Autor: da Redação

  • Tem "Crocodilagem"na Feira do Livro neste sábado

    O cartunista Edgar Vasques autografa neste sábado às 17h30 na Feira do Livro de Porto Alegre, “Crocodilagem”, seu mais recente trabalho com o personagem mais antigo de sua carreira, o  Rango.
    Um dos mais célebres anti-heróis das tiras brasileiras, Rango nasceu em plena ditadura militar e é um dos mais longevos personagens do humor gráfico brasileiro.
    Seu primeiro livro, publicado em 1974, também marcou o início da L&PM Editores. Criado por Edgar Vasquez, Rango surgiu com a cara do Brasil: miserável, esfomeado, marginalizado, pobre, desempregado e vivendo dentro de uma lata de lixo.
    “Crocodilagem” chega agora para comemorar os 50 anos de carreira de Vasquez com tiras preto e branco e coloridas e trazendo o prefácio escrito por Erico Verissimo para a edição de 1974.
    O título, segundo o cartunista e pai de Rango significa “sacanagem, hipocrisia, cinismo e fingimento etc. Tudo o que temos sofrido nesses tempos de tremendo retrocesso”.
    Programação completa da Feira neste sábado:
    9H
    Sessão de Autógrafos do Colégio Marista Rosário de Porto Alegre
    Onde: Teatro Carlos Urbim e Espaço Cultural dos Correios (térreo do Memorial)
    9H
    Seminário da Associação Gaúcha dos Escritores (AGEs)
    Bamboletrando Dilan Camargo: vida e obra do escritor
    14H30 – Escritores leem Dilan Camargo. Com Vera Verissimo, Maria Carpi, Cacá Melo, Lilian Rose M. da Rocha, Cristina Macedo, Helô Bacichette e mediação de Milene Barazzetti.
    Onde: Salão de Bridge do Clube do Comércio
    14H
    As fantásticas aventuras do menino que lia livros, espetáculo teatral
    Destemperados Produções Teatrais. Público: infantil.
    Onde: Teatro Carlos Urbim
    14H
    3º Encontro de Influenciadores Literários e Seguidores
    Convidadas especiais: Paola Aleksandra e Bel Rodrigues. Público: booktubers, blogueiros literários, instagramers literários e seguidores.
    Onde: Espaço do Conhecimento Petrobras
    14H
    Quântica e consciência: O grande encontro
    Evoluímos muito, mas não podemos negar que há mistérios. De uma Ciência Física que explicava os acontecimentos do dia a dia por meio do mecanicismo, chegamos aos enigmas contraintuitivos da Relatividade e da Quântica. Com Moacir Costa de Araújo Lima.
    Onde: Auditório Barbosa Lessa no CCCEV
     
    15H
    A marca do genocídio de Ruanda na literatura de Scholastique Mukasonga
    Presença da autora, considerada uma das maiores vozes literárias da África, ganhadora de vários prêmios literários. Na Feira do Livro, é apresentada por Cláudia Laitano. Retirada de senhas a partir das 13h30min no Balcão de Informações.
    Onde: Auditório Barbosa Lessa no CCCEV
     
    16H30
    Sessão de autógrafos de Scholastique Mukasonga
    A mulher de pés descalços / Nossa Senhora do Nilo / Baratas
    Editora Nós
    Onde: Praça de Autógrafos
     
    17H
    Anarquia é utopia, faça uma todo dia
    Com estilo leve e uma grande capacidade de abordar temas cotidianos com ironia, o autor faz de suas crônicas um passeio cultural pelo Brasil de ontem e de hoje, discutindo filmes, livros, sexo e política com absoluta liberdade e espírito anarquista. Com Carlos Gerbase e Cláudia Laitano.
    Onde: Salão de Bridge do Clube do Comércio
     
    17H30
    Oficina: Writing Dojo: escrevendo para chatbots
    Workshop no qual Rafael Heidt e Daniel Wildt desenvolvem a jornada do herói, a definição da personagem, a criação de identidades e o UXWriter. Com Rafael Heidt e Daniel Wildt
    Onde: Sala O Retrato no CCCEV
     
    18H
    Na medida do possível (ou quase)
    Apresentação de não-manual para uma vida saudável e feliz, o que não é fácil e tem caminho longo. Mas sempre há uma maneira de alcançar o que queremos. Depende de cada um descobrir o que dá certo. Com Fernando Rocha e mediação de Ticiano Osório.
    Onde: Biblioteca do Clube do Comércio
     
    18H
    Faça acontecer!
    Chega de desculpas para viver uma vida incrível. 10 anos da editora Belas Letras com 10 grandes inspirações pessoais e profissionais para você deixar sua marca no mundo. Com Marcos Piangers, Ana Cardoso, Gabriel Gomes, Luciano Braga, Daniel Larusso, Tiago Mattos, Lau Patrón, Gabriela Guerra, Caroline Cintra e Tito Gusmão.
    Onde: Teatro Carlos Urbim
     
    18H30
    50 Anos pendurado no pincel
    O cartunista Edgar Vasques fala sobre sua carreira e sobre seu Rango, um dos mais longevos personagens do humor gráfico brasileiro que acaba de ganhar um novo livro: Crocodilagem
    Com Edgar Vasques e Hiron Goidanish-Goida.
    Onde: Salão de Bridge do Clube do Comércio
    Política e História
    Outro eixo da programação vai dedicar-se à política, História, neoliberalismo, cidadania e meio ambiente, reunindo autores como Alcy Cheuíche, Rafael Guimaraens, André Marenco, Juremir Machado da Silva e Dulce Helfer, em torno de temas atuais como os protestos de 2013, o avanço neoliberal dos anos recentes e os 50 anos de Maio de 1968. Saiba mais: http://bit.ly/ politicaehistorianafeira.
     
     

  • CNJ pede esclarecimentos sobre "atuação política" do juiz Sérgio Moro

    O corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, instaurou na sexta-feira (9) um pedido de providências para que o juiz federal Sergio Moro esclareça questionamentos feitos ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre sua suposta atividade político-partidária enquanto ainda exercia a magistratura.
    As representações foram feitas depois que Moro aceitou o convite para o cargo de ministro da Justiça do presidente eleito Jair Bolsonaro.
    O juiz pediu férias e, antes de se exonerar da magistratura, passou a se reunir com a equipe de transição do governo. Antes, ele se reuniu com Bolsonaro no Rio de Janeiro.
    Martins deu 15 dias para que Moro preste informações, “visando a possibilitar uma melhor compreensão dos fatos”.
    Pela Lei Orgânica da Magistratura, magistrados não podem exercer atividade político-partidária. Ao todo, foram feitos três questionamentos à conduta de Moro, um por um cidadão, outro pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia e um terceiro pelo PT.
    Habeas corpus de Lula
    Em outra frente, o corregedor nacional de Justiça marcou para 6 de dezembro a oitiva de Moro e dos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) Rogério Favreto, João Pedro Gebran Neto e Thompson Flores Lenz.
    Os quatro participaram de uma guerra de liminares, em julho, quando Favreto, de plantão, concedeu um habeas corpus ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Decisões contrárias de Moro, Gebran e Flores mantiveram Lula na cadeia.
    Martins ouvirá pessoalmente e em separado cada um dos magistrados envolvidos no episódio e que respondem a uma representação disciplinar. Embora o processo corra em segredo de Justiça, a marcação das oitivas foi divulgada pelo CNJ.

    (Com Agência Brasil)
  • MST tenta reverter ordem para despejar assentados em Minas

    Em reunião com representantes da Comissão de Direitos humanos da OEA, o MST denunciou o possível despejo de famílias que vivem no assentamento Quilombo Campo Grande, na cidade de Campo do Meio (MG).
    No local, moram 450 famílias há mais de 20 anos.
    O despejo determinado por uma liminar do juiz Walter Zwicker Esbaille Junior, na última quarta-feira (7) – em uma ação de reintegração de posse -, atinge um assentamento já consolidado das famílias que estão em um terreno da usina falida de Ariadnópolis, da Companhia Agropecuária Irmãos Azevedo (Capia).
    O juiz deu prazo para que os assentados deixem o local até o dia 14 de novembro.
    Em caso de descumprimento da ordem, o juiz estabeleceu pagamento de multa diária de R$ 5 mil.
    “A decisão está para ser cumprida, é muito grave. Estamos acompanhando a situação com muita apreensão porque as famílias vivem ali e dependem daquilo. A preocupação do MST é que o caso de Campo do Meio abra um precedente nacional em relação a outras áreas de assentamentos. Nós teríamos uma situação muito diferente, com reintegrações de posse de áreas já conquistadas”, disse Kelli Mafort, integrante da coordenação nacional do MST.
    O MST está recorrendo da decisão. Conforme o movimento, um decreto estadual de 2015 previa a desapropriação da área mediante pagamento do estado de Minas. Com a decisão, serão destruídos 1.200 hectares de lavoura de milho, feijão, mandioca e abóbora, 40 hectares de horta agroecológica e 520 hectares de café, segundo levantamento do MST, além de centenas de casas, currais e quilômetros de cerca. O movimento afirma que o terreno ocupado gera trabalho e renda para cerca de 2 mil pessoas.
    De acordo com os advogados das famílias, a decisão é arbitrária e fere princípios constitucionais: “Houve restrição para a entrada da representação das famílias acampadas e impedimento de autoridades que se deslocaram para acompanhar a audiência”, diz a defesa em nota.
    Segundo informações da defesa do MST, a usina encerrou as atividades em 1996 e ainda tem dívidas trabalhistas que ultrapassam R$ 300 milhões.
    “O que nós estamos levando à Comissão [CIDH] é que, primeiro, possa nos ajudar do ponto de vista das recomendações de observância aos direitos humanos nessa situação específica de Campo do Meio e que essas recomendações sejam inclusive levadas em consideração para suspensão da reintegração de posse”, disse Mafort.
    Outra preocupação apresentada pelo movimento à CIDH é sobre criminalização e aumento da violência contra movimentos sociais, especialmente em relação a possíveis mudanças na Lei Antiterror.
    “A reivindicação é que a lei antiterrorista do país, de 2016, não fosse alterada. Quando essa legislação foi formulada, o contexto eram os Jogos [olímpicos] que foram realizados no Rio de Janeiro e estava dentro de um protocolo de países que recebem eventos internacionais de ter uma legislação contra crimes e atentados terroristas. Essa lei contém um artigo que exclui a aplicação dessa lei a movimentos sociais”, argumentou.
    A integrante criticou ainda o discurso “violento” do presidente eleito, Jair Bolsonaro, em relação à atuação dos movimentos sociais no país.
    Bolsonaro já mostrou seu apoio – em discursos de campanha e mesmo após a vitória nas urnas – ao projeto de lei que pretende configurar como terrorismo atos como dano de bens públicos ou privados. O projeto de lei 272/16, do senador Lasier Martins (PDT-RS), prevê penas de até 30 anos de prisão para quem comete esse tipo de infração, que poderia ser aplicada em casos de manifestações e ações de movimentos sociais.
    (Com Agência Brasil)

  • Livro-reportagem relata desmonte das fundações públicas estaduais

    Patrimônio Ameaçado, publicado pela Editora JÁ, terá sessão de autógrafos nesta quinta-feira (8), às 18h30, na 64ª Feira do Livro de Porto Alegre, área central da Praça da Alfândega.
    O jornalista Cleber Dioni Tentardini acompanhou durante três anos e meio os movimentos de resistência que se mantêm e ainda questionam na Justiça a drástica decisão e a falta de argumentos razoáveis do governo Sartori para o encerramento das atividades de oito fundações estaduais e uma companhia – Cientec, Piratini, FEE, Metroplan, FZB, FDRH, Fepagro, Feeps e Corag.
    O livro-reportagem traz entrevistas com dirigentes, servidores e comunidade intelectual, que alertam para as perdas imensuráveis com o fim de instituições que há mais de meio século prestam relevantes serviços aos governos e à população: o acervo e a experiência que se dispersam, as pesquisas que se truncam, as séries estatísticas que se perdem, a produção de conhecimento que estanca.
    A obra, de 200 páginas, muito bem ilustrada, conta um pouco da história de pioneirismo dessas instituições e mostra que a extinção pura e simples, feita de forma improvisada, com a distribuição de suas atribuições, serviços e funcionários estáveis para outros órgãos da administração direta, representa grave ameaça a um patrimônio público, material e imaterial, cujo valor é incalculável.
    “Serão perdas que se incorporam a um período histórico de retrocessos, sem que se perceba claramente o quanto significam. Mais tarde, as novas gerações vão se dar conta de que houve um tempo sem rumo, em que andamos para trás”, afirma o editor, jornalista Elmar Bones.

    A série jornalística que dá nome ao livro revela aos leitores detalhes das coleções científicas e o trabalho realizado nos diversos setores do Museu de Ciências Naturais, Jardim Botânico e Parque Zoológico, as três instituições vinculadas à Fundação Zoobotânica. Esse especial, publicado no site do jornal JÁ, desde agosto de 2015, conquistou quatro prêmios nos principais concursos jornalísticos do Estado em 2017.
    Patrimônio Ameaçado traz ainda uma síntese das ações do Ministério Público Estadual e das negociações das entidades sindicais com o governo e os processos judiciais, nas esferas civil e trabalhista, alguns ainda em andamento, como este trabalho, que está aberto para constante atualização.
    O livro teve edição gráfica de Andres Vince, revisão de Tetê Martins e colaboração dos jornalistas Geraldo Hasse, Tiago Baltz, Felipe Uhr e Mateus Chaparini.

  • Feira do Livro: monja budista fala do "Zen para Distraídos"

    É o tema da Monja Coen, que retorna à Feira do Livro de Porto Alegre neste ano, para falar de seu lançamento “Zen para Distraídos” (Editora Planeta, 2018), nesta quinta feira (8) às 18h30min, no Teatro Carlos Urbim.
    A atividade terá retirada de senhas a partir das 13h30min no Balcão de Informações.
    Às 19h30min, autografa na Praça de Autógrafos.
    Monja Coen é a primaz fundadora da Comunidade Zen Budista do Brasil.
    Ela parte da constatação que “viver nos grandes centros urbanos é um convite diário à distração. Manter o foco em tarefas simples, por mais fácil que pareça, se torna impossível com o excesso de informações e afazeres diários”.
    “Zen para distraídos” aplica conceitos do budismo para melhorar o nosso bem-estar. A partir de práticas de meditação, de conceitos básicos do zen e outras técnicas milenares será possível manter o foco, desenvolver tarefas simples com muito mais concentração, ser mais assertivo, atingir objetivos e muito mais.
    A programação completa desta quinta:
    9h
    O autor no palco com escritor carioca Otávio Junior
    Onde: Teatro Carlos Urbim
    9H45/10h/14h/17h30
    VII Seminário Internacional: o papel da biblioteca na sociedade
    Onde: Auditório Barbosa Lessa da CCEV
    10h30
    O autor no palco com escritora carioca Anna Claudia Ramos
    Onde: Teatro Carlos Urbim
    15h
    Vozes femininas dissonantes – Florbela Espanca e Maria Firmina dos Reis
    Jornal da Ufrgs apresenta sarau com leituras dramáticas e comentadas das obras das autoras selecionadas para o Vestibular da UFRGS em 2019. Com Márcia Ivana Lima, Silva, Roberta Flores Pedroso,Thuanie Cigarian e Mayura Matos.
    Onde: Biblioteca do Clube do Comércio
    16h
    Santa Sede, Crônicas de botequim – Safra 2018 – Volume 9
    Onde: primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul
    Rubem Penz, org. / Editora Buqui
    18h
    Memórias de Chorão
    A viúva de um dos maiores ícones do rock nacional, Alexandre Magno Abrão, o Chorão, fala sobre
    a história de amor dos dois. Com Graziela Gonçalvez e mediação de Kátia Suman.
    Onde: Auditório Barbosa Lessa da CCEV
    18h30
    Porto Alegre, a meca das oficinas de criação literária: “chuta-se uma árvore e caem 10 escritores”.
    Com os oficineiros Cíntia Moscovich, Jane Tutikian, Pedro Gonzaga, Robertson Frizero e Valesca de Assis.
    Onde: Salão de Bridge do Clube do Comércio
    18h30
    A produção cultural para a infância e seu espaço na mídia, painel com Gabriela Romeu e Flávia Cunha.
    Onde: Sala de Vídeo do Memorial
    18h30
    Monja Coen fala sobre seu livro “Zen para distraídos”
    Onde: Teatro Carlos Urbim
    ATENÇÃO: Distribuição de senhas a partir das 13h30min no Balcão de Informações.
    19h30
    Seminário O Brasil em Números, do IBGE, abordará a trajetória da instituição
    Onde: Espaço do Conhecimento Petrobras
    19h30
    Monja Coen autografa “Zen para distraídos”
    Onde: Praça de Autógrafos
    19h30
    Mauro Kwitko autografa Jovens Guerreiros e Guerreiras da Luz
    Onde: Praça de Autógrafos

  • General Augusto Heleno ficará mais próximo de Bolsonaro

    Capa de todas as revistas, manchete dos jornais, o juiz Sérgio Moro é a estrela do governo de Jair Bolsonaro, do qual ele será Ministro da Justiça.
    No tabuleiro do poder, no entanto, os movimentos mais importantes envolvem o general Augusto Heleno.
    O vice-presidente eleito, general da reserva Hamilton Mourão, confirmou hoje (7) que o general da reserva Augusto Heleno será nomeado ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no governo eleito Jair Bolsonaro.
    Antes, ele estava confirmado para o Ministério da Defesa. Em vez de ficar num ministério isolado, ficará junto ao presidente eleito.
    Mourão disse que é necessário aproveitar melhor as capacidades do oficial. “É uma cabeça brilhante que não pode ser desperdiçada”, disse.
    O vice-presidente acrescentou ainda que Bolsonaro conversa com vários nomes e que a possibilidade é que o futuro ministro da Defesa seja um oficial de patente elevada da Marinha. “Para ter equilíbrio”, observou.
    O nome do futuro ministro da Defesa só será confirmado quando o convite for aceito.
    Mourão disse que é necessário aproveitar melhor as capacidades do oficial. “É uma cabeça brilhante que não pode ser desperdiçada”, disse.
    O vice-presidente acrescentou ainda que Bolsonaro conversa com vários nomes e que a possibilidade é que o futuro ministro da Defesa seja um oficial de patente elevada da Marinha. “Para ter equilíbrio”, observou.
    O nome do futuro ministro da Defesa só será confirmado quando o convite for aceito.
    (Com Agência Brasil)
  • Bolsonaro diz que "muita coisa" do governo Temer será mantida

    Após a reunião que formalizou o governo de transição, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse hoje (7) que “muita coisa” da gestão Michel Temer vai ser mantida, sem citar detalhes.
    Ele afirmou que “não se pode furtar” do conhecimento de quem passou pela Presidência da República. Bolsonaro agradeceu o encontro e disse que conta com a experiência de Temer para ajudá-lo.
    “Se preciso for voltaremos a pedir que ele nos atenda. Porque tem muita coisa que continuará. O Brasil não pode se furtar do conhecimento daqueles que passaram pela presidência”, disse Bolsonaro, que concedeu entrevista ao lado de Temer, no Palácio do Planalto.
    Foi o primeiro encontro entre o presidente eleito e o atual, desde a vitória de Bolsonaro, no último dia 28. Da mesma forma, é a primeira vez que ele vem a Brasília desde a eleição. No encontro, Temer entregou simbolicamente a chave do gabinete de transição, que funcionará no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

    Unidade

    Após as declarações de Bolsonaro, Temer ressaltou que está à disposição do presidente eleito para o que ele e sua equipe necessitarem. O presidente da República afirmou que o momento é de unidade. “Vamos todos juntos”.
    O presidente afirmou ainda que, se houver projetos de interesse do governo eleito em tramitação no Congresso Nacional, podem ser especificados para que ele e sua equipe tentem, assim, negociar sua prioridade nas votações.
    Temer convidou Bolsonaro para que o acompanhe em viagens ao exterior, como a próxima Cúpula do G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo) será em Buenos Aires, na Argentina, de 30 de novembro a 1º de janeiro, e contará com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Presente

    Durante a reunião, Temer deu um livro de presente para Bolsonaro. Nele, há uma compilação dos projetos realizados do seu governo, em seis eixos: Social e Cidadania, Econômico, Infraestrutura, Brasil e o Mundo, Segurança e Defesa Nacional e Ações Regionais. A publicação começa com a frase “O Brasil é hoje um país completamente diferente de dois anos e seis meses atrás”.
    Segundo Temer, durante a reunião no Planalto, foi transmitido a Bolsonaro um balanço das ações do governo nos últimos dois anos e meio e o que está programado. O presidente destacou que o programa vai ser “apreciado” pelo sucessor para analisar se deve ser mantido.
    Em sua agenda na capital federal, Bolsonaro também conheceu as instalações do CCBB. A visita ocorreu na manhã de hoje. Ele chegou de carro ao local e um helicóptero militar acompanhou o comboio no trajeto.

    (Com Agencia Brasil)
  • Jornal JÁ conquista Prêmio Lutzenberger de Jornalismo Ambiental

    A matéria “Coleções da Zoobotânica somam mais de 600 mil exemplares da fauna e flora nativas“, de autoria do jornalista Cleber Dioni Tentardini, conquistou o 3º lugar na categoria Web, no 5º Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental.
    A cerimônia ocorreu na terça-feira à noite, no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre. É realizado pela ARI e Braskem, em parceria com a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES-AL) e Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul.
    A reportagem premiada integra o especial Patrimônio Ameaçado, que foi reunido em livro e está sendo lançado nesta quinta-feira (8) à tarde na Feira do Livro de Porto Alegre.
    Traz o depoimento de especialistas e técnicos do Museu de Ciências Naturais e do Jardim Botânico de Porto Alegre, instituições vinculadas à FZB, que falam sobre a importância de preservação desse que é o maior acervo de material-testemunho da biodiversidade rio-grandense e os prejuízos para o Estado frente ao desmonte de uma estrutura de conservação, fundamental para a pesquisa científica.
    A lista completa dos vencedores:
    Faculdade com maior número de inscritos: Uniritter
    Veículo com o maior número de inscritos: SBT RS
    JORNALISMO UNIVERSITÁRIO
    1. Águas que agonizam
    Nome: Jéssica Beltrame Nunes
    Coautores: Amanda Buneker, Anderson Huber, Ariane Laureano, Arthur Isoppo, Artur Colombo, Denis Machado, Igor Mallmann, Leonardo Ozório e Lidiane Menezes
    Universidade: Unisinos
    2. A última gota
    Autor: Bianca Gross da Silva
    Coautores: Felipe Loppes Mota, Felippe de Oliveira Morais, Isabela Pizzi Penteado de Toledo, Laura Paré Costa, Levi Gois Pires e Nicolas Chidem da Costa
    Universidade: PUC
    3. Riscos, processos e alternativas para o lixo eletroeletrônico
    Autor: Vinícius Domingues Carneiro
    Universidade: Centro Universitário Metodista IPA
    WEBJORNALISMO
    1.Como reduzir a poluição
    Autor: Jéssica Rebeca Weber
    Veículo: Gaúcha ZH/ Zero Hora
    2. Ecovila Dom José: A transformação socioambiental mora aqui
    Autores: Letícia Waldow Pelinson, Gustavo Menegusso E Bruna Bonadeo
    Veículo: O Alto Uruguai
    3. Coleções da Zoobotânica somam mais de 600 mil exemplares da fauna e flora nativas
    Autor: Cleber Dioni Tentardini
    Veículo: Jornal JÁ
    RADIOJORNALISMO
    1. Os quatro maiores desastres ambientais que ainda atormentam o Rio Grande do Sul
    Autor: Eduardo Matos e Marcelo Gonzatto
    Veículo: Rádio Gaúcha
    2. Água no Brasil: Um direito não reconhecido
    Autor: Leno Falk e Teresa Klein
    Veículo: Agência Rádio Web
    3. Lago Guaíba: Resgate da vida em meio à poluição
    Autor: Alessandro Di Lorenzo
    Veículo: Rádio Bandeirantes
    TELEJORNALISMO
    1. Jacuí, crime e alegria: 5 anos depois
    Autor: Fábio Almeida
    Coautores: Everton Chrisostomo, Cristiano D’Oliveira, Rodrigo Bettio, Andresssa Pesce, Júlio Ferreira, Sid Rafael, Sandre Sarreta e Zeco Darte
    Veículo: RBS TV
    2. O caminho do lixo e a conscientização começam em casa
    Autor: Bruna Ostermann
    Veículo: SBT RS
    3. Situação dos recursos hídricos em Passo Fundo
    Autores: Débora Padilha De Oliveira, João Maurício Malheiros De Oliveira, Jean Pimentel, Jeferson Barbosa, Gustavo Deon e Mateus Rodighero
    Veículo: RBS TV
    JORNALISMO IMPRESSO
    1. O Guarani a proteger
    Autor: Simone Schmidt
    Veículo: Correio do Povo
    2. Ferrabraz: Um tesouro da biodiversidade
    Autor: Debora Regina Ertel
    Veículo: Jornal NH
    3. A onça, o puma e o grande roncador
    Autor: Aline Custódio
    Veículo: Zero Hora

  • Cem Anos da Revolução Russa: debate na ARI e lançamento na Feira do Livro

    Uma obra coletiva, “Cem anos a Revolução Russa”, da editora JA, será autografado quarta-feira, dia 7, às 17h30min, na  64ª Feira do Livro de Porto Alegre.
    Organizado por Wálmaro Paz  o livro reúne  20 palestras realizadas num seminário promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico do RGS, pela Fundação Maurício Grabois, o Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e  o Centro de Estudos Brasileiros para a Paz ( Cebrapaz) no inverno de 2017.
    Antes, às 15 horas, haverá um painel no Salão Nobre da Associação Riograndense de Imprensa sobre esta obra e os 200 anos de Karl Marx, com a participação de diversos palestrantes do seminário e coautores do livro.
    São eles: Augusto César Buonicore, Luiz DArio Teixeira Ribeiro, Analucia Danilevicz Pereira, JOão Quartim de Moraes, Diego Pautasso, Enrique Serra Padrós, Bernardo Joffily, Paulom Visentini, Valter Pomar, Renildom Souza, Gentil Corazza, Luís Gonzaga Belluzo, Elias Jabour, Raul CArrion, SAntiago Feliu Miranda, Juan Pozo Alvarez, Tarso Genro, Roberto Amaral e Renato Rabelo.
    O livro esta a venda nas bancas da Câmara Riograndense do Livro, na Banca da ARI e  da livraria Palmarinca, com desconto de 20%.
     

  • Ospa apresenta recital do Quarteto Pró-Música na Pinacoteca do Margs

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) promove uma eclética tarde musical na Pinacoteca do Museu de Arte do RS Ado Malagoli (MARGS) neste domingo, dia 11. A partir das 17h, obras clássicas e composições populares de diferentes épocas, nacionalidades e estilos ganham destaque no recital do Quarteto Pró-Música. O grupo é formado por Ariel Polycarpo (violino), Paulo Barcellos (violino), Delmar Breunig (viola) e Deolindo Azambuja (violoncelo), músicos da sinfônica que também atuam em outros grupos e formações camerísticas.
    Ao optar por linguagens musicais simples e leves, o grupo tem a proposta de levar ao público música e entretenimento com qualidade. O cenário da apresentação é a exposição “O poder da multiplicação”,  mostra em cartaz no Museu que reúne obras de 14 artistas contemporâneos brasileiros e alemães, sob a curadoria de Gregor Jansen. A entrada é franca.
    O recital inicia com “Sinfonia nº 27”, de Joseph Haydn (1732-1809), um dos mais importantes compositores do período Clássico. Na sequência, duas obras de Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791) são executadas:  “Adagio e Fuga em Dó menor KV 546” e “Divertimento KV 138”. De Astor Piazolla, ícone do Nuevo Tango argentino, o quarteto executa “Invierno Porteño”. Sucessos que marcaram a história do pop e do rock internacional também integram o programa: o grupo encerra a apresentação com “Bohemian Rhapsody”, de Freddie Mercury (1946-1991), e “Despacito”, de Luís Fonsi (1978 – ) .
    Fundação Ospa 
    A Fundação Ospa é um complexo musical-educativo que, desde 1950, realiza um trabalho de difusão da música orquestral e formação de plateias no RS. Vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, mantém a orquestra, um coro sinfônico e uma escola de música – o Conservatório Pablo Komlós. Nas suas mais recentes temporadas, a agenda da Ospa tem contemplado em torno de 80 apresentações anuais, atingindo um público aproximado de 60 mil gaúchos a cada ano.
    A série Música no Museu foi criada em 2016 para institucionalizar a presença da música de câmara na programação da orquestra. Ela leva ao público repertórios para formações menos numerosas e adaptações, além da produção de compositores que escrevem especificamente para essas formações.
    Mais informações pelo site www.ospa.org.br ou pelo telefone (51) 32227387.
    Fotos: Marília Lima- Ospa/ Divulgação

    Recital da Ospa | Série Música de Câmara
    Quarteto Pró-Música
    Quando: 11 de novembro, domingo
    Horário: 17h
    Local: Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
    (Praça da Alfândega, s/n – Centro Histórico, Porto Alegre – RS, 90010-150)
    ENTRADA FRANCA
    PROGRAMA
    Joseph Haydn: Sinfonia nº 27
    Wolfgang Amadeus Mozart: Adagio e Fuga em Dó menor KV 546
    Wolfgang Amadeus Mozart: Divertimento KV 138
    Astor Piazzolla: Invierno Porteño
    Freddie Mercury: Bohemian Rhapsody
    Luís Fonsi : Despacito
    Apresentação:  Quarteto Pró-Música, formado por Ariel Polycarpo (violino), Paulo Barcellos (violino), Delmar Breunig (viola) e Deolindo Azambuja (violoncelo).