari, no extremo oeste do Estado do Amazonas.
De acordo com o procurador da República Pablo Luz de Beltrand, o MPF em Tabatinga (AM) recebeu denúncia da Fundação Nacional do Índio (Funai) com relatos de mortes de indígenas. “Instauramos um procedimento para apurar o caso e há diligências em curso, mas não é possível dar detalhes para não prejudicar a investigação”, explica.
Além do MPF, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Polícia Federal (PF) também apuram os possíveis assassinatos, que teriam sido cometidos por um grupo de garimpeiros. A pedido da Funai, a PF instaurou um inquérito policial e a Procuradoria da República em Tabatinga (AM) passou a acompanhar as investigações.
Em nota, a fundação indigenista diz que a denúncia surgiu em agosto, depois que alguns garimpeiros foram vistos no município de São Paulo de Olivença conversando sobre o suposto massacre.
“Servidores da Funai fizeram o primeiro levantamento e entenderam ser necessário apresentar a denúncia”, explicou a Funai, na nota. Os garimpeiros foram detidos e conduzidos a Tabatinga, onde prestaram depoimento. Ainda de acordo com a fundação, os garimpeiros não confirmaram as mortes e, até o momento, nenhuma prova material foi encontrada, “não sendo possível, portanto, confirmar a veracidade das mortes”.
O MPF confirmou que ainda não há confirmações de mortes, mas que as suspeitas estão sendo apuradas e há novas diligências em curso.
Operação contra o garimpo
Os índios, supostos alvos do ataque, habitam a região do Rio Jandiatuba, na Terra Indígena Vale do Javari, próxima à fronteira com o Peru, a cerca de mil quilômetros de Manaus. Na mesma região, foi deflagrada, no fim de agosto, uma operação de combate ao garimpo ilegal que resultou na destruição de quatro dragas (equipamentos utilizados para extração de minério). Mais de um R$ 1 milhão em multas foram aplicadas a seis garimpeiros por crime ambiental.
Realizada pelo MPF, Exército e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a operação tentava impedir a expansão do garimpo ilegal ao longo do Rio Jandiatuba. Segundo o MPF, a atividade tem avançado sobre o rio, que corta três terras indígenas e é amplamente utilizado por índios isolados.
Repercussão
O suposto ataque já repercute no Congresso Nacional. Hoje (11) o vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Paulo Paim (PT), relatou o caso e cobrou providências.
“Como vemos, é mais uma denúncia da maior gravidade. Vinte índios, chamados flecheiros, que viviam isolados nessa área da Amazônia e que foram assassinados. E, segundo informações que nos chegaram, corpos foram esquartejados, inclusive. Nós da comissão queremos exigir a apuração dos fatos pelo MPF e pela PF e que o Ministério da Justiça e o Governo Federal se pronunciem”, pediu o senador.
Autor: da Redação
Garimpeiros são suspeitos de massacre de índios isolados no Amazonas
300 famílias apoiadas pelo MTST ocupam terreno na Zona Norte de Porto Alegre
Desde a madrugada de sábado, 09/09, cerca de 300 famílias ocupam uma área ociosa na Zona Norte de Porto Alegre, em ação coordenada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST/RS).
Segundo a movimento, o ato marca o início do Setembro de Lutas por Moradia e Direitos em Porto Alegre. A área fica próxima ao Hipermercado Big da Avenida Sertório, entre a Rua Sérgio Jungblut Dieterich e a Avenida Severo Dullius, no Bairro Sarandi.
As famílias de sem teto ocupantes vem em sua maioria de comunidades da Zona Norte, como as Vilas Dique e Nazaré. “A ocupação luta por moradia digna, por uma política habitacional com participação popular, a regularização fundiária e urbanização para as famílias da região”, diz um texto publicado no Facebook do movimento.
Famílias estão em barracas colocadas no terreno
Integrante do MTST/RS, Eduardo Osório, declarou que: “Frente à violação de seus direitos básicos, esses trabalhadores se organizaram junto com o MTST para resistir ao abandono público e à ameaça cotidiana a suas condições de vida, além de garantir o seu direito à moradia com dignidade. A região Norte da cidade reflete a dinâmica do aumento da moradia precária na cidade de Porto Alegre. Hoje existem mais de 4 mil moradias em situação precária, com mais de 14 mil pessoas residindo em favelas e que há anos enfrentam uma realidade grave de violação de direitos humanos pela prefeitura”, completa.
Dados do Departamento Municipal de Habitação (Demhab) indicam que o déficit habitacional em Porto Alegre está estimado em 50 mil unidades. A ocupação do MTST RS integra o Setembro de Lutas por Moradia e Direitos. O movimento já organizou uma na cidade de São Bernardo do Campo, que conta com três mil famílias acampadas.
Da Redação com informações do Jornal Extra ClasseApós cancelamento de exposição no Santander Cultural, entidades LGBT organizam protesto
O cancelamento da exposição QueerMuseu- Cartografias da diferença na Arte Brasileira, realizada no Museu Santander Cultural, neste domingo, 10/09, repercutiu negativamente na comunidade LGBT. Diversas entidades e movimentos sociais anunciaram um ato para a próxima terça-feira contra a decisão.
Em nota, o Santander Cultural justificou o cancelamento alegando que a entidade recebeu diversas manifestações críticas sobre a exposição. As manifestações contrárias cresceram graças a vídeos e notas publicadas pelo Movimento Brasil Livre, que nos últimos dias fez duras críticas à exposição, através das redes sociais. Disseminação de pedofilia e zoofilia em alguns dos trabalhos expostos são as principais acusações.
Uma das obras controversas / Reprodução Facebook
O grupo Nuances, um dos organizadores do manifesto contra o fechamento, publicou a seguinte nota pelo Facebook:
Diante dos ataques sofridos pela Exposição QueerMuseu sediada no Museu Santater Cultural, em pleno centro histórico de Porto Alegre, convocamos um ATO PÚBLICO em defesa da liberdade de expressão artística, das liberdades democráticas e contra os retrocessos políticos que limitam o exercício de cidadania da população LGBTT.
Repudiamos os ataques conservadores e fundamentalistas e suas acusações falsas e infundadas. Repudiamos também a decisão do Santander Cultural de encerrar prematuramente a exposição, recuando diante das manifestações fascistas de ódio e preconceito.
Tod@s lá! Nenhum direito a menos!
Abaixo a íntegra do Santander Cultural:
NOTA SOBRE A EXPOSIÇÃO QUEERMUSEU
Nos últimos dias, recebemos diversas manifestações críticas sobre a exposição Queermuseu – Cartografias da diferença na Arte Brasileira. Pedimos sinceras desculpas a todos os que se sentiram ofendidos por alguma obra que fazia parte da mostra.
O objetivo do Santander Cultural é incentivar as artes e promover o debate sobre as grandes questões do mundo contemporâneo, e não gerar qualquer tipo de desrespeito e discórdia. Nosso papel, como um espaço cultural, é dar luz ao trabalho de curadores e artistas brasileiros para gerar reflexão. Sempre fazemos isso sem interferir no conteúdo para preservar a independência dos autores, e essa tem sido a maneira mais eficaz de levar ao público um trabalho inovador e de qualidade.Desta vez, no entanto, ouvimos as manifestações e entendemos que algumas das obras da exposição Queermuseu desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo. Quando a arte não é capaz de gerar inclusão e reflexão positiva, perde seu propósito maior, que é elevar a condição humana.
O Santander Cultural não chancela um tipo de arte, mas sim a arte na sua pluralidade, alicerçada no profundo respeito que temos por cada indivíduo. Por essa razão, decidimos encerrar a mostra neste domingo, 10/09. Garantimos, no entanto, que seguimos comprometidos com a promoção do debate sobre diversidade e outros grandes temas contemporâneos.Avião da FAB vai resgatar brasileiros em ilha do Caribe atingida por furacão
Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) vai resgatar brasileiros que se encontram na Ilha de São Martinho, no Caribe, na próxima terça-feira (12). A ilha foi uma das mais atingidas pelo Furacão Irma e, segundo o Itamaraty, tem 32 brasileiros neste momento – sendo 30 em Saint Maarten (lado holandês da ilha) e dois em Saint Martin (lado francês).
De acordo com nota divulgada neste domingo (10) pelo Itamaraty, o governo brasileiro já identificou que há mais 22 brasileiros na Ilha de Tortola e 11 em Turcas e Caicos, que são territórios britânicos. No entanto, o aeroporto de Tortola não tem condições de aterrissagem após a passagem do Irma.
Por isso, o Ministério de Relações Exteriores brasileiro está em contato com França, Países Baixos e Reino Unido para “averiguar se estaria sendo elaborado plano de socorro e evacuação dos nacionais nas respectivas ilhas, no intuito de verificar a possibilidade de inclusão de brasileiros naquelas operações”. “Com efeito, alguns brasileiros, que se encontravam em regiões determinadas, já receberam apoio ou lograram ser retirados das ilhas graças à cooperação daqueles países”, informa o Itamaraty.
As três ilhas não têm rede de atendimento consular brasileiro, por isso, as tratativas estão sendo feitas pelas embaixadas na Europa.
Danos e mortes
Ainda de acordo com as informações do Itamaraty, as três ilhas sofreram “colapso total ou parcial da infraestrutura de transportes, comunicações e abastecimento”.
Em sua passagem pelo Caribe, o Furacão Irma deixou pelo menos 25 mortos, além de mais três em sua chegada à Flórida neste domingo. No entanto, as perdas humanas podem ser maiores, uma vez que os países atingidos estão em grande parte sem comunicação, o que pode ter provocado a subnotificação das mortes.
Antes de chegar aos Estados Unidos e perder força, o Irma passou por Cuba ontem deixando inundações severas em Havana e Varadero, informou a Agência EFE. Ainda segundo a EFE, em Porto Rico, onde o furacão passou há três dias, 66% do serviço de fornecimento de energia já foi restabelecido.
Da Agência BrasilAniversário de 59 anos do Jardim Botânico de Porto Alegre atrai grande público
cleber dioni tentardini
“Jardim Botânico, o que dizer de ti? Hoje voltando aqui resgatei todos os momentos da minha infância e adolescência. Meus pais, eu e meu irmão chegamos aqui no bairro no final do ano de 1951, fomos morar na rua Surupá (nome indígena que significa ave sem rabo), até eu completar 23 anos, ainda chamado de Vila Russa, mais tarde, Vila São Luiz, até ganhar o nome de Jardim Botânico (…) És um palco de vida pra mim, onde sempre colhi os registro da natureza (…). Espero que esse culto à natureza seja sempre respeitado”.
O breve depoimento da artista plástica Elizabeth Nicolaidis, que volta a Porto Alegre depois de residir um tempo em Maceió, emocionou os biólogos que estavam participando das atividades de aniversário de 59 anos do Jardim Botânico de Porto Alegre, nesse domingo escaldante, onde a temperatura bateu nos 34 graus.
Eng florestal Clarice Glufke nas atividades com arranjo de folhas e flores/ Priscila Porto Alegre
As atividades do projeto JardinAção começaram às 10h. Todas buscaram interação com a comunidade. Às onze e meia, os alimentos doados tiveram que ser realocados para uma mesa maior, na entrada do JB. O grande movimento pela manhã, que normalmente é fraco, já indicava o que seria logo adiante. Às duas da tarde, não tinha mais vaga no estacionamento.
Exposições, cantorias, oficinas, palestras, práticas de yoga e meditação, pinturas, massagens, visitas guiadas às coleções de plantas e trilha pelo arboreto.
Comunidade participou de cantorias/Foto Cleber Dioni
O Museu de Ciências Naturais, também ligado à Fundação Zoobotânica do RS, participou com as atrações do projeto Ciência na Praça. Um microscópio à disposição do público fez toda a diferença, para adultos e crianças. E o interesse pelas cobras, então?
Biólogo Roberto Oliveira tirando dúvidas sobre as serpentes do MCN,FZB/Cleber Dioni
No meio da tarde, os pais corriam para as sombras, enquanto os filhos queriam mais uma foto com o jacaré empalhado. Teve gente que montou “acampamento” no gramado e preferiu apenas desfrutar das áreas de lazer.
Público se dividiu entre descanso e atividades/Foto Cleber Dioni 
Foto Fernando Vargas
Como não foi cobrado ingresso, tem-se um cálculo aproximado do público, cerca de duas mil pessoas. Os alimentos foram doados para a Associação Comunitária Vó Chica.
Confira mais fotos


Atividades interativas/Foto Fernando Vargas


Exposições/Foto Cleber Dioni 
Sessões com massagistas /Foto Cleber Dioni


Foto Cleber Dioni 
Foto Cleber Dioni Joesley Batista e Ricardo Saud estão presos em São Paulo

Empresário Joesley Batista, dono da JBS, está preso na Superintendência da Polícia Federal em SP. Rovena Rosa/Agência Brasil
O empresário Joesley Batista e o ex-executivo da J&F Ricardo Saud se entregam por volta das 14h15 à Polícia Federal (PF), em São Paulo. A informação foi confirmada pela assessoria da companhia. A prisão temporária foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
O pedido de prisão foi feito depois de Janot concluir que os colaboradores esconderam do Ministério Público fatos criminosos que deveriam ter sido contados nos depoimentos. A conclusão de que os delatores omitiram informações passou a ser investigada pela PGR a partir de gravações entregues pelos próprios delatores como complemento do acordo.
A PGR também pediu a prisão do ex-procurador da República Marcelo Miller, mas Fachin disse que não há elemento indiciário com a consistência necessária à decretação da prisão temporária.
Fachin havia determinado que o cumprimento dos mandados ocorressem com a “máxima discrição e com a menor ostensividade”, evitando o uso de algemas, pois não se trata de pessoas perigosas. “Deverá a autoridade policial responsável pelo cumprimento das medidas tomar as cautelas apropriadas, especialmente para preservar a imagem dos presos, evitando qualquer exposição pública”, diz a decisão.
No sábado (9), a defesa do grupo J&F colocou à disposição os passaportes do empresário Joesley Batista e do ex-diretor de Relações Institucionais da holding Ricardo Saud. A defesa do ex-procurador Marcelo Miller também colocou os documentos dele à disposição.Defensoras aposentadas fazem mutirão de quatro dias na Bom Jesus
O bairro Bom Jesus, na Zona Leste de Porto Alegre, foi a comunidade escolhida para receber a 8ª Temporada de Mutirão de Orientação Jurídica pelo projeto Estender a Mão: Mãos que Buscam e Mãos que Acolhem do Departamento de Aposentados e Pensionistas da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul. A ação ocorrerá nos dias 11, 19, 27 de setembro, e 5 de outubro, das 14h às 17h.
Nesta edição, o Centro Esportivo e Cultural Bom Jesus (CECBJ) – Rua Marta Costa Franzen, 101, será sede de quatro dias de mutirão de orientação jurídica e educação em direitos pelo projeto que já beneficiou cerca de 800 famílias. No local, de forma voluntária, as Defensoras Públicas atenderão individualmente os cidadãos nas mais diversas áreas do direito, abrangendo pedidos de medicamentos, investigação de paternidade, guarda, consumidor, ação de alimentos, dentre outros.
Segundo a Coordenadora do Estender a Mão, Maria de Lourdes Mallmann, a iniciativa tem o apoio da Secretária de Desenvolvimento Social de Porto Alegre, e objetiva ampliar os acessos da população em situação de vulnerabilidade aos serviços da Defensoria Pública (DPE). “Os mutirões viabilizam o acesso à justiça das pessoas sem condições de ir à DPE, em um esforço concentrado de promoção de cidadania e de redução da exclusão social”, afirmou.
Serviço
O quê? Mutirão de Orientação Jurídica pelo Projeto Estender a Mão da Defensoria Pública
Onde? Centro Esportivo e Cultural Bom Jesus (CECBJ), Rua Marta Costa Franzen, 101, Porto Alegre
Quando? 11, 19, 27 de setembro e 5 de outubro
Horário? Das 14h às 17h
Informações: imprensa@defensoria.rs.def.br ou (51) 3210 9400/ (51) 984044502
Como funciona
Uma vez por semana as Defensoras Públicas aposentadas se reúnem e deslocam-se com a unidade móvel da Defensoria Pública a uma região de Porto Alegre com população carente, sem ou com pouco acesso a serviços públicos, para prestar orientações jurídicas e promover ações de educação em direitos. Mais informações podem ser obtidas pelos e-mails. estenderamao@defensoriars.def.br e estenderamao@gmail.com.Duo Matschulat é a próxima atração na Série Pianíssimo na Casa da Música
No domingo, 10 de setembro, às 18h, o duo formado pelos pianistas Viviana Matschulat e Josias Matschulat fará um recital com obras de Antonín Dvorák (1841-1904), Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), Claude Debussy (1862-1918), Edino Krieger (1928-), Francisco Mignone (1897-1986) e Ronaldo Miranda (1948-).
O repertório contempla músicas a quatro mãos. A apresentação é a quarta desse ano da Série Pianíssimo da Casa da Música. O valor do ingresso é espontâneo. A Casa da Música localiza-se na Rua Gonçalo de Carvalho, 22, próximo ao Shopping Total.
Série Pianíssimo Casa da Música
Recital de piano com o Duo Matschulat
Dia 10 de setembro, domingo, às 18h
Ingresso: valor espontâneo
Obras a quatro mãos
Local: Rua Gonçalo de Carvalho, 22
Agapan debate história e perspectivas do movimento ecológico gaúcho
Como avançar diante de um cenário político-econômico de ataque ao ambiente natural? As constantes e crescentes investidas contra o patrimônio ambiental brasileiro e mundial demandam maior atenção e empenho de entidades ambientalistas e demais integrantes da luta em defesa do ambiente natural, que, em sua grande maioria, trabalham de forma voluntária e economicamente dispendiosa.
Casos como a criminosa ação contra o rio Doce, que até hoje não puniu os culpados pela maior catástrofe ambiental provocada pela ação humana no Brasil, o desmatamento e o envenenamento do solo e da água provocados pela cultura agroindustrial brasileira, entre outros, nos apontam para a necessidade refletir sobre o atual estágio do ambientalismo praticado, em especial, aqui no Rio Grande do Sul e no Brasil.
Rever a história do ambientalismo, que conta com o importante protagonismo da Agapan, desde 1971, e entender os desafios que vêm pela frente são fundamentais para qualificar e ampliar a mobilização em torno da luta ecológica.
É com base nessa premissa, percebendo a urgência ainda maior de organização da defesa ambiental na atualidade, que convidamos importantes especialistas da história, da comunicação e do ativismo ecológico para conduzirem o próximo Agapan Debate, a terceira edição de 2017, que será realizada no dia 11 de setembro no auditório da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, às 17h.
A professora Elenita Malta Pereira, doutora em História, pesquisadora e autora de importantes estudos sobre história ambiental e social, e o professor de Jornalismo ambiental Roberto Villar Belmonte, mestre e doutourando pela Ufrgs, serão os palestrantes desta edição, que contará com a medição do presidente da Agapan, Francisco Milanez.
Confira, abaixo, mais detalhes sobre os integrantes da mesa e reserve essa data na agenda. A sua participação é muito importante nesse debate. Te esperamos lá.
Palestrantes:
Profa. Historiadora Elenita Malta Pereira
A Agapan e suas lutas históricas durante o regime militar
Elenita é doutora em História pela Ufrgs. Atualmente, é professora no Departamento de História da Ufsc. Tem pesquisas na área de biografia, história ambiental e movimentos sociais. É autora de “Roessler: O homem que amava a natureza” (2013) e “A conquista da cidadania: Movimentos sociais na história do Brasil” (2015); organizadora de História Ambiental no Rio Grande do Sul (2014). Foi coordenadora do GT História Ambiental da Anpuh-RS entre 2012-2016. Mantém o blog A Voz da Primavera, dedicado a discussões sobre História, Natureza, Política, Cultura e Educação.
Prof. Jornalista Roberto Villar Belmonte
Os desafios do movimento ambientalista gaúcho
Roberto Villar Belmonte, professor de Jornalismo Ambiental do Centro Universitário Ritter dos Reis – UniRitter, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS e integrante do Grupo de Pesquisa Jornalismo Ambiental (CNPq / UFRGS).
Mediação de Francisco Milanez , Presidente da Agapan, biólogo, arquiteto, especialista em análise de impactos ambientais, mestre e doutorando em Ciências: Química da Vida e Saúde
Serviço
Realização: Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan)
Evento: Agapan Debate
Tema: História e Perspectivas do Movimento Ecológico Gaúcho
Dia: 11 de setembro de 2017
Hora: 19 horas
Local: Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do RS (Ufrgs)
Endereço: Rua Sarmento Leite, 320 – Centro, Porto Alegre – RSUFRGS promove evento internacional sobre estética
Um dos pontos centrais da filosofia dos séculos XIX e XX – a estética com a sua recepção, seus alcances e seus limites no pensamento da atualidade – é o tema do evento internacional que o Museu da UFRGS, o Grupo Racionalidade e Formação – CNPq, o Instituto de Artes, o Departamento de Música e a Faculdade de Educação da UFRGS promovem em setembro. O Simpósio Internacional Estética, Hermenêutica e Filosofia da Educação será no dia 28 de setembro, a partir das 9h na Sala Qcorpo Santo (av. Paulo Gama, s/nº – Prédio 12.203 – Campus Centro).
Organizado pelos professores Luiz Carlos Bombassaro, Raimundo Rajobac e Nadja Hermann, o evento contará com a participação dos palestrantes Hans-Georg Flickinger – A questão do estético em Hegel; Ernildo Stein – A questão do estético em Heidegger; Scarlett Marton – A questão do estético em Nietzsche; Jayme Paviani – A questão do estético em Merleau-Ponty; e Luiz Rohden – A questão do estético em Gadamer.
As inscrições são gratuitas e realizadas através de formulário eletrônico no site do Museu da UFRGS. As vagas são limitadas. Mais informações pelo telefone 51 3308-1947
















